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A Unidade Local de Saúde da Guarda (ULSG) ativou ontem o nível 2 do Plano de Contingência de Inverno, em conformidade com as orientações em vigor.
De acordo com a informação divulgada pela ULSG, esta decisão enquadra-se no Plano de Resposta Sazonal em Saúde – Módulo Inverno 2025-2026 e visa garantir uma resposta adequada à atual situação epidemiológica.
Entre as principais medidas implementadas destaca-se a recomendação do uso de máscara cirúrgica por utentes, visitas e profissionais em todas as instalações da ULSG, sobretudo nas áreas de atendimento ao público.

A Unidade Local de Saúde da Guarda recomenda ainda que o número de pessoas por visita seja o mais reduzido possível e reforça que o uso de máscara é fortemente recomendado.
Está também previsto o ajuste da atividade programada, cuja eventual restrição será definida em articulação entre as Direções Clínicas e as Direções de Serviço.
A Comissão Nacional da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente (CNSMCA) propôs a elevação do Serviço de Pediatria da Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda a unidade de Nível IIa, reconhecendo a qualidade, diferenciação e mérito deste serviço no contexto da Rede de Referenciação Hospitalar em Pediatria.
Segundo informação divulgada pela ULS da Guarda, o parecer emitido pela Comissão destaca que nunca esteve em causa a idoneidade, a qualidade assistencial ou o investimento continuado realizado no Serviço de Pediatria, que assegura uma resposta abrangente e diferenciada à população infantil e juvenil da região da Guarda.
O Serviço de Pediatria da ULS da Guarda disponibiliza consultas externas, hospital de dia, internamento e urgência pediátrica, além de Unidade de Cuidados Intermédios Neonatais e apoio permanente à sala de partos; o serviço conta "com um corpo clínico altamente qualificado, cumprindo os rácios recomendados de pediatras gerais e subespecialistas".
Para a CNSMCA, este reconhecimento "reflete a equidade territorial e a valorização das equipas regionais, sublinhando o mérito científico, a capacidade formativa e a diferenciação funcional" da Pediatria da ULS da Guarda.
Na nota informativa da ULS da Guarda a instituição considera a proposta um marco de prestígio e confiança no trabalho desenvolvido. “Este reconhecimento confirma a qualidade e dedicação das nossas equipas pediátricas e reforça o compromisso de garantir cuidados de saúde de excelência e proximidade às crianças e famílias da região”.
A proposta de elevação a Nível IIa resulta do estudo e contributos apresentados pelo Conselho de Administração e pela equipa da Pediatria, no âmbito da Revisão da Rede de Referenciação Hospitalar em Pediatria.
Como aqui tínhamos referido, a Unidade Local de Saúde da Guarda (ULSG) manifestou-se há dias contra a proposta da nova Rede de Referenciação Hospitalar em Pediatria, atualmente em consulta pública, que atribui ao Hospital da Guarda o nível I. “Esta proposta não reflete a realidade assistencial, técnica e científica do Serviço de Pediatria e da Maternidade da ULS da Guarda e foi elaborada sem qualquer contacto, pedido de contributos ou reunião prévia com a instituição.” Para a ULS da Guarda, que serve 13 concelhos, “uma decisão com impacto tão relevante no acesso aos cuidados de saúde das crianças e famílias da região não pode ser tomada sem diálogo, sem análise territorial e sem avaliação dos recursos existentes.”. Acrescentava ainda que “há mais de duas décadas, a ULS da Guarda assegura um Serviço de Pediatria e uma Maternidade em funcionamento permanente, 24h por dia, 7 dias por semana, com especialistas em presença física contínua. Este compromisso distingue a instituição a nível regional e nacional, garantindo acesso próximo e seguro a milhares de crianças e recém-nascidos.”
Desde o passado mês de junho que o Serviço de Pediatria funciona “numa unidade moderna, fruto de um investimento público significativo, com renovação tecnológica, requalificação de infraestruturas e reforço de valências.

Também a Câmara Municipal da Guarda manifestou a sua oposição à classificação (Nível I) atribuída ao Serviço de Pediatria da ULS da Guarda no documento "Rede de Referenciação Hospitalar – Pediatria" que se encontra em consulta pública e solicita a sua revisão.
O presidente município guardense, em documento enviado à Comissão Nacional da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente, manifesta profunda preocupação e firme oposição à proposta, considerando que ao desclassificar o Serviço de Pediatria para nível I, um patamar que providencia apenas "cuidados pediátricos essenciais", o documento ignora o investimento recentemente realizado, o vigor do seu quadro de pediatras e inverte o princípio da coesão territorial, sinalizando às jovens famílias da maior área de influência da Beira Interior que não terão acesso a cuidados diferenciados de proximidade.
Sérgio Costa lembra que a ULS da Guarda presta cuidados a cerca de 140 mil pessoas e que a maternidade da Guarda, que regista o maior número de partos e urgências obstétricas na região, é a única que garante o acesso em menos de 60 minutos à população dos 13 concelhos da sua área de influência. "O acesso a outra maternidade mais próxima, aumenta o tempo de deslocação para a população daqueles concelhos. O autarca considera que não se pode aplicar a esta faixa territorial o mesmo modelo de concentração usado em áreas densamente povoadas e com acessos facilitados e que a decisão de desclassificar um serviço que acabou de ser alvo de um investimento transformador é economicamente irracional e constitui um claro desperdício de dinheiros públicos."

Entretanto, está agendada para a próxima segunda-feira, 17 de novembro, uma caminhada que pretendende manifestar-se como manifestação em defesa do Serviço de Pediatria e da Maternidade da Guarda. O início da caminhada terá lugar pelas 18 horas, junto à Câmara Municipal da Guarda e levará os participantes até ao Hospital Sousa Martins/Unidade Local de Saúde da Guarda.
A Unidade Local de Saúde da Guarda (ULSG) manifestou-se contra a proposta da nova Rede de Referenciação Hospitalar em Pediatria, atualmente em consulta pública, que atribui ao Hospital da Guarda o nível I.
De acordo com a informação divulgada, “esta proposta não reflete a realidade assistencial, técnica e científica do Serviço de Pediatria e da Maternidade da ULS da Guarda e foi elaborada sem qualquer contacto, pedido de contributos ou reunião prévia com a instituição.”
Para a ULS da Guarda, que serve 13 concelhos, “uma decisão com impacto tão relevante no acesso aos cuidados de saúde das crianças e famílias da região não pode ser tomada sem diálogo, sem análise territorial e sem avaliação dos recursos existentes.”. Acrescenta ainda que “há mais de duas décadas, a ULS da Guarda assegura um Serviço de Pediatria e uma Maternidade em funcionamento permanente, 24h por dia, 7 dias por semana, com especialistas em presença física contínua. Este compromisso distingue a instituição a nível regional e nacional, garantindo acesso próximo e seguro a milhares de crianças e recém-nascidos.”
De referir que desde o passado mês de junho, o Serviço de Pediatria funciona “numa unidade moderna, fruto de um investimento público significativo, com renovação tecnológica, requalificação de infraestruturas e reforço de valências, incluindo: Neonatologia, Urgência Pediátrica, Hospital de Dia Pediátrico e Equipa Inter-hospitalar de Cuidados Paliativos Pediátricos”.
Foto: ULS Guarda
Assim, salienta ainda a nota informativa divulgada pela ULS da Guarda, “qualquer decisão que reduza a capacidade de resposta pediátrica e materno-infantil na Guarda agravará desigualdades no acesso à saúde, colocará famílias em risco e comprometerá o princípio constitucional da igualdade de oportunidades no SNS. O Serviço de Pediatria da ULS da Guarda cumpre rigorosamente os critérios do Nível IIa, classificação que reconhece: a sua diferenciação e qualidade assistencial, a capacidade de resposta da equipa e o papel formador que o serviço desempenha a nível nacional”.
Daí que o Conselho de Administração da ULS da Guarda apele ao Ministério da Saúde para rever a proposta apresentada, repor a classificação e abrir um processo de diálogo técnico e institucional, em defesa das necessidades da população, do trabalho dos profissionais e do interesse público.
“O Serviço de Pediatria da ULS da Guarda tem contribuído para a formação de muitos profissionais a nível nacional, sendo um serviço com idoneidade formativa reconhecida e aprovada que tem formado especialistas em Pediatria para todo o país”. É sublinhado ainda no texto divulgado pela ULSG, para quem “a continuidade da Maternidade e da diferenciação Pediátrica na Guarda é uma questão de saúde pública, de justiça territorial e de dignidade no Serviço Nacional de Saúde.”
Também a Câmara Municipal da Guarda manifestou já a sua oposição à classificação (Nível I) atribuída ao Serviço de Pediatria da ULS da Guarda no documento "Rede de Referenciação Hospitalar – Pediatria" que se encontra em consulta pública e solicita a sua revisão.
O presidente município guardense, em documento enviado à Comissão Nacional da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente, manifesta profunda preocupação e firme oposição à proposta, considerando que ao desclassificar o Serviço de Pediatria para nível I, um patamar que providencia apenas "cuidados pediátricos essenciais", o documento ignora o investimento recentemente realizado, o vigor do seu quadro de pediatras e inverte o princípio da coesão territorial, sinalizando às jovens famílias da maior área de influência da Beira Interior que não terão acesso a cuidados diferenciados de proximidade.
Sérgio Costa lembra que a ULS da Guarda presta cuidados a cerca de 140 mil pessoas e que a maternidade da Guarda, que regista o maior número de partos e urgências obstétricas na região, é a única que garante o acesso em menos de 60 minutos à população dos 13 concelhos da sua área de influência. "O acesso a outra maternidade mais próxima, aumenta o tempo de deslocação para a população daqueles concelhos. O autarca considera que não se pode aplicar a esta faixa territorial o mesmo modelo de concentração usado em áreas densamente povoadas e com acessos facilitados e que a decisão de desclassificar um serviço que acabou de ser alvo de um investimento transformador é economicamente irracional e constitui um claro desperdício de dinheiros públicos."

A Urgência Pediátrica e o Internamento da Pediatria do Departamento de Saúde da Criança e da Mulher passam a funcionar, a partir de amanhã, nas instalações do Hospital Sousa Martins, na Guarda, recentemente reabilitadas.
Esta mudança – segundo a Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda – visa “proporcionar melhores condições de conforto, segurança e qualidade na prestação de cuidados de saúde às crianças e suas famílias, inserindo-se no plano de melhoria contínua” das suas das infraestruturas.
As instalações requalificadas foram preparadas para responder “às necessidades clínicas e humanas das equipas e utentes, refletindo o compromisso da instituição com a modernização dos serviços de saúde na região.”
“O atual Conselho de Administração encontra-se fortemente empenhado na promoção e implementação de medidas de melhoria das estruturas organizativas, funcionais e físicas dos Serviços, dentro de parâmetros de eficiência e eficácia que produzam os melhores resultados”. A afirmação é da atual Presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda, Rita Figueiredo.

A nova responsável pela ULS da Guarda falava na sessão de abertura do X Congresso Médico da Beira Interior, que decorreu durante dois (30 e 31 de outubro) no Teatro Municipal da Guarda.
A Presidente do CA reconheceu que os profissionais da Unidade Local de Saúde da Guarda “fazem diariamente todos os esforços que estão ao alcance para a promoção dos melhores e mais rigorosos cuidados de saúde”.
Rita Figueiredo deixou, na sua intervenção, um apelo a todos os médicos presentes no referido congresso para que “ponderem com especial carinho e sentido de cumprimento de dever dos princípios subjacentes ao nobre exercício da medicina escolher o nosso território para exercerem a prática”.
Para a Presidente do CA da ULS, todos os jovens médico serão “bem acolhidos e serão reconhecidos” na Guarda, pois, como afirmou, “somos uma população que sabe agradecer”.
Ainda no decorrer da sessão de abertura do X Congresso Médico da Beira Interior, Rita Figueiredo revelou a preocupação com o envelhecimento do população e despovoamento cada vez mais evidente nas áreas de baixa densidade, acreditando que a aposta no ensino e saúde “é uma forma eficaz e de mitigação destas desigualdades” numa atitude consertada com todos os agentes da região, evidenciando mesmo que “sem coesão não há progresso”.
Rita Sofia Figueiredo é, desde ontem, a Presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde da Guarda (ULSG), substituindo João Barranca.
Na nova equipa dirigente da ULSG estão Imaculada Ponciano (vogal que ficará com a área financeira), Nuno Soares (como Diretor Clínico e, provisoriamente acumulando o cargo de diretor clínico para os cuidados de saúde primários) e Hugo Terras (enfermeiro diretor). O vogal em falta será indicado pela Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela.
A nova Presidente do Conselho de Administração desempenhava, até agora, as funções de coordenadora do departamento jurídico e contencioso da ULS.

O Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde da Guarda (ULSG) anunciou, para hoje, a abertura da Unidade de Cuidados na Comunidade (UCC) de Figueira de Castelo Rodrigo.
De acordo com uma nota de imprensa, está assim concluído “o seu processo de criação e implementação de UCC’s em toda a área de abrangência da ULSG. Concretiza-se o objetivo de alargar e concluir a rede de cuidados na comunidade, que permite beneficiar a população dos 13 concelhos da sua área de abrangência.”
De acordo com a informação divulgada, a UCC Figueira de Castelo Rodrigo vai dar cobertura a toda a população daquele concelho, “que agora pode contar com os cuidados de saúde prestados por este tipo de unidade funcional, designadamente: apoio psicológico e social, de âmbito domiciliário e comunitário, especialmente às pessoas, famílias e grupos mais vulneráveis, em situação de maior risco ou dependência física e funcional ou doença que requeira acompanhamento próximo; atuam, ainda, na educação para a saúde e na integração em redes de apoio à família.”
De referir que estas unidades funcionais (UCC’s) têm como missão contribuir para a melhoria do estado de saúde da população da sua área geográfica de intervenção, “visando a obtenção de ganhos em saúde e contribuindo assim, de um modo direto, para o cumprimento da missão da ULS em que se integra.”
As UCC’s asseguram respostas integradas, articuladas, diferenciadas e de grande proximidade às necessidades em cuidados de saúde da população onde estão inseridas e regem-se pelos princípios de: cooperação; solidariedade e trabalho de equipa; autonomia; articulação com as outras unidades funcionais da ULS e parcerias com estruturas da comunidade local.

O IV Congresso VMER Guarda vai decorrer nesta cidade nos dias 21 e 22 de março. Este congresso é organizado pela Associação de colaboradores da VMER Guarda, em parceria com a Unidade Local de Saúde.
O programa integra a apresentação de debate de diversos temas como “Tudo começa na prevenção – Diabetes e Epidemia Metabólica”, “Realidade Multidisciplinar no Pré-Hospitalar”, “Mitos de Reanimação”, “Comunicações Difíceis e Barreiras Éticas” e “Experiências em Catástrofe”.
O congresso terá lugar no Teatro Municipal da Guarda, estando programado um simulacro para o Jardim José de Lemos.
O Coordenador nacional da Task Force do Plano de Vacinação para combate à Covid-19, Vice-Almirante Henrique Gouveia e Melo, vai estar hoje na Guarda.
Gouveia e Melo vai visitar, pelas 10 horas, o Centro de Vacinação da Guarda, a convite do Conselho de Administração da Unidade da Unidade Local de Saúde.

A Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda dispõe agora de uma plataforma de gestão documental processual, denominada GooPortal, que está integrada na Unidade de Gestão Documental e Simplificação de Processos.
De acordo com informação da ULS, através da GooPortal irão ser tramitados parte dos documentos/processos existentes atualmente na instituição em suporte de papel, possibilitando ainda que cada colaborador possa, em tempo real, aferir em que fase está um pedido, por si efetuado. A sua implementação irá ser efetuada de forma faseada.

Pretende-se, como foi acentuado, a desmaterialização, reengenharia e simplificação de processos transversais à organização, otimizando fluxos e circuitos de documentação/comunicação e, ao mesmo tempo, o aumento da transparência na tramitação dos mesmos.
Por outro lado, a ULS da Gaurda acredita que com esta nova funcionalidade, está a contribuir para o aumento da transparência, segurança e integração da informação, reduzindo ainda custos inerentes à circulação da mesma, em suporte de papel.
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.