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A vida dos livros...

por Correio da Guarda, em 04.05.15

 

     A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda, vai promover duas novas atividades mensais ligadas ao livro e à leitura: “A vida dos livros” e “A minha vida dá um livro”.

     A primeira sessão de “A vida dos livros”, que pretende ser uma “conversa informal à volta dos livros com quem os escreve, ilustra, imprime, distribui, lê e promove” será com o tipógrafo José Guedes, na próxima quinta-feira, dia 7 de Maio, pelas 18h00.

    José Guedes Ribeiro dirige a Tipografia Beira Serra e desde muito novo trabalha no mundo da tipografia de caracteres manuais, tendo depois aprendido outros métodos e outras técnicas. Uma vida dedicada à impressão e aos papéis.

 

 

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publicado às 22:08

Tipografia

por Correio da Guarda, em 17.08.13

 

     O distrito da Guarda, para além de pioneiro, foi rico em títulos de imprensa local e de muitos outros, acumulando um valioso património em termos de equipamentos gráficos.

    Como tem acontecido noutras áreas, o esquecimento atingiu as velhas peças das antigas tipografias, elementos primordiais para o conhecimento da evolução operada no sector gráfico.

    Na Guarda existem, por enquanto, testemunhos desse percurso, de uma época em que as máquinas de impressão não tinham o auxílio da energia eléctrica, a composição era manual e as zincogravuras eram indispensáveis para ilustração dos textos. Um património a preservar.

 

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publicado às 19:10

Na Guarda das artes gráficas

por Correio da Guarda, em 13.10.11

    

      A história dos equipamentos tipográficos cruza-se com a da cultura e da imprensa, pois em tantas situações foi acertado “o passo espiritual pela celeridade mecânica” que se reflectiu também noutros sectores da vida económica e social.
     Como tem acontecido com outras parcelas do nosso património, o esquecimento atingiu as velhas peças das antigas tipografias, elementos primordiais para o conhecimento da evolução operada no sector gráfico.
     Na Guarda existem, por enquanto, testemunhos desse percurso, de uma época em que as máquinas de impressão não tinham o auxílio da energia eléctrica, a composição era manual e as zincogravuras eram indispensáveis para ilustração dos textos.
     São realidades tão próximas e simultaneamente tão distantes; pequenos espaços onde se cruzam saberes, arte, experiências múltiplas, vidas, entusiasmos, dificuldades, vivências ímpares de que brotaram as mais diversas publicações ou trabalhos.
    No quotidiano guardense passamos ao lado de um património que corre o risco de ficar esquecido ou perdido irremediavelmente, face à marcha célere do progresso, da evolução da técnica, do redimensionamento dos mercados ou das novas exigências empresariais e comerciais.
    Na sociedade contemporânea, em especial no nosso país, urge desenvolver uma reflexão profunda, capaz de activar (mesmo em tempo de crise, que aguça a criatividade) estratégias e políticas eficazes em termos de salvaguarda, valorização, estudo e divulgação do nosso património.
    A criação, na Guarda, de um espaço museológico dedicado às Artes Gráficas poderá contribuir para salvaguarda, estudo e divulgação do espólio das tipografias de um distrito que foi rico em títulos de imprensa local, e de muitos outros.
    É fundamental uma forte acção de sensibilização das pessoas e entidades, para que não se percam os valores existentes, assegurando a sua transmissão e conhecimento às gerações futuras, facilitando e incentivando o conhecimento desta como de outras casas ligadas às artes gráficas.
   E pelos velhos cavaletes das várias tipografias passam múltiplas memórias que é urgente compor, com os tipos do presente, alinhados em mensagens claras sobre os nossos valores, o nosso património local.

 

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publicado às 10:34

Um património da cidade

por Correio da Guarda, em 10.08.08

 

A história dos equipamentos tipográficos cruza-se com a da cultura e da imprensa, pois em tantas situações foi acertado “o passo espiritual pela celeridade mecânica” que se reflectiu também noutros sectores da vida económica e social.
Como tem acontecido com outras parcelas do nosso património, o esquecimento atingiu as velhas peças das antigas tipografias, elementos primordiais para o conhecimento da evolução operada no sector gráfico.
Na Guarda existem, por enquanto, testemunhos desse percurso, de uma época em que as máquinas de impressão não tinham o auxílio da energia eléctrica, a composição era manual e as zincogravuras eram indispensáveis para ilustração dos textos.
São realidades tão próximas e simultaneamente tão distantes; pequenos espaços onde se cruzam saberes, arte, experiências múltiplas, vidas, entusiasmos, dificuldades, vivências ímpares de que brotaram as mais diversas publicações ou trabalhos.
E um desses lugares tivemos a oportunidade de o evocar num dos  números da colecção “O Fio da Memória”, a propósito da Tipografia Beira Serra, na cidade da Guarda.
No quotidiano guardense passamos ao lado de um património que corre o risco de ficar esquecido ou perdido irremediavelmente, face à marcha célere do progresso, da evolução da técnica, do redimensionamento dos mercados ou das novas exigências empresariais e comerciais.
Na sociedade contemporânea, em especial no nosso país, urge desenvolver uma reflexão profunda, capaz de activar estratégias e políticas eficazes em termos de salvaguarda, valorização, estudo e divulgação do nosso património.
Assim, a criação, na Guarda, de um espaço museológico dedicado às Artes Gráficas poderá contribuir para salvaguarda, estudo e divulgação do espólio das tipografias de um distrito que foi rico em títulos de imprensa local, e de muitos outros.
É imperioso desenvolver uma forte sensibilização, das pessoas e entidades, para que não se percam os valores existentes, assegurando a sua transmissão e conhecimento às gerações futuras, facilitando e incentivando o conhecimento desta como de outras casas ligadas às artes gráficas.
Pelos velhos cavaletes da tipografia referenciada passam múltiplas memórias que é urgente compor, com os tipos do presente alinhados em mensagens claras sobre os nossos valores, o nosso património local.                                 

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publicado às 17:21


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