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Teatro em Barca de Alva

por Correio da Guarda, em 13.08.21

 

O Festival Artístico "Raia Viva" apresentará hoje, na Plataforma de Ciência Aberta, em Barca de Alva, o trabalho teatral “Sozinha”.
O projeto, criado por Elsa Pinho em parceria com o ator/diretor brasileiro João Guisande, é uma ode a todas as mulheres.
De referir que a dramaturgia foi composta a partir da fusão de histórias reais e inventadas, entre muitas inspirações e alguns trechos curiosos dos diários da própria atriz.
As inscrições são limitadas e deverão ser efetuadas no Posto de Turismo de Barca de Alva ou pelo telefone 271 355 930.

TEATRO.jpg

 

 

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publicado às 13:51

"Email" no TMG

por Correio da Guarda, em 23.06.21

 

No Teatro Municipal da Guarda (TMG) vai ser apresentada no próximo dia 29 de junho a peça “Email (desta mãe que tanto te ama), de Jacinto Lucas Pires, com interpretação de Anabela Faustino e encenação de Ivo Alexandre.

Este monólogo pronuncia a história de sofrimento de uma mãe que perde o filho, ao mesmo tempo que a liberta do estado de negação em que vive.

Em Email (desta mãe que tanto te ama), Jacinto Lucas Pires mostra a escrita como meio de reconciliação com a vida, num tom de comédia agridoce. De luvas calçadas, Maria vê o pó da casa como metáfora dos fantasmas que lhe assombram a mente e que é preciso limpar.

EMAIL (DESTA MÃE QUE TANTO TE AMA) de Jacinto Luc

Foto: Susana Neves (TNSJ)

 

A DOIS é uma Companhia que pretende ser um polo de criação teatral que congregue múltiplos artistas de diversas vertentes. Pesquisar, experimentar, inovar, estando sempre intimamente ligados com a sociedade.

A DOIS foi fundada em 2014 e tem como diretores artísticos Ivo Alexandre e Anabela Faustino. Os seus objetivos primordiais são desenvolver atividades de criação; formação na área da interpretação; tradução e publicação de textos.

Desde o início da sua formação, aposta na criação de textos originais, valorizando a dramaturgia contemporânea portuguesa – a partir de um tema; textos já existentes; da partilha de ideias entre dramaturgo, atores e encenador; do diálogo estreito entre artistas e comunidade.

Para além da dramaturgia portuguesa, a DOIS tem como foco a pesquisa, experimentação e divulgação dos mais diversos universos teatrais, explorando dramaturgias contemporâneas e clássicas, sempre em articulação com um questionamento sobre a subjetividade nos panoramas sociais e artísticos contemporâneos.

A relação com as comunidades é também uma das preocupações da DOIS. Aproximar o espetador das práticas artísticas, tornando-o mais atento e participativo na sociedade; promovendo a inclusão social e cidadania; fomentando a reflexão sobre o sujeito na sua diversidade cultural, social, política, psicológica e ontológica.

 

 

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publicado às 08:25

Américo Rodrigues tem novo livro de poesia

por Correio da Guarda, em 19.04.21

 

Américo Rodrigues tem editado um novo livro de poesia, intitulado “desmoronamento”, com a chancela das Edições Sr. Teste.

Esta obra, que reúne poemas recentes do autor, inclui desenhos de Maria Lino. De referir que foi feita também uma edição especial do livro que inclui, em cada exemplar, um desenho original da pintora e escultora.

Novo Livro de Américo Rodrigues.jpg

A coletânea de poemas de Américo Rodrigues integra-se na coleção “Fulgor Quotidiano”, em que estão representados autores como Kafka, Artaud, Hannah Arendt, Octavio Paz, Walter Benjamin, Bataille, Michaux, entre outros. Américo Rodrigues é o primeiro poeta vivo editado por aquela editora, que acaba também de lançar um livro de E.M. de Melo Castro, de quem o autor guardense era admirador.

Livros -.jpg

Face aos condicionalismos resultantes da atual pandemia a apresentação será feita no decorrer de uma conversa através da plataforma digital Zoom, hoje a partir das 19h30, com a participação dos editores, Américo Rodrigues, Eugénia Melo e Castro e Rui Torres.

Américo Rodrigues, atual diretor-geral das Artes, nasceu em 1961, tendo sido diretor do Teatro Municipal da Guarda (2005-2013) e coordenador da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (2005-2018)

Américo Rodrigues - Foto Correio da Guarda .jpg

Actor, poeta sonoro e performer, Américo Rodrigues é autor de várias obras de poesia, crónica, teatro e literatura para crianças. “Na nuca”(1982), ”Lá fora: o segredo” (1986) “A estreia de outro gesto” (1989), “Património de afectos” (1995), “Vir ao nascedoiro e outras histórias (1996), “Instante exacto” (1997), “Despertar do funâmbulo” (2000), “O mundo dos outros”(2000), ”Até o anjo é da Guarda” (2000),“Panfleto contra a Guarda” (2002), “Uma pedra na mão” (2002), “Obra  completa – revista e aumentada” (2002), “O mal – a incrível estória do homem-macaco-português” (2003), “A tremenda importância do kazoo na evolução da consciência humana” (2003), ”Escatologia” (2003), “Os nomes da terra” (2003), “A fábrica de sais de rádio do Barracão (2005),  “Aorta Tocante” (2005), “O céu da boca” (2008),  “Escrevo-Risco” (2009) e “Cicatriz:ando” (2009) são alguns dos seus trabalhos. O seu último livro de poesia publicado foi "Arquivo Morto" (2017).

Coordenou os cadernos de poesia “Aquilo”, do boletim/revista “Oppidana”, foi co-diretor da revista “Boca de Incêndio”, coordenador da revista cultural “Praça Velha” e da coleção de cadernos “O fio da memória”. Fundou o Teatro Aquilo e também o Projéc~.

Colunista de vários jornais, recebeu o Prémio Gazeta de Jornalismo Regional e também o Prémio Nacional de Jornalismo Regional.

Em 2010 recebeu a medalha de mérito cultural atribuída pelo Ministério da Cultura.

Foi animador cultural na Casa de Cultura da Juventude da Guarda/FAOJ (desde 1979 até 1989) e na Câmara Municipal da Guarda (desde 1989), onde coordenou o Núcleo de Animação Cultural.

 

 

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publicado às 00:01

Incubadoras de projetos artísticos

por Correio da Guarda, em 24.09.20

 

"Incentart - Incubadoras de Projetos Artísticos" é a designação do projeto da Câmara Municipal da Guarda que desafia os artistas a desenvolverem trabalhos no domínio das artes plásticas, artes performativas, dança, música, teatro e literatura, dando-lhes a possibilidade de utilizarem os espaços das estruturas culturais da cidade mais alta para Residências Artísticas.

A autarquia justifica esta iniciatiava tendo em conta a "paragem para muitos artistas devido à situação pandémica por COVID 19". Nesta primeira edição do projeto - que arranca hoje com a inauguração de uma exposição no Museu da Guarda, de Carina Leal - os artistas que "participam resultam de propostas anteriores ao período pandémico, alguns deles estavam agendados, outros tinham propostas em análise; em comum têm a ligação à Guarda."

Deste modo, o município guardense "incentiva e apoia o tecido criativo local, o surgimento de novas ideias e novos criadores, esperando que daqui resultem mais e promissores projetos artísticos, que possam também envolver a comunidade, utilizando uma diversidade de linguagens no universo da Arte Contemporânea."

Esta incubadora de projetos artísticos tem como principais objetivos dar a conhecer as mais recentes propostas de artistas do concelho da Guarda que pretendem posicionar-se e mover-se no mundo das artes, nas suas mais diversas formas de expressão; oferecer aos jovens artistas a possibilidade de exporem trabalhos seus, mas também de se confrontarem com os constrangimentos da montagem de uma exposição num determinado espaço; fomentar e difundir a produção artística, a experimentação, a atividade expositiva como meio de reflexão sobre a arte e sobre a cultura visual contemporânea; incentivar expressões artísticas originais a partir de técnicas inovadoras; promover o alargamento das atividades do Museu da Guarda, do TMG, da BMEL e do ICAA (intervenção cultural, animação e associativismo) a novos públicos.

O resultado destas residências será depois apresentado no Teatro Municipal da Guarda, Museu Regional da Guarda e Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço.

 

Fonte: CMG

 

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publicado às 12:30

Exercício teatral alerta para a violência doméstica

por Correio da Guarda, em 12.01.20

 

Teatro TMG.jpg

O pequeno auditório do Teatro Municipal da Guarda recebe, na próxima quarta-feira, às 21h30, o exercício teatral "Liberta-te, Maria!", organizado pelo curso de Animação Sociocultural da Escola Superior de Comunicação e Desporto do Instituto Politécnico.

O espetáculo, que aborda a temática da violência doméstica, vai realizar-se sob a orientação da docente Filipa Teixeira e tem entrada livre (mediante levantamento prévio de bilhete).

Em "Liberta-te, Maria!" participam os alunos do terceiro ano da licenciatura em Animação Sociocultural Cindy Vasconcelos, Daniela Rodrigues, Dina Morgado, Filipa Brioso, Glória Ferrão, Jéssica Rego, Jéssica Silva, João Janela, João Silva, Maria Braga, Marisa Ibánez, Marisa Peva, Ricardina Pedro, Sara Inácio, Sofia Solá e Telma Reis.

 

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publicado às 22:11

Salvaguardar as tradições teatrais...

por Correio da Guarda, em 18.04.19

 

   A localidade de Pousade, no concelho da Guarda, revive esta semana a sua tradição do teatro religioso.

  Amanhã será representada “A última Ceia”, um espetáculo comunitário encenado por Daniel Rocha, que envolve muitos dos habitantes daquela aldeia. Recorde-se que ali foi desenvolvido um inegável e meritório esforço com vista à salvaguarda e divulgação do teatro religioso popular.

  Este género de teatro, com raízes profundas naquela localidade, foi alimentado ao longo de décadas pela imaginação e improvisação de algumas pessoas de Pousade, que concebiam peças para serem apresentadas em datas marcantes do calendário cristão, como sejam o Natal e a Páscoa.

    Muitas delas eram transmitidas oralmente e corriam o risco de se perderem; daí que, há anos atrás, se tenha pensado, e bem, em verter para o papel os conteúdos dessas produções, facilitando-se igualmente o respetivo conhecimento e a possibilidade de as tornar objeto de estudo e investigação.

   “A Paixão”, “Acto de Adão e Eva”, “O Nascimento de Jesus Cristo”, “A Morte de Antípatro”, “A Vingança de Enoe” e “Mártires da Germânia” são elucidativos exemplos dessas representações populares, onde “um enorme capital de esforço, de trabalho e dedicação”, como nos foi afirmado.

   Daí que tenha sido importante o trabalho, mormente de João Marques e outros seus conterrâneos, de “sensibilizar a população para que fosse retomada uma tradição que se perde no tempo” – há, naquela aldeia, manuscritos de 1898 com peças de cariz religioso e popular – objetivo conseguido, como a progressiva adesão do público a estas representações.

   O teatro popular foi uma das temáticas que entusiasmou José Miguel Carreira Amarelo que, como não poderia deixar de ser, olhou com particular atenção para as tradições de Pousade, editando dois volumes sobre o Teatro Popular. “O teatro popular é um continuum que nunca foi abolido pelo teatro erudito de qualquer movimento literário”.

  José Carreira Amarelo procurou, como escreveu na apresentação do primeiro dos livros, “salvar do naufrágio do esquecimento e da perda uma pequena parcela da nossa cultura popular e regional”, destacando, por outro lado, “a perenidade e prevalência do teatro de cariz popular a par de um outro de carácter institucional”.

   Nesse seu trabalho, Carreira Amarelo anotou que “de norte a sul do país, em Trás-os-Montes como nas Beiras, no continente e nas ilhas subsistem, ainda hoje, representações populares dramáticas, de carácter didáctico e formativo, de índole religiosa e profana, ora com objectivos apenas recreativos, ora com fins satíricos e moralizadores”.

   Nesta quadra da Quaresma em que são promovidas diversificadas encenações ou representações sobre a temática e tradições religiosas associadas, é oportuno não olvidar as especificidades locais e regionais, realçando-as as suas raízes ancestrais e a matriz cultural; assim como é justo evocar a investigação e a recolha atrás mencionadas que devem suscitar novos estudos e abordagens, conducentes a publicações que se afirmem com uma mais valia em prol da salvaguarda da nossa cultura regional.

 

 (in O INTERIOR, 18-04-2018)

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publicado às 22:59

Contradizer na Guarda

por Correio da Guarda, em 22.12.17

contradizer21.jpg

    A Calafrio vai realizar, amanhã, a vigésima primeira sessão do ciclo Contradizer.

    Esta nova iniciativa terá lugar na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda, a partir das 15 horas. A sessão intitula-se “na véspera da véspera” e nela participam poetas, músicos, artistas plásticos e investigadores, todos ligados à associação CalaFrio e à cidade da Guarda.

    A forte adesão à iniciativa revela a força criativa e organizativa da associação que ainda há dias estreou um novo espectáculo de teatro. O actor Luciano Amarelo contará algumas “Lendas de Oriente”; o músico José Tavares interpretará a composição da sua autoria “Boomerang”; o ator e encenador Américo Rodrigues lerá algumas “Fábulas Fantásticas”, do escritor norte-americano Ambrose Bierce.

    O professor e escultor José Teixeira falará do seu trabalho “Gravidade”, neste momento em exposição no Museu Militar, em Lisboa; a professora Fátima Freitas dirá poemas de diversos autores. O poeta Daniel Rocha lerá o seu inédito “génesis ou quase isso”. A escritora Odete Ferreira divulgará as suas narrativas “Os Inocentes” enquanto que a musicóloga e crítica musical Cristina Fernandes fará uma pequena conferência acerca de “O distrito da Guarda nas notícias da Gazeta de Lisboa: música, dança e applausos festivos na segunda metade do séc. XVIII”.

    O jornalista e poeta Pedro Dias de Almeida revelará o seu texto inédito “Parecia que estávamos num parque temático” e o poeta Manuel A. Domingos dirá alguns poemas da sua autoria, ainda não publicados em livro.

    A organização é do CalaFrio – Associação Cultural, tendo o apoio do Município da Guarda e da Biblioteca M. Eduardo Lourenço. A entrada é livre.

 

       (Fonte: Calafrio)

 

 

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publicado às 21:19

Oficina de Teatro do Estabelecimento Prisional

por Correio da Guarda, em 07.12.17

 

     No próximo dia 11, pelas 18h00, vai ser apresentada na BMEL a peça "Sancho Pança, Governador da Ilha dos Lagartos", de António José da Silva, pela Oficina de Teatro do Estabelecimento Prisional da Guarda.

    Ao longo de vários meses os participantes da Oficina de Teatro do Estabelecimento Prisional da Guarda, sob orientação de Américo Rodrigues, prepararam o entremez de António José da Silva.

    Este trabalho surgiu no âmbito de um protocolo de colaboração entre a Câmara da Guarda, através da BMEL, e o Estabelecimento Prisional da Guarda.

    António José da Silva, escritor e dramaturgo português, nasceu em 1705 no Rio de Janeiro e morreu em Lisboa em  1739.

TEATRO na BMEL.jpg

 

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publicado às 18:02

Calafrio abre Festival Internacional de Teatro

por Correio da Guarda, em 20.09.17

 

     O Teatro do CalaFrio (Guarda) vai abrir o Festival Internacional de Teatro da Póvoa do Varzim, dia 22 de Setembro, com a apresentação  da sua mais recente produção teatral "OssO", de Rui Zink.

    A encenação é de Américo Rodrigues e a peça conta com a interpretação de Luciano Amarelo e Valdemar Santos. A sessão realiza-se no Cine-Teatro Garrett. Trata-se de um espectáculo tragicómico sobre um tema muito actual, o terrorismo.

    No dia 23 de Setembro, Calafrio apresenta "Contos e trovões, rezas e galináceos" no âmbito da Festa de Outono organizada pela Fundação de Serralves (Porto).

    O espectáculo tem por base canções e contos da tradição popular e é interpretado por César Prata, Américo Rodrigues e Solange Monteiro.

 

 

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publicado às 00:02

Contos e trovões, rezas e galináceos em estreia

por Correio da Guarda, em 04.09.17

 

     “Contos e trovões, rezas e galináceos" é a nova produção oral e de canções da associação cultural Calafrio.

     A estreia deste novo trabalho terá lugar no dia 9 de Setembro, pelas 21.30h, no terraço do terceiro piso do Teatro Municipal da Guarda.

    Em agenda está já uma outra apresentação marcada para Lisboa e, no âmbito do Festival Silêncio, no dia 30 de setembro às 16 horas, na Pensão Amor (Cais do Sodré).

    “Convocamos galinhas e outras aves de capoeira (e até um canário e uma águia). Porque não temos memória de galinha, saímos da casca e abrimos o bico para dizer adivinhas, anedotas e trava-línguas. E até rezamos para afastar trovoadas! Rezamos... com galos e galinhas, claro! Naturalmente, olhamos para trás! E, assim, chegamos ao ovo! Ou será à galinha?”.

     Trata-se de uma criação coletiva de Américo Rodrigues, César Prata e Solange Monteiro, com produção da CalaFrio Associação Cultural.

Teatro do CALAFRIO.jpg

 

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publicado às 22:15


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