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724º aniversário do Tratado de Alcanices

por Correio da Guarda, em 12.09.21

 

IHoje assinala-se o 724º aniversário da assinatura do Tratado de Alcanices, ocorrida 12 de Setembro de 1297 naquela localidade espanhola.  O Tratado de Alcanices é considerado “um dos suportes da identidade de Portugal”, assumindo um particular significado para a região raiana de Riba Côa.

Com a assinatura deste importante documento passaram para o domínio português os castelos do Sabugal, Vilar Maior, Alfaiates, Castelo Rodrigo, Castelo Bom, Almeida e a localidade de San Felice de los Galegos – na zona de Riba Côa – além de Olivença, Ouguela e Campo Maior.

O rei D. Dinis, de acordo com o estabelecido nesse tratado, desistia da posse de Aiamonte, Esparregal, Valência e Aracena. A conjuntura interna espanhola (nomeadamente as divergências profundas dos tutores do rei castelhano) não deixou de se reflectir neste tratado, bem como a visão estratégica do monarca português.

De forma a acentuar os compromissos assumidos, firmou-se a promessa de casamento do rei espanhol, D. Fernando IV, com a filha de D. Dinis (a infanta D. Constança), enquanto D. Beatriz, infanta de Castela, foi prometida ao príncipe D. Afonso (filho de D. Dinis).

As terras de Riba Côa começaram por estar sob o domínio militar de D. Afonso Henriques e mais tarde foram ocupadas por Fernando II de Leão, constituindo um território onde as oscilações dos limites fronteiriços eram constantes.

Alcanices - foto Helder Sequeira.jpeg

      Alcanices

 

O Tratado fixou, de forma clara, a fronteiras portuguesas deste território limitado pelos rios Côa e Águeda e pela ribeira de Tourões. Era, como escreveu Pinharanda Gomes, uma “terra de ninguém” que se converteu no “último pedaço da Hispânia a perder a independência, por diplomacia do senhor rei D. Diniz; cantão no coração da Hispânia, com os municípios de Almeida, Figueira de Castelo Rodrigo e Sabugal, além de vários outros, hoje extintos mas reais”.

O Côa abandonou o seu papel de fronteira física e sobre ele lançaram-se novas pontes que favoreceram a circulação de pessoas e produtos; veja-se o caso do Porto de S. Miguel (assinalado no Foral de Castelo Mendo, de 1228, como Portum Mauriscum) ou da Rapoula do Côa.

Se na perspectiva portuguesa este acordo veio definir, definitivamente o território português, do ponto de vista castelhano ele foi entendido como aliança com vista à salvaguarda da paz, fundamental para a resolução dos conflitos internos existentes.

Segundo Miguel Ladero Quesada, foi o espírito diplomático de D. Sancho IV “nos últimos anos do seu reinado, sobretudo, a sua morte prematura e a gravíssima crise política castelhana na menoridade de Fernando IV que permitiram a D. Dinis jogar, alternativamente, as cartadas da guerra e da aliança para conseguir mais territórios dos que havia esperado e fixar as fronteiras em limites muitos favoráveis aos seus interesses”.

Para aquele investigador  é de supor que “algumas cláusulas do tratado seriam inconcebíveis em circunstâncias normais para os reis castelhano-leoneses, como as que se verificaram até 1295”.

Contundo, no quadro conjuntural da época D. Dinis terá tido a percepção de como era importante não deixar escapar a oportunidade de alargar o território português através de uma faixa em relação à qual Castela atribuía um interesse menor face às questões oriundas do reino de Aragão e da área peninsular sob domínio islâmico, a sul.

Assim, Alcanices traduz, como muitos reconhecem, um protagonismo inteligente da diplomacia portuguesa, evidenciado mais tarde por vários historiógrafos, cuja interpretação relativamente à passagem de Riba Côa para a Coroa lusitana assentava não na conquista territorial mas na justa restituição de terras, onde se erguia – por exemplo – o Mosteiro de Santa Maria de Aguiar (junto à histórica localidade de Castelo Rodrigo).

Por outro lado, e numa leitura dos discursos historiográficos e geográficos sobre Alcanices, Luis Carlos Amaral e João Carlos Garcia realçam que “a História precede a Geografia no debate do tema, mas é uma certa Geografia que fixa em imagem cartográfica Alcanices como marco final de um processo. Também nem todos os historiadores se preocuparam particularmente com este facto diplomático e político do reinado de D. Dinis”.

Aquando da passagem dos 700 anos da assinatura do Tratado de Acanices realizou-se um Congresso Luso-Espanhol nas vilas de Riba Côa, cujo programa, para além dos diversos estudos apresentados, incluiu várias exposições que reuniram pela primeira vez um valioso acervo das peças mais representativas do património histórico e artístico desta região; uma iniciativa que veio lançar novos olhares e interesses sobre este destacado momento do processo histórico português.

Como salientou o historiador Veríssimo Serrão no decorrer desse congresso, “As grandes vantagens do Tratado de Alcanices resultavam da fixação da fronteira portuguesa que, com excepção de Olivença, ocupada pela Espanha em 1801, correspondia então ao seu traçado actual. A província da Beira constituía a zona nevrálgica do reino de Portugal, por ser esse o local corrente das invasões castelhanas. D. Dinis tratou de imediato da fortificação dos lugares de Riba-Côa, com os seus pontos mais salientes em Castelo Rodrigo e no Sabugal, tendo a defendê-las o castelo da Guarda. Tal foi a base do acordo luso-castelhano”.

 A importância deste Tratado para a formação da nacionalidade portuguesa é inquestionável; ele evidencia Portugal, decorridos todos estes séculos, como o país europeu com fronteiras mais antigas. (H. S.)

 

 

 

 

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publicado às 09:30

Festival no Castelo do Sabugal

por Correio da Guarda, em 08.08.21

 

 
No Castelo do Sabugal terá lugar no próximo dia 11 de agosto, pelas 21h30, mais um concerto integrado no Festival Sete Sóis Sete Luas, desta vez com Gwendoline Absalon & Santo Antão 7Sóis Band.
Esta produção original do Festival Sete Sóis Sete Luas conta com a participação de cinco famosos músicos da ilha de Santo Antão. O repertório do grupo defende a tradição musical das montanhas da ilha de Santo Antão, um dos bastiões da cultura de Cabo Verde, através da recolha musical das canções de labor dos camponeses e dos pescadores, utilizando o crioulo, que confere aos temas uma emoção muito especial. Domingos Lima, Rogério Monteiro, Rui Salomão, Roger dos Santos e John D’Brava foram dirigidos pelo mestre italiano Mário Incudine. Este concerto conta ainda com a convidada especial Gwendoline Absalon, uma cantora famosa da ilha francesa da Reunião.

SETES SÓIS.jpg

Atendendo ao atual contexto pandémico, e face às restrições impostas pela Direção-Geral da Saúde, a participação é limitada (sujeita aos lugares disponíveis), com necessidade de reserva através do telefone 271 750 080 (Museu do Sabugal).
O Festival Sete Sóis Sete Luas vai decorrer até setembro, com um programa dedicado à diversidade cultural do mediterrâneo e do mundo lusófono: música, circo acrobático e street art. 
 
 
 
 
 

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publicado às 19:01

(Re)visitar a Ponte de Sequeiros

por Correio da Guarda, em 04.07.21

Ponte de Sequeiros -jun2021GRD-HS.jpg

A Ponte de Sequeiros, localizada na área da União das freguesias de Seixo do Côa e Valongo do Côa (Sabugal) terá sido construída no século XIII e constituiu um marco de fronteira entre Castela e Leão e o reino português, antes da passagem das terras de Riba Côa para o domínio de Portugal, após o Tratado de Alcanices.

Trata-se de uma ponte medieval, de arco fortificada, “com tabuleiro rampante sobre arcos de volta perfeita, dois talhamares, pavimento lajeado, com continuidade em calçada, guardas em cantaria, e com torre de planta quadrada a Este rasgada por porta de vão em arco de volta perfeita. O tabuleiro assenta em três arcos de volta perfeita, sendo o central mais largo e alto, ladeados por talhamares e talhantes, estes últimos com zona superior sem função estrutural. Construída na área do mais importante centro do poder régio da zona sul do Côa, onde o rio fazia a fronteira entre três vilas leonesas e duas portuguesas, a ponte de Sequeiros, já com a sua estrutura incompleta, funcionava como marcação de portagem e, possivelmente, dispositivo militar.”

A ponte de Sequeiros, juntamente com a ponte de Ucanha constitui uma das pontes fortificadas existentes atualmente em Portugal.

Ponte de Sequeiros - Sab-junho2021 - HS.jpg

 

 

 

 

 

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publicado às 21:44

António Bogas promovido a oficial general da GNR

por Correio da Guarda, em 13.06.21

 

Por decreto do Presidente da República, de 11 de junho, foi confirmada a promoção ao posto de Brigadeiro-General do Coronel Tirocinado de Administração Militar António Manuel de Oliveira Bogas, natural do Sabugal.

Esta confirmação surge na sequência do parecer de 4 de dezembro de 2020 do Conselho Superior da Guarda Nacional Republicana e do despacho de aprovação da promoção do Ministro da Administração Interna de 12 de maio de 2021.

De referir que António Bogas (que estudou na cidade da Guarda) é o primeiro oficial general do quadro permanente da Guarda Nacional Republicana.  Ao que apurou o CORREIO DA GUARDA, amanhã, dia 14 de junho, terá lugar a imposição de platinas e na terça, 15 de junho, ocorrerá a cerimónia de entrega da espada, a qual será presidida pelo Primeiro-Ministro, António Costa.

António Bogas - GNR - .jpg

Este sabugalense tinha já terminado em 30 de julho de 2020, no Instituto Universitário Militar, o Curso de Promoção a Oficial General (CPOG) 2019/2020;  o curso, iniciado em outubro de 2019 contou pela primeira vez com a presença de 3 coronéis da Guarda Nacional Republicana,

Formado na Academia Militar (AM), António Bogas é dos primeiros coronéis que, pertencentes à Guarda Nacional Republicana, passam a generais.

Assim que terminou o seu curso de Administração Militar na AM, e mercê da excelente classificação, foi logo chamado para o Quartel-General da Guarda Nacional da GNR, no Carmo (Lisboa).

António Bogas estava até agora no Comando da Administração e Recursos Internos da GNR, onde chefiava a Direção de Recursos Financeiros.

O novo general da GNR é um profundo conhecedor desta força de segurança, onde tem feito uma brilhante carreira, tendo passado por várias unidades da Guarda Nacional Republicana como responsável da área financeira e logística (esteve, nomeadamente, na ex-Brigada nº 4 da GNR, que englobava os distritos da Guarda, Viseu, Castelo Branco, Coimbra e Aveiro).

António Bogas foi também docente na Academia Militar e no Instituto Universitário Militar, tendo também desempenhado funções na Escola da Guarda (GNR) em Queluz, como diretor de cursos e chefe do Núcleo de Formação e Ensino.

 

 

 

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publicado às 22:14

Concerto "La Renaissance" no Sabugal e Vila do Touro

por Correio da Guarda, em 11.06.21

 

O Castelo do Sabugal e a Igreja Matriz de Vila do Touro vão acolher no dia 19 de junho (21h30) e 20 de junho (17 horas), respetivamente,  o concerto ‘La Renaissance - 500 anos da morte de D. Manuel I’, apresentado pelo Coro Misto da Beira interior.
“O reinado de D. Manuel I insere-se no período do Renascimento em Portugal, um período com forte criação e inovação, quer em diálogo com modelos europeus, quer enriquecendo-os, seja nas ciências, na arte, na literatura, poesia e teatro, música, pintura e arquitetura, seja na filosofia, na religião e na política. O projeto ‘La Renaissance’ visa a divulgação da música desta época, assim como a animação de espaços condizentes".
Ainda de acordo com a informação divulgada pelo município do Sabuagl,  "de modo a recriar o ambiente vigente naqueles séculos, todos os elementos do Coro se apresentam trajados à época e acompanhados por instrumentos da época como Percussão, Flauta Doce, Viola da Gamba e Alaúde. Todas as obras serão apresentadas e explicadas de modo que o concerto seja também, para além de um tempo de lazer, uma fonte de aprendizagem.”
Devido ao atual contexto pandémico, e face às restrições impostas pela Direção-Geral da Saúde, a participação é limitada (sujeita aos lugares disponíveis), com necessidade de reserva.

Concerto.jpg

 

 

 

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publicado às 20:30

Revista Sabucale

por Correio da Guarda, em 11.05.21

 

No próximo dia 18 de maio vai ser apresentado mais uma número da revista Sabucale, publicação anual do  Museu do Sabugal. A sessão terá lugar, pelas 16 horas, no salão nobre dos Paços do Concelho.

Revista SABUCALE .jpg

Esta edição integra trabalhos como A problemática em torno das estruturas em negativo descobertas no sítio da Matrema IV (Aldeia da Ponte) | Paulo Pernadas; A Vila e o castelo templário de Touro. A propósito dos 800 anos da atribuição do foral | Marcos Osório; Estelas medievais da freguesia da Ramela (Guarda) | António Sá Rodrigues; Os Expostos no concelho do Sabugal | Sara Margarida Vitória Pereira; Alminhas do concelho do Sabugal (novos dados) | Jorge Torres; As tradições da Quaresma no concelho do Sabugal | Armando Matos; A toponímia como Paisagem Linguística e Património Linguístico. Ruivós, no cruzamento de rotas para a Madeira? | Helena Rebelo; Colónia Agrícola de Martim Rei – a primeira experiência da Junta de Colonização Interna | Filipa de Castro Guerreiro e a  Geografia Física aplicada ao território do concelho do Sabugal: principais estudos e referências (ao longo de mais de um século) | Vítor Clamote.
 
A apresentação desta revista coincide com a comemoração do Dia Internacional dos Museus, assinalado a 18 de maio. 
 
 
 
Fonte: CMSabugal
 
 
 

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publicado às 18:00

Contrabando e Emigração

por Correio da Guarda, em 21.04.21

 

No Auditório Municipal do Sabugal vai ser apresentado, na sexta-feira, 23 de abril, o  livro ‘Contrabando e Emigração numa aldeia raiana – Fóios’, da autoria de Alberto Trindade Martinho e José Manuel Nunes Campos.

A sessão decorrerá a partir das 17h15, estando ainda prevista a exibição dos episódios das Histórias do Contrabando: ‘A Taberna’ e ‘A Gíria de Quadrazais’, de Paulo Vinhas Moreira.

Devido ao atual contexto pandémico, e face às restrições impostas pela Direção-Geral da Saúde, a participação é limitada (sujeita aos lugares disponíveis), com necessidade de reserva através do telefone  271 750 080 (Museu do Sabugal).

Esta iniciativa é promovida pelo Município do Sabugal, no âmbito do Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar (PIICIE) ‘Educa + Sabugal’. De referir que esta sessão será transmitida em direto através da página do Facebook da Câmara Municipal do Sabugal.

Apresentação de livro.jpg

 

 

 

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publicado às 08:20

Sortelha no projeto europeu Charm

por Correio da Guarda, em 26.02.21

 

Sortelha - Foto Helder Sequeira.jpg

No próximo dia 2 de março, a partir das 9 horas, vai decorrer uma conferência online no âmbito do projeto europeu ‘Charm’  em que a aldeia histórica de Sortelha está entre as 10 aldeias europeias selecionadas.
Nesta conferência, aberta ao público, os participantes vão ter oportunidade de conhecer mais profundamente o projeto ‘Charm’, bem como outros projetos relacionados com o turismo em zonas rurais na Europa.
A inscrição pode ser efetuada aqui.

 

 

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publicado às 08:30

Recordações do Sabugal

por Correio da Guarda, em 12.01.21

 

Promover e incentivar o gosto pela criação artística é o objetivo do projeto "RECordações" que a Câmara Municipal do Sabugal está a promover.
Com esta iniciativa pretende-se efetuar uma recolha de música, ao nível do concelho, dos mais diversos géneros musicais.
De acordo com a informação divulgada pelo município sabugalense, procura-se facultar uma  oportunidade aos munícipes e descendentes de mostrarem o seu talento (a solo ou em grupo), 
Os interessados em participar no ‘RECordações’ devem efetuar a sua inscrição – com indicação do nome, idade, proveniência, contacto telefónico/email –, até ao dia 31 de janeiro de 2021, para o email: movimento@cm-sabugal.pt.
Depois de analisadas as inscrições, seguem-se as gravações e no final será selecionada uma música (original ou cover) por participante, a qual será divulgada nas plataformas digitais do Município e integrará um cd a ser editado no final do projeto.
 

Recordações -.jpg

 

 

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publicado às 22:55

Mercado de Natal no Sabugal

por Correio da Guarda, em 05.12.20

 

O mercado de Natal, promovido pela ADES – Associação Empresarial do Sabugal, no âmbito do projeto CLDS 4G “Sabugal Ativo”, organiza-se este ano num formato online, permitindo que os comerciantes vendam os seus produtos de forma segura sem comprometer a tradição e cheguem também a um público mais vasto. Esta iniciativa conta com a parceria da Câmara Municipal e a da Smart Farmer.

NATAL no Sabugal.jpg

Os interessados em adquirir produtos podem aceder à plataforma aqui. Este mercado de Natal tem por objetivo incrementar a dinamização económica da agricultura local por via da valorização dos seus produtos, promover o consumo sustentável tendo por base os circuitos curtos de comercialização e dar resposta à atual dificuldade da população determinados alimentos.

Além do mercado, as ruas serão iluminadas e adornadas pelas decorações naturais natalícias, elaboradas pelo grupo de voluntários do atelier de decorações de Natal.
 
Foi também lançado o concurso das “Montras de Natal” em parceria com a ADES, que decorre entre 9 de dezembro de 2020 a 7 de janeiro de 2021, com o objetivo de dinamizar o comércio local no concelho, suscitando a criatividade subordinada ao tema dos elementos naturais.

A dinamização da quadra na cidade conta ainda com a exposição “Natal Mais Natural é Ideal”, com eco-Presépios integrada na dinâmica de evento seguro, tal como o Presépio que está patente no centro histórico do Sabugal.


 
Fonte: C.M. Sabugal
 
 
 

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publicado às 12:22


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