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Travessias de linhas de água no Sabugal

por Correio da Guarda, em 10.01.20

 

No âmbito do ciclo “À Descoberta do Património” vai ter lugar na Biblioteca Municipal do Sabugal, no próximo dia 16 de janeiro, uma sessão designada “Diferentes meios de atravessar as linhas de água no concelho do Sabugal”.

O antropólogo Jorge Torres, do Gabinete de Arqueologia e Museologia do Sabugal, é o orador convidado desta sessão.

“Desde a travessia a vau até às modernas pontes, muitas têm sido as opções disponíveis. Algumas representam a solução que as populações locais encontraram para resolver o seu problema, outras são já iniciativas de entidades públicas, integradas em sistemas rodoviários mais complexos.” É referido a propósito desta iniciativa.

Vão ser abordados diversos tipos de construção, inovações surgidas ao longo dos tempos, realçando a importância de preservar algum do património popular existente.

Ponte de Sequeiros - Sabugal - HS.jpg

 

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publicado às 22:47

Ponte de Sequeiros

por Correio da Guarda, em 05.01.20

Ponte de SEQUEIROS - Sabugal - HS.jpg

 

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publicado às 21:32

Sabugal presépio abriu as portas

por Correio da Guarda, em 07.12.19

 

No Sabugal está patente, desde ontem, o maior Presépio Natural, que pode ser visitado até ao próximo dia 12 de janeiro.

O evento "Sabugal Presépio" integra ainda o "Mercadinho de Natal" e a exposição ‘Natal em Beleza, Preserva a Natureza’.

Um pista de gelo ecológica, animação de rua, apresentações de peças de teatro e concertos, animação infantil no ‘Bosque dos Elfos’ e showcookings são outras das ofertas a apresentar no âmbito desta iniciativa.

Presépio SABUGAL.jpg

Foto: CMSabugal

 

 

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publicado às 23:50

A propósito do Comando Territorial da GNR

por Correio da Guarda, em 28.11.19

 

O Comando Territorial da Guarda da GNR vai comemorar no Sabugal, no próximo dia 1 de dezembro, o Dia da Unidade. O programa que se iniciou ontem, 26 de novembro, integrará a exposição ‘História da GNR’, que vai estar patente na sala de exposições temporárias do Museu do Sabugal desde esse dia até 8 de dezembro, um mês com particular significado para esta força de segurança.

De facto, e como já tivemos o ensejo de escrever , num anterior apontamento, a chegada dos primeiros elementos da Guarda Republicana à cidade mais alta de Portugal ocorreu em 2 de dezembro de 1914, tendo sido festivamente assinalada pelas entidades locais e população.

O jornal “O Combate” narrou que o dia “estava de rigoroso inverno, caindo uma chuva impertinente” o que não impediu de, à entrada da cidade, afluir “muito povo com a bandeira da Infantaria nº 12, irrompendo em manifestações entusiásticas ao chegar da força”, comandada pelo capitão Cesário de Augusto d’Almeida Viana, tendo como “subalterno o sr. Alferes João Afonso de Miranda, 1º sargento sr. João Batista Cardoso de Brito, 7 segundos sargentos, 126 cabos e soldados e 1 corneteiro”.

Chegada da GNR à Guarda - Recriação.jpg

Recriação da chegada da GNR à Guarda, na passagem do 100º aniversário. Arquivo.

Os elementos desta companhia (4ª de Infantaria), e de acordo com o que divulgou a imprensa citadina, foram, depois, distribuídos por “Aguiar da Beira 5 praças, Almeida 7, Celorico da Beira 5, Figueira de Castelo Rodrigo 5, Fornos de Algodres 5, Foz Côa 9, Gouveia 9, Guarda 12 de cavalaria e 22 de Infantaria, Manteigas 5, Meda 7, Pinhel 6 de cavalaria e 8 de infantaria, Sabugal 9, Seia 10, Trancoso 7”.

Na cidade da Guarda parte dos elementos da força ficaram no edifício da Câmara da Guarda (onde funciona atualmente a Escola de Santa Clara) e os restantes nas instalações do antigo “colégio jesuítico”, hoje Paço Episcopal da Diocese da Guarda, na Rua do Encontro.

A 31 de Outubro de 1914 tinha sido pedida, à “Comissão de Execução da Lei de Separação do Estado das Igrejas, a cedência da casa onde esteve o colégio das Irmãs Doroteias”, na altura desabitada, “para instalar provisoriamente a Guarda Republicana” até que fossem concluídas as obras de adaptação que a autarquia estava a realizar.

Nessa época, a cidade era uma “aldeia grande, com as mil deficiências que caracterizavam os pequenos burgos do interior: seriam pouco mais de seis mil os seus habitantes, acantonados no velho bairro de São Vicente, com a cidade nova a querer romper pelo Campo de S. Francisco, Bonfim e Arrabalde” como escreveu José Maria de Almeida. Descrevendo, depois, o quadro citadino, o articulista refere-se a uma terra quase parada no tempo. “Sem água canalizada, sem esgotos, com os deficientes hotéis de Abel Ferreira de Abreu (Hotel Central) e de José António dos Santos (Hotel Santos), a luz elétrica de fraca potência, escasso policiamento, sem cafés modernos, apenas com a recriação oferecida pelo Teatro dos Bombeiros, pelo Club Egitaniense, frequentado pela alta burguesia, e o Grémio Sande e Castro pelos caixeiros, pequenos comerciantes e funcionários públicos, a Guarda era, tinha de ser mesmo, uma cidade morta, polvilhada de tuberculosos, espalhados pelas casas de doentes, como a da Tamanqueira, da Etelvina ou da Chica, modestas e deficientes pensões, situadas à ilharga da cidade”.

A esta realidade acresciam o clima político e social subsequente à implantação da República, numa cidade onde se desenrolaram, ao longo dos anos seguintes vários episódios que testemunharam múltiplos antagonismos.

A vinda da GNR para a Guarda assumiu grande importância. No texto a propósito da chegada desta força de segurança, o jornal O Combate acentuava acrescentava que “obrigados somos a constatar que a instalação da Guarda Republicana entre nós representa um valioso benefício regional, por ele merecendo os mais calorosos louvores a Comissão Executiva da Câmara e o ex.mo Governador Civil do Distrito, que se esforçaram, com vigor e tenacidade pela sua realização”.

O jornal descrevia, depois, que à estação de caminho-de-ferro da cidade foi, pelas 11 horas e 30 minutos “a Comissão Executiva e ali o ilustre Presidente, nosso amigo sr. César Paul, fez ao ex.mo Comandante da Guarda as apresentações, depois de estralejarem no ar inúmeros foguetes”. A partir da entrada da cidade, onde como já dissemos estava uma enorme multidão, organizou-se um cortejo que seguiu até aos “Paços da Câmara onde se instalava parte da Guarda Republicana, indo a outra parte para o edifício que foi colégio jesuítico. Pelas 15 horas foi servido jantar aos sargentos e todas as praças, oferecido pela Câmara. O ex.mo Governador Civil ofereceu jantar aos oficiais, tendo como representantes da Câmara o ilustre Presidente da Comissão Executiva sr. César Paul, e o vereador sr. tenente Francisco Esteves da Fonseca”.

A partir desta histórica data, a Guarda Republicana abriu um novo ciclo no policiamento e segurança do distrito, mais tarde com novos postos e seções. Em 1917 a 4ª Companhia passou a integrar as seções da Guarda, Pinhel e Gouveia; a partir de 1920, e já integrada no Batalhão nº 5, com sede em Coimbra, foram sendo instalados novos postos. Em 1993, com a reorganização implementada no seio da GNR, a 4ª Companhia passou a ser designada por Grupo Territorial da Guarda (passando as secções a Grupos Territoriais)

A reestruturação resultante do novo quadro legal definido em 2007 implicou a passagem do Grupo Territorial para Comando Territorial da Guarda, a quem foram atribuídas novas e acrescidas responsabilidades, reatando, por assim dizer, o papel que teve a 4ª Companhia da GNR.

Ao evocarmos esta efeméride estamos a recordar algumas das páginas da história da Guarda, cidade e corporação, destacando a necessidade de um amplo estudo sobre a génese dos postos que existiram no nosso território, a sua evolução, o papel desempenhado na segurança das populações, a origem e mobilidade dos seus efetivos, os percursos das patrulhas nos mais recônditos lugares, os fardamentos, as condições de trabalho e uma multiplicidade de episódios resultantes da sua atividade operacional. (Hélder Sequeira)

 

 

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publicado às 23:05

Ação de reflorestação de mostajeiro em Rebelhos

por Correio da Guarda, em 19.11.19

cartaz_guarda_nov19-01.png

O Núcleo Regional da Guarda da Quercus – A.N.C.N. vai promover no próximo dia 23 de novembro – dia da floresta autóctone – uma ação de reflorestação de mostajeiro na localidade de  Rebelhos, concelho do Sabugal.
O mostajeiro, de nome científico Sorbus latifolia é uma espécie autóctone, que se encontra localizada principalmente na região da Beira Interior; trata-se de um árvore caduca de tamanho médio que pode crescer entre 10 a 20 metros de altura, mas ulgarmente tem um porte de 4 a 10 metros de altura. Em casos excecionais o seu tronco pode atingir os 60 centímetros de diâmetro.
Esta árvore é cada vez mais rara e sobrevivem apenas poucos exemplares espalhados pela região.
Os frutos do mostajeiro podem ser comestíveis, tanto crus como cozinhados. Devem ser deixados num local seco e fresco até passarem o ponto de maduros mas sem deixar putrificar. A apanha, preparação e consumo do mostajeiro foi uma prática cultural da Beira Alta – principalmente nas regiões de Trancoso, Guarda e Sabugal – no entanto, tal como a planta, está em vias de se perder para sempre.
Esta espécie é encontrada normalmente em bosques caducifólios, principalmente em carvalhais e perto de linhas-de-água. Tem a capacidade de tolerar quase todo o pH dos solos, tendendo para os mais húmidos e bem drenados. Propaga-se por sementes e precisa de bastante luz. Estas plantas crescem vagarosamente no primeiro ano mas as suas raízes proliferam rapidamente.
A Quercus pretende com a ação de reflorestação do próximo dia 23 de novembro iniciar um pomar de mostajeiros. Em simultâneo será feito um trabalho de Sistema de Informação Geográfico no terreno para marcar as plantas.

Os cidadãos poderão contribuir com informação para este SIG fornecendo localização de exemplares de mostajeiros que conheçam e que posteriormente serão confirmados pela equipa Quercus.
No futuro será feita a apanha dos frutos para extração das sementes e sua posterior propagação em viveiro. As plantas produzidas serão depois plantadas juntas em pomar de modo a conseguir a miscigenação genética, que já não é possível de acontecer de modo natural, e deste modo travar a erosão genética e aumentar a biodiversidade da espécie.

Fonte: QUERCUS 

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publicado às 21:56

Dia do Comando Territorial da GNR da Guarda

por Correio da Guarda, em 16.11.19

 

As comemorações do Dia da Unidade do Comando Territorial da Guarda da GNR vão decorrer no Sabugal, no próximo dia 1 de dezembro.

A cerimónia militar está agendada para o Largo da Fonte, a partir das 14h30. O programa comemorativo  integra  a exposição da ‘História da GNR’, que vai estar patente na sala de exposições temporárias do Museu do Sabugal, entre 26 de novembro e 8 de dezembro.

Ainda no âmbito das comemorações, o Grupo de Teatro Anel de Pedra apresentará, no dia 26 de novembro,  a peça ‘Trilho das Alpergatas’, pelas 20h30, no Auditório Municipal, à qual se seguirá uma  tertúlia  designada ‘Duas Guardas, um Território’.

De realçar ainda a atuação do Quarteto de Cordas da Banda da GNR, no dia 30 de novembro, pelas 21 horas, no Auditório Municipal do Sabugal.

 

DIA da UNIDADE.jpg

 

 

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publicado às 12:12

Sabugal evoca foral de D.Dinis

por Correio da Guarda, em 02.11.19

 

Castelo do Sabugal -2019 (2).JPG

Os 723 anos da confirmaçao do foral do Sabugal, em 1296 pelo rei D. Dinis, vão ser evocados naquela cidade no próximo dia 10 de novembro.

O programa que assinala esta efeméride integrará uma sessão solene comemorativa, pelas 10 horas no Auditório Municipal, no decorrer da qual serão homenageados trabalhadores da autarquia, a evocação da vida e obra do filósofo, historiador e escritor Jesué Pinharanda Gomes e a apresentação do livro ‘Pensar Português’, por José Pinheira Pereira.

As comemorações do Dia do Concelho culminam com vários momentos musicais, a partir das 16 horas, no Auditório Municipal.

 

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publicado às 12:00

Naturcôa no Sabugal

por Correio da Guarda, em 21.10.19

 

No Sabugal vai decorrer nos próximos dias 2 e 3 de Novembro o Naturcôa, um evento dedicado à fotografia e centrado nas riquezas naturais e culturais daquele concelho.

naturcoa-horizontal.jpg

O programa integra comunicações de Anabela Paula (bióloga), Domingo Lopes (engenheiro florestal e arquiteto paisagista), Kitato (jornalista do Público e instagramer), Luís Quinta (fotógrafo e realizador de história natural), Ricardo Guerreiro (fotógrafo e realizador de documentários sobre natureza) e Rui Gaiola (fotógrafo).

Os interessados podem obter mais informações aqui.

 

 

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publicado às 18:30

Tecnologias para a energia no Sabugal

por Correio da Guarda, em 05.10.19

ENERTECH.jpg

A IV Feira das Tecnologias para a Energia – ENERTECH vai decorrer no Sabugal de 11 a 13 de outubro.

Organizada pela Câmara Municipal do Sabugal, em parceria com outras instituições, esta feira é direcionada para o setor das energias renováveis, tecnologias e eficiência energética.

 

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publicado às 09:44

Sabugalense vai ser General da GNR

por Correio da Guarda, em 05.08.19

António BOGAS - GNR  - 22.jpg

     O sabugalense António Bogas será um dos três oficiais generais da GNR, já a partir do próximo ano.

   Formado na Academia Militar (AM), António Bogas é um dos primeiros coronéis que, pertencentes à Guarda Nacional Republicana, vão passar a generais.

   Assim que terminou o seu curso de Administração Militar na AM, e mercê da excelente classificação, foi logo chamado para o Quartel General da Guarda Nacional da GNR, no Carmo (Lisboa).

   Colocado, atualmente, no Comando da Administração e Recursos Internos da GNR, onde chefia a Direção de Recursos Financeiros, António Bogas é um profundo conhecedor desta força de segurança, onde tem feito uma brilhante carreira, tendo passado por várias unidades da Guarda Nacional Republicana  como responsável da área financeira e logística (esteve, nomeadamente, na ex-Brigada nº 4 da GNR, que englobava os distritos da Guarda, Viseu, Castelo Branco, Coimbra e Aveiro ).

   António Bogas foi também docente na Academia Militar e no Instituto Universitário Militar, tendo também desempenhado funções na Escola da Guarda (GNR) em Queluz, como diretor de cursos e chefe do Núcleo de Formação e Ensino.

   Escolhido agora para o Curso de Promoção a Oficial General (CPOG) este sabugalense – que para além do Sabugal estudou também na cidade da Guarda – será um dos primeiros generais (até agora os lugares cimeiros eram ocupados por militares do Exército) da Guarda Nacional Republicana.

 

 

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publicado às 12:55


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