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Educação e Investigação em Saúde

por Correio da Guarda, em 17.11.19

 

A Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico da Guarda (IPG) vai promover, no dia 12 de dezembro, a quinta edição das Jornadas de Educação e Investigação em Saúde.

A edição 2019 tem como principais objetivos promover o debate sobre Sustentabilidade, Saúde e Cidadania; divulgar a investigação realizada na ESS/IPG; sensibilizar a comunidade escolar para a importância da realização de atividades de investigação e promover redes de colaboração entre diferentes investigadores e instituições.

De entre os painéis dedicados à apresentação de pósteres e projetos de investigação, o programa integra uma Mesa Redonda dedicada à "Sustentabilidade, Saúde e Cidadania", onde a Economia da Saúde e a Literacia da Saúde serão os temas em debate, para além da projeção do filme de António Sequeira "No Limiar do Pensamento", que retrata os temas da família, o estigma e a doença mental.

Os interessados podem obter mais informações aqui

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publicado às 00:01

Desdramatizar e desmitificar o cancro

por Correio da Guarda, em 02.08.19

 

“Cancro – a história que nos une” é o tema da exposição que, a partir de amanhã e até 25 de agosto, vai estar patente em Figueira de Castelo Rodrigo. Trata-se de um conjunto de fotos que já estiveram expostas na Guarda e noutras cidades.

A autora e impulsionadora desta exposição é Gabriela Fonseca, de 28 anos, natural da Guarda onde viveu em estudou, bem como em Figueira de Castelo Rodrigo, onde agora apresenta esta exposição através da qual deixa a sua mensagem.

Esta jovem guardense formou-se Comunicação, no ISCIA em Aveiro. No ano de 2016 foi-lhe diagnosticado um Linfoma de Burkitt no estádio IV A. Por essa altura, como nos disse, a sua vida “dá uma reviravolta”. Atualmente, vive em Coimbra é blogger e consultora de comunicação e marketing.

Ao “Correio da Guarda”, Gabriela Fonseca falou um pouco de si e da exposição que será inaugurada amanhã em Figueira de Castelo Rodrigo.

 

Helder Sequeira

 

Como surge esta exposição e com que objetivos?

 

Chegamos ao final de um ano, e desejamos sempre o melhor para o ano seguinte. E foi com as minhas resoluções para 2019 que nasce “Cancro, a história que nos une”. Com amor, felicidade, partilha, vida e mais 8 desejos que constituem este projeto.

A exposição tem vários objetivos. Destaco essencialmente mostrar à sociedade que o cancro tem cura. Sim, porque a cura está presente, mas pouco exposta. E se uma imagem vale mais que mil palavras, o que dirão 12 imagens de protagonistas de cancros agressivos?

 

Onde esteve já patente esta exposição?

 

Amanhã, sábado (3 de agosto), assinalamos a 12º. Exposição. Até ao momento, já esteve em Coimbra, cidade onde aconteceu a sua inauguração, Lisboa, Aveiro, Porto, Castro Verde, Guarda, Carregal do Sal e Portimão.

 

Com tem sido a adesão das pessoas a esta iniciativa?

 

Nunca esperei que a Exposição viesse a ter o impacto que está a ter na sociedade, porque muitas pessoas nem a palavra “cancro” pronunciam em voz alta. Quanto mais visitarem uma exposição sobre cancro?! Porém, a vida surpreende-nos e cada pessoa que visita a exposição olha-me nos olhos ou envia-me uma mensagem a agradecer.

Pela capacidade que os 12 retratos têm de inspirarem e incentivarem os visitantes a abrirem horizontes, a enfrentarem os desafios e a estimularem a reflexão sobre a capacidade que o ser humano tem em tornar o impossível possível. Seja em ambiente hospitalar, bibliotecas, metros ou centros comerciais. E isso é muito emocionante.

Gabriela Fonseca - HS.jpg

A Gabriela tem desenvolvido uma série de trabalhos e atividades que procuram sensibilizar a sociedade para uma realidade bem atual. Quando surgiu esta decisão?

 

Ter um linfoma de burkitt no estádio IV A, aos 25 anos, foi assustador. Somou-se o conhecimento da doença através da conotação negativa enraizado na sociedade e, ainda se tornou bem mais assustador.

No entanto, quando sou a protagonista percebo que existe uma interpretação errada. Muito errada… Há dias cinzentos, mas há dias coloridos. E em outubro de 2016, ainda em tratamentos, decido desdramatizar e desmitificar o cancro com a partilha do meu Dia de Mudança!

 

Quais os meios que a Gabriela tem utilizado para a prossecução dos objetivos que traçou?

 

Há quem queira tornar o mundo num lugar melhor. Eu escolhi mostrar que é possível viver com cancro e viver depois do cancro. Atualmente, tenho o meu cantinho nas redes socias, faço palestras motivacionais, sou o rosto de algumas intuições oncológicas, tenho um programa de rádio. Enfim, uso a comunicação…

 

A adesão das pessoas circunscreve-se a um determinado escalão etário ou é transversal?

 

É uma questão que me colocam várias vezes. O meu projeto é dos 8 aos 80.

Muitas vezes, na plateia está a filha que acompanha o meu trabalho no Instagram, a mãe que ouviu a minha história e que começou a ler o Blog e a avó que foi “obrigada” a ir à Palestra. Obviamente, há muita reticência quanto ao meu trabalho. Mas, a leveza e o humor têm conquistado vários públicos.

Gabriela Fonseca - fot HS.jpg

Estudou na Guarda, o que significa para si esta cidade?

Acho que os 5 f´s tiveram uma grande influência na construção da minha personalidade.

 

Que projetos tem para o futuro, quer nesta área da sensibilização da luta contra o cancro quer em termos pessoais.

 

Tenho vários projetos até ao final do ano que me vão permitir chegar ainda mais perto das pessoas para desmistificar o cancro. Também estou a desenvolver a minha carreira como freelancer na área da comunicação e do marketing.

A nível pessoal, quero muito casar e ser mãe. Mas sei que o futuro será sempre risonho se tiver saúde. Embora possa parecer cliché, é a verdade.

Gabriela Fonseca - Fotog HS.jpg

 

 

 

 

 

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publicado às 10:38

"A Ribeirinha" celebrou o décimo aniversário

por Correio da Guarda, em 22.07.19

 

    A Unidade de Saúde Familiar "A Ribeirinha" da ULS da Guarda completou dez anos, tendo, em 2019, sido certificada pelo Comité do Departamento da Qualidade na Saúde.

    A Unidade de Saúde Familiar “A Ribeirinha”, é uma Unidade de Cuidados de Saúde Primários, vocacionada para a prestação de cuidados de proximidade nas vertentes da prevenção, tratamento e reabilitação dos seus Utentes, sendo a sua área de influência parte do concelho da Guarda. Presta cuidados de saúde a 14.104 utentes, conta com 22 funcionários, tendo realizado18.085 consultas no último ano.

 

 

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publicado às 23:53

112: Sanatório em agonia...

por Correio da Guarda, em 18.05.19

 

Sanatório Sousa Martins - 1.jpg

     Em 2018 o Ano Europeu do Património Cultural foi celebrado pela primeira vez, por iniciativa da União Europeia, balizado pelos objetivos da promoção da diversidade e do diálogo interculturais e da coesão social.

  Foram, assim, pensadas “realização de iniciativas envolvendo as comunidades, os cidadãos, as organizações, as entidades públicas e privadas, contribuindo para uma maior visibilidade da cultura e do património e para o reconhecimento da sua importância e do seu caráter transversal em todos os setores da sociedade.”

   Se atentarmos numa especificação mais pormenorizada desse objetivos, verificamos que eles apontaram para incentivar uma abordagem centrada nos cidadãos, inclusiva, prospetiva, integrada e transectorial; incentivando modelos inovadores de governação e de gestão a vários níveis do património cultural capazes de envolverem diferentes partes interessadas; realçando o contributo positivo do património cultural para a sociedade e para a economia; promovendo estratégias de desenvolvimento local na perspetiva da exploração do potencial do património cultural através da promoção do turismo cultural sustentável.

   O conceito de património não se circunscreve, atualmente, à conceção que prevalecia há algumas décadas anos atrás, resumindo-o a monumentos, às coleções de pintura, às esculturas e a palácios. “A memória coletiva de uma determinada população estende-se aos territórios onde vive, aos seus monumentos, aos vestígios do passado e do presente, aos seus problemas, à cultura material e imaterial e às pessoas”.

   Assim, o património edificado é uma das várias abordagens que podem ser efetuadas de entre a definição mais lata de património cultural. É, aliás, a este nível que têm sido cometidos os maiores atentados, perante a indiferença e a impunidade de quem, por direito, tinha obrigação de atuar.

   Essa apatia começa, como tivemos já a oportunidade de escrever anteriormente, no próprio cidadão comum, conquistado por um doentio comodismo que orienta os seus padrões culturais no limitado horizonte do quotidiano profissional ou dos amenos diálogos e discursos (convenientes) dos círculos de convívio e lazer. Escasseia a sensibilidade cívica…

   Na Guarda, os pavilhões que outrora pertenceram ao Sanatório Sousa Martins são um exemplo dessa falta de sensibilidade cívica e outrossim do desleixo continuado de entidades oficiais ou da incapacidade reivindicativa (de sucessivas administrações) para contrariarem o caminho da ruína e destruição conducente a “um túmulo de memória”.

   Uma atitude tanto mais criticável quanto o Sanatório foi uma instituição que marcou – temos repetido esta nota em inúmeras ocasiões – o desenvolvimento da cidade durante a primeira metade do passado século.

   A passagem, hoje dia 18 de maio de 2019, de mais um aniversário da sua inauguração é um bom pretexto para voltarmos a sublinhar o estado de ruína deste património citadino.

   A inauguração (inicialmente prevista para 28 de abril e depois para 11 de Maio) dos três pavilhões que integravam o Sanatório ocorreu a 18 de maio de 1907, com a presença do rei D. Carlos e da Rainha D. Amélia que materializou nesta instituição de tratamento da tuberculose a homenagem a Sousa Martins, atribuindo-lhe o nome daquele clínico, cuja ação e dinamismo ela tinha já evocado numa intervenção pública, no seio da Associação Nacional aos Tuberculosos, realizada em 1889.

   “Aos dezoito dias do mês de Maio de mil novecentos e sete, num dos edifícios recentemente construídos no reduto da antiga Quinta do Chafariz, situada à beira da estrada número cinquenta e cinco, nos subúrbios da cidade da Guarda, estando presentes Sua Majestade a Rainha Senhora Dona Amélia (...), procedeu-se à solenidade da abertura da primeira parte dos edifícios do Sanatório Sousa Martins e da inauguração deste estabelecimento da Assistência Nacional aos Tuberculosos, fundada e presidida pela mesma Augusta Senhora (...)”.

   Assim ficou escrito no auto que certificou a cerimónia inaugural da referida estância de saúde, da qual, por muitos e diversos motivos, resta hoje uma pálida imagem.

  O Sanatório foi, durante décadas, o grande cartaz de propaganda da Guarda, “a cidade da saúde”; hoje, o que resta, está com péssimo prognóstico e certamente nem os “ares” do Ano Europeu do Património Cultural, nem os objetivos anteriormente mencionados vão minorar a “doença” ainda com cura…

Pavilhão D. Amélia - SANATÓRIO .jpg

     Na Guarda do património e da cultura o estado de degradação dos Pavilhões D. António de Lencastre e Rainha D. Amélia exige e merece medidas concretas e eficazes de defesa e salvaguarda, pois fazem parte da história da cidade e da história da saúde em Portugal.

    Esperemos que o número de emergência, 112, associado a este aniversário da inauguração do Sanatório Sousa Martins desencadeie decisões e medidas, a par da uma intervenção cívica esclarecida e reivindicativa!

 

    Helder Sequeira

 

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publicado às 09:47

Saúde e Montanha

por Correio da Guarda, em 03.05.19

 

     Na Guarda vai decorrer, dias 10 e 11 de maio, na Guarda, o Encontro "Leituras do Território: Saúde & Montanha".

   "Penhas Douradas, Guarda e Penhas da Saúde, tal como depois o Caramulo, são historicamente e graças a gente como José Thomaz Souza Martins, Alfredo César Henriques, Lopo de Carvalho, Abel, Jerónimo e João Lacerda e outros, os locais em que o tratamento da "tísica" com base na "altitude" se iniciou em Portugal, em 1881, quais Davos e montanhas tirolesas." é referido em nota divugada pelo Centro de Estudos Ibéricos (CEI), que organiza este encontro,  coordenado por Cristina Robalo Cordeiro, da Universidade de Coimbra.
   "Não já na altitude mas ainda nas faldas destas montanhas, algumas por causa da "Falha da Vilariça", são desde tempos imemoriais, anteriores à ocupação romana, as águas das termas ou caldas de Manteigas, Unhais, Loriga, Alvoco, Felgueira, Alcafache entre outras q/ se topam a cada passo, uma das mais antigas formas de "pela água chegar à saúde", os hoje tão vulgares SPA's.
    As condições de treino da maior parte dos desportos têm hoje muito a ver com a criação artificial de "dificuldades" a vencer: colocando pesos nos pés, nas pernas e braços, prendendo o corpo a objetos pesados e efetuando aplicações de tração, primeiro em plano, depois aumentando a inclinação e assim o esforço, e tudo quanto de semelhante podemos fazer na "montanha" apenas e somente porque aqui o ar tem menos oxigénio."

    Os interessados podem efetuar a sua inscrição aqui.

Leituras do Território.jpg

 

 

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publicado às 23:13

Novo Centro de Saúde em Foz Côa

por Correio da Guarda, em 18.01.19

 

     O novo edifício do Centro de Saúde e do Serviço de Urgência Básica de Vila Nova de Foz Côa vai ser hoje inaugurado, pelas 15 horas. O ato inaugural contará com a presença do Primeiro Ministro, António Costa, e da Ministra da Saúde, Marta Temido.

    Mais tarde a  Ministra da Saúde visitará a Unidade de Cuidados Continuados Integrados do Centro Social e Paroquial de Freixo do Numão.

   Construídas pela Câmara Municipal no âmbito de uma candidatura ao Programa Operacional Regional Norte 2020, as novas instalações representam um investimento de cerca de 1,5 milhões de euros, possibilitando agora, com condições físicas modernas e adequadas, o funcionamento do Centro de Saúde e SUB no mesmo edifício. 

    Integrado na Unidade Local de Saúde da Guarda, o Centro de Saúde de Vila Nova de Foz Côa tem uma população inscrita de 6.631 utentes, contando com uma equipa de profissionais formada por seis médicos, oito enfermeiros, quatro assistentes técnicos e 11 assistentes operacionais. O SUB funciona com uma equipa de cinco médicos, 18 enfermeiros (3 INEM) e cinco assistentes técnicos.

 

    Fonte: ULS Guarda

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publicado às 07:30

Educação e Investigação em Saúde

por Correio da Guarda, em 15.11.18

 

    A Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico da Guarda (IPG), vai promover, a 12 de dezembro, as III Jornadas de Educação e Investigação em Saúde.

    Do programa das Jornadas constam dois painéis onde serão apresentados projetos de investigação, exposição de posters de trabalhos de investigação, uma mesa redonda e workshops.

    As inscrições são gratuitas, bem como a submissão de resumos, que deve ser feita até 2 de Dezembro.

  O prazo limite das inscrições é até 7 de Dezembro. Outras informações podem ser solicitadas através da conta de correio eletrónica: jornadas.ess.ipg@gmail.com

 

 

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publicado às 13:05

Combater a inatividade

por Correio da Guarda, em 05.11.18

Projeto MEW - Politécnico da Guarda.jpg

 

    O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) está a implementar o Projeto MEW - “Movimento, Envolvimento e Bem-Estar”.

    Este projeto visa estabelecer uma “Rede Europeia para a Saúde”, promovendo uma abordagem ao movimento, atividade física e estilos de vida corretos para combater a inatividade e ajudar as pessoas a melhorar o seu bem-estar individual e social.

   Como referiu Natalina Casanova, docente do IPG que está na coordenação desta atividade, “trata-se de um programa ERASMUS+ que envolve cerca de 200 voluntários europeus entre os 30 e os 55 anos da Itália, Alemanha, Portugal, Irlanda, Romênia, Letônia e Reino Unido que se voluntariam para participar num programa de exercício, destinado a aumentar os níveis de atividade física, melhorar a saúde e melhorar as relações sociais”.

 O Instituto Politécnico da Guarda acolhe em Portugal, a aplicação deste programa, tendo 34 voluntários inscritos, que na sua maioria pertencem ao Politécnico (funcionários e docentes).

   Durante seis meses, o grupo participa em duas sessões de exercício por semana, nas quais recebe incentivo, apoio e orientação para aumentar os seus níveis de atividade física diária, de modo a que o movimento se torne parte normal das suas rotinas diárias. “Mensalmente é lançado um tema de trabalho, sendo o voluntário convidado a diminuir os comportamentos sedentários tanto no local de trabalho, como nas deslocações, em casa e em atividades de lazer”, esclareceu Natalina Casanova.

   Todos os voluntários numa fase incial realizam uma avaliação médica e física para caracterizar os seus niveis de atividade física e estado de saúde, sendo de igual forma monitorizados durante todo o programa, no respeitante à atividade física realizada diáriamente. No final da aplicação do programa, são novamente avaliados para verificar as melhorias tidas tanto no ponto de vista psicológico e bem-estar, como nas alterações de comportamentos e atividades motoras diárias.

 

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publicado às 08:05

Seminário sobre Diabetes

por Correio da Guarda, em 03.11.18

 

     No Instituto Politécnico da Guarda (IPG) vai realizar-se, a 10 de Novembro, um Seminário sobre diabetes.

    Trata-se de uma iniciativa Associação de Diabéticos do Distrito da Guarda (ADDG) em parceria com o IPG e com a Unidade Local de Saúde da Guarda (ULS).

    Os números de diabetes em Portugal e no distrito da Guarda, a “Família e Diabetes”. “A comunidade na prevenção da diabetes”, “Importância do Associativismo”, “Porque a educação é fundamental no tratamento da diabetes”, “Interações entre antidiabéticos orais e plantas”, “Exercício físico na diabetes”, “Alimentação e Nutrição na Diabetes”, “O pé diabético: um desafio no cuidar”, “Novas Tecnologias ao serviço da diabetes” e “Monitorização à distância, pâncreas artificial” são algumas das intervenções agendadas para este seminário.

    Os trabalhos vão decorrer no auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPG.

 

 

 

 

 

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publicado às 22:50

Intervenção cirúrgica inovadora

por Correio da Guarda, em 08.08.18

     Joana Rei, uma jovem médica guardense, integrou a equipa que ontem, no Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia, procedeu a uma intervenção cirúrgica inovadora no panorama nacional.

Centro Hospitalar Gaia Espinho.jpg

     (Foto: Centro Hospitalar Gaia / Espinho)

 

    Tratou-se de uma "sleeve" lobectomia com reimplantação brônquica por Cirurgia Toracoscópica Uniportal, “num doente com neoplasia pulmonar central, após dois ciclos de quimioterapia neoadjuvante”.

    Como foi referido na página do Facebook daquela unidade hospitalar, esta operação ocorreu “exatamente 70 anos após a primeira Cirurgia Torácica realizada nesta Instituição, à época Sanatório Dom Manuel II, no Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia”.

    Ainda de acordo com a informação veiculada na referida página, “ao fim de quatro anos e meio de prática de Cirurgia Toracoscópica Uniportal com ressecções anatómicas, demos mais um passo inovador a nível nacional, ao realizar a primeira reimplantação brônquica por toracoscopia, evitando desta forma uma possível Pneumectomia (remoção total do pulmão) ou realizar essa mesma reimplantação por via aberta, numa toracotomia póstero-lateral clássica, incisão da coluna ao esterno. A incisão nesta cirurgia foi de apenas 4 centímetros”.

 

 

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publicado às 17:41


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