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Dia Mundial do Rádio

por Correio da Guarda, em 13.02.18

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     O Dia Mundial do Rádio é hoje assinalado. Desde 2012 que esta data se constitui como oportunidade para assinalar a importância da radiodifusão sonora, quer como meio de informação, quer como agente de educação e cultura.

    Este ano, a UNESCO dedicou o Dia Mundial do Rádio ao tema da “radiodifusão desportiva. A rádio é um instrumento muito eficaz para transmitir o entusiasmo dos eventos desportivos. É também um meio para veicular valores de fair play, de trabalho de equipa, de igualdade no desporto”, escreveu a diretora geral, Audrey Azoula.

 

 

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publicado às 07:50

O dia da Rádio

por Correio da Guarda, em 13.02.17

 

     Hoje é comemorado o Dia Mundial do Rádio.

    Desde 2012 que esta data se constitui como oportunidade para assinalar a importância do rádio, quer como meio de informação, quer como agente de educação e cultura.

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     Em Portugal a audiência radiofónica, diária, é na ordem de 4,9 milhões de pessoas, o que traduz a importância deste meio e a sua forte implantação. É significativo que o tema para a edição do Dia Mundial do Rádio de 2017 seja, precisamente, “O rádio é você!”.

    Trata-se de um desafio a um maior envolvimento dos ouvintes na definição dos novos rumos da radiodifusão, no incremento de novas dinâmicas onde tenha lugar uma efetiva participação dos públicos.

    Aliás, na mensagem que a diretora-geral da UNESCO divulgou a propósito desta efeméride, “o rádio nunca foi tão dinâmico, atraente e importante”. Irina Bokova, lembrando a época conturbada que vivemos, evidencia o rádio como “uma plataforma duradoura para unir as comunidades. No caminho do trabalho, em nossas casas, escritórios e espaços abertos, em momentos de paz, de conflitos e emergências, o rádio continua a ser uma fonte essencial de informação e conhecimento, abrangendo diferentes gerações e culturas, inspirando-nos com a riqueza da diversidade humana e conectando-nos com o mundo”.

    A diretora-geral da UNESCO acrescenta, depois, que “o rádio fornece uma voz para mulheres e homens de todas as partes. Ele escuta seus públicos e responde a suas necessidades. Ele é uma força para a dignidade e os direitos humanos, bem como um poderoso catalisador de soluções para os desafios enfrentados pelas sociedades. É por isso que o rádio é importante para fazer avançar a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. O avanço nas liberdades fundamentais e a promoção do acesso público à informação são elementos essenciais para fortalecer a boa governança e o Estado de direito, assim como para aprofundar a inclusão e o diálogo.”

Microfone HS.jpg

      Esse diálogo é fundamental para que tenhamos um rádio cada vez com mais abrangência e qualidade; o trabalho, no rádio, está em aperfeiçoamento constante e deve representar um incentivo diário para novas metas qualitativas. E ao nível das propostas informativas, musicais e culturais é bom não esquecer a importância da voz que não deve passar para um papel secundário; estamos a falar do radio, de comunicação.

    A voz é indissociável do rádio, convertendo-a em magia e paixão; daí a necessidade de alimentar com palavras, com voz, mesmos os espaços inseridos em horários com menor índice de audição, que não devem ser menosprezados. É a voz que dá dimensão à presença do rádio, seja qual for o ponto ou lugar de sintonia; faz a diferença perante minutos e minutos sequenciais de música.

   A força do rádio está na dinâmica e na postura de quem o faz, na sua capacidade de comunicação. E o rádio é isso mesmo e uma presença constante no nosso quotidiano; um meio que devemos continuar a valorizar!

 

 

 

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publicado às 00:20

O dia da Rádio Altitude...

por Correio da Guarda, em 29.07.16

Rádio AL.jpg

     Hoje é dia da Rádio, da Rádio Altitude, de uma estação emissora muito particular originada no seio das experiências radiofónicas que ocorreram no Sanatório Sousa Martins, cerca de 1946. Nessa altura, as rudimentares emissões circunscreviam-se ao pavilhão onde estava concentrado o grupo de doentes pioneiros deste projeto; apenas com a construção de novo emissor foi ganhando dimensão a aventura radiofónica.

    No ano seguinte, Ladislau Patrício (cunhado do poeta Augusto Gil), diretor do Sanatório, assinou, a 21 de Outubro, o primeiro regulamento desta emissora, onde estavam definidas orientações muito objetivas sobre o seu funcionamento. Em finais de 1947 as suas emissões já eram escutadas na malha urbana da Guarda, que seguiu, com particular entusiasmo, o início oficial das emissões regulares, assinalado a 29 de Julho de 1948; um ano depois foi-lhe atribuído o indicativo CSB 21, identidade difundida por várias décadas, a partir do alto da serra, “eterna como o sol que alumia o mundo”,  na expressão Nuno de Montemor. Este escritor, diga-se, fez parte do grupo inicial de ouvintes da rádio. Sobre a rádio deixou, aliás, as suas impressões nas páginas de outro pilar informativo do Sanatório: o jornal Bola de Neve.

    A propriedade do primeiro emissor pertenceu, inicialmente, à Caixa Recreativa do Internados no Sanatório Sousa Martins e, mais tarde, com a sua extinção, ao Centro Educacional e Recuperador da unidade hospitalar vocacionada para o tratamento da tuberculose. Com a criação do Centro Educacional e Recuperador dos Internados no Sanatório Sousa Martins (CERISSM) pretendeu-se auxiliar os doentes, especialmente no que dizia respeito “à sua promoção social e ocupação dos tempos livres”.

   Aliás, foi no seio dos sanatórios que surgiram interessantes projetos radiofónicos – como seja a Rádio Pólo Norte, no Sanatório do Caramulo, e a Rádio Pinóquio, no Sanatório das Penhas da Saúde, Covilhã, para referirmos os mais próximos.

    O CERISSM foi uma autêntica instituição de solidariedade; para além de viabilizar a afirmação e implantação da Rádio Altitude desenvolveu uma vasta obra assistencial, sob o impulso do médico Martins de Queirós, o quarto e último diretor do Sanatório da Guarda.

     Em 1961, mediante autorização oficial, o RA passou a ter como suporte económico-financeiro as receitas publicitárias que em muito contribuiriam para o auxílio dos doentes mais carenciados. As emissões evoluíram, ao longo das primeiras décadas em função das disponibilidades técnicas, dos recursos humanos e financeiros mas encontrando sempre no, crescente auditório, uma grande simpatia e um apoio incondicional.

    Até 1980 o Rádio Altitude emitiu na frequência de 1495 Khz, em onda média (abrangendo não só o distrito da Guarda mas igualmente os distritos de Viseu e Castelo Branco e algumas das suas áreas limítrofes), altura em que a sua sintonia passou a ser feita no quadrante dos 1584 khz.

Edifício da RA - década de 80.JPG

      Após 1986, e com a liberalização do espectro radioelétrico passou também a desenvolver as suas emissões em frequência modulada, em 107.7 Mhz, a qual foi alterada, em 1991, para os 90.9 Mhz.

     Em 1998,e depois de ter sido determinada a extinção do Centro Educacional e Recuperador dos Internados no Sanatório Sousa Martins, foi decidida a realização de uma consulta pública, com vista à “transmissão da universalidade designada Rádio Altitude”, considerada a “única estrutura em funcionamento do ex-CERISSM”.

    A estação emissora entrou assim, com a sua aquisição por parte da Radialtitude–Sociedade de Comunicação da Guarda, num capítulo novo da sua existência, mantendo a ligação física ao antigo espaço sanatorial.

Helder.jpg

      Como dissemos, esta é uma rádio muito particular, de afetos, de memórias, vivências, amizades, dedicação, de serviço público, de criatividade, de formação, do interior das Beiras, hoje rádio global, de futuro.

    Parabéns, Rádio Altitude! Parabéns a todos quantos fizeram e fazem a Rádio! 

Estúdio.jpg

 

 

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publicado às 09:28

O Dever da Memória

por Correio da Guarda, em 28.07.16

Capa do DEVER DA MEMÓRIA.jpg

 

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publicado às 08:05

Até sempre, Luís Coutinho...

por Correio da Guarda, em 26.04.16

 

 

Luis Coutinho.JPG

      Luís Coutinho figurará na história da Rádio Altitude como um dos seus eminentes pioneiros e dedicado obreiro do conteúdo programático – mormente desportivo – de algumas décadas…

    Surgem estas palavras a propósito da sua morte, hoje na Guarda, na cidade onde se afirmou profissionalmente, onde desempenhou funções autárquicas, onde viveu de forma empenhada a Rádio, o desporto, a Amizade…

   Luís Coutinho captava facilmente a estima de todos quantos com ele contactavam, era uma personalidade afável, atenta, subtil…até nas observações certeiras que não criavam atritos antes estabeleciam pontes, geravam laços de aproximação, desafiavam a uma cooperação, incentivavam projetos…

    Foi assim na sua vida, foi assim na Rádio onde nos conhecemos…e já lá vão uns anos…perdurou, ao longo do tempo, uma estima profunda e a Amizade…Não esqueço o seu sorriso sincero e as palavras do nosso último encontro. O Luís Coutinho era assim: sincero, amigo, atento, dialogante.

    Para além do Desporto, que Luís Coutinho privilegiou na atividade radiofónica, recordo sobretudo os “Programas da Noite” (que começaram a ser emitidos, entre as 20 e as 23 horas, e mais tarde até às 24 horas, na Rádio Altitude), os quais constituíram interessantes experiências radiofónicas e, mercê do horário, registavam uma enorme audição, variando as suas características em função das respetivas equipas de produção; esta diferenciação, contrariamente ao que seria de supor, não afastava o auditório mas, pelo contrário, estimulava, o interesse, mesmo dos responsáveis pelos outros programas emitidos, constituindo, com frequência, motivo de interessantes comentários e diálogos, sempre com a preocupação de cada um chamar a si um maior número de ouvintes.

    Foi um tempo de grande azáfama e camaradagem, que muitos dos protagonistas deste período podem confirmar; as décadas de setenta e oitenta (do século passado…) foram, aliás, ricas em termos da variedade de programas, desde os culturais, informativos, desportivos ou musicais e recreativos.

    Luís Coutinho, ao lidar com os mais jovens colaboradores, sabia ter a palavra certa na hora certa e conquistá-los para a Rádio e os seus desafios quotidianos. Daí o apreço de todos, e certamente, neste momento triste, o profundo pesar pela sua partida…contudo a sua imagem, a sua forma de estar e ser não se apagará da nossa memória e outrossim de de companheiros e ouvintes da Rádio F, onde também colaborou.

    Até sempre, Luís Coutinho!...         

   Helder Sequeira

 

Luis Coutinho - Foto Helder Sequeira.jpg

 

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publicado às 23:46

Dia Mundial do Rádio

por Correio da Guarda, em 13.02.16

 

     Hoje é comemorado o Dia Mundial do Rádio.

    Desde 2012 que esta data se constitui como oportunidade para assinalar a importância da rádio, quer como meio de informação, quer como agente de educação e cultura, que ainda como elo de aproximação com pessoas em situação de vulnerabilidade.

    Aliás, o tema proposto pela UNESCO, para este ano, é precisamente “A rádio em tempos de emergência e desastres”.

Dia Mundial da Rádio 2016- v.png

      No atual contexto mundial, e sob o cenário da crise de refugiados empurrados para o êxodo pela guerra, fome ou desastres climáticos, a rádio continua a ser o meio de comunicação que atinge o maior número de pessoas em todo o mundo, no menor espaço de tempo; facto que a torna fundamental nestes contextos.

    Criado pela UNESCO, o Dia Mundial da Rádio evoca a primeira emissão, em 1946, da United Nations Radio.

 

 

 

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publicado às 00:01

Telefonia

por Correio da Guarda, em 02.08.15

 

Receptor de RÀDIO.JPG

 

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publicado às 13:08

Exposição

por Correio da Guarda, em 10.02.15

 

     No Instituto Politécnico da Guarda vai estar patente, de 13 de Fevereiro a 31 de Março, a exposição “Rádio e Memórias”.

    Esta exposição é composta por diversificados modelos de recetores de rádio e outros equipamentos alusivos à atividade radiofónica.

    Com esta iniciativa o IPG pretende assinalar o Dia Mundial da Rádio (comemorado a 13 de Fevereiro) e mostrar antigos equipamentos relacionados com a produção ou receção das emissões hertzianas.

    Esta exposição, que decorrerá na Biblioteca Geral do Instituto Politécnico da Guarda, tem entrada livre.

    Criado pela UNESCO, o Dia Mundial da Rádio evoca a primeira emissão, em 1946, da United Nations Radio. Este ano o tema escolhido é “Juventude e Rádio”.

cartaz exposição.jpg

 

 

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publicado às 00:05

Rádio Altitude: originalidade e longevidade

por Correio da Guarda, em 29.07.14

 

     “Altitude não significa apenas uma certa posição física – situação de um ponto acima do nível do mar; traduz também uma posição moral – elevação da alma acima do comum, acima do charco lodoso ou da planíce raza, onde pululam a grosseria e a mediocridade”.

    Estas palavras de Ladislau Patrício foram escritas, em 1938, a propósito do seu livro “Altitude – O espírito na Medicina”.

    Na década seguinte Altitude seria o nome dado a esta rádio; emissora cuja atividade surgiu, como é do domínio público, no seio do Sanatório Sousa Martins, cerca de 1946.

    Nessa altura, as rudimentares emissões circunscreviam-se ao pavilhão onde estava concentrado o grupo de doentes pioneiros deste projeto; apenas com a construção de novo emissor foi ganhando dimensão a aventura radiofónica.

    Sabe-se que, no ano seguinte, Ladislau Patrício diretor do Sanatório, assinou, a 21 de Outubro, o primeiro regulamento desta emissora, onde estavam definidas orientações muito objetivas sobre o seu funcionamento.

    Em finais de 1947 as suas emissões já eram escutadas na malha urbana da Guarda, que seguiu, com particular entusiasmo, o início oficial das emissões regulares, assinalado a 29 de Julho de 1948.

   Comemora-se pois, neste ano, o sexagésimo sexto aniversário da rádio a quem, um ano depois foi atribuído o indicativo CSB 21; identidade difundida por várias décadas, a partir do alto da serra, “eterna como o sol que alumia o mundo”; para citar Nuno de Montemor; este escritor, diga-se, fez parte do grupo inicial de ouvintes da rádio. Sobre a rádio deixou, aliás, as suas impressões nas páginas de outro pilar informativo do Sanatório: o jornal Bola de Neve.

   A propriedade do primeiro emissor pertenceu, inicialmente, à Caixa Recreativa do Internados no Sanatório Sousa Martins e, mais tarde, com a sua extinção, ao Centro Educacional e Recuperador da unidade hospitalar vocacionada para o tratamento da tuberculose.

   Com a criação do Centro Educacional e Recuperador dos Internados no Sanatório Sousa Martins (CERISSM) pretendeu-se auxiliar os doentes, especialmente no que dizia respeito “à sua promoção social e ocupação dos tempos livres”.

   Aliás, foi no seio dos sanatórios que surgiram interessantes projectos radiofónicos – como seja a Rádio Pólo Norte, no Sanatório do Caramulo, e a Rádio Pinóquio, no Sanatório das Penhas da Saúde, Covilhã, para referirmos os mais próximos.

   O CERISSM foi uma autêntica instituição de solidariedade; para além de viabilizar a afirmação e implantação da Rádio Altitude desenvolveu uma vasta obra assistencial, sob o impulso do médico Martins de Queirós, o quarto e último director do Sanatório da Guarda.

   Em 1961, mediante autorização oficial, o RA passou a ter como suporte económico-financeiro as receitas publicitárias que em muito contribuiriam para o auxílio dos doentes mais carenciados. As emissões evoluíram, ao longo das primeiras décadas em função das disponibilidades técnicas, dos recursos humanos e financeiros mas encontrando sempre no, crescente auditório, uma grande simpatia e um apoio incondicional.

    Até 1980 o Rádio Altitude emitiu na frequência de 1495 Khz, em onda média (abrangendo não só o distrito da Guarda mas igualmente os distritos de Viseu e Castelo Branco e algumas das suas áreas limítrofes), altura em que a sua sintonia passou a ser feita no quadrante dos 1584 khz. Após 1986, e com a liberalização do espectro radioeléctrico passou também a desenvolver as suas emissões em frequência modulada, em 107.7 Mhz, a qual foi alterada, em 1991, para os 90.9 Mhz.

    Em 1998,e depois de ter sido determinada a extinção do Centro Educacional e Recuperador dos Internados no Sanatório Sousa Martins, foi decidida a realização de uma consulta pública, com vista à “transmissão da universalidade designada Rádio Altitude”, considerada a “única estrutura em funcionamento do ex-CERISSM”.

   A estação emissora entrou assim, com a sua aquisição por parte da Radialtitude–Sociedade de Comunicação da Guarda, num capítulo novo da sua existência, mantendo a ligação física ao antigo espaço sanatorial.

   O Rádio Altitude – que assinala hoje o seu 66º aniversário – possui um historial ímpar que importa reter, e divulgar, contribuindo, assim, para aumentar a cadeia de afectos, originada em finais da década de quarenta do passado século.

   O passado e o património do Rádio Altitude fazem parte das múltiplas memórias da Guarda, assumindo-se como elos indissociáveis da história da Cidade da Saúde. Valorizar o presente, reflectir sobre a importância social desta emissora, será um bom incentivo para quantos ali trabalham e dão continuidade a uma matriz radiofónica, de inquestionável originalidade e longevidade.

   Parabéns!...

 

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publicado às 00:20

Dia Mundial da Rádio

por Correio da Guarda, em 13.02.14

      O Dia Mundial da Rádio é celebrado hoje. Esta data foi escolhida pela UNESCO por ter sido neste dia, em 1946, que ocorreu a primeira emissão da United Nations Radio.

     Recorde-se que esta efeméride foi assinalada pela primeira vez no passado ano.

     A Guarda está ligada à história da Rádio portuguesa pois nesta cidade a radiodifusão sonora é uma realidade desde 1948, com o início das emissões oficiais da Rádio Altitude; esta emissora emitia, contudo, com regularidade, desde o ano anterior, remontando as primeiras experiências ao ano de 1946. Mais informação aqui.

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