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O Centro de Estudos Ibéricos (CEI) vai promover na Guarda, nos dias 6 e 7 de dezembro, a terceira edição do Encontro “Imagem & Território: Fotografia sem Fronteiras”.
Este encontro conjuga diversas atividades em torno da temática da fotografia e do território, desmultiplicadas por várias iniciativas, nomeadamente exposições, debates, mostras e apresentação de publicações.
De acordo com a informação divulgada pelo CEI, o envolvimento ativo na cooperação territorial, o seu comprometimento com os territórios de baixa densidade, particularmente os mais periféricos e de fronteira, conjugado com a importância que a imagem assume nas sociedades contemporâneas, levou-o a assumir o projeto Transversalidades - Fotografias Sem Fronteiras.
O projeto tem por objetivo “dinamizar a cooperação e a inclusão dos territórios, romper com a exclusão e invisibilidade a que estão votadas vastas regiões do país e do mundo”.
O programa pode ser consultado aqui.

A associação CalaFrio vai promover na Guarda, no próximo dia 22 de Abril, a primeira sessão do ciclo Inquietação.
Trata-se de uma das atividades que a referida associação se propõe realizar, dedicada ao debate de questões de cidadania.
Esta sessão irá decorrer, a partir das 16 horas, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda.
A sessão será constituída pela conferência “O marketing da saúde e da doença”, a proferir por Paulo Costa, e pela apresentação do terceiro número da coleção Cadernos do CalaFrio, “A doença da saúde”, de Vasco Queiroz. Recorde-se que em Dezembro de 2016, foram apresentados os dois primeiros números desta coleção: “A porta de emergência”, de Américo Rodrigues e as “Historietas de Martim Afonso”, de Rogério C. Pires.
Paulo Costa é médico de família na USF Serra da Lousã, assistente graduado de Medicina Geral e Familiar, membro da comissão científica para as boas práticas clínicas DGS/Ordem dos Médicos. Vasco Queiroz é médico especialista em Medicina Geral e Familiar desde 1987, médico de família na Guarda desde 1989, membro da Direção Nacional de MGF da Ordem dos Médicos de 2002 a 2015, membro da Associação Europeia de Docentes e Orientadores de Medicina Familiar (EURACT), tutor de ensino da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior desde 2002.
Reunir as actividades programadas, em cada mês, para o concelho é o objectivo da Agenda Guarda, publicação cujo primeiro número foi já distribuído.
Com um formato adequado, equilibrada distribuição das temáticas, de fácil consulta e um agradável desenho gráfico, esta Agenda há muito se justificava, sobretudo como proposta informativa (alargada) para os visitantes; como é óbvio, interessa, igualmente, aos residentes que aqui encontram informação sobre as actividades culturais, encontros, jornadas e iniciativas diversificadas.
Para além de tudo isso e das indicações sobre o património citadino, o visitante fica com uma indicação sobre a hotelaria, restauração, produtos regionais e locais onde os pode adquirir, a par de outras oportunas sugestões (também para os residentes). É certo que esta não é uma Agenda definitiva, em termos de estrutura; aliás neste primeiro número é referido como “projecto de divulgação em constante melhoria”, a qual se fará, necessariamente, com o contributo de entidades, instituições e de quantos sejam responsáveis por acções/iniciativas (seja qual for a área) ou estejam empenhados no desenvolvimento da Guarda e incremento da sua (boa) imagem.
Se a Agenda registou um bom acolhimento, pelo que é dado perceber, não faltaram também (como é normal, na Guarda, perante novas iniciativas ou propostas de abrangência alargada) vozes discordantes, não tanto em relação à importância de uma publicação desta natureza, mas por motivos completamente desfocados da questão principal; é curioso (ou talvez não) verificar que são as mesmas vozes que se furtam ao diálogo aberto, quando se organizam iniciativas para o efeito, mesmo se estiver em debate a Guarda, a sua imagem, o papel individual e colectivo na sua valorização, global.
Julgamos que, contra ventos e marés, o primeiro número da Agenda Guarda (editado pela Culturguarda) respondeu de forma positiva a uma necessidade informativa, com um público-alvo antecipadamente identificado, e criou boas expectativas; estas passam, naturalmente, por um enriquecimento gradual, ao nível dos conteúdos, e pela procura de novos e desejados apoios (à semelhança do que acontece com publicações congéneres, mormente de outras cidades, nacionais e europeias).
Este primeiro número lançou um bom desafio, a todos.
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