Alojamento: SAPO Blogs
Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]
Notícias da Guarda e região | Reportagem | Crónicas | Entrevistas | Apontamentos | Registos
Faleceu hoje Fernando Cabral que foi Governador Civil do Distrito da Guarda, deputado na Assembleia da República e dirigente político distrital e concelhio. Desempenhou ainda funções diretivas na antiga Direção Geral dos Desportos, na Guarda, e no Instituto Português da Juventude. Foi docente de Educação Física na Escola Secundária Afonso de Afonso de Albuquerque, na Guarda.

Nas redes sociais, António José Seguro (candidato à Presidência da República) lembrou Fernando Cabral. “(…) esteve presente na minha vida por mais de 30 anos e cuja amizade se tornou parte essencial da minha própria história no distrito da Guarda: ele governador civil, eu membro do governo do António Guterres. Mais tarde, no parlamento, ambos deputados. Mais recentemente, em tertúlias e conversas telefónicas.
É difícil encontrar palavras quando a alma está em silêncio. O Fernando foi daqueles amigos raros, que iluminam os dias com gestos simples, com uma conversa sincera, com uma mensagem de incentivo, com um sorriso que acolhia (…). Parte das minhas lutas foram feitas contigo (Fernando) ao meu lado, mesmo quando discordavas. Dizias o que pensavas e seguias solidário ao meu lado, fiel ao escreveste há mais de uma década: “Aconteça o que acontecer, com a amizade e solidariedade podes contar sempre”.
Perder o Fernando é como ver escurecer um pedaço do caminho que percorri.” Acrescentava António José Seguro, que teve Fernando Cabral como adjunto quando desempenhou as funções de Secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro (à altura, António Guterres).
Fernando Cabral tinha 69 anos. O velório decorre hoje na capela do Cubo (Guarda) e o funeral terá lugar amanhã, a partir das 14 h30, em Maçainhas (Guarda).
Álvaro Amaro (PSD/CDS), Eduardo Espírito Santo (PCTP/MRPP), José Igreja (PS), Marco Loureiro (BE) e Mário Martins (CDU) são os candidatos à Câmara Municipal da Guarda.
Após a decisão do Tribunal Constitucional (TC), hoje conhecida, ficam afastadas as candidaturas independentes à autarquia guardense.
O Tribunal Constitucional validou as últimas decisões do Tribunal da Guarda e afastou todas as listas do Movimento «A Guarda Primeiro», de Virgílio Bento e Manuel Rodrigues, à Câmara, à Assembleia Municipal e às assembleias de freguesia.
O TC decidiu manter a exclusão do Movimento «Juntos pela Guarda», de Baltasar Lopes, à Câmara e à Assembleia Municipal.
O Movimento “A Guarda Primeiro” evidenciou, entretanto, “o sentimento profundo de injustiça que esta decisão” lhe suscitou. “Não tanto pelos principais protagonistas deste Movimento mas pelos milhares de cidadãos que de forma livre aderiram a este projecto e foram propositores das listas ou candidatos aos diversos órgãos autárquicos. Pessoas que merecem o maior respeito pelas suas opções e pela vontade que manifestaram de, num momento difícil da vida do País e do Concelho, intervirem a favor das causas comuns. São essas as pessoas que mais se devem sentir, e com razão, defraudadas com um sistema que protege os partidos políticos e sujeita qualquer movimento de cidadãos a um escrutínio exagerado que sugere uma enorme desconfiança por parte dos poderes instalados.”
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.