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Faleceu Manuel Madeira Grilo

por Correio da Guarda, em 11.09.14

     A Guarda acaba de perder mais um dos seus acérrimos e intransigentes defensores: Manuel Madeira Grilo.

    O seu nome há muito que estava associado à mais alta cidade de Portugal, mercê do dinamismo e actividades protagonizadas por um Homem que soube viver e sentir esta cidade; pela qual lutou, contra ventos e marés.

    Foi também uma referência no sector empresarial, onde deu o melhor do seu esforço; mas a Guarda, o distrito, o país, conheceram Madeira Grilo de outras funções e paixões, como sejam o Desporto, os Bombeiros, o Voluntariado, áreas onde deixou, como é público, marcas profundas, indeléveis.

   Se ao nível do futebol, pelas instituições e estruturas associativas a que esteve ligado, deixou uma excelente intervenção (que honrou esta terra e a colocou pela positiva na ribalta), também no campo do voluntariado sobressaiu de forma eminente e exemplar, contribuindo, nomeadamente, para a realização – na Guarda – de importantes iniciativas, de que poderemos recordar (e é um dever de memória) uma das edições do Congresso Nacional do Fogo.

   Para além disso, Manuel Madeira Grilo esteve ligado à comunicação social regional – muito especialmente à sua Rádio Altitude, para onde soube cativar colaborações (ali nos encontrámos no inesquecível “Língua e Linguagem”), apoios, afectos perenes – e deixou obra feita na promoção turística e económica da cidade.

   E, obviamente, o professor imprimiu o seu cunho próprio no campo do ensino, sobretudo através da Escola do Gaiato e outrossim nos serviços com responsabilidades na educação e aprendizagem, aos quais esteve ligado.

   A convergência nas apreciações feitas – ao longo do tempo – por representantes de vários sectores sociais, profissionais e económicos, traduz, sem sombra de dúvidas, o apreço pelo cidadão, pelo homem da paz que vestiu sempre a farda da solidariedade e assumiu, sem tibiezas, um notório exemplo de cidadania e de diálogo. Das suas publicações destacamos o “Dicionário de Provérbios”, um trabalho, com mais de 600 páginas, de recolha de provérbios que o autor fez ao longo de vários anos.

   Madeira Grilo não será esquecido pelas gentes da sua cidade e do distrito.

    À sua família deixamos sentidas condolências.

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publicado às 08:52

António Dias de Almeida - Prémio Café Mondego

por Correio da Guarda, em 26.01.12

    

 

     "O vencedor do Prémio Café Mondego 2011 é António José Dias de Almeida, professor aposentado, estudioso da literatura, militante cultural e homem de um coração imenso. Ele está, há décadas, sempre "presente" em tudo o que tenha a ver com letras, artes e cultura. A sua disponibilidade para colaborar é muito grande e conhecida na cidade. Para além do mais é um cidadão activo e empenhado. Para mim é uma das referências (poucas) que tenho a cidade. Por isso fico muito satisfeito por ter sido ele o premiado, mesmo que este prémio valha, apenas, para dizer a António J. Dias de Almeida de que gostamos muito dele (...)".   In Café Mondego

 

     Parabéns!!...

 

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publicado às 23:37

Homenagem a José Carreira Amarelo

por Correio da Guarda, em 08.10.08

 

          Na Vela, concelho da Guarda, vai realizar-se, no próximo dia 26 de Outubro de 2008, uma homenagem ao Dr. José Miguel Carreira Amarelo, a qual terá início pelas 14 horas.

Com o seu falecimento, em 12 de Dezembro de 2000, a Guarda perdeu um incansável investigador, um dedicado estudioso da cultura regional.
Para além da sua, reconhecida e apreciada actividade como sacerdote, José Miguel Carreira Amarelo, com a sua simplicidade, com uma permanente disponibilidade e evidentes qualidades humanas, sobressaiu como docente e como homem de cultura.
 
 
Terá, para muitos, passado desapercebido; mas embora não se negasse à colaboração tantas vezes solicitada pelos orgãos de informação locais e regionais, declinava sempre os protagonismos mediáticos ou as luzes da ribalta, optando antes pela entrega ao trabalho quotidiano, nas várias frentes do seu labor.
No capítulo do ensino a sua presença ficou bem firmada, como podem confirmar múltiplos e insuspeitos testemunhos. Aliás, ao longo do seu percurso académico, José Miguel Amarelo deixou indeléveis marcas da sua forma de ser e outrossim do seu saber, entregando-se à descoberta constante dos valores e expoentes culturais desta região
O teatro popular foi uma das temáticas que o entusiasmou, com particular incidência nas tradições de Pousade, uma conhecida freguesia do concelho da Guarda. Com dois volumes editados sobre o Teatro Popular, procurou, como escreveu na apresentação do primeiro dos livros, “salvar do naufrágio do esquecimento e da perda uma pequena parcela da nossa cultura popular e regional.”
Num rápido esboço, recordamos o seu contributo para a divulgação da obra do autor da “Balada da Neve”; através de uma oportuna edição do Museu da Guarda, anotou o livro “Augusto Gil – Cartas de Amor”, revelando parte do espólio lírico daquele poeta, até então desconhecido.
Naturalmente que não cabe neste despretensioso apontamento, nem é esse o intuito, a descrição do perfil de José Carreira Amarelo.  Nestas breves anotações, aproveitamos para relembrar que depois de ter deixado a Direcção da Escola Superior de Educação, do Instituto Politécnico da Guarda, onde continuava a leccionar, centrava a sua particular atenção numa obra sobre “As Pastorais dos Bispos da Guarda”, a tese de doutoramento que iria discutir, e a qual constitui um importante documento histórico-cultural da região, mormente sobre o período temporal escolhido.
Este trabalho não pode ser olvidado e merece a adequada e merecida divulgação, pois, para além do seu valor específico, perpetuará a memória do seu autor e será um acto de justiça perante o demorado trabalho de investigação que precedeu a sua elaboração.
         Diremos, entretanto, que com a publicação da tese de doutoramento de Carreira Amarelo beneficiará, inquestionavelmente, esta região; a cultura e a história regional. Espera-se que este trabalho não tenha sido em vão e suscite a merecida e devida atenção.
                                                                                             Helder Sequeira

 

 

 

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publicado às 20:12


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