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O CardealJosé Tolentino de Mendonça é o vencedor da vigésima primeira edição do Prémio Eduardo Lourenço, instituído pelo Centro de Estudos Ibéricos (CEI), numa decisão unânime do júria que reuniu hoje na Guarda.
De acordo com a informação divulgada pelo CEI, o Júri reconheceu o perfil do intelectual, do humanista e do poeta que marca inequivocamente a cultura portuguesa contemporânea; reconheceu igualmente o pensador ecuménico e do diálogo que, com a sua obra, nos ensina que a fronteira é um mistério de encontro.
"Na ocasião dos 25 anos do Centro de Estudos Ibéricos, o Prémio Eduardo Lourenço 2025 distingue, na personalidade de José Tolentino de Mendonça, o valor da Educação e da Palavra como fontes de inspiração para fortalecer laços que cruzam todas as fronteiras e dos quais o diálogo ibérico tem sido exemplo."

Tolentino de Mendonça é poeta e professor. Nasceu na ilha da Madeira e estudou Ciências Bíblicas em Roma. Vive no Vaticano desde 2018, onde foi responsável pela Biblioteca Apostólica e pelo Arquivo Secreto. É atualmente prefeito do Dicastério para a Cultura e a Educação. Em 2019, foi elevado a cardeal pelo Papa Francisco.
Destinado a galardoar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cultura, cidadania e cooperação ibéricas, o Prémio Eduardo Lourenço 2025, no montante de 7.500,00€ (sete mil e quinhentos euros), foi atribuído por um júri constituído pelos membros da Direção do CEI: Presidente da Câmara Municipal da Guarda, Sérgio Costa e os Vice-Reitores das Universidades de Coimbra e de Salamanca, Delfim Leão e Matilde Olarte; Manuel Santos Rosa e Luís Umbelino, da UC, Antonio Notario e María Isabel Martín Jiménez, da USAL; e pelas seguintes personalidades convidadas: António Apolinário Lourenço e Désirée Pedro indicadas pela Universidade de Coimbra e Juán Andrés Blanco e María Teresa Conesa, indicadas pela Universidade de Salamanca.
Personalidades de relevo de Portugal e Espanha galardoadas em anteriores edições: Maria Helena da Rocha Pereira, Professora Catedrática de Cultura Greco-Latina (2004), Agustín Remesal, Jornalista (2006), Maria João Pires, Pianista (2007), Ángel Campos Pámpano, Poeta (2008), Jorge Figueiredo Dias, Professor Catedrático de Direito Penal (2009), César António Molina, Escritor (2010), Mia Couto, Escritor (2011), José María Martín Patino, Teólogo (2012), Jerónimo Pizarro, Professor e Investigador (2013), Antonio Sáez Delgado, Professor e Investigador (2014), Agustina Bessa-Luís, Escritora (2015), Luis Sepúlveda, Escritor (2016), Fernando Paulouro das Neves, Escritor e Jornalista (2017), Basilio Lousada Castro, Escritor (2018), Carlos Reis, Professor e Investigador (2019), Ángel Marcos de Dios, Professor (2020), Fundação José Saramago (2021), Valentín Cabero Diéguez, Geógrafo e Professor (2022), Lídia Jorge, Escritora (2023) e Isabel Soler (2024).
Fonte: CEI
Isabel Soler é a vencedora da 20.ª edição do Prémio Eduardo Lourenço. O anúncio foi feito hoje pelo Centro de Estudos Ibéricos (CEl), na Guarda.
O Júri decidiu, por unanimidade, atribuir a esta investigadora e ensaísta da Universidade de Barcelona, reconhecendo a importância do trabalho crítico e ensaístico, especialmente em relação à pesquisa original da experiência e conhecimento do Renascimento ibérico na sua inscrição mais global na novidade de uma conceção de mundo.

A sua obra estuda a ligação entre a arte, o humanismo renascentista, as viagens portuguesas e o navegante enquanto figura primordial do Renascimento europeu, merecendo especial referência títulos como 'El nudo y la esfera – el navegante como artífice del mundo moderno' (2003), 'Derrota de Vasco da Gama: el primer viaje marítimo a la India' (2011) e 'Magallanes & Co.' (2022).
O Júri reconheceu também a relevância do trabalho de tradução continuado de grandes autores de língua portuguesa, com destaque para Vergílio Ferreira, Jorge Amado e Manuel Rui.
Destinado a galardoar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cultura, cidadania e cooperação ibéricas, o Prémio Eduardo Lourenço 2024, no montante de 7.500,00€ (sete mil e quinhentos euros), foi atribuído por um júri constituído pelos membros da Direção do Centro de Estudos Ibéricos (Presidente da Câmara Municipal da Guarda, Reitor da Universidade de Coimbra e Reitor da Universidade de Salamanca), membros das Comissões Científica e Executiva do CEI (António Pedro Pita e Manuel Santos Rosa da UC e Pedro Serra e María Isabel Martín Jiménez da USAL) e pelas seguintes personalidades convidadas: Marta Anacleto e Luísa Braz de Oliveira-Lavoix , indicadas pela Universidade de Coimbra e María Ramona Domínguez Sanjurjo e F. Javier San José Lera, indicadas pela Universidade de Salamanca.
Nas anteriores esidições o galardão foi atribuído a Maria Helena da Rocha Pereira, Professora Catedrática de Cultura Greco-Latina (2004), Agustín Remesal, Jornalista (2006), Maria João Pires, Pianista (2007), Ángel Campos Pámpano, Poeta (2008), Jorge Figueiredo Dias, Professor Catedrático de Direito Penal (2009), César António Molina, Escritor (2010), Mia Couto, Escritor (2011), José María Martín Patino, Teólogo (2012), Jerónimo Pizarro, Professor e Investigador (2013), Antonio Sáez Delgado, Professor e Investigador (2014), Agustina Bessa-Luís, Escritora (2015), Luis Sepúlveda, Escritor (2016), Fernando Paulouro das Neves, Escritor e Jornalista (2017), Basilio Lousada Castro, Escritor (2018), Carlos Reis, Professor e Investigador (2019), Ángel Marcos de Dios, Professor (2020), Fundação José Saramago (2021), Valentín Cabero Diéguez, Geógrafo e Professor (2022) e Lídia Jorge, Escritora (2023).
Fonte: CMG

Até ao próximo dia 10 de dezembro de 2020 estão abertas as candidaturas ao “Prémio Literário Vergílio Ferreira 2021”, atribuído desde 1997 pela Universidade de Évora como forma de homenagear o escritor que lhe dá o nome e que se destina a galardoar o conjunto da obra literária de um autor de língua portuguesa relevante no âmbito da narrativa e/ou ensaio.
As propostas de candidatura devem ser oriundas de universidades em que se desenvolvam estudos de literaturas e/ou de culturas lusófonas ou de instituições culturais relevantes nesses âmbitos.
O júri presidido pelo professor António Sáez Delgado integra também os docentes universitários Ana Paula Arnaut (Faculdade de letras da Universidade de Coimbra), Pedro Serra (Faculdade de Filosofia da Universidad de Salamanca), Cláudia Teixeira (Universidade de Évora), assim como a crítica literária Anabela Mata Ribeiro.
Vergílio Ferreira nasceu em Melo (Gouveia) em 28 de janeiro de 1916, tendo falecido em Lisboa a 1 de março de 1996; foi sepultado no cemitério da sua terra natal.
"Manhã Submersa", "Estrela Polar, "Alegria Breve", "O Caminho Fica Longe" , "A Face Sangrenta", Mudança" e "Cântico Final" são algumas das suas publicações.

O nome a distinguir com o Prémio Eduardo Lourenço deverá ser conhecido amanhã, dia em que reunirá o júri da décima sexta edição.
Instituído pelo Centro de Estudos Ibéricos este galardão destina-se a premiar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cultura, cidadania e cooperação ibéricas.
O júri reunirá online, a partir das 10 horas.
O Prémio, no montante de 7.500,00€ (sete mil e quinhentos euros), será atribuído por um júri constituído pelos membros da Direção do Centro de Estudos Ibéricos (Presidente da Câmara Municipal da Guarda, Reitor da Universidade de Coimbra e Reitor da Universidade de Salamanca) membros das Comissões Científica e Executiva do CEI e por personalidades convidadas: Álvaro Laborinho Lúcio e Artur Santos Silva, indicados pela Universidade de Coimbra e Luis Miguel García Jambrina e Lucia Rodil, indicados pela Universidade de Salamanca.
Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda, terá lugar no próxima sexta-feira, 18 de outubro, a sessão de entrega do Prémio Eduardo Lourenço a Carlos Reis, professor e Investigador.
Carlos Reis nasceu em Angra do Heroísmo. Licenciou-se em Filologia Românica e doutorou-se em Literatura Portuguesa na Universidade de Coimbra, onde é professor catedrático desde 1990.
Na Faculdade de Letras de Coimbra tem lecionado Literatura Portuguesa, Literatura Espanhola e Teoria da Literatura. É coordenador científico do Centro de Literatura Portuguesa.

Ensinou em divresas universidades estrangeiras (Salamanca, Wisconsin-Madison, Santiago de Compostela, Massachusetts-Dartmouth, Califórnia-Berkeley, Pontifícia Univ. Católica do Rio Grande do Sul e Univ. do Estado do Rio de Janeiro).
Foi diretor da Biblioteca Nacional, reitor da Universidade Aberta e presidente da European Association of Distance Teaching Universities.
Publicou mais de vinte livros, em Portugal, Espanha, Alemanha, França e Brasil, tendo-se consagrado em especial ao estudo da obra de Eça de Queirós de cuja edição crítica é coordenador. É Comendador da Ordem de Isabel la Católica e da Ordem de Sant’Iago da Espada, Benfeitor e Sócio Grande Benemérito do Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro, Doutor honoris causa pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Académico Correspondente da Real Academia Española e da Academia das Ciências de Lisboa.

A Câmara Municipal de Manteigas está a promover mais uma edição do Concurso Literário - Prémio Dr. João Isabel.
Com o objetivo de homenagear este médico e escritor de Manteigas, o concurso pretende também promover o aparecimento de escritores, e incrementar leitura e valorizar a língua portuguesa.
Os trabalhos, em prosa ou poesia, deverão ser obrigatoriamente inéditos, sendo gratuita a inscrição; cada autor pode apresentar no máximo três trabalhos em cada modalidade (prosa ou poesia). Os trabalhos a concurso devem ser entregues até 29 de Março de 2019.
A entrega dos prémios terá lugar em sessão pública, no dia 11 de maio de 2019, no âmbito da 20.ª Feira do Livro de Manteigas.
Mais informação aqui.

Até ao próximo dia 31 de Maio, estão abertas as candidaturas à segunda edição do Prémio CEI-IIT Investigação, Inovação e Território.
Esta iniciativa visa distinguir trabalhos, projetos de investigação e outras iniciativas que revistam uma dimensão inovadora, contribuam para divulgar estudos, experiências e boas práticas que concorram para reforçar a coesão, a cooperação e a competitividade dos territórios fronteiriços e de baixa densidade.
O regulamento pode ser consultado aqui.
O blog Pplware venceu ontem o prémio "Inovação e Tecnologia" nos Blogs do Ano.
Um dos administradores é Pedro Pinto que reside e trabalha na Guarda (no Instituto Politécnico).
Na blogosfera desde Abril de 2005, o Pplware é o mais relevante canal de tecnologia português e um dos mais preponderantes no mundo de língua portuguesa. O Pplware.com é um serviço auditado pelas entidades que supervisionam a qualidade e a relevância das páginas Web em Portugal, contando atualmente com vários canais temáticos.
O Fórum Pplware permite uma interação dos amantes da tecnologia onde podem expor as suas dúvidas e partilhar conteúdos.


Na Guarda vai decorrer hoje, pelas 17 horas, a sessão pública de entrega do Prémio Eduardo Lourenço ao jornalista Fernando Paulouro. O referido ato terá lugar na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço.
Este prémio, instituído pelo Centro de Estudos Ibéricos, destina-se a premiar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cultura, cidadania e cooperação ibéricas.
De recordar, e como então noticiámos, que o Júri reconheceu a “projeção cultural e ibérica do jornalista, escritor e cronista e a sua notória vocação cultural e cívica”, desenvolvida ao longo dos últimos 50 anos, no Jornal do Fundão, órgão de referência na história da imprensa nacional, onde foi jornalista, Chefe de Redação e Diretor.
“Protagonista de um jornalismo fortemente literário, que tantas vezes lhe permitiu contornar a censura pela finura da escrita, Fernando Paulouro das Neves representa muito bem a ligação entre os dois lados da raia ibérica, vividos e defendidos ao longo de uma vida de resistência. Regional, mas sempre com relevância global, mostra que o mundo precisa da reflexão vinda dos pequenos lugares. Partilha as beiras agrestes e a perspetiva que elas transmitem, com o próprio Eduardo Lourenço; em ambos o pensamento não se imagina sem o vento da raia, e a vivência dos locais que o futuro ameaça abandonar, mas que ambos acreditam que se manterão relevantes e até indispensáveis”.
Fonte: CEI
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