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Sandra Esteves: o “Alta Voltagem” foi inovador

por Correio da Guarda, em 21.11.21

 

Sandra Esteves - 3 - RA1990.jpg

Sandra Esteves nasceu em Lisboa, no ano de 1971, mas com seis meses foi viver para Vila Nova de Foz Côa com os seus pais. “O facto de eles serem de uma aldeia perto, e terem um café muito conhecido, fez com que, para mim, fosse fácil comunicar. Fui sempre muito destemida e de arregaçar as mangas no que toca a trabalho e de ajudar no que fosse preciso”. Afirmou ao CORREIO DA GUARDA.

Desde a sua infância que a música a acompanhou, bem como ao grupo de amigos. “Como as redes sociais não existiam, muito menos telemóveis, os tempos livres na infância e adolescência, para além de ajudar os meus pais e de estudar, eram passados a brincar na rua, ensaios de teatro, grupo coral, grupo de jovens e de dança.”

Em 1990, com 18 anos, vem estudar para o Politécnico da Guarda. Nesse mesmo ano, um dos seus sonhos “torna-se realidade com entrada para a Rádio Altitude, conciliando o trabalho radiofónico (em part time), com os estudos, o qual mantive até terminar o curso superior.”

Em 2001 por razões de ordem professional foi viver para Aveiro, onde reside.

 

 O que é feito de si? O que faz atualmente

Trabalho na minha área de formação académica (Secretariado de Administração)

 

 Que comparação ou diferenças acentua entre a Guarda e a cidade onde vive atualmente?

Embora sejam ambas as cidades capitais de distrito, não são cidades muito grandes, o que para mim é bom. A cidade da Guarda é uma cidade do interior com menos população. A cidade de Aveiro tem mais população e mais desenvolvimento e devido à proximidade com o mar, potencializa uma maior procura de turismo e oferta de mais oportunidades de trabalho.

 

A sua vida cruza-se com a Rádio. Como entrou para o mundo da rádio?

Em 1990, com 18 anos e com a entrada para o ensino superior (Instituto Politécnico da Guarda). O meu interesse pela rádio e por música, já vem desde a minha infância. A rádio sempre exerceu sobre mim um grande fascínio, até porque falava na minha Região. O facto de puder trabalhar, ganhar experiência radiofónica enquanto estudante e conhecer pessoas novas, foi muito importante naquela fase da minha vida. A minha entrada na Rádio mais concretamente na Rádio Altitude FM, acontece através de um anúncio onde procuravam vozes e colaboradores novos para a nova grelha de programação da rádio. Fiz alguns testes e fui selecionada.

Nesse ano, sob a direcção do António Adriano Arede, formámos uma grande equipa de jovens animadores de emissão e jornalistas, maioritariamente estudantes.

 

RA 1991 - Sandra Esteves .jpg

Alguma vez tinha pensado fazer rádio?

Sim. Na verdade era um dos meus objetivos.

 

 O que mais a entusiasmou?

Primeiro, o facto de poder trabalhar na rádio que sempre ouvi graças aos meus pais, uma vez que em Vila Nova de Foz-Côa e no distrito da Guarda a Rádio Altitude era a rádio local mais ouvida, e também pela curiosidade de ter uma experiência no mundo da rádio.

 O facto de poder ter um programa de música, e comunicar com os ouvintes assíduos da região foram muito importantespara mim. Lembro-me que, na altura, sendo a Rádio Altitude uma rádio local, foi tendo fases menos boas, principalmente a nível financeiro. E toda a equipa de colaboradores e profissionais, todos, sem exceção vestíamos a camisola. Eramos um grupo muito unido, a dar o nosso melhor para todos os ouvintes.

Sandra Esteves - 1.jpg

Quais os programas que mais gostou de fazer?

Gostei de todos os programas que fiz, mas o programa que mais me marcou pela positiva foi o “Alta Voltagem”, um programa de segunda a sexta-feira, com duração de uma hora, onde o estilo musical se diferenciava no contexto da programação das rádios locais da época e quebrava um pouco as regras numa programação mais tradicional. Basicamente passava música dos anos 70, 80 e 90 no estilo rock, Heavy Metal, pop Rock, Grunge e Rock Alternativo. Era um programa com o qual eu me identificava muito.

A década de 90 na cidade da Guarda, de uma forma geral, foi a melhor. Havia muitos estudantes na cidade vindos de todo o país, e posso dizer que uma grande percentagem ouvia o meu programa, o que me deixava muito feliz

Sandra Esteves - 2.jpg

 Como era o ambiente de trabalho? E que colegas recorda?

Os meus tempos de rádio foram sem dúvida, os melhores da minha vida. Fiz amizades que ainda hoje, ao fim de 31 anos, perduram. Foram 11 anos numa rádio com altos e baixos, mas sempre unidos.

Lembro-me que, na altura, sendo a Rádio Altitude uma rádio local, foi tendo fases menos boas, principalmente a nível financeiro. E toda a equipa de colaboradores, animadores de emissão e profissionais, todos, sem exceção vestíamos a camisola.

Éramos um grupo muito unido, a dar o nosso melhor diariamente, que tal como eu, “vestiam a camisola” para levar da melhor maneira a música e as noticias da região, a todos os ouvintes.

Recordo com muita estima e saudade muitos dos colegas e amigos: O grande senhor e profissional Emílio Aragonês, António Adriano Arede, Rosa Diogo, Teresa Gonçalves, Goreti Figueiredo, Carmina Andrade, Célia Miragaia, António Sá Rodrigues, Mário Sequeira, Paulo Coelho, Antunes Ferreira, Olga Ferreira, Francisco Carvalho, Gabriel Correia, Joaquim Martins, António Martinho, Cristina Ferreira, Carlos Gomes, Ismael Marcos, Paula Pinto, Madalena Ferreira, Sandra Ferreira, Barata, Rui Pedro, Carlos Martins, Valdemar Guimarães, José Carlos Monsanto, Rui Fazenda, João Neves , Horácio Antunes, Albino Bárbara, Eduardo Matas e o Dr. Helder Sequeira, a quem eu deixo desde já, um agradecimento muito especial pelo convite para esta entrevista, e por ter sido um excelente Diretor da Rádio Altitude, amigo e profissional nos meus tempos de rádio.

Sandra Esteves - 5 .jpg

 Estudou na Guarda. O que significaram esses anos nesta cidade?

Tenho muito boas recordações, que guardo com muita saudade. Os melhores anos de sempre.

Sandra Esteves - RA- Rally 1991 - .jpg

 O que diferencia a Guarda de outras cidades?

Na Guarda, sendo uma cidade que não tem uma dimensão muito grande, acabamos por nos sentir acolhidos, para além da proximidade da terra dos meus pais.

 

 E o que falta na Guarda?

A meu ver, a falta de oportunidades de trabalho e de mais promoção do turismo da região.

 

11 - Continua a acompanhar o que se passa na Guarda?

Sim.

 

 Depois de sair da Guarda voltou a fazer rádio?

Sim. Tive a oportunidade de fazer uma experiência numa rádio online, uma maneira diferente de fazer rádio, mas da qual gostei muito.

 

Como vê hoje a sua terra natal? O que poderia ser feito para uma maior projeção?

Infelizmente sendo uma localidade do interior carecem as oportunidades de trabalho, provocando inevitavelmente a emigração e a saída dos jovens do concelho para continuarem os estudos universitários, como foi o meu caso.

Para uma maior projeção deveriam ser criados programas de incentivo à natalidade, procurar cativar investimento exterior por forma a evitar a emigração para outros países e criar condições económico sociais para reter as populações mais jovens.

O município deveria apostar em empresas que criem estímulos fortes ao emprego.

 

Tem algum projeto ou atividade que gostasse de implementar?

Sim. A breve prazo voltar a fazer rádio, nomeadamente um programa musical da minha autoria.

 

 

 

 

 

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publicado às 22:02

Gouveia e Melo distinguido pelo IPG

por Correio da Guarda, em 01.10.21

 

O vice-almirante Gouveia e Melo foi ontem distinguido pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) com o título de “Especialista Honoris Causa”.

A atribuição deste título honorífico, por parte do IPG, traduz o reconhecimento, por parte daquela instituição de ensino superior, pelo trabalho do vice-almirante Henrique Gouveia e Melo enquanto coordenador nacional da Task Force do Plano de Vacinação para combate à Covid-19.

Henrique Gouveia e Melo afirmou, na ocasião, sentir-se “muito honrado e sensibilizado com esta distinção”.

Vice Almirante Gouveia e Melo - Foto HS.jpg

O cientista Fernando Carvalho Rodrigues, que preside ao Conselho Geral do IPG, afirmou no decorrer da sessão realizada no auditório dos serviços centrais do IPG que “O vice-almirante é um homem de ciência, com conhecimentos estruturados de teoria científica e de ação prática; é um homem de artes, com técnicas eficientes para influenciar. Henrique Gouveia e Melo é, portanto, um especialista e um líder, com o talento de olhar para uma missão e executá-la com humildade, trabalho e segurança”.

 

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publicado às 13:05

 

Os funcionários do Instituto Politécnico da Guarda (IPG) realizaram uma ação solidária, no período de 14 de dezembro de 2020 a 8 de janeiro de 2021, tendo conseguido reunir 300 sacos de alimentos, roupa e brinquedos.

Funcionários do IPG recolheram alimentos.jpg

O objetivo desta iniciativa foi, precisamente, angariar alimentos, roupa e brinquedos para doar a várias instituições e projetos de solidariedade.

“O momento é difícil e só todos unidos o conseguiremos superar”, é referido numa nota informativa a propósito desta ação que sublinhou o “conhecimento das várias dificuldades que atravessam algumas pessoas, famílias e instituições”.

Em pleno momento de pandemia por COVID-19, “a comunidade do Politécnico da Guarda, em especial os funcionários da Instituição, demonstraram uma enorme solidariedade e união em prol de uma causa”, pode ler-se na informação divulgada.

Assim, foram angariados mais de 300 sacos de alimentos, roupa e brinquedos distribuídos pela ReFood, projeto Dou-te se Vieres BuscarCaixas SolidáriasULS-Guarda (para distribuição por utentes carenciados), Aldeia SOS Cáritas da Guarda.

Segundo o que foi revelado por algumas instituições, aquando da entrega dos bens, os pedidos de ajuda têm aumentado exponencialmente e “é fundamental que todos estejamos atentos às dificuldades de quem nos rodeia.”

Entrega de roupas .jpg

Pedro Pinto, um dos responsáveis pela iniciativa, agradeceu o “envolvimento da comunidade do Politécnico da Guarda, mas também de todas as pessoas da região que amavelmente se quiseram juntar e contribuir para o sucesso” desta atividade. “Os efeitos da pandemia têm sido muitos e devastadores e só a solidariedade de todos contribuirá para um mundo melhor”. Acrescentou.

 

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publicado às 22:40

Funcionários do IPG promoveram ação solidária

por Correio da Guarda, em 14.01.21

 

Na Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda foram ontem entregues, por funcionários do Instituto Politécnico da Guarda (IPG) 60 dos 300 sacos angariados com roupa e bens alimentares, no âmbito de uma ação solidária do IPG.

foto.jpg

Esta iniciativa teve em vista ajudar os utentes mais desfavorecidos da ULS, na sequência de uma recolha de alimentos, roupas, fraldas e brinquedos angariados pelos não docentes do IPG, durante a quadra natalícia.

Ontem, a receção do referido material foi feita pelo Vogal do Conselho de Administração da ULS da Guarda, António Monteirinho, e pela equipa do Serviço Social daquela unidade hospitalar

A entrega às famílias desfavorecidas, já referenciadas pelas Assistentes Sociais da ULS da Guarda, será feita nos próximos dias.

 

 

 

 

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publicado às 08:30

Aplicação de aluno do IPG indica risco de contágio

por Correio da Guarda, em 29.04.20

 

Pedro Gomes, aluno do Instituto Politécnico da Guarda (IPG) criou uma aplicação informática que permite aferir o risco de contágio com COVID-19 nos espaços públicos.

Pedro Gomes - IPG - foto Helder Sequeira.jpg

Esta aplicação é destinada ao uso por parte de entidades públicas e privadas, com movimentação de pessoas no seu espaço, sendo o seu principal objetivo a deteção de comportamentos de risco e a combinação dos mesmos com variáveis ambientais e geográficas; isto de modo a determinar precisamente o risco de contágio naquele local.

Como foi adiantado, a aplicação é compatível com qualquer dispositivo de recolha de imagem digital fixo, “podendo ser instalado de forma simples nos edifícios existentes”. Este projeto – apresentado no Hackathon Pan-Europeu, realizado no passado fim de semana – foi designado de Camlion (Camera Learning Vision), considerando que está a trabalhar com Machine Learning e Computer Vision.

Além de Pedro Gomes, mentos da ideia, fazem parte da equipa Fernando Melo Rodrigues e Filipe Caetano (docentes no Instituto Politécnico da Guarda), Pedro Coelho (aluno no Instituto Superior Técnico e responsável técnico), Clarissa Pereira e Dimeji Mudele (especialistas em Computer Vision) e Leticia Lucero (investigadora de biologia molecular e celular).

Fernando Melo Rodrigues, docente do IPG (e professor de Pedro Gomes) escreveu (no seu perfil de uma rede social) que “a partir das imagens dos sistemas de video-vigilância já instalados são identificadas as pessoas através de tecnologia de Machine Learning. Munidos destes dados e de parâmetros ambientais determina-se o risco do espaço e representa-se o mesmo no plano. Estes dados são armazenados numa base de dados para se analisar a evolução histórica do risco.

Aplicação.jpg

Com uma ferramenta como esta, os facility managers podem conhecer para além do risco de contágio, uma série de outros parâmetros que se podem revelar uteis na gestão diária dos espaços públicos.” Este docente do IPG sublinhou que Pedro Gomes “construiu e liderou uma equipa fantástica” tendo “num curto espaço de tempo” desenhado e implementado o protótipo. O vídeo do "Pitch" da competição pode ser visto aqui.

De referir que de entre as preocupações da equipa sobressai o esforço no sentido de ser garantida a privacidade e assegurado que o software “não guarda qualquer dado pessoal ou tipo de identificação”, sendo que o sistema tanto se adapta a um smartphone como a computador, gerando alertas sempre que é verificado um significativo aglomerado de pessoas ou indiciado um risco elevado de contágio no espaço em causa.

 

 

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publicado às 19:52

aerea IPG-1A2.jpg

O Instituto Politécnico da Guarda (IPG)  suspendeu hoje, e por tempo indeterminado,  as suas atividades letivas presenciais.

À semelhança do vai vai acontecer com as instituições de ensino, esta medida insere-se nas orientações governamentais tendentes ao controlo  do surto pandémico do COVID-19. 

Entretanto uma nota distribuída à comunicação social, pelo Gabinete de Imprensa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, clarifica que  "no caso das instituições de ensino superior e no quadro dos respetivos períodos escolares, não se aplica a referência ao período de 15 dias incluído nas medidas extraordinárias divulgadas no âmbito do comunicado do Conselho de Ministros para as escolas", acrescentando que "devem ser promovidos todos os esforços para estimular processos de ensino-aprendizagem a distância, mantendo as atividades escolares através da interação por via digital entre estudantes e docentes; (...) as unidades de I&D, os laboratórios e serviços das instituições de ensino Superior devem permanecer abertos e adotar todas as medidas já divulgadas de prevenção de contágio pelo vírus, evitando a concentração de utentes e garantindo as medidas de higiene e saúde publica já publicitadas, assim como estabelecer limitações de frequência para assegurar a manutenção de distância de segurança."

No caso dos serviços "deve ser privilegiado o atendimento com recurso a meios digitais e telefónicos, sempre que assim seja possível; (...) No caso das cantinas, devem ser reduzidas as lotações máximas e evitada a concentração de estudantes e outros utentes, devendo ser estimulada, sempre que possível, a entrega individual de refeições; no caso das residências, devem ser garantidos todos os serviços aos estudantes, bem como o respetivo funcionamento no quadro das medidas de prevenção agora divulgadas (...)".

 

 

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publicado às 10:24

Fotografia vai estar em destaque na Guarda

por Correio da Guarda, em 24.09.19

Cartaz Jornadas fotografia- 01-JPEG.jpg

O Fotoclube da Guarda (FCG) e o Instituto Politécnico da Guarda (IPG) vão promover nesta cidade, no próximo dia 12 de outubro, as III Jornadas de Fotografia da Guarda.

As jornadas – que terão lugar no auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPG – pretendem evidenciar o papel da fotografia na sociedade contemporânea, divulgar trabalhos fotográficos incidentes sobre várias áreas, proporcionar um debate entre fotógrafos de vários níveis e todos quantos se dedicam à fotografia.

A referida iniciativa, de acordo com a organização, “pretende continuar a afirmar-se como um eminente contributo formativo (e pedagógico) e a estabelecer/consolidar ligações com pessoas ligadas ao mundo da fotografia (profissionais e amadores).”

As inscrições são gratuitas (mas obrigatórias, estando limitadas à capacidade do auditório), podendo ser feitas aqui .

“Paisagens de Memória” (Vitor Freitas), "Fotografía y compromiso en el mundo de hoy" (Victorino Calderón) "Novidades Tecnológicas" (Olympus), “Natureza Portuguesa (Luis Quinta), “Quinta do Monte: projeto de artes plásticas e multimédia, fotografia documental” (Anne Amaral), “Os Trabalhos e os Dias” (Leonel de Castro) e “50 anos a fotografar o que mudou na fotografia” (Alfredo Cunha) são os temas das comunicações que integram o programa das Jornadas, o qual será complementado com uma mostra de equipamentos fotográficos e uma exposição subordinada ao tema “Imagem e Território”.

As III Jornadas de Fotografia da Guarda - que contam com o apoio da Câmara Municipal da Guarda e Centro de Estudos Ibéricos (CEI)   -  integram, este ano, um passeio fotográfico que se irá desenrolar na zona de Videmonte (Guarda) durante a manhã de dia 13 de outubro.

“É um programa tematicamente diversificado, no campo da fotografia, onde pontuam nomes conceituados com Alfredo Cunha, Luís Quinta ou Leonel de Castro, entre outros”. Refere a organização destas jornadas.

Alfredo Cunha (natural de Celorico da Beira) iniciou a sua atividade de fotojornalista em 1971, tendo colaborado com o Jornal "O Século" e "O Século Ilustrado" a Agência de Notícias Português - ANOP e as agências de Notícias de Portugal e Lusa Foi fotógrafo oficial dos Presidentes da República, Ramalho Eanes e Mário Sores. Trabalhou no Jornal "Público" como fotógrafo e editor-chefe e foi fotógrafo e editor-chefe do "Jornal de Notícias", tendo sido também foi diretor fotográfico da "Global Imagens". Atualmente trabalha como freelancer desenvolvendo projetos editoriais. Do seu percurso destacam-se as emblemáticas séries de fotografias dedicadas ao 25 de Abril de 1974 e à descolonização portuguesa em Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, S. Tomé, Timor-Leste e Cabo Verde. Tem publicados diversos livros de fotografia

Luís Quinta multipremiado fotógrafo é colaborador regular da National Geographic Magazine e da revista Visão. Publicou mais de um milhar de artigos e reportagens na imprensa nacional. Formador na área da fotografia, integrou o "Dream Team" do maior projecto fotográfico sobre natureza na Europa - "Wild Wonders of Europe” financiado pela National Geographic.

Muitas das imagens de Luís Quinta têm sido usadas por universidades e museus para várias publicações científicas e suporte pedagógico.

Leonel de Castro, desde sempre ligado ao fotojornalismo no Jornal de Notícias e no grupo onde se insere (Notícias Magazine, Volta ao Mundo, Evasões, Diário de Notícias e o Jogo), tem conquistado diversos prémios e distinções ao longo da carreira profissional. Os seus trabalhos têm também dado corpo a várias exposições, quer individuais quer coletivas. A par do fotojornalismo, tem-se dedicado também à docência, no Instituto Português de Fotografia, na Escola Superior Artística do Porto e no Mestrado de Comunicação da Universidade do Minho.

Na anterior edição das Jornadas de Fotografia da Guarda falou-se, entre outros temas de “Fotografia de Natureza”(Eduardo Flor), “Será a nossa melhor fotografia aquela que nunca iremos fazer? Experiência de um fotojornalista”(Miguel Silva), “A utilização de drones em fotografia”(Maurício Matos), “The Portuguese Prison Photo Project” (Luis Barbosa), “Do outro lado da câmara” (Filipa Barroso), “Momentos da Montanha”( Miguel Serra), “Mirrorless is the new black” – What to Frame?( Jonh Gallo).

Recorde-se que na primeira edição das Jornadas foram apresentadas comunicações como “Fotografia da Natureza”(José Prata dos Reis), “Fotografia e Imprensa Regional”(Helder Sequeira), “Quando as pétalas começam a cair - projeto de artes plásticas e multimédia”(Catarina Flor), “Fotografia de Paisagem”(Pedro Carvalho), “Microfotografia”( Eduardo Flor), “O papel da fotografia na promoção da candidatura da Serra da Estrela a Geopark Mundial da UNESCO”(Emanuel Castro e Filipe do Patrocínio),“A Revelação de Negativos Digitais”( Paulo Nery), “Fotografia de Viagem”(Sérgio Lopes e Sandra Saraiva) e “A Fotografia como meio de registo e análise da atividade dos bombeiros portugueses”(Sérgio Cipriano).

 

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publicado às 08:30

IPG integra rede de salvaguarda da dieta mediterrânica

por Correio da Guarda, em 18.05.19

 

     O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) é uma das 19 instituições que integra a Rede das Instituições de Ensino Superior para a Salvaguarda da Dieta Mediterrânica (RIESDM), criada no passado dia 10 de maio.

     O objetivo desta rede – cujo ato de constituição ocorreu na Universidade do Algarve – é potenciar o trabalho desenvolvido pelas instituições de ensino superior (IES) no âmbito da promoção e salvaguarda da Dieta Mediterrânica (DM).

REDE 1.jpg

    Pretende-se, igualmente, aumentar a articulação das IES com outras entidades que tenham responsabilidade na promoção e salvaguarda da Dieta Mediterrânica (DM), contribuindo, através de uma abordagem multidisciplinar, para a salvaguarda da DM em diversas vertentes; nomeadamente, entre outras, ao nível da produção e valorização dos produtos, da educação para a saúde e da preservação de técnicas e festividades.

    Refira-se que a Dieta Mediterrânica é uma secular herança cultural e civilizacional, um estilo de vida e um padrão alimentar de excelência reconhecido pela UNESCO e pela Organização Mundial de Saúde.

   Considerando a crescente padronização dos hábitos alimentares e a aculturação das nossas tradições, a Dieta Mediterrânica (que ainda se mantém uma tradição viva) está em risco de perder a sua importância histórica e cultural. Recorde-se que, com o objetivo de cuidar da sua preservação, foi apresentada, a 4 de dezembro de 2013, na 8ª Conferência Intergovernamental para a Salvaguarda do Património Cultural e Imaterial da UNESCO, em BAKU, uma candidatura transnacional da DM a Património Cultural Imaterial da Humanidade (PCIH), de onde resultou a integração de Portugal.

   A Dieta Mediterrânica, além de promover um modelo de desenvolvimento mais harmonioso, contribui para comunidades mais saudáveis e ambientalmente mais sustentáveis.

    A assinatura do protocolo decorreu na sala de seminários da Reitoria da Universidade do Algarve e contou, além do Instituto Politécnico da Guarda, com mais 18 Instituições de Ensino Superior (IES): Institutos Politécnicos de Beja, Leiria, Lisboa, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo e Viseu; universidades do Algarve, Aveiro, Coimbra, Évora, Porto e Trás os Montes e Alto Douro, bem como e três escolas não integradas (Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Escola Superior de Enfermagem do Porto e Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril). Nesse mesmo dia realizou-se a primeira reunião da Assembleia Geral da Rede.

 

 

 

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publicado às 00:05

Semana Académica na Guarda

por Correio da Guarda, em 06.05.19

Semana Académica.jpg

     O jantar e o Baile de Gala abrem hoje o programa da Semana Académica da Guarda que se prolonga até 13 de maio.

   Amanhã, dia 7, terá lugar o “Enterro do Caloiro”, na Alameda de Santo André e à noite decorrerá (no Bar da Associação Académica da Guarda) o já habitual Arraial da Cerveja.

   Para quarta-feira está agendada a Serenata Monumental, na Praça Luís de Camões (Guarda) e no dia seguinte decorrerá o “I love Baile Funk”. Os espetáculos musicais prosseguem nos dias 10 e 11 de maio, com novo arraial da cerveja marcado para domingo, com a habitual animação.

   O programa da semana académica encerra na segunda-feira, 13 de maio, com o tradicional desfile académico – no período da tarde – que antecede uma Sunset Party. De referir que este ano a Missa de Finalistas, a realizar no campus do Politécnico da Guarda, ocorrerá no dia 26 de maio.

Missa de Finalistas na Guarda - foto Helder Sequei

 

 

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publicado às 18:45

II Fórum de Informação Geospacial

por Correio da Guarda, em 20.11.18

 

     Na Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico da Guarda vai ter lugar amanhã, 21 de Novembro, a segunda edição do Fórum de Informação Geospacial, (FIGeo 2018) com o tema “A Informação Geoespacial ao serviço da sociedade”.

    O evento, inserido nas Comemorações dos 25 Anos do Curso de Engenharia Topográfica no Instituto Politécnico da Guarda e em Portugal, tem por objetivo oferecer um espaço de partilha de experiências e de conhecimento relativo à importância da Informação Geospacial (IG) nas sociedades atuais. 

  Do programa constam diversos temas, tais como, as Smart Cities, os Sistemas Globais de Posicionamento por Satélite (GNSS), a Deteção Remota e outras técnicas atuais de aquisição e de processamento de Informação Geoespacial, como por exemplo, os VANT’s (Veículos Aéreos Não- Tripulados) ou os Sistemas de Varrimento a Laser. 

   Este Fórum destina-se a diferentes públicos devido à abrangência da aplicabilidade da Informação Geoespacial em inúmeros sectores da sociedade, nomeadamente estudantes, profissionais de engenharia e gestão, investigadores, câmaras municipais e empreendedores.

   De referir que cada vez mais o cidadão comum está dependente diariamente de Informação Geoespacial para a realização das suas tarefas. “Os municípios já perceberam que é com Informação Geoespacial que melhor se governam os territórios”, referiu a organização desta iniciativa.

  “É com informação Geoespacial que se estudam e simulam fenómenos naturais nefastos e devastadores, como por exemplo, cheias, deslizamentos de solos, deslocamento de glaciares ou mesmo tsunamis, sendo estes fenómenos cada vez mais frequentes e intensos devido às alterações climáticas. É também com base em Informação Geoespacial que se projetam novos e grandiosos empreendimentos construtivos.”

 

 

 

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publicado às 14:11


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