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Manuel Alegre homenageado em Foz Côa

por Correio da Guarda, em 13.04.19
 
     Em Vila Nova de Foz Côa vai realizar-se, no próximo dia 23 de Abril,  um colóquio-homenagem a Manuel Alegre.
    Esta iniciativa, integrada no programa do Festival de Poesia e Música de Vila Nova de Foz Côa, decorrerá, a partir das 18 horas, no Grande Auditório do Centro Cultural.
    O programa do Festival de Poesia pode ser consultado aqui.

Homenagem a Manuel Alegre.jpg

 

 
 
 

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publicado às 00:41

Celebrar a diversidade linguística e cultural

por Correio da Guarda, em 14.03.19

banner março linguas 2019 facebook (1).jpg

     No Instituto Politécnico da Guarda (IPG) vai decorrer, de 20 a 27 do corrente mês, o “Março das Línguas”. A sexta edição, organizada pela UTC de Línguas e Culturas, mantem o objetivo de celebrar a diversidade linguística e cultural.

    Do programa constam um conjunto de atividades diversificadas desde workshops e palestras, proferidas por docentes do IPG e por professores e artistas convidados, a concursos, exposições, instalações vídeo, karaoke multilingue, um desfile multicultural e a projeção de um filme selecionado para o prémio Sofia da Academia Portuguesa de Cinema.

    Durante uma semana, o objetivo é dar vivacidade às diferentes línguas e culturas, criar uma atmosfera de convívio e discussão, sensibilizando toda a comunidade para a importância e a riqueza cultural do conhecimento de outras línguas e culturas. No dia 20 terá lugar, pelas 14h30 (no auditório da ESECD) uma palestra sobre “A nova agenda cultural portuguesa no contexto europeu”; no Dia Mundial da Poesia (21 de março) haverá um recital de poemas em várias línguas (pelas 10h30, no auditório da ESECD), seguido da apresentação do livro “Sobre outra coisa aina – short-stories”, de Fernando Carmino Marques.

    Para o mesmo dia, pelas 14h30 (auditório da ESECD) está agendada a palestra “El mundo árabe em el mundo hispano”, enquanto, pelas 14 horas, na Escola Superior de Turismo e Hotelaria se inicia o “ciclo de cinema”; no auditório dos serviços centrais do IPG, pelas 16h30, será projetado um filme selecionado para o Prémio Sofia da Academia Portuguesa de Cinema.

No dia seguinte, 22 de Março, decorrerão as palestras “Viagens de Camilo Castelo Branco” (10h) e “Semelhanças e diferenças: where is le problème?” (11h), no auditório da Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto; para as 14h30 (igualmente na ESECD) está previsto o concurso “Línguas, arte e Cultura”, seguido da messa redonda “Working and living in another country part 2 (new incoming Erasmus students).

    O programa deste evento integra, no dia 25 de março, a palestra “ Descobrir os sons/desenhar a arte: percursos linguísticos no dizer da arte” (auditório da ESECD, pelas 14h30); no dia 26 a palestra “A língua portuguesa é traiçoeira. Se é!” (auditório da ESECD, 10h30) e a palestra “Afrofuturismo” (auditório ESECD, 14h30). No último dia do “Março das Línguas” decorrerá uma atividade de Karaoke (10h30, auditório da ESECD) e sessão de encerramento, na Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto.

 

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publicado às 18:55

Câmara de Manteigas promove concurso literário

por Correio da Guarda, em 14.02.19

 

     A Câmara Municipal de Manteigas está a promover mais uma edição do Concurso Literário - Prémio Dr. João Isabel.

    Com o objetivo de homenagear este médico e escritor de Manteigas, o concurso pretende também promover o aparecimento de escritores, e incrementar leitura e valorizar a língua portuguesa.

    Os trabalhos, em prosa ou poesia, deverão ser obrigatoriamente inéditos, sendo gratuita a inscrição; cada autor pode apresentar no máximo três trabalhos em cada modalidade (prosa ou poesia). Os trabalhos a concurso devem ser entregues até 29 de Março de 2019.

    A entrega dos prémios terá lugar em sessão pública, no dia 11 de maio de 2019, no âmbito da 20.ª Feira do Livro de Manteigas.

    Mais informação aqui.

 

 

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publicado às 18:00

Américo Rodrigues nomeado Diretor Geral das Artes

por Correio da Guarda, em 08.02.19

Américo Rodrigues - CG.jpg

     Américo Rodrigues é o novo diretor-geral das Artes, em substituição de Sílvia Belo Câmara, anunciou hoje o Ministério da Cultura. «Américo Rodrigues assume, a partir da próxima quarta-feira, dia 13 de fevereiro, o cargo de Diretor Geral das Artes. Será nomeado em regime de substituição».

     Natural da Guarda onde nasceu em 1961, Américo Rodrigues foi diretor do TMG (2005-2013) e coordenador da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (2005-2018)

    Actor, poeta sonoro e performer, é Licenciado em Língua e Cultura Portuguesa (ramo científico) pela Universidade da Beira Interior e Mestre em Ciências da Fala pela Universidade de Aveiro. Américo Rodrigues é autor de várias obras de poesia, crónica, teatro e literatura para crianças;

    “Na nuca”(1982), ”Lá fora: o segredo” (1986) “A estreia de outro gesto” (1989), “Património de afectos” (1995), “Vir ao nascedoiro e outras histórias (1996), “Instante exacto” (1997), “Despertar do funâmbulo” (2000), “O mundo dos outros”(2000), ”Até o anjo é da Guarda” (2000),“Panfleto contra a Guarda” (2002), “Uma pedra na mão” (2002), “Obra  completa – revista e aumentada” (2002), “O mal – a incrível estória do homem-macaco-português” (2003), “A tremenda importância do kazoo na evolução da consciência humana” (2003), ”Escatologia” (2003), “Os nomes da terra” (2003), “A fábrica de sais de rádio do Barracão (2005),  “Aorta Tocante” (2005), “O céu da boca” (2008),  “Escrevo-Risco” (2009) e “Cicatriz:ando” (2009) são alguns dos seus trabalhos.

    Coordenou os cadernos de poesia “Aquilo”, do boletim/revista “Oppidana”, foi co-diretor da revista “Boca de Incêndio”, coordenador da revista cultural “Praça Velha” e da coleção de cadernos “O fio da memória”. Fundou o Teatro Aquilo e também o Projéc~.

    Colunista de vários jornais, recebeu o Prémio Gazeta de Jornalismo Regional e também o Prémio Nacional de Jornalismo Regional.

   Em 2010 recebeu a medalha de mérito cultural atribuída pelo Ministério da Cultura.

  Foi animador cultural na Casa de Cultura da Juventude da Guarda/FAOJ (desde 1979 até 1989) e na Câmara Municipal da Guarda (desde 1989), onde coordenou o Núcleo de Animação Cultural.

 

 

 

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publicado às 23:10

Parágrafos e agrafos na Guarda

por Correio da Guarda, em 02.02.19
 
 
     "Parágrafos e agrafos"  é o tema da trigésima sessão do ciclo Contradizer, dedicada exclusivamente do poeta guardense Rodrigo Coelho dos Santos.
    A iniciativa é do Calafrio e decorrerá hoje  na sua sala, no Rio Diz (Guarda)  pelas 17 horas.
   Autor de uma vasta quanta desconhecida obra poética, Rodrigo é um poeta singular que cultiva o afastamento em relação à mundanidade, sendo raríssimas as suas apresentações públicas. O autor é também editor das suas obras, sempre manufacturadas. Durante anos assinava como Galo Porno. 

rodrigo.jpg

    Rodrigo Santos  nasceu em 1981. Cursou Clássicas em Coimbra, e vive em Gonçalbocas junto ao Jarmelo.
  Foi formador e carteiro, aprendiz de trolha e de cozinheiro; mas actualmente sente-se feliz como mosaicista e escritor a tempo inteiro. Conhecido na Guarda como Galo Porno, criou na juventude as Edições Galo, que deram lugar à mais "familiar" Coelho dos Prazeres, com os seguintes livros de autor: Deuteronómico, Anubis, Planeta Pã, Pangeia Gaia e Pantalassa.
 
 
    Fonte: Calafrio
 
 

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publicado às 00:44

Recordar Augusto Gil

por Correio da Guarda, em 26.02.18

 

Augusto Gil.jpg

 

     Ocorre hoje, dia 26 de Fevereiro, a passagem do 89º aniversário da morte de Augusto Gil, o autor da conhecida “Balada da Neve”.

    Augusto César Ferreira Gil nasceu na freguesia de Lordelo, Porto, a 31 de Julho de 1870; berço fortuito devido à circunstância de sua mãe se encontrar ali, acidentalmente.

    Augusto Gil passou a maior parte da sua vida na mais alta cidade de Portugal e aqui fez os primeiros estudos; frequentou, depois, o Colégio de S. Fiel, após o que regressou à Guarda, onde se encontrava em 1887.

  Tempo depois, ingressou como voluntário na vida militar que deixou com o início dos estudos na Escola Politécnica; estes seriam interrompidos, contudo, por motivo de doença.

    Em finais de 1889 foi autorizado a frequentar a Escola do Exército onde o aproveitamento lectivo não foi exemplar; passados dois anos, em Maio de 1891, ingressou no Regimento de Infantaria 4 e aí prestou serviço até ao mês de Novembro. 

   De novo na Guarda, Augusto Gil fez nesta cidade, em 1892 e 1893, os exames do Liceu, rumando posteriormente para Coimbra, em cuja Universidade cursou Direito; na cidade do Mondego teve como companheiros Alexandre Braga, Teixeira de Pascoais, Egas Moniz e Fausto Guedes Teixeira, entre outros.

    Concluída a formatura, em 1898, Augusto Gil regressou à Guarda; neste período a vida não lhe correu de feição e foi confrontado com diversos problemas, de ordem profissional e de ordem económica; pretendeu exercer advocacia mas não conseguiu “clientela que lhe desse ao menos para sustentar o vício do tabaco”; curiosamente, o poeta já tinha vaticinado estas dificuldades “na aldeia sertaneja, onde hei-de ser/o melhor poeta e o pior legista”.

    Desejou ser professor provisório do Liceu mas o conselho escolar dessa época não o considerou competente para reger a cadeira de português. Ao longo dos anos sucederam-se diversas contrariedades e episódios que deixaram traços indeléveis no percurso literário de Augusto Gil.

    Decidiu ir para Lisboa e foi trabalhar com Alexandre Braga; em 1909 regressou à Guarda, enredado em dificuldades financeiras.

    Com a implantação da República, impulsionou o aparecimento do Centro Republicano da Guarda e fundou o semanário “A Actualidade”, que dirigiu entre 1910 e 1912.

    Embora este jornal tenha surgido com meio de promoção do ideário republicano, assumiu um pendor acentuadamente literário, contando com a colaboração do Pd. Álvares de Almeida, Ladislau Patrício, Amândio Paul e Afonso Gouveia, para além de outras personalidades.

    No mês de Novembro de 1911 - quando João Chagas fez parte, pela primeira vez, de um governo da República – Augusto Gil foi nomeado Comissário da Polícia de Emigração Clandestina, pelo que foi viver para Lisboa.

    Após ter exercido, durante escassos meses, o cargo de Governador Civil de Aveiro, voltou para a capital onde teve, em 1918, uma passagem pelo Ministério da Instrução Pública; no ano seguinte foi nomeado Director Geral das Belas Artes.

    Em Lisboa foi uma figura altamente conceituada nos meios intelectuais e sociais; assim não é de estranhara a homenagem de que foi alvo no Teatro Nacional, em 19 de Junho de 1927.

    A comissão promotora dessa iniciativa integrou nomes como Júlio Dantas, José Viana da Mota, Henrique Lopes de Mendonça, Columbano Bordalo Pinheiro, Eduardo Schwalbach e Gustavo Matos Sequeira.

     O trabalho de Augusto Gil cruzou-se, frequentemente, com períodos de grande sofrimento, resultado da doença que o atormentava. “A doença que desde o primeiro quartel da existência o consumiu e as dificuldades materiais com que sempre mais ou menos lutou, encontram-se no fundo de toda a sua obra, e que sabe se até não a condicionaram”, observou Ladislau Patrício num apontamento biográfico sobre o poeta.

    Nomeado Secretário-Geral do Ministério da Instrução Pública não chegou a tomar posse desse cargo pois morreu a 26 de Fevereiro de 1929, em Lisboa.

    O funeral de Augusto Gil (a 1 de Março, na Guarda) constituiu, de acordo com os relatos jornalísticos da época, uma grande manifestação de pesar. “Tudo o que a Guarda tem de mais distinto acorreu a tomar parte na sentida homenagem” e participar no cortejo fúnebre que se “revestiu de desusada imponência”.

     Os restos mortais de Augusto Gil repousam num jazigo localizado logo à entrada do cemitério municipal da Guarda, ostentando dois versos de “Alba Plena”: “E a pendida fronte, ainda mais pendeu.../E a sonhar com Deus, com Deus adormeceu...”

    “Musa Cérula”, “Versos”, “Luar de Janeiro”, “O Canto da Cigarra”, “Gente de Palmo e Meio”, “Sombra de Fumo”, “Alba Plena”, “Craveiro da Janela”e “Avena Rústica” foram as principais produções literárias deste poeta, cujo trabalho evoluiu quase à margem de escolas ou correntes literárias. “Não é um romântico, nem parnasiano, nem simbolista: é ele – o Augusto Gil – nome que é um gracioso ritmo”, observou Bulhão Pato.

     Muitos dos versos de Augusto Gil passaram para o cancioneiro popular, como sublinharam alguns estudiosos da sua obra, suportada num verso melodioso e num ritmo suave.

    “Foi e é um dos poetas entre nós a quem o povo mais abriu o coração, e quando o povo abre o coração a um poeta, o seu amor repercutir-se-á pelo tempo além”, como anotou João Patrício.

    De facto, se Augusto Gil cultivou a poesia, as letras, cultivou também o seu amor pela Guarda onde escreveu uma grande parte dos seus melhores poemas; a cidade bem se pode orgulhar do seu “mais alto poeta” e recordá-lo é um dever de memória.

 

    Helder Sequeira

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publicado às 23:47

Contradizer na Guarda

por Correio da Guarda, em 22.12.17

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    A Calafrio vai realizar, amanhã, a vigésima primeira sessão do ciclo Contradizer.

    Esta nova iniciativa terá lugar na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda, a partir das 15 horas. A sessão intitula-se “na véspera da véspera” e nela participam poetas, músicos, artistas plásticos e investigadores, todos ligados à associação CalaFrio e à cidade da Guarda.

    A forte adesão à iniciativa revela a força criativa e organizativa da associação que ainda há dias estreou um novo espectáculo de teatro. O actor Luciano Amarelo contará algumas “Lendas de Oriente”; o músico José Tavares interpretará a composição da sua autoria “Boomerang”; o ator e encenador Américo Rodrigues lerá algumas “Fábulas Fantásticas”, do escritor norte-americano Ambrose Bierce.

    O professor e escultor José Teixeira falará do seu trabalho “Gravidade”, neste momento em exposição no Museu Militar, em Lisboa; a professora Fátima Freitas dirá poemas de diversos autores. O poeta Daniel Rocha lerá o seu inédito “génesis ou quase isso”. A escritora Odete Ferreira divulgará as suas narrativas “Os Inocentes” enquanto que a musicóloga e crítica musical Cristina Fernandes fará uma pequena conferência acerca de “O distrito da Guarda nas notícias da Gazeta de Lisboa: música, dança e applausos festivos na segunda metade do séc. XVIII”.

    O jornalista e poeta Pedro Dias de Almeida revelará o seu texto inédito “Parecia que estávamos num parque temático” e o poeta Manuel A. Domingos dirá alguns poemas da sua autoria, ainda não publicados em livro.

    A organização é do CalaFrio – Associação Cultural, tendo o apoio do Município da Guarda e da Biblioteca M. Eduardo Lourenço. A entrada é livre.

 

       (Fonte: Calafrio)

 

 

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publicado às 21:19

Conferência sobre Camilo Pessanha

por Correio da Guarda, em 14.11.17

 

     "Pessanha ou a poesia como vestígio" é o tema da conferência que Gustavo Rubim vai proferir hoje, 14 de Novembro, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, pelas 18 horas.

    Gustavo Rubim ensina literatura na Universidade Nova de Lisboa; publicou três livros de ensaios, o primeiro dos quais intitulado Experiência da Alucinação: Camilo Pessanha e a Questão da Poesia (1993).

    Organizou também um ensaio de edição da Clepsydra, que saiu em 2000 como separata da Revista Colóquio-Letras.

 

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publicado às 07:45

Poesia: voz e silêncio

por Correio da Guarda, em 20.06.17

Sarau Cultural.jpg

 

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publicado às 22:59

Novo livro de Américo Rodrigues

por Correio da Guarda, em 27.04.17

 

     "Arquivo Morto" é o novo livro de poesia de Américo Rodrigues, obra que será apresentada amanhã, 28 de Abril, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda.

   "Arquivo Morto" é uma designação inapropriada, quase absurda, para o espaço onde se guardam os documentos fora de uso, a papelada a que julgamos não regressar por aparentemente não necessitarmos dela. Uma obra sobre a perda da memória.

   O autor nasceu na Guarda e escreveu já vários livros de poesia, nomeadamente  "A estreia de outro gesto", "Instante exacto", "Acidente poético fatal", "A casa incendiada" e "Ponto cego". É também autor de obras de teatro, crónicas e poesia sonora.

   A obra, edição da Bosq-íman:os,  será apresentada por Norberto Rodrigues. O livro segue um projecto gráfico de Jorge dos Reis, professor e designer.

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publicado às 21:46


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