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Sacaparte

por Correio da Guarda, em 24.06.18

Sacaparte (Alfaiates, Sabugal) - HS.jpg

 

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publicado às 12:09

Almeida

por Correio da Guarda, em 19.06.18

Almeida - edifício CM - fot HS.JPG

 

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publicado às 20:00

Património agonizante...

por Correio da Guarda, em 18.05.18

 

     O Ano Europeu do Património Cultural está a ser celebrado, pela primeira vez, por iniciativa da União Europeia, balizado pelos objetivos da promoção da diversidade e do diálogo interculturais e da coesão social.

     Como foi divulgado, esta é uma oportunidade para a “realização de iniciativas envolvendo as comunidades, os cidadãos, as organizações, as entidades públicas e privadas, contribuindo para uma maior visibilidade da cultura e do património e para o reconhecimento da sua importância e do seu caráter transversal em todos os setores da sociedade.” Se atentarmos numa especificação mais pormenorizada dos objetivos, verificamos que eles apontam para incentivar uma abordagem centrada nos cidadãos, inclusiva, prospetiva, integrada e transectorial; promover modelos inovadores de governação e de gestão a vários níveis do património cultural que envolvam diferentes partes interessadas; realçar o contributo positivo do património cultural para a sociedade e para a economia; promover estratégias de desenvolvimento local na perspetiva da exploração do potencial do património cultural através da promoção do turismo cultural sustentável.

    O conceito de património não se circunscreve, atualmente, à conceção que prevalecia há algumas décadas anos atrás, resumindo-o a monumentos, às coleções de pintura, às esculturas e a palácios. “A memória coletiva de uma determinada população estende-se aos territórios onde vive, aos seus monumentos, aos vestígios do passado e do presente, aos seus problemas, à cultura material e imaterial e às pessoas”.

    Assim, o património edificado é uma das várias abordagens que podem ser efetuadas de entre a definição mais lata de património cultural. É, aliás, a este nível que têm sido cometidos os maiores atentados, perante a indiferença e a impunidade de quem, por direito, tinha obrigação de atuar.

    Essa apatia começa, como tivemos já a oportunidade de escrever neste jornal, no próprio cidadão comum, conquistado por um doentio comodismo que orienta os seus padrões culturais no limitado horizonte do quotidiano profissional ou dos amenos diálogos e discursos (convenientes) dos círculos de convívio e lazer. Escasseia a sensibilidade cívica…

Saanório Sousa Martins - Pavilhão - foto HS.jpg

     Na Guarda, os pavilhões que outrora pertenceram ao Sanatório Sousa Martins são um exemplo dessa falta de sensibilidade cívica e outrossim do desleixo continuado de entidades oficiais ou da incapacidade reivindicativa (de sucessivas administrações) para contrariarem o caminho da ruína e destruição conducente a “um túmulo de memória”.

     Uma atitude tanto mais criticável quanto o Sanatório foi uma instituição que marcou o desenvolvimento da cidade durante a primeira metade do passado século; a passagem (hoje dia 18 de maio de 2018) de mais um aniversário da sua inauguração é um bom pretexto para voltarmos a sublinhar, uma vez mais, o estado de ruína deste património citadino.

     A inauguração (inicialmente prevista para 28 de abril e depois para 11 de Maio) dos três pavilhões que integravam o Sanatório ocorreu a 18 de maio de 1907, com a presença do rei D. Carlos e da Rainha D. Amélia que materializou nesta instituição de tratamento da tuberculose a homenagem a Sousa Martins, atribuindo-lhe o nome daquele clínico, cuja ação e dinamismo ela tinha já evocado numa intervenção pública, no seio da Associação Nacional aos Tuberculosos, realizada em 1889.

    “Aos dezoito dias do mês de Maio de mil novecentos e sete, num dos edifícios recentemente construídos no reduto da antiga Quinta do Chafariz, situada à beira da estrada número cinquenta e cinco, nos subúrbios da cidade da Guarda, estando presentes Sua Majestade a Rainha Senhora Dona Amélia (...), procedeu-se à solenidade da abertura da primeira parte dos edifícios do Sanatório Sousa Martins e da inauguração deste estabelecimento da Assistência Nacional aos Tuberculosos, fundada e presidida pela mesma Augusta Senhora (...)”.

     Assim ficou escrito no auto que certificou a cerimónia inaugural da referida estância de saúde, da qual, por muitos e diversos motivos, resta hoje uma pálida imagem.

   O Sanatório foi, durante décadas, o grande cartaz de propaganda da Guarda, “a cidade da saúde”; hoje, o que resta, está com péssimo prognóstico e certamente nem os “ares” do Ano Europeu do Património Cultural, nem os objetivos anteriormente mencionados vão minorar a “doença” ainda com cura…

    Na Guarda do património e da cultura o estado de degradação dos Pavilhões D. António de Lencastre e Rainha D. Amélia exige e merece medidas concretas e eficazes de defesa e salvaguarda, pois fazem parte da história da cidade e da história da saúde em Portugal. (Helder Sequeira)

 

 

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publicado às 07:45

Janela da Catedral

por Correio da Guarda, em 08.04.18

Janela - Sé Catedral da Guarda - HS.JPG

     Janela interior da Sé Catedral da Guarda.

 

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publicado às 16:01

Património guardense...

por Correio da Guarda, em 11.03.18

Museu da Guarda - traseiras - HS.JPG

     Traseiras do Museu da Guarda. 

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publicado às 23:31

Fortaleza de Almeida

por Correio da Guarda, em 29.01.18

ALMEIDA - fortaleza - HS.jpg

 

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publicado às 22:03

Catedral da Guarda

por Correio da Guarda, em 27.01.18

Catedral da Guarda - 2017-HS.jpg

 

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publicado às 12:46

Património guardense...

por Correio da Guarda, em 20.01.18

Património - Guarda - HS.JPG

 

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publicado às 12:24

Rede Nacional de Investigação da Montanha

por Correio da Guarda, em 18.11.17

 

Rede Inv Montanha.jpg

    No Instituto Politécnico da Guarda (IPG) vai ser apresentada, no próximo dia 11 de Dezembro, pelas 14h30, a Rede Nacional de Investigação da Montanha (RNIM).

  A RNIM vai promover o desenvolvimento de uma rede de montanhas de investigação a nível nacional, juntamente com atividades de investigação e desenvolvimento experimental, em estreita articulação com o ensino, a aprendizagem e a inovação, nomeadamente em domínios como segurança alimentar, disponibilidade de alimentos, agricultura e produção florestal sustentáveis; clima, ambiente, eficiência de recursos e matérias-primas; saúde, bem-estar e alterações demográficas; produção energética eficiente, limpa e segura; recursos naturais e hábitos socioculturais, conhecimento, património e turismo.

   Esta iniciativa pretende, em simultâneo criar uma rede de responsabilidade social sustentada no estabelecimento de estratégias e parcerias que visem o fortalecimento do conhecimento e da identidade territorial, capacitando este território de uma maior atratividade e qualidade de vida.

   O IPG integra a Comissão Executiva deste projeto nacional. A apresentação desta rede decorrerá no auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPG.

 

 

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publicado às 00:01

Portas

por Correio da Guarda, em 05.11.17

Portas - 2 - Guarda - HS.jpg

 

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publicado às 23:02


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