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Dia mundial do Pão

por Correio da Guarda, em 16.10.21

 

PÃO - Pão Centeio - fot Helder Sequeira.jpg

O Dia Mundial do Pão é assinalado hoje.

Instituído, em 2000, pela União Internacional dos Padeiros este dia destaca a importância deste alimento que está presente em várias refeições.

Se recuarmos 4 mil anos encontramos o primeiro registo do pão fermentado no Egipto, onde foi praticada a fermentação de uma massa de trigo. Contudo, foram os romanos que divulgaram o consumo do pão nos atuais territórios europeus.

 

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publicado às 00:01

Festivais de Cultura Popular

por Correio da Guarda, em 28.05.21

 

Os Festivais de Cultura Popular do concelho da Guarda vão decorrer este ano, embora em moldes diferentes das edições anteriores.

Os programas dos Festivais, implementados através das juntas de freguesia e associações locais, deverão decorrer online com algumas iniciativas presenciais.

Estão previstos documentários sobre as edições anteriores e também percursos na Natureza, e ateliês de artes& ofícios.

Pão centeio - HS.jpg

O primeiro é já no dia 4 de junho com a Feira/Concurso do Jarmelo (que continua a 6 de junho) e seguem-se-lhe a 12 de junho, as Jornadas da Lã – Festa da Natureza, em Corujeira e Trinta; a 11 de julho, o Festival de Cestaria de Gonçalo – Cultura e Arte; a 24 de julho, Festival Pão Nosso – Festa da Natureza, em Videmonte; a 29 de agosto, “Viagem às Raízes”, em Arrifana; e 6 e 7 de novembro, Festa da Castanha e da Jeropiga, em Famalicão da Serra.

As obras realizadas no ano passado, no âmbito da iniciativa “Terra D´Artes”, onde foram convidados artistas nacionais para interpretarem os festivais de cultura popular, serão este ano entregues à organização de cada festival, e as peças serão expostas no seu “habitat natural”.

O objetivo deste ciclo de Festivais passa pela preservação dos valores e recursos culturais e naturais que diferenciam este território, potenciando um olhar atento pela região e homenageando um legado único de um valor inestimável. Da raça autóctone Jarmelista, no Jarmelo, passando pela lã da Corujeira e Trinta, pelo pão de Videmonte, pela cestaria de Gonçalo, a transumância em Fernão Joanes e a pela Castanha em Famalicão.

 

Fonte: CMG 

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publicado às 23:42

Festival do Pão em Videmonte

por Correio da Guarda, em 14.07.19

Festival do Pão.jpg

     Em Videmonte vai decorrer de 26 a 28 de julho o "Festival Pão Nosso".

   O programa integra, dia 26, a abertura do festival (pelas 20h30) e atuação de César Prata e Catarina Moura; seguir-se-á, pelas 22 horas, "Cantares com Tradição", com o  Centro Cultural da Guarda. No dia seguinte  terá lugar, pelas 9 horas, a Rota dos Fornos; durante a tarde, e a partir das 14h30, está agendada a atuação do  Grupo de Bombos Trocadalho do Carilho, Histórias de Papel: O Ciclo do Pão - Super Pipoca,  Cenas do quotidiano dos anos 30/40 - Grupo de Cantares de Arrifana,  "Da terra à mesa: Manifestações etnográficas" / Rancho Folclórico de Videmonte e desfile dos Tabuleiros (pelas 17h30), antecedendo a degustação da Bola de Videmonte e de produtos regionais.

    No domingo, 28 de julho, decorrerá, pelas 8h30,  o percurso nterpretativo pela paisagem geológica e cultural de Videmonte  (orientado pelo Geopark Estrela),  abertura do Festival Pão Nosso /Grupo A Mensagem (10h30), atuação do Grupo de Cavaquinhos do Centro Social da Póvoa do Mileu (11h30) e pelas 12h30 a receção aos caminheiros. O programa prosseguirá com Pedro Mestre e Cantadeiras de Videmonte (16h).

   Durante o Festival haverá em permanência instalações artísticas e exposições (estas atividades são o resultado do trabalho criativo desenvolvido pelo artista plástico, Vitor Freitas, junto da comunidade de Videmonte), oficinas Criativas, artes e ofícios tradicionais e espaços de gastronomia local.

 

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publicado às 17:36

Campanha de sensibilização ambiental.

por Correio da Guarda, em 07.03.19

Saco de Pão.jpg

     A Câmara Municipal da Guarda (CMG), em parceria com os Serviços Urbanos e Meio Ambiente, avançou hoje com uma campanha de sensibilização ambiental.

    Esta campanha prosseguirá amanhã, 8 de março, nas padarias da cidade. Continuarão a ser distribuídos sacos reutilizáveis para transporte de pão, à semelhança do que se fazia nas décadas de 70 e 80, do passado século.

    A campanha tem como alvo os gerentes de padarias e respetivos clientes.

 

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publicado às 22:45

Recuperação de Moinhos de Água

por Correio da Guarda, em 16.02.09

 

A Câmara Municipal de Celorico da Beira está implementar a recuperação de alguns moinhos de água na freguesia da Rapa, com o objectivo de serem preservadas as memórias colectivas.
Estes equipamentos irão ficar, em breve, à disposição de todos os visitantes e vão integrar os circuitos turísticos do Concelho.
Ao longo das margens da Ribeira da Cabeça Alta encontram-se várias ruínas do que outrora foram moinhos de água, símbolos de uma economia de subsistência que perdurou, na nossa região, até às décadas de 60/70 do século XX.
Trata-se da recuperação e preservação de um elemento cultural que preencheu e humanizou no concelho de Celorico da Beira, durante anos as margens das principais ribeiras e do rio Mondego, de acordo com a informação divulgada pela Câmara Municipal de Celorico da Beira.
O moinho era um dos mais importantes instrumentos na economia de subsistência, e num período de fraca circulação monetária, o pagamento pela moagem dos cereais era feito com uma percentagem da farinha obtida, quantidade que normalmente oscilava entre os 5 e 10%.
Na década de 60, do século XX, existiriam, em Portugal, cerca de 10 000 moinhos em laboração, sendo que, 7000 seriam moinhos de água e 3000 moinhos de vento. O número de moinhos em actividade evidenciava a importância económica que esta estrutura detinha na economia portuguesa nesse período, e mais concretamente no Mundo Rural, pois, nas cidades, desde meados do século XIX, se haviam instalado as grandes fábricas de moagem e superado o papel desempenhado pelos moinhos de água.
Historicamente a introdução do moinho de água na Península Ibérica, enquanto inovação tecnológica, deve-se à ocupação romana, todavia a sua difusão e expansão ocorreu durante a Idade Média. No actual território Português são diversas as alusões à presença de moinhos na documentação medieval. O moinho era um importante pilar da economia de subsistência.
Durante a vigência do sistema monárquico, terá permanecido nas mãos da Coroa ou pertencido aos grandes senhores rurais que, além de possuírem a grande maioria das terras, controlavam também outros importantes instrumentos da economia, neste caso os moinhos.
Associada ao moinho está a actividade de moleiro, que, podia ser proprietário ou então um trabalhador assalariado que trabalhava para o proprietário do moinho, normalmente um grande proprietário rural.
Quando proprietário do moinho, a actividade de moleiro, normalmente desempenhada por homens, acabava por ocupar o restante núcleo familiar, mulher e filhos, nomeadamente nos meses de maior azáfama, compreendido entre os meses de Maio e Julho, período em que nos campos se procedia a recolha dos cereais.
A actividade económica do moleiro era complementada por outras actividades, pois, este conciliava o trabalho no moinho com o cultivo de pequenas parcelas agrícolas ou, quando os moinhos se localizavam nas margens de grandes cursos de água dedicava-se também a pesca como meio de subsistência. A actividade laboral, num moinho de água, possuía alguns períodos "mortos", pois, a falta de água, durante o período estival, ou o seu excesso durante o Inverno (cheias) podiam levar o moinho a cessar a actividade temporariamente.
Os moinhos eram, também, centros de confluência e de convívio social. Os agricultores transportavam para o moinho em sacas os cereais, fruto do seu árduo trabalho. Estes eram transportados no dorso de burros e/ou em carros puxados a juntas de bois. E o tempo que distava entre a moagem do cereal e a sua transformação em farinha era aproveitado pelos utilizadores dos moinhos para conviverem.
À chegada ao moinho, o cereal era conferido pelo moleiro na presença dos fregueses, primeiramente eram utilizadas as medidas para verificar as quantidades, posteriormente, as medidas foram sendo substituídas pela pesagem dos cereais. Após a contagem, posteriormente, procedia-se à retirada do lucro que o moleiro obtinha pela moagem daquela quantidade de cereal. A percentagem de farinha que cabia ao moleiro, pela moagem dos cereais, destinava-se ao consumo próprio e do seu agregado familiar, sendo que, os excedentes eram vendidos no moinho ou nas povoações mais próximas.
Presumivelmente, também o Moinho de Água da Rapa conheceu, outrora, essas vivências. Hoje, pretende-se com a recuperação deste espaço, oferecer à população um local aprazível, onde é possível conhecer o funcionamento de um moinho, e simultaneamente, pretende-se criar um espaço onde é possível encontrar os melhores produtos regionais.
 

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publicado às 12:50


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