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A necrópole rupestre de Moreira de Rei, a maior da Península Ibérica, poderá afirmar-se como um dos pontos de atração turística do concelho de Trancoso.
Composta por cerca de 700 sepulturas antropomórficas devidamente visíveis, a necrópole vai ainda ser objeto de arranjos da envolvência; algumas das sepulturas foram, entretanto, cobertas, para evitar a sua degradação e permitir a passagem das pessoas para as habitações que ladeiam o local.
Na Igreja de Santa Marinha irá funcionar o Centro de Interpretação da Necrópole da Moreira de Rei, onde em 2018 foram iniciados os adequados trabalhos arqueológicos que permitiram revelar centenas de sepulturas de adultos e crianças.
A necrópole de medieval de Moreira de Rei está localizada em redor da igreja românica de Santa Marinha.

Foto: DCV
Uma equipa de 10 alunos do Departamento de Ciências da Vida (DCV) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTU) tem estado a participar na escavação da necrópole de Moreira de Rei, Trancoso.
Esta atividade, iniciada em julho e prolongada pelo mês de agosto, ocorreu no âmbito do protocolo de cooperação assinado entre o DCV e a Câmara Municipal de Trancoso.
Esta intervenção, na maior necrópole de sepulturas escavadas na rocha da Península Ibérica, foi realizada com o aconselhamento científico na área da Antropologia Biológica pela Profª Ana Maria Silva, docente do DCV.
O Departamento de Ciências da Vida (DCV), criado em junho de 2009, agrega o ensino e a investigação nas áreas de Antropologia, Ecologia, Biologia Molecular e Celular, Bioquímica, Biotecnologia e Microbiologia.
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