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LIVRO -.jpgNo Museu Arqueológico do Carmo, em Lisboa, vai ser apresentado hoje o livro "Côa Symposium - Novos Olhares sobre a Arte Paleolítica".

Este livro tem a coordenação de Thierry Aubry, André Santos e Andrea Martins.

A apresentação decorrerá a partir das 17h30.

 

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publicado às 08:29

 
 
A Associação para o Desenvolvimento da Cooperação em Arqueologia Peninsular (ADECAP) vai promover no próximo dia 29 de julho, pelas 21 horas, a conferência "Perspetivas da investigação arqueológica no (/a partir do) Vale do Côa".
Com intervenções de Thierry Aubry, André Santos, Miguel Almeida, Luís Luís, Fernando Barbosa e Marcelo Silvestre, esta conferência será online, aberta, através da plataforma Zoom, podendo os interessados aceder aqui.

Gravuras rupestres - Vale do Côa.jpg

Foto: Museu do Côa

 
Enquadrando esta iniciativa, é referido que "em 1970, o comandante de artilharia Francisco Gozalo Quintanilla publicou o decalque de um cavalo do Cierro de San Isidro que “pudiera ser magdaleniense”.
Foi preciso, no entanto, passar mais de uma década para que Mazouco encetasse a série de novidades que transformaria o panorama da arte paleolítica da bacia do Médio Douro ibérico, culminando, em 1991, na publicação de Siega Verde e com a descoberta dos primeiros motivos gravados no Vale do Côa, cuja cronologia pleistocénica seria ferozmente questionada aquando da sua posterior revelação pública em 1994.
A ausência de evidências arqueológicas do Pleistocénico superior na região (interpretada como evidência de ausência!) enquadrava objeções à atribuição das gravuras ao Paleolítico reveladoras de uma estranha inércia científica e incompreensível confusão acerca das metodologias de datação.
As descobertas do Vale do Côa, porém, viriam revolucionar a compreensão da produção artística das comunidades finipleistocénicas europeias, revelando a existência de sítios arqueológicos coevos e demonstrando estratigraficamente a antiguidade das gravuras.
Por força do próprio objetivo assumido da prospeção (a contextualização da arte rupestre) os primeiros sítios arqueológicos identificados no Côa localizavam-se em terraços aluviais do Côa, indiciando uma preferência pela ocupação dos fundos de vale que a descoberta da Olga Grande 4 e 14 cedo matizaria.
Com efeito, a acumulação de indícios de deslocações importantes, resultando da presença de matérias-primas alóctones, similitudes conceptuais e estilísticas com grupos artísticos distantes e progressiva compreensão da evolução paleoambiental da região viriam a justificar um reforço da prospeção em ambientes topográficos e unidades geomorfológicas distintas, abrindo o caminho para uma perceção global do vasto território do Médio Douro, delimitado por Mazouco, Siega Verde, Côa e Sabor.
Nesta estratégia de investigação, a reconstituição paleogeográfica e ambiental precede metodologicamente a análise paletnológica dos grupos de caçadores-recolectores que ocuparam a região.
Este programa de investigação visa perceber o ciclo anual de exploração deste território amplo, mas também a sua integração em redes socioculturais mais vastas que se estendem pelo menos desde a Estremadura ao centro da Meseta, como denunciado pela origem das matérias-primas líticas identificadas no Vale do Côa e comparações estilísticas inter-regionais das manifestações gráficas.
É no quadro desta abordagem holística que deverá entender-se o carácter estruturante das produções visuais registadas nas rochas como elementos estruturantes destas sociedades pleistocénicas"
 
 
 
 
 
 
 

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publicado às 08:38

O Homem do Paleolítico no Museu do Côa

por Correio da Guarda, em 22.09.19

 

No Museu do Côa vai estar patente, a partir do próximo dia 28 de setembro, a exposição "O Artista do Momento: O Homem do Paleolítico".

Esta exposição integra o uma seleção de cartoons da autoria de Luís Afonso, colaborador do jornal Público, relativos ao controverso processo do Côa, que haveria de culminar na inscrição das gravuras rupestres na Lista do Património Mundial da UNESCO em 1998.

Exposição no Museu.jpg

 

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publicado às 08:30

Museu do Côa

por Correio da Guarda, em 09.07.14

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publicado às 23:38

Prémio de Arquitectura para o Museu do Côa

por Correio da Guarda, em 16.05.14

 

     O Museu do Côa foi o vencedor do Prémio de Arquitectura do Douro, edição 2013/2014.

     Este galardão foi instituído em 2006 pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte e tem por objectivo promover as boas práticas de construção no Património Mundial da Humanidade.

     Recorde-se que no passado ano o Museu do Côa conquistou o primeiro prémio na categoria de edifício público da primeira edição do Prémio Internacional de Arquitectura de Baku, organizada pelos Ministério da Cultura, Turismo e União de Arquitectos do Azerbeijão. Esta iniciativa foi apoiada pela União Internacional de Arquitectos. O projecto da autoria dos arquitectos Camilo Rebelo e Pedro Tiago Pimentel foi distinguido entre os mais de 300 que foram a concurso.

     O Museu do Côa ocupa uma área de seis mil metros quadrados, desenvolvendo-se ao longo de 190 metros e dando a ideia de uma enorme pedra de xisto.

     O visitante vai encontrar, através de um percurso linear, três salas de contextualização e de introdução à temática exposta. A conjugação da tecnologia da informação, do desenho e da fotografia é um traço visível no suporte da apresentação dos conteúdos do Museu.

    Seguem-se mais quatro salas dedicadas ao tratamento monográfico da arte rupestre existente naquela zona. Ali se encontram as réplicas de quatro gravuras rupestres, duas das quais em riscos de deterioração e as restantes submersas.

    Recorde-se que a identificação das gravuras rupestres do Paleolítico, no Vale do Côa, ocorreu em 1994, nascendo a discussão em torno da não construção da barragem que iria ocultar esse património. A UNESCO viria a classificar, em 1998, as gravuras do Vale do Côa como Património da Humanidade. O lançamento de um concurso internacional de ideias para o desenho do Museu viria a ocorrer apenas em 2005.

    O Museu foi inagurado em 30 de Julho de 2010. (HS)

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publicado às 22:07

Museu do Côa

por Correio da Guarda, em 15.05.14

 

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publicado às 23:38

Museu do Côa conquista prémio internacional

por Correio da Guarda, em 12.11.13

     O Museu do Côa conquistou o primeiro prémio na categoria de edifício público da primeira edição do Prémio Internacional de Arquitectura de Baku, organizada pelos Ministério da Cultura, Turismo e União de Arquitectos do Azerbeijão.

     Esta iniciativa foi apoiada pela União Internacional de Arquitectos.

     O projecto da autoria dos arquitectos Camilo Rebelo e Pedro Tiago Pimentel foi distinguido entre os mais de 300 que foram a concurso.

    O Museu do Côa ocupa uma área de seis mil metros quadrados, desenvolvendo-se ao longo de 190 metros e dando a ideia de uma enorme pedra de xisto.

    O visitante vai encontrar, através de um percurso linear, três salas de contextualização e de introdução à temática exposta. A conjugação da tecnologia da informação, do desenho e da fotografia é um traço visível no suporte da apresentação dos conteúdos do Museu.

    Seguem-se mais quatro salas dedicadas ao tratamento monográfico da arte rupestre existente naquela zona. Ali se encontram as réplicas de quatro gravuras rupestres, duas das quais em riscos de deterioração e as restantes submersas.

     Recorde-se que a identificação das gravuras rupestres do Paleolítico, no Vale do Côa, ocorreu em 1994, nascendo a discussão em torno da não construção da barragem que iria ocultar esse património. A UNESCO viria a classificar, em 1998, as gravuras do Vale do Côa como Património da Humanidade. O lançamento de um concurso internacional de ideias para o desenho do Museu viria a ocorrer apenas em 2005.

    O Museu foi inagurado em 30 de Julho de 2010. (HS)


 

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publicado às 23:39

A Arte do Côa

por Correio da Guarda, em 11.12.12

 

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publicado às 19:24

Museu do Côa

por Correio da Guarda, em 08.01.12

 

Revista C - 5 Janeiro 2012

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publicado às 23:52

Centro Interpretativo e Museológico

por Correio da Guarda, em 16.11.11

 

    Em Algodres (concelho de Figueira de Castelo Rodrigo) entrou, recentemente, em funcionamento um Centro Interpretativo e Museológico.

    Esta estrutura foi desenvolvido pela Junta de Freguesia local, com o apoio da Câmara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo, Associação Transumância e Natureza e Parque Arqueológico do Vale do Côa, pretende dar a conhecer a história, o património, os costumes e as tradições da aldeia de Algodres. No seu interior está patente a exposição “Grãos da Terra” que contém uma mostra de objectos antigos relacionados com as tarefas agrícolas, em homenagem às gentes de Algodres, que sempre tiraram da terra a sua principal fonte de sustento para as suas famílias.

    Neste Museu podemos ver ainda um conjunto de fotografias que demonstram o ciclo do cereal, desde a lavra da terra, passando pela sementeira, pela ceifa e transporte para a eira. Neste espaço também não foi esquecida a mecanização da agricultura com o aparecimento das primeiras máquinas.

    A sua localização estratégica – junto à Reserva da Faia Brava, a escassos quilómetros do Museu do Côa e inserido em território do Parque Arqueológico do Vale do Côa - vem complementar a oferta turística desta região.

 

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publicado às 17:33


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