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O Homem do Paleolítico no Museu do Côa

por Correio da Guarda, em 22.09.19

 

No Museu do Côa vai estar patente, a partir do próximo dia 28 de setembro, a exposição "O Artista do Momento: O Homem do Paleolítico".

Esta exposição integra o uma seleção de cartoons da autoria de Luís Afonso, colaborador do jornal Público, relativos ao controverso processo do Côa, que haveria de culminar na inscrição das gravuras rupestres na Lista do Património Mundial da UNESCO em 1998.

Exposição no Museu.jpg

 

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publicado às 08:30

Museu do Côa

por Correio da Guarda, em 09.07.14

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publicado às 23:38

Prémio de Arquitectura para o Museu do Côa

por Correio da Guarda, em 16.05.14

 

     O Museu do Côa foi o vencedor do Prémio de Arquitectura do Douro, edição 2013/2014.

     Este galardão foi instituído em 2006 pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte e tem por objectivo promover as boas práticas de construção no Património Mundial da Humanidade.

     Recorde-se que no passado ano o Museu do Côa conquistou o primeiro prémio na categoria de edifício público da primeira edição do Prémio Internacional de Arquitectura de Baku, organizada pelos Ministério da Cultura, Turismo e União de Arquitectos do Azerbeijão. Esta iniciativa foi apoiada pela União Internacional de Arquitectos. O projecto da autoria dos arquitectos Camilo Rebelo e Pedro Tiago Pimentel foi distinguido entre os mais de 300 que foram a concurso.

     O Museu do Côa ocupa uma área de seis mil metros quadrados, desenvolvendo-se ao longo de 190 metros e dando a ideia de uma enorme pedra de xisto.

     O visitante vai encontrar, através de um percurso linear, três salas de contextualização e de introdução à temática exposta. A conjugação da tecnologia da informação, do desenho e da fotografia é um traço visível no suporte da apresentação dos conteúdos do Museu.

    Seguem-se mais quatro salas dedicadas ao tratamento monográfico da arte rupestre existente naquela zona. Ali se encontram as réplicas de quatro gravuras rupestres, duas das quais em riscos de deterioração e as restantes submersas.

    Recorde-se que a identificação das gravuras rupestres do Paleolítico, no Vale do Côa, ocorreu em 1994, nascendo a discussão em torno da não construção da barragem que iria ocultar esse património. A UNESCO viria a classificar, em 1998, as gravuras do Vale do Côa como Património da Humanidade. O lançamento de um concurso internacional de ideias para o desenho do Museu viria a ocorrer apenas em 2005.

    O Museu foi inagurado em 30 de Julho de 2010. (HS)

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publicado às 22:07

Museu do Côa

por Correio da Guarda, em 15.05.14

 

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publicado às 23:38

Museu do Côa conquista prémio internacional

por Correio da Guarda, em 12.11.13

     O Museu do Côa conquistou o primeiro prémio na categoria de edifício público da primeira edição do Prémio Internacional de Arquitectura de Baku, organizada pelos Ministério da Cultura, Turismo e União de Arquitectos do Azerbeijão.

     Esta iniciativa foi apoiada pela União Internacional de Arquitectos.

     O projecto da autoria dos arquitectos Camilo Rebelo e Pedro Tiago Pimentel foi distinguido entre os mais de 300 que foram a concurso.

    O Museu do Côa ocupa uma área de seis mil metros quadrados, desenvolvendo-se ao longo de 190 metros e dando a ideia de uma enorme pedra de xisto.

    O visitante vai encontrar, através de um percurso linear, três salas de contextualização e de introdução à temática exposta. A conjugação da tecnologia da informação, do desenho e da fotografia é um traço visível no suporte da apresentação dos conteúdos do Museu.

    Seguem-se mais quatro salas dedicadas ao tratamento monográfico da arte rupestre existente naquela zona. Ali se encontram as réplicas de quatro gravuras rupestres, duas das quais em riscos de deterioração e as restantes submersas.

     Recorde-se que a identificação das gravuras rupestres do Paleolítico, no Vale do Côa, ocorreu em 1994, nascendo a discussão em torno da não construção da barragem que iria ocultar esse património. A UNESCO viria a classificar, em 1998, as gravuras do Vale do Côa como Património da Humanidade. O lançamento de um concurso internacional de ideias para o desenho do Museu viria a ocorrer apenas em 2005.

    O Museu foi inagurado em 30 de Julho de 2010. (HS)


 

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publicado às 23:39

A Arte do Côa

por Correio da Guarda, em 11.12.12

 

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publicado às 19:24

Museu do Côa

por Correio da Guarda, em 08.01.12

 

Revista C - 5 Janeiro 2012

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publicado às 23:52

Centro Interpretativo e Museológico

por Correio da Guarda, em 16.11.11

 

    Em Algodres (concelho de Figueira de Castelo Rodrigo) entrou, recentemente, em funcionamento um Centro Interpretativo e Museológico.

    Esta estrutura foi desenvolvido pela Junta de Freguesia local, com o apoio da Câmara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo, Associação Transumância e Natureza e Parque Arqueológico do Vale do Côa, pretende dar a conhecer a história, o património, os costumes e as tradições da aldeia de Algodres. No seu interior está patente a exposição “Grãos da Terra” que contém uma mostra de objectos antigos relacionados com as tarefas agrícolas, em homenagem às gentes de Algodres, que sempre tiraram da terra a sua principal fonte de sustento para as suas famílias.

    Neste Museu podemos ver ainda um conjunto de fotografias que demonstram o ciclo do cereal, desde a lavra da terra, passando pela sementeira, pela ceifa e transporte para a eira. Neste espaço também não foi esquecida a mecanização da agricultura com o aparecimento das primeiras máquinas.

    A sua localização estratégica – junto à Reserva da Faia Brava, a escassos quilómetros do Museu do Côa e inserido em território do Parque Arqueológico do Vale do Côa - vem complementar a oferta turística desta região.

 

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publicado às 17:33

Museu do Côa

por Correio da Guarda, em 09.08.11

 

 

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publicado às 23:38

Museu do Côa assinala primeiro aniversário

por Correio da Guarda, em 30.07.11

 

     O Museu do Côa registou, desde a sua inauguração a 30 de Julho de 2010, cerca de 40 mil visitas, um número que agrada à tutela e à comunidade local.

     Ao chegar ao Museu do Côa os visitantes são surpreendidos, positivamente, pela arquitectura e cor do edifício, enquadrado na paisagem e sobranceiro ao rio que lhe dá o nome.

    Projectado por Tiago Pimentel e Camilo Rebelo, o museu ocupa uma área de seis mil metros quadrados, desenvolvendo-se ao longo de 190 metros e dando a ideia de uma enorme pedra de xisto.

     O visitante vai encontrar, através de um percurso linear, três salas de contextualização e de introdução à temática exposta. A conjugação da tecnologia da informação, do desenho e da fotografia é um traço visível no suporte da apresentação dos conteúdos do Museu.

    Seguem-se mais quatro salas dedicadas ao tratamento monográfico da arte rupestre existente naquela zona. Ali se encontram as réplicas de quatro gravuras rupestres, duas das quais em riscos de deterioração e as restantes submersas.

    Recorde-se que a identificação das gravuras rupestres do Paleolítico, no Vale do Côa, ocorreu em 1994, nascendo a discussão em torno da não construção da barragem que iria ocultar esse património. A UNESCO viria a classificar, em 1998, as gravuras do Vale do Côa como Património da Humanidade. O lançamento de um concurso internacional de ideias para o desenho do Museu viria a ocorrer apenas em 2005.

 

    Como está inscrito num dos painéis informativos colocados no seu interior, “o Museu do Côa é o lugar de partilha de conhecimento patrimonial e artístico necessário para colocar a região a sentir que faz parte de um património que sendo da Humanidade é, em primeira instância, de quem vive na sua vizinhança”. Terá sido este sentimento que motivou já a visita de muitas pessoas do concelho, da sede e freguesias.

   Contudo, os visitantes têm chegado de vários pontos do país e do estrangeiro.

   De realçar o facto de o concelho de Vila Nova de Foz Côa ser o único do país a possuir dois Patrimónios Mundiais (Gravuras Rupestres e Douro Vinhateiro).  H.S.

 

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publicado às 12:28


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