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Instalação artística "Anjos da Guarda"

por Correio da Guarda, em 11.12.25

 

No Pátio do Museu da Guarda está patente até ao próximo mês de janeiro a instalação artística “Anjos da Guarda”.

Trata-se de um projeto das guardenses Adriana Almeida e Beatriz Vieira da Silva e é composta por estruturas cúbicas iluminadas, com imagens alusivas à quadra natalícia com o tema Anjo da Guarda.

Estas imagens foram concebidas no âmbito de uma residência artística protagonizada por jovens artistas guardenses. A iniciativa integra o programa da “Guarda, Cidade Natal”.

Anjos da Guarda 

Foto: CMG

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publicado às 22:35

Conversa aberta sobre Ribeiro Sanches

por Correio da Guarda, em 02.12.25

 

A nona “Conversa Aberta” sobre Médicos Ilustres na Guarda será dedicada a António Nunes Ribeiro Sanches.

Este médico e humanista português foi um dos maiores vultos da ciência e cultura europeia do século XVIII. Exerceu medicina em Benavente, Guarda e Amarante, antes de se exilar para o resto da vida.

RIBEIRO SANCHES

A presença de Ribeiro Sanches, com um extenso tratado, na Enciclopédia Metódica de Diderot e d´Alembert, confirma a importância deste médico, natural de Penamacor, no contexto da medicina do século XVIII.

A “Conversa Aberta” irá decorrer no auditório do Museu da Guarda, no dia 22 de Janeiro de 2026 pelas 18h00 e terá o Dr. António Lourenço Marques como palestrante. A atividade é promovida pela Secção Sub-Regional da Guarda da Ordem dos Médicos, em parceria com o Museu da Guarda.

 

Nascido em Penamacor, a 7 de março de 1699, no seio de uma família de cristãos-novos, António Nunes Ribeiro Sanches viveu na Guarda, no período da adolescência, após ter concluído a formação escolar básica. Nesta cidade terá estudado música e, em particular, aprendeu a tocar cítara, seguindo as orientações paternas; alguns dos seus contactos citadinos possibilitaram-lhe a leitura de obras que o enriqueceram culturalmente, nomeadamente trabalhos de Damião de Góis.

Aos 16 anos foi estudar para Coimbra onde, mais tarde, cursou direito que, contudo, reconheceu não ser a sua vocação; o ambiente estudantil da cidade do Mondego provocou-lhe algum desagrado e em novembro de 1720 matriculou-se na Universidade de Salamanca (Espanha); aí estudou medicina e granjeou a estima de vários mestres; foi mesmo convidado para ali ficar como assistente; naquela cidade espanhola viveu calmamente, sem a preocupação de o identificarem como cristão-novo.

No período em que estudou em Salamanca, Ribeiro Sanches passou várias épocas de férias na Guarda, tendo aqui praticado o exercício da medicina com um clínico desta cidade, seu amigo.

Concluído o curso, em 1724, foi trabalhar para Benavente; os seus contactos familiares deram-lhe uma maior perceção da atividade, do peso e influência da Inquisição, a que foi denunciado como cristão-novo; facto que esteve, igualmente, na origem do impedimento de nomeação oficial como clínico, naquela localidade. Admite-se que esta situação, e o medo de vir a ser alvo da Inquisição, o tenham levado a sair de Portugal, nos finais de 1726. Terá partido, por via marítima em direção a Génova; em Itália frequentou, durante algum tempo, a Universidade de Pisa, visitando depois Montpellier e Londres (onde deu aulas e exerceu Medicina).

Mais tarde, acompanhado por um irmão (que ficou a estudar cirurgia em Paris), saiu para Bordéus e daí para Leiden (Holanda). D. Luis da Cunha, representante de Portugal em Haia, intercedeu a favor de Ribeiro Sanches junto de um influente ministro de D. João V, sem nenhum acolhimento. Frequentou, a partir de 1730, a Universidade de Leiden onde recebeu ensinamentos de Bernhard Siegfried Albinus Hieronymus, David Gaubius e de Herman Boerhaav; este último terá contribuído para a ida de Ribeiro Sanches para a Corte de Moscovo, onde chegou em outubro de 1731.

Nomeado médico do Senado e da cidade de Moscovo, foi transferido três anos depois para os serviços do exército russo. Em 1737 encontrava-se já em St. Petersburgo, como clínico do Corpo de Cadetes, uma estrutura de ensino e formação destinada à nobreza russa.

Ribeiro Sanches ingressou, por essa altura, na Academia das Ciências de Petersburgo, sendo nomeado em março de 1740, médico da Corte e posteriormente segundo médico da Regente Ana Léopoldovna e do, ainda, jovem Imperador Joannn Antonovič, sendo muito apreciado nos círculos do poder russo.

Um ano depois, Isabel Petrovna (filha de Pedro o Grande) passou a dirigir os destinos do império e Ribeiro Sanches foi, igualmente, seu médico, bem como de Catarina II que curou em 1744, quando esta tinha apenas 15 anos; facto que a futura czarina não esqueceu.

Em 1747, invocando problemas de saúde, Ribeiro Sanches pediu a demissão das suas funções.

A Imperatriz Isabel Petrovna distinguiu-o com um certificado de bons serviços e Academia Imperial das Ciências, nomeando-o membro honorário. De acordo com alguns biógrafos, esta repentina partida terá sido originada por alguma intriga na corte czarina que avivou a sua ligação judaica.

Após passar por Berlim, dirigiu-se a Paris onde passou a residir e a colaborar com os vultos mais eminentes do Iluminismo, escrevendo as suas principais obras: Dissertation sur la Maladie Vénérienne (1750), Tratado da Conservação da Saúde dos Povos (1756), Cartas sobre a Educação da Mocidade (1760), Método para Aprender e Estudar a Medicina (1763), Mémoire sur les Bains de Vapeur en Russie (1779).

Foi, até à sua morte, interlocutor de imensas figuras consideradas expoentes máximos da vida cultural e científica europeia, dessa época, sem ter tido a possibilidade de encontrar as condições para regressar a Portugal.

Ribeiro Sanches, um dos intelectuais portugueses que mais se distinguiu além-fronteiras e cuja vida passou pela mais alta cidade de Portugal, faleceu a 14 de outubro de 1783.

Esta será, sem dúvida, uma figura que bem se pode associar a uma Guarda culta e da ciência, merecendo adequado estudo e divulgação; figura que evocamos hoje, nesta coluna, a propósito da recente passagem de 315 anos após o seu nascimento.

 

Hélder Sequeira 

 

 

 

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publicado às 13:00

Colecionismo Piné no Museu da Guarda

por Correio da Guarda, em 30.11.25

No Museu da Guarda está patente, desde ontem e até 29 de março de 2026, a exposição “Colecionismo Piné: memórias e surpresas”.

Esta exposição é promovida pela Colecionismo Piné, “entidade criada para concretizar um projeto inspirado no legado do colecionador, que inclui a reabilitação de um espaço no centro histórico”.

Como é referido numa nota informativa do Museu da Guarda, o título desta exposição “convoca, em simultâneo, a dimensão íntima e a abertura ao inesperado que marcam o percurso” de António Piné (1931-2022).

Colecionismo Piné_ HS_ -2

Natural do concelho de Pinhel, António Piné exerceu a profissão de farmacêutico na Guarda. “A sua paixão pela arte levou-o a construir uma das mais notáveis coleções privadas da região.”

Grande parte da sua coleção foi doada à Associação Nacional das Farmácias, integrando atualmente o acervo do Museu da Farmácia.

A exposição agora patente no Museu da Guarda, espaço #5, reúne cerca de trinta obras que “permaneceram no seio da família e na cidade, incluindo aquisições recentes realizadas em consonância com o espírito do colecionador”.

Noronha da Costa, Vhils, Cargaleiro, Cesariny, Cutileiro, Paula Rego, Graça Morais, Pedro Croft, Eduardo Batarda, José Guimarães, Bordalo II e Francisco Simões são alguns nomes representados neste certame que propõe um “reencontro com o espírito generoso e curioso de António Piné, para quem a arte foi sempre uma forma de conhecimento, de partilha e de futuro”.

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publicado às 23:15

Livro sobre o concelho de Pinhel

por Correio da Guarda, em 12.11.25

 

O livro “Pinhel Guarda-Mor do Reino - O Concelho no século XIX”, da autoria de João Marinho dos Santos, vai ser apresentado amanhã no Pequeno Auditório do Museu da Guarda.

A apresentação da obra será feita, pelas 17h30, por José Luís Lima Garcia.

Livro sobre Pinhel

O século XIX foi para os habitantes de Pinhel, um período de vigorosa reclamação identitária, reforçada pela teimosia dos seus representantes políticos no sentido de a grei participar no "progresso" que se ia manifestando em Portugal e noutros países do resto da Europa. Interiorizadas estavam as regiões de Cima-Côa e Riba-Côa, as quais adotaram a estratégia de se abrirem ao exterior, oferecendo os mais importantes produtos de que economicamente dispunham para a troca com outros mercados regionais e nacionais.

João Marinho dos Santos é licenciado em História (1972) e doutorado em Letras (História Moderna e Contemporânea) (1987), pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde é Professor Catedrático jubilado.

Foi Diretor do Instituto de História da Expansão Ultramarina, Delegado da Secretaria de Estado da Cultura para a Zona Centro de Portugal (1990-1994) e Coordenador Científico do Centro de História da Sociedade e da Cultura (2003-2013).

Tem como interesses científicos e temas de investigação a «História dos Descobrimentos e da Expansão Portuguesa» e a cultura como vertente do desenvolvimento local e regional.

 

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publicado às 17:08

Atrás de tempo, tempo vem...

por Correio da Guarda, em 06.08.25

 

No Museu da Guarda está patente, até meados de outubro, a exposição “Atrás de tempo, tempo vem”, que reúne as obras executadas nas residências artísticas da 8ª edição do Simpósio Internacional de Arte Contemporânea da Guarda (SIAC8) realizado nesta cidade de 24 a 31 de julho.

Exposição_ 

Inaguração da exposição. Foto CMGuarda

A mostra tem trabalhos de Carlos Adaixo (Guarda, Portugal), Adriana Pires Almeida (Guarda, Portugal), Rui Coutinho (Portugal), Kateryna Ilchuk (Ucrânia), Jarek Mankiewicz (Polónia), Niurka Bou (Cuba), Pedro Figueiredo (Guarda, Portugal), Rui Miragaia (Guarda, Portugal), Sandra Borges (Portugal), Raonel (Cuba) e António N. Fernández (Espanha) e Ana Rita de Arruda (Portugal).

A exposição está patente na Galeria Espaço#4 do Museu da Guarda.

 

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publicado às 22:45

Simpósio Internacional de Arte Contemporânea

por Correio da Guarda, em 21.07.25

 

Na Guarda vai decorrer de 24 a 31 de julho a oitava edição do Simpósio Internacional de Arte Contemporânea (SIAC), organizado pelo Museu desta cidade.
Sob o lema «Atrás de tempo, tempo vem», e celebrando o 85.º aniversário do Museu da Guarda, este evento cultural reunirá diversas formas de expressão artística, como pintura, escultura, gravura, fotografia, arte digital, arte urbana, instalação, teatro de rua, poesia e música.
"O objetivo é criar uma ponte entre o património edificado, a paisagem urbana e as artes, envolvendo mais de 35 artistas nacionais e internacionais. A programação inclui residências artísticas, oficinas, visitas guiadas, performances e intervenções no espaço urbano." Refere a informação divulgada pelo Museu da Guarda.
À semelhança das edições anteriores, esta edição do SIAC é dirigida a todos os públicos, desde profissionais da educação a estudantes, bem como o público em geral. 

SIAC

 

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publicado às 09:30

Prospeção arqueológica na Guarda

por Correio da Guarda, em 08.07.25

 

No Auditório do Paço da Cultura vai decorrer hoje, pelas 18 horas, uma palestra destinada a divulgar os resultados preliminares da campanha de prospeção arqueológica realizada no concelho da Guarda.

Pretende-se sensibilizar o público em geral para a descoberta de vestígios arqueológicos e sua preservação.

De referir que esta campanha decorreu – entre 16 de junho e 5 de julho – no âmbito de um protocolo estabelecido entre a Câmara Municipal da Guarda, Universidade Nova de Lisboa e o Real Instituto dos Países Baixos, em Roma.

O município da Guarda acolheu 16 alunos e 7 investigadores e professores de universidades holandesas, italianas, espanholas e portuguesas.

Os trabalhos decorreram em diferentes freguesias do concelho da Guarda (Aldeia Viçosa, Jarmelo/São Pedro, Casal de Cinza, Adão, Marmeleiro, Benespera e Famalicão da Serra), tendo sido investigada a arqueologia da antiga sociedade montanhosa entre a Idade do Ferro e a época romana na Serra da Estrela e no vale do Mondego.

Propspecção arqueológica_Correio da Guarda 

Foto: Museu da Guarda 

 

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publicado às 08:43

"Flor da Beira" no Museu da Guarda

por Correio da Guarda, em 08.03.25
 
A pintura "Flor da Beira", da autoria de Eduarda Lapa, foi escolhida pelo Museu da Guarda (do seu espólio em reserva) para celebrar o Dia Internacional da Mulher.
Nesta pintura encontra-se representada uma jovem camponesa, que com um sorriso suave e muita naturalidade, ata o lenço de uma cor amarela vibrante à cabeça, como que em preparação para um dia de lavoura.
Esta representação mostra como as mulheres, conseguem manter a sua beleza e feminidade, mas ao mesmo tempo “arregaçar as mangas” e laborar.

Flor da Beira _n

A sua autora, Maria Eduarda Lapa de Sousa Caldeira, nascida em Trancoso no final do século XIX, ficou conhecida como a “pintora das flores” e “embaixatriz da cor”, devido à sua preferência por naturezas mortas e o domínio da versatilidade cromática presente nas suas obras.
"É uma figura que merece destaque neste dia, pois, para além de pintora com uma qualidade inegável, e galardoada com diversos prémios, esteve profundamente ligada à afirmação da mulher no espaço público, sendo a primeira mulher a integrar os órgãos diretivos da Sociedade Nacional de Belas-Artes, organizou a 1ª Exposição Feminina de Ates Plásticas e foi uma das impulsionadoras para a criação do então Museu Regional da Guarda (predecessor do Museu da Guarda), organizando a exposição inaugural do mesmo, e ao qual doou vários trabalhos da sua autoria." Refere o Museu da Guarda numa nota a propósito desta pintura que hoje evidencia.
 
Fonte: Museu da Guarda

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publicado às 11:00

Agenda Cultural

por Correio da Guarda, em 07.01.25

 

Na Guarda foi ontem apresentada a agenda cultural para os meses de janeiro, fevereiro e março.

A programação apresenta mais de 100 propostas nos três equipamentos culturais da cidade – Teatro Municipal da Guarda (TMG), Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (BMEL) e Museu da Guarda (MG) – e em vários espaços do concelho. Estão, assim, agendas, iniciativas para públicos e interesses variados na área da dança, música, teatro, cinema, exposições, oficinas e programadas várias conferências, visitas guiadas e apresentação de livros.

capa Agenda Cultural

Ontem, no TMG, teve lugar o espetáculo 'Vamos Cantar as Janeiras' em Dia de Reis (6 de janeiro) “numa celebração da tradição e identidade coletiva.” No dia 11, o Grande Auditório volta a ser palco de um outro evento, o Concerto de Ano Novo, com a Ópera Die Fledermaus pela Orquestra Filarmónica Portuguesa.

No dia 16, o Pequeno Auditório recebe duas sessões do espetáculo visual e sonoro 'Spectrum', uma criação de Rui Pires/ASTA que pretende criar um espaço virtual onde a tecnologia atual se cruza com a arqueologia dos media.

A 18 de janeiro, a música chega pelo nome Manel Cruz, a voz dos Ornatos Violeta, Foge Foge Bandido e Pluto.

Ainda em janeiro, o teatro regressa ao TMG com Artistas Unidos que vão interpretar '1984' de George Orwell, obra do escritor inglês na versão de Robert Icke e Duncan Macmillan.

O mês de fevereiro começa no TMG com um espetáculo de ballet 'Carmen' de Bizet pelo Ballet Flamenco de Barcelona; este espetáculo mistura canto, dança e ópera (10 bailarinos e 5 músicos em palco), com coreografias tradicionais e contemporâneas.

A cantora Gisela João sob ao palco do Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda a 15 de fevereiro, para apresentar o seu mais recente trabalho.

'A Morte Saiu à Rua' é o primeiro single do novo álbum da artista portuguesa editado este mês. “Neste novo single, Gisela João e reinterpreta a icónica canção de Zeca Afonso, de 1972, acrescentando profundidade e criando uma mistura inesquecível entre tradição e contemporaneidade.”

A 20 e 21 de fevereiro, Snails on Speed apresenta 'Oprime.iRa', um espetáculo de teatro e arte digital, com texto e encenação: Gabriel Godinho e Valdemar Santos.

Ainda em fevereiro (dia 26) os 'Amigos da Treta' vão dar nova vida ao fenómeno de popularidade do teatro cómico criado em 1997 como 'Conversas da Treta' por António Feio e José Pedro Gomes.

No mês de março, o Teatro Físico apresenta 'Cocktail da Evolução JAT – Janela Aberta Teatro', no Café Concerto, no dia 7 de março. São dois espetáculos (interpretados por Diana Bernedo e Miguel Martins Pessoa) “que transportam o público por diferentes géneros, desde o drama, à comédia à tragicomédia, através de linguagens.” No dia seguinte (8 de março) a proposta é o espetáculo de dança 'Se Desta Janela, Debruçando-me', uma criação de Paulo Brandão a partir de 'O Marinheiro' de Fernando Pessoa.

Os Virgem Suta sobem ao palco do Grande Auditório na noite de 14 de março. A celebrar 15 anos de carreira, os Virgem Suta apresentam o seu quarto álbum. A 29 de março é a vez da banda Bateu Matou, um formado por Ivo Costa (Sara Tavares), Quim Albergaria (Paus) e Riot (Buraka Som Sistema).

De referir que no Teatro Municipal da Guarda continuam também patentes três exposições: 'Transversalidades Fotografia Sem Fronteiras 2024' no Foyer e 'Memória, Que Futuro para o Nosso Passado' no Edifício Polifónico até final de janeiro e 'Cidade – Os mapas imaginados e a Arte Urbana Projetada' até abril.

Neste primeiro trimestre do ano, a Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço prossegue com o projeto 'Guarda Memórias' destinado aos centros de dia e lares no concelho da Guarda, que visa estimular e recolher memórias e para serem guardadas no fundo local da Biblioteca e haverá um conjunto de iniciativas dedicadas às famílias e aos mais jovens.

A 22 de janeiro terá lugar o espetáculo de teatro 'Sermão Stº António aos Peixes' destinado aos alunos do 11º ano dos dois agrupamentos de escolas da cidade e dia 27 será apresentado o livro 'O menino no Mundo só seu', de Susana Campos, dirigido aos alunos do 1º e 2º ciclos.

Em fevereiro o teatro regressa dia 13 com o espetáculo 'Sonhos D'Piratas' por Birra Produções, numa atividade dirigida aos alunos do 6º ano dos agrupamentos de escolas.

Tiago Sami Pereira apresenta no dia 21 de fevereiro a exposição e performance musical 'Retalhos'. O Dia Mundial da Poesia celebrado a 21 de março será assinalado com duas iniciativas: uma oficina em torno do poema 'Poema Adentro, Poema Afora', para crianças dos 8 aos 12 anos, e um espaço em que a poesia encontra a singularidade de cada pessoa.

Na programação do Museu da Guarda destaca-se a inauguração do Museu-Escola em Aldeia Viçosa (dia 1 de fevereiro) integrada na Rede Cultural e Criativa da Guarda e a apresentação pública do catálogo editado sob a chancela da Documenta «O frio da casa permanece no meu corpo» de Albuquerque Mendes por Valter Hugo Mãe, no dia 30 de janeiro.

No dia 6 de fevereiro será inaugurada 'Luz - No fundo, é a dúvida da visão', de Manuel Gantes, que ficará patente na Galeria d'Arte Evelina Coelho até 27 de abril. Ainda em fevereiro será inaugurada dia 13 a exposição de gravuras e aguarelas 'Entre gramagens', de Simone dos Prazeres, com curadoria de Antonio Navarro, patente na Galeria Espaço #4 até 4 de maio.

A 21 de março haverá um 'Recital de Primavera' pelo Conservatório de Música de São José da Guarda no Auditório do Museu da Guarda e nos dias 28 e 29 de março serão realizadas as Jornadas de Arqueologia – III Ciclo Arqueologia na Comunidade: Comunicações. A iniciativa, que inclui uma ação de formação e visita orientada ao Centro Histórico da Guarda, assinala o Dia Nacional dos Centros Históricos.

 

Fonte: CMG

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publicado às 08:30

Exposição alusiva ao 25 de abril

por Correio da Guarda, em 25.10.24

 

No Museu da Guarda, na sala João Mendes Rosa, está patente até ao próximo dia 17 de novembro a exposição “25 de abril – 50 anos”.

O certame oferece aos visitantes a visão de “O 25 de abril de 1974, quinta-feira” do fotojornalista Alfredo Cunha e “O RI 12 e o 25 de abril de 1974”, do Coronel Paulo Lourenço, do Museu Militar do Porto. 

Até dia 27 de outubro as exposições são acompanhadas pelos militares do Exército do Português.

Exposição_museu da guarda_n Foto: CMGuarda

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publicado às 00:15


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