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Exposição "Luz no Vale"

por Correio da Guarda, em 11.02.24

 

No Museu da Guarda está patente, desde a passada quinta-feira e até 7 de abril, a exposição "Luz no Vale", de João de Almeida Santos.
Nesta exposição pode ser apreciado um conjunto de 51 quadros onde a pintura se associa à poesia, «um diálogo entre duas artes, mas onde cada uma das expressões estéticas conserva a sua própria autonomia de linguagem e de narrativa". 

LUZ no VALE _n.jpg 

 

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publicado às 09:30

Memórias que Brotam na Água

por Correio da Guarda, em 01.09.23
 
 
Na Guarda vai ser hoje inaugurada, pelas 18 horas, a exposição de pintura "Memórias que Brotam na Água", a qual reúne trabalhos dos artistas Letícia Barreto e Joaquim Marques.
A mosta vai ficar patente na sala de Galeria d’Arte Evelina Coelho, no Paço da Cultura / Museu da Guarda.
Nesta exposição, os artistas Letícia Barreto e Joaquim Marques estabelecem um diálogo entre os seus trabalhos, que têm como ponto de partida a aguarela e a imprevisibilidade da água, explorando diferentes formas de lidar com o acaso.
Letícia Barreto, 1974, Sorocaba/SP – Brasil. Vive e trabalha em Alverca do Ribatejo, Portugal. Artista visual multimídia e arte-educadora. É mestre em Artes Visuais e Intermédia pela Universidade de Évora, Portugal. Como bolsista da Fundação Rotary Internacional, estudou Artes Plásticas no Instituto Lorenzo de Medici, em Florença, Itália. Ainda na Itália, participou de residências artísticas e fez cursos de formação e especialização para professores em artes plásticas. É uma artista multimídia, cuja linguagem e técnica é sempre escolhida em função do conceito a ser explorado. O seu trabalho artístico desenvolve-se através de vários meios de expressão, privilegiando a pintura, o desenho, a analogia visual, a colagem, a intervenção sobre objetos e fotografias, a instalação e a intervenção urbana. Participa desde 1992 em mostras coletivas e individuais e feiras de arte e já teve seu trabalho exibido em vários países.
Joaquim S. Marques, Frankfurt (Alemanha), 1972. Vive e trabalha em Alverca do Ribatejo. Tem ascendentes naturais do Jarmelo (Guarda). Fez a sua formação na Escola de Artes e Design de Offenbach, Alemanha e na Escola de Belas Artes de Frankfurt, onde concluiu o Curso de Artes Visuais. Em 1998 fixou residência em Portugal. Em 2001/2002 desenvolveu um Projecto Individual de Pintura sob a orientação do Prof. Castro Caldas no Ar.Co em Lisboa. Entre 2013 e 2016, viveu e trabalhou no Brasil. Em 2015, criou com e a artista Letícia Barreto o duo artístico Pocket Entropy, colaborando em vários projectos desde então. Foi bolseiro da Fundação Johannes Mosbach, do Deutscher Akademischer Austauschdienst e artista residente na MArt, no SIAC 5 e na Viarco. Participa desde 1994 em exposições individuais e colectivas.

MUSEU _n.jpg 

Fonte e foto: Museu da Guarda/CMG

 

 

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publicado às 14:00

Cinema no Museu

por Correio da Guarda, em 24.07.23

 

O Museu da Guarda, em parceceria com o Cineclube desta cidade, assinala amanhã o Dia de Santiago com a exibição do fime de animação "O Apóstolo". Trata-se de uma longa-metragem (para maiores de 12 anos) dirigida pelo espanhol Fernando Cortizo, em 2012.

"O Apóstolo", conta uma história de mistério, humor e fantasia, passada no Caminho de Santiago. Ramón, um preso fugido da cadeia, acabará envolvido em estranhos e inquietantes sucessos ao tentar recuperar umas joias, fruto de um roubo, que tinham sido escondidas há muitos anos numa aldeia galega. Fantasiado como peregrino, chega a um lugar onde velhinhos, aparições e até padres farão com que o protagonista tenha de enfrentar uma condenação maior da que tinha fugido. Primeiro filme espanhol de animação filmado com a técnica do stop motion.

O filme será exibido, no Pátio do Museu da Guarda, a partir das 21 horas.

 

 

 
 

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publicado às 18:00

Exposição "Eu diria que nevava"

por Correio da Guarda, em 28.06.23

 

No Museu da Guarda está patente até ao próximo dia 13 de agosto a exposição "Eu diria que nevava".

Trata-se de uma seleção de obras gráficas realizadas nos Cursos de Gravura da Guarda, entre 2019 e 2022. A exposição, inaugurada na passada semana, tem a curadoria de António Navarro, textos e versos de Maria Afonso

 

Maria Afonso_n.jpg

Foto: CMG

 

 

 

 

 

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publicado às 13:51

Palestra sobre Numismática

por Correio da Guarda, em 15.05.23

 

A exposição “A coleção de numismática do Museu da Guarda – Época Medieval” será inaugurada na próxima quinta-feira, dia 18 de maio, pelas 14h30, naquela instituição museológica.

Na data em que se assinala o Dia Internacional dos Museus,  Marcos Osório  irá falar, após o ato inaugural,  de como através das moedas podemos descobrir a História, proferindo uma  palestra subordinada ao tema  "Tesouros do Passado: descobrindo a História através da Numismática". 

NUMISMÁTICA _n.jpg

 

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publicado às 22:52

Conferência sobre Francisco de Pina

por Correio da Guarda, em 02.05.23

 

 

No Museu da Guarda vai decorrer na sexta-feira, 5 de maio, a Conferência “Francisco de Pina (1585-1625): O Contacto da Língua Portuguesa com Línguas e Culturas do Extremo Oriente”.

Na data em que se assinala o Dia Internacional da Língua Portuguesa, António Morgado propõe trazer elementos para a construção da biografia daquele padre português, nascido na Guarda.

Carlos Assunção e Gonçalo Fernandes ensaiarão uma reflexão sobre o alcance das transferências linguísticas e culturais da língua portuguesa para a língua vietnamita.

Esta conferência tem início às 14h30. Os interessados podem fazer a inscrição em www.museudaguarda.pt.

 

Francisco de Pina .jpg

 

Intervenções:

 

𝐀𝐧𝐭𝐨́𝐧𝐢𝐨 𝐒𝐚𝐥𝐯𝐚𝐝𝐨 𝐌𝐨𝐫𝐠𝐚𝐝𝐨,  “𝐏𝐞. 𝐅𝐫𝐚𝐧𝐜𝐢𝐬𝐜𝐨 𝐝𝐞 𝐏𝐢𝐧𝐚, 𝐒.𝐉. (𝟏𝟓𝟖𝟔–𝟏𝟔𝟐𝟓) 𝐌𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐞 𝐋𝐢𝐧𝐠𝐮𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐧𝐚 𝐂𝐨𝐜𝐡𝐢𝐧𝐜𝐡𝐢𝐧𝐚 𝐝𝐞 𝐎𝐮𝐭𝐫𝐨𝐫𝐚”

O Pe. Francisco de Pina S. J. será a personalidade egitaniense que terá levado mais longe o nome da sua cidade natal, a Guarda. Esquecido ao longo de vários séculos, este sacerdote jesuíta ressurgiu recentemente na vida do Vietname como figura incontornável da história da língua e do cristianismo daquele país do Extremo-Oriente. Embora a sua ação viesse sendo referida desde as origens por mentores da história dos jesuítas, foram necessários os trabalhos de investigação do francês Roland Jacques para que a atividade de índole linguística deste jesuíta, na então Cochinchina, fosse trazida ao mundo da intelectualidade académica, quer no Vietname quer em Portugal. Guarda, Coimbra, Macau, Malaca e Hoi An (Vietname), constituem os pontos geográficos principais por onde se gastou a vida de Francisco de Pina. A estes acrescentamos o mar e a cidade de Roma, dois dos berços da amnésia portuguesa a que foi sendo condenado ao longo do tempo este genial guardense que está hoje presente na escrita vietnamita, romanizada com a luz e as virtualidades da Língua Portuguesa. A cidade da Guarda está lá e os vietnamitas bem o reconhecem e, por isso, o homenageiam.

 

𝐂𝐚𝐫𝐥𝐨𝐬 𝐀𝐬𝐬𝐮𝐧𝐜̧𝐚̃𝐨 / 𝐆𝐨𝐧𝐜̧𝐚𝐥𝐨 𝐅𝐞𝐫𝐧𝐚𝐧𝐝𝐞𝐬 (𝐔𝐓𝐀𝐃 / 𝐂𝐄𝐋). "𝐎𝐬 𝐩𝐫𝐢𝐦𝐞𝐢𝐫𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐚𝐜𝐭𝐨𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞𝐬𝐞𝐬 𝐧𝐨 𝐕𝐢𝐞𝐭𝐧𝐚𝐦𝐞 𝐧𝐨 𝐪𝐮𝐚𝐝𝐫𝐨 𝐝𝐚 𝐥𝐢́𝐧𝐠𝐮𝐚 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞𝐬𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐦𝐞𝐭𝐚𝐥𝐢́𝐧𝐠𝐮𝐚 𝐧𝐨 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞"

A língua portuguesa exerceu uma ação verdadeiramente civilizadora nas descrições de um conjunto alargado de línguas faladas no Oriente nos séculos pretéritos, que não encontra paralelo em nenhuma das outras línguas ocidentais. Com efeito, os descobrimentos portugueses no Oriente colocaram aos gramáticos e lexicógrafos missionários do Padroado Real Português o problema da descrição de numerosíssimas línguas de sistemas completamente diferentes do português ou do latim, a língua franca de então, como, por exemplo, o japonês, o chinês e o vietnamita.

O trabalho que se apresenta visa enunciar o papel que os missionários portugueses tiveram na descrição desses novos idiomas, num primeiro momento. Também destacaremos a geração dos missionários a quem Roland Jacques (n. 1943) chamou de jesuítas pioneiros, no território que corresponde hoje ao Vietname, e que os Portugueses denominaram Cochinchina. Os portugueses chegaram à região de Chăm Pa (região central e sul do Vietname) em meados de setembro de 1516. Os contactos iniciais não foram planeados e resultaram de uma tempestade que obrigou os barcos a mudar de rumo, mas a “descoberta” oficial da “Cochinchina” pelos portugueses ocorreu sete anos depois, em 1523 (comemora-se neste ano os 500 anos). Apesar de os portugueses nunca terem conquistado o Vietname, a sua presença lá durou mais de três séculos, com muitos relacionamentos casuais, principalmente através da evangelização dos missionários do Padroado Português. No entanto, as primeiras descrições linguísticas pertencem aos jesuítas pioneiros, onde o egitaniense Francisco de Pina, S.J. (1585 / 1586-1625), teve um papel verdadeiramente precursor e decisivo.

 

𝐆𝐨𝐧𝐜̧𝐚𝐥𝐨 𝐅𝐞𝐫𝐧𝐚𝐧𝐝𝐞𝐬 / 𝐂𝐚𝐫𝐥𝐨𝐬 𝐀𝐬𝐬𝐮𝐧𝐜̧𝐚̃𝐨 (𝐔𝐓𝐀𝐃 / 𝐂𝐄𝐋),  "𝐅𝐫𝐚𝐧𝐜𝐢𝐬𝐜𝐨 𝐝𝐞 𝐏𝐢𝐧𝐚, 𝐒.𝐉. (𝟏𝟓𝟖𝟓/𝟏𝟓𝟖𝟔–𝟏𝟔𝟐𝟓) 𝐞 𝐚 𝐋𝐮𝐬𝐢𝐭𝐚𝐧𝐢𝐳𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐨 𝐕𝐢𝐞𝐭𝐧𝐚𝐦𝐢𝐭𝐚"

As primeiras descrições linguísticas do idioma Anamita ou Tonquinense (hoje chamado Quốc ngữ [língua nacional]) pertencem ao grupo a que Roland Jacques (n. 1943) chamou de jesuítas pioneiros, especialmente os padres portugueses Francisco de Pina (1585 / 1586-1625), Gaspar do Amaral (1594-1646) e António Barbosa (1594-1647) e o francês Alexandre de Rhodes (1593-1660). Parece ser hoje consensual entre os especialistas mundiais que foi o egitaniense Francisco de Pina o criador do sistema de romanização (ortografia baseada nos carateres latinos) do Vietnamita, através da influência do também jesuíta João Rodrigues "Tçuzu" (1562–1633), à semelhança do que este havia feito para o Japonês. Gaspar do Amaral, António Barbosa e Alexandre de Rhodes desenvolveram e melhoraram o método, mas o professor de todos eles foi Francisco de Pina. Já Lúcio Craveiro da Silva, S.J. (1914-2007), resumia o trabalho linguístico deste guardense como: “(…) verdadeiramente notável e excepcional foi o trabalho linguístico dos missionários nos reinos de Siam, Conchinchina e Anam, onde se notabilizou principalmente o Padre Francisco Pina, natural da Guarda, que criou uma escola da língua conchinchina, mais ou menos correspondente ao actual Vietnam (…)” (Silva 2000: 83).

Parece também ser hoje indesmentível a influência da ortografia da língua portuguesa na língua vietnamita, com a utilização do dígrafo português <nh> para representar o fonema /ɲ/, em detrimento do arquigrafema francês e italiano <gn>. No entanto, a influência de Pina em Rodes não foi apenas na utilização do sistema romanizado, mas também na descrição dos tons do vietnamita. Francisco de Pina, na Manuductio ad linguam Tunchinensem, refere que se deveria começar por explicar o alfabeto latino, seguindo a tradição, mas, para ele, a aprendizagem dos tons (ou “acentos”, na sua terminologia) seria muito mais importante. A sua descrição dos tons, com a colocação das notas numa pauta musical com clave de sol, é impressionante e deveras original.

 

Fonte: Museu da Guarda / CMG

 

 

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publicado às 18:00

Exposição fotográfica "Na Guarda dos olhares"

por Correio da Guarda, em 01.04.23

Na Galeria Espaço#4, do Museu da Guarda está patente, até ao próximo dia 9 de abril, a exposição fotográfica "Na Guarda dos olhares", de Helder Sequeira. A exposição, como disse aquando da inauguração, “é uma proposta de descoberta e redescoberta de algumas realidades citadinas.” Uma proposta que “deixa tempo e espaço para a Guarda de múltiplas interpretações, sentimentos e olhares; mas também para a celebração da fraternidade, como foi observado – por António José Teixeira – a propósito de uma das fotos.” Estas são o resultado de um olhar pessoal, que procurou “eternizar momentos” de uma cidade “bela e sedutora”, os “sons da gente guardense” ou a “geografia da nossa história e dos nossos afetos”, onde os jovens desejam e querem acreditar no futuro.”

O autor das fotos salientou que a “exposição foi enriquecida pelas palavras de vinte e cinco guardenses, de um quadro etário e profissional heterogéneo. Contudo convergente na paixão por esta cidade; proporcionando o diálogo entre texto e imagem, num oportuno e inteligente sublinhado da equipa responsável pela concretização desta mostra.”

Álvaro Pereira Guerreiro, Anabela Matias, Ana Queiroz, Antonieta Garcia, António José Teixeira, António Quinaz, António Sá Rodrigues, Bernardo Gomes, Dulce Helena Borges, Elisabete Gonçalves, Filipe Caetano Joana Rei, João Pais Trabulo, João Pena Fonseca, Joaquim Duarte, José Manuel Monteiro, Luís Baptista Martins, Luís Fidalgo Sequeira, Maria José Neto, Mário Carvalho, Pedro Baltazar, Susana Milhões, Susana Pereira Lino, Thierry Santos e Vasco Pires comentaram as fotos que integram a exposição “Na Guarda dos Olhares”.

(re)ler a cidade_fot HELDER SEQUEIRA.JPG

 

"Na sua busca de imagens originais da Guarda com potencial narrativo ou que nos ensinam a olhar de outro modo para a paisagem urbana, Helder Sequeira pratica também a fotografia encenada, que consiste na construção de uma imagem delicadamente arquitetada.

Recria, aqui, a figura emblemática da leitora, tornada recorrente na pintura de género desde o século XVIII, que convida o espectador, atraído pela sua graciosidade e intrigado pelo modo como o livro a cativa, a meditar sobre a beleza e a leitura no feminino.

Retrata uma jovem bem agasalhada e elegante, sentada na soleira do portão lateral do granítico e velho seminário da Guarda, atual Museu da cidade, com o olhar preso ao álbum A Guarda em Postal Ilustrado – de 1901 a 1970, como se um gesto identitário se cumprisse.

Perspetivando ligeiramente o imponente rendilhado de ferro do portão em arco pintado de vermelho, que faz sobressair a figura da leitora, a composição da imagem sugere um lugar calmo, onde se conjuga o antigo e o novo. Adivinha-se um vento suave a agitar-lhe uma madeixa. As suas mãos longas e finas seguram a capa do livro. O ato de ler parece suspender o tempo".   

 

Thierry Santos 

 

 

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publicado às 11:27

Exposição: na Guarda dos olhares

por Correio da Guarda, em 17.02.23

 

Guarda_No alto da cidade_Foto Helder Sequeira.JPG

Na Galeria Espaço #4 do Museu da Guarda está patente, desde ontem, e até ao próximo dia 9 de abril a exposição fotográfica “Na Guarda dos olhares”, da autoria de Helder Sequeira.

Como foi salientado na sessão inaugural, este certame “é uma proposta de descoberta e redescoberta de algumas realidades citadinas.”

Uma proposta que “deixa tempo e espaço para a Guarda de múltiplas interpretações, sentimentos e olhares; mas também para a celebração da fraternidade, como foi observado – por António José Teixeira – a propósito de uma das fotos.”

Estas são o resultado de um olhar pessoal, que procurou “eternizar momentos” de uma cidade “bela e sedutora”, os “sons da gente guardense” ou a “geografia da nossa história e dos nossos afetos”, onde os jovens desejam e querem acreditar no futuro.”

Inuaguração_exposição Fotografia HS (19).jpg

O autor das fotos salientou que a “exposição foi enriquecida pelas palavras de vinte e cinco guardenses, de um quadro etário e profissional heterogéneo. Contudo convergente na paixão por esta cidade; proporcionando o diálogo entre texto e imagem, num oportuno e inteligente sublinhado da equipa responsável pela concretização desta mostra.”

Álvaro Pereira Guerreiro, Anabela Matias, Ana Queiroz, Antonieta Garcia, António José Teixeira, António Quinaz, António Sá Rodrigues, Bernardo Gomes, Dulce Helena Borges, Elisabete Gonçalves, Filipe Caetano Joana Rei, João Pais Trabulo, João Pena Fonseca, Joaquim Duarte, José Manuel Monteiro, Luís Baptista Martins, Luís Fidalgo Sequeira, Maria José Neto, Mário Carvalho, Pedro Baltazar, Susana Milhões, Susana Pereira Lino, Thierry Santos e Vasco Pires comentaram as fotos que integram a exposição “Na Guarda dos Olhares”.

 

 

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publicado às 21:58

Jornadas Europeias do Património

por Correio da Guarda, em 22.09.22

MUSEU da Guarda2022_HS.jpg

A Câmara Municipal da Guarda, através do seu Museu, vai promover de 23 a 25 de setembro as Jornadas Europeias do Património, iniciativa de âmbito internacional e que em 2022 é subordinada ao tema “Património Sustentável”.

As atividades iniciam-se amanhã , dia 23 de setembro, pelas 20h00, com uma visita encenada à Torre dos Ferreiros pela Associação Hereditas. Trata-se de uma visita noturna que possibilitará uma viagem no tempo até aos séculos XIII e XIV, época a que remonta a construção da Torre dos Ferreiros, durante o reinado de D. Dinis.

As Jornadas prosseguem no sábado, dia 24, com uma proposta para o público das famílias que serão desafiadas a visitar várias salas do Museu e participar em diversas propostas, entre as 10h00 e as 12h30. Para o final da tarde, às 18h00, está marcado o concerto com o Trio Espiral. 

No último dia destas jornadas, domingo, o Museu da Guarda será palco de duas visitas guiadas. A primeira às 11h00 e a seguinte às 14h00. Todas as atividades propostas se destinam a toda a família e são de livre participação, carecendo, contudo, de inscrição através do email: museu.guarda@mun-guarda.pt . Todas as visitas são limitadas a 20 participantes.

 

Fonte: CMG

 

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publicado às 08:11

"Ruralidades" no Museu da Guarda

por Correio da Guarda, em 08.05.22
 
 
No Museu da Guarda continua patente, até ao próximo dia 22 de maio, a exposição fotográfica "Ruralidades", de Jorge Bacelar.
O foco desta exposição de Jorge Bacelar centra-se nos homens e mulheres do mundo rural que, nos dias de hoje, ainda dedicam as suas vidas a cultivar a terra e a tratar do gado.
Profundo conhecedor deste mundo onde convive com pessoas que muito admira, encontrou na fotografia uma forma de enaltecer e perpetuar a imagem dos agricultores, com quem tem uma relação familiar, de grande amizade e respeito.

Exposição RURALIDADES.jpg

Sem iluminação e sem artifícios, usa a sua lente – a proximidade com as pessoas – para obter as imagens, num cenário tão realista quanto o possível. “Além do rosto, tento captar as mãos, porque elas também falam e contam muito sobre as pessoas, e também o fruto do seu trabalho e os animais com os quais eles convivem diariamente”. Referiu algures que “é neste ambiente que eu encontro a luz que quero, que tenho as pessoas que eu sinto como família”. As imagens expostas mostram uma obra de rara e de singela beleza captada por um olhar único, pleno de humanismo, em permanente e fraterno diálogo com os retratados.
Esta é a forma encontrada pelo autor não só para os homenagear como de dar voz, visibilidade e retirar do anonimato os homens e mulheres simples que teimam em permanecer no campo. Jorge Bacelar nasceu em Figueira de Castelo Rodrigo. É médico veterinário há mais de 20 anos, exercendo a sua profissão na região de Aveiro. Despertou para a fotografia há oito anos. Começou pelas paisagens e depois mergulhou no mundo rural, fotografando a gente que vive da terra, no seu próprio meio, principalmente oriunda da Murtosa, de Estarreja, de Albergaria-a-Velha e de Figueira de Castelo Rodrigo.
Rostos, expressões e poses, com os animais e os produtos da terra a completarem o retrato. Pessoas que já o conhecem por causa do seu trabalho como médico veterinário, facilitando e confiando na sua missão de fotografar: “Gostam do resultado final, sentem-se felizes ao ver as fotos”. Tem recebido importantes prémios e distinções pelo seu trabalho fotográfico, destacando-se, entre muitos outros: Nomination Award HPA 2015, World Photographic Cup 2016, Documentary Award HPA 2017, Concurso Transversalidades 2017, Singapura Photo Cup 2017, Photographic Society of America 2017, Travel Photographer of the Year 2020.
 
Fonte e foto: Museu da Guarda/CMG
 
 
 

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publicado às 22:34


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