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Fragas na Guarda

por Correio da Guarda, em 02.03.12

 Foto TMG

 

     Na próxima semana terá lugar a estreia de um novo trabalho do  Projéc~ (a estrutura de produção teatral do TMG).

     Chama-se "Fragas", é a partir de poemas de Miguel Torga, e tem a encenação de João Neca. O espectáculo estará em cena de quarta a sábado (7 a 10 de Março) no Grande Auditório do TMG. A nova produção do Projéc~ conta a história de um relacionamento de mãe e filho entre fragas.

     Com a interpretação de Sílvia Brito e António Rebelo e com a música original de Marcos Cavaleiro e a cenografia e desenho de luz de João Cachulo.     

     Esta é a primeira encenação profissional do guardense João Neca. Licenciado em Estudos Artísticos, com especialização em Teatro na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e o Mestrado em Estudos Artísticos na mesma universidade, o jovem encenador trabalhou com O Bando em “Pedro e Inês”. Mas o seu envolvimento com o Teatro começou muito mais cedo. Aos 5 anos estreou-se num grupo de teatro amador, o já extinto Teatro à Vela. Mais recentemente dedicou-se à escrita, dramaturgia e encenação de vários espectáculos, entre 2008 e 2011, no grupo de teatro “Gambozinos e Peobardos

 

 

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publicado às 22:49

Espectáculo assinala os 812 anos da Guarda

por Correio da Guarda, em 25.11.11

 

 

     O espectáculo comemorativo dos 812 anos da Guarda estreia amanhã, sábado, pelas 21h30, no Grande Auditório do TMG, onde subirá de novo ao palco dia 27, domingo (16h00).

     Música, dança, cinema, fotografia e vídeo misturam-se neste espectáculo que revisita a poesia de escritores da Guarda  ou que a ela estão ligados.    

     Dirigido por Américo Rodrigues e protagonizado por José Neves, actor residente do Teatro Dona Maria II, o espectáculo intitula-se "Tão perto do puro azul do céu [A Guardana Poesia]”.

     «O ponto de partida deste espectáculo é de grande simplicidade: homenagear a Guarda através da poesia. Porém, também pode ser: homenagear a poesia através da Guarda.O espectáculo (…) utiliza a poesia que se escreveu sobre a Guarda, por moradores ou forasteiros, para celebrar mais um aniversário da nossa cidade. Isto porque a Guarda tem apaixonado sucessivas gerações de poetas. Alguns deles, excessivos, vêem nela o “centro do mundo”. Pelo menos, o centro do seu mundo. Outros olham para ela com olhos críticos. Que também podem ser os da poesia. Oito séculos de poesia.» Explica, no texto de apresentação do espectáculo, o coordenador, encenador e co-guionista Américo Rodrigues.

     Sempre com a poesia como pano de fundo, o espectáculo percorrerá textos de vários escritores guardenses ou com fortes ligações à cidade mais alta desde os tempos da fundação da cidade à contemporaneidade.

     Alberto Dinis da Fonseca, Américo Rodrigues, António Godinho, António Monteiro da Fonseca, Augusto Gil, D. Sancho I, Eduardo Lourenço, João Bigotte Chorão, João Patrício, José Augusto de Castro, José Manuel S. Louro, José Monteiro, Ladislau Patrício, manuel a. domingos, Miguel Torga, Osório de Andrade, Pedro Dias de Almeida e Políbio Gomes dos Santos serão alguns dos autores revisitados neste espectáculo.

     Em palco, para além de José Neves, que dará corpo e voz aos poemas, estarão artistas que vão da música à dança ou ao cinema.

     Na música: o percussionista Marcos Cavaleiro, o guitarrista Rogério Pires, o pianista João Mascarenhas, o multi-instrumentista Kubik, o cantor Rui Pedro Dias, o projecto Assobio (César Prata e Vanda Rodrigues), o alaúde e a guitarra eléctrica de José Tavares, a voz de Helena Neves e o piano de Domenico Ricci.

     No cinema, uma curta-metragem do realizador António Lopes. Na dança, a coreografia e a interpretação da bailarina Sara Vaz. Na fotografia, as imagens captadas por Armando Neves. A visão gráfica para um poema, do designer e especialistaem tipografia Jorgedos Reis; e ainda os desenhos reactivos desenvolvidos por Mecca. Todos eles são guardenses ou apaixonados pela Guarda e vão estar juntos no espectáculo que comemora o 812º aniversário da cidade.

     Trata-se de uma produção do Teatro Municipal da Guarda para a Câmara Municipal da Guarda. A selecção de textos é de António Godinho, que partilha também a co-autoria do guião deste espectáculo com Américo Rodrigues.

     De referir que no final do espectáculo de amanhã, dia 26 de Novembro, o TMG organiza uma Jam Session no Café Concerto na qual participam alguns dos artistas envolvidos no espectáculo do Dia da Cidade. A entrada para a Jam Session é livre.

 

fonte: TMG

 

 

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publicado às 09:37

Gambozinos e Peobardos na ribeira da Vela

por Correio da Guarda, em 02.09.11

 

     Na freguesia da Vela, concelho da Guarda, será hoje apresentado o espectáculo “Fronteira”, pelos Gambozinos e Peobardos, grupo de teatro daquela localidade.

     A partir de um conto de Miguel Torga, e versando a temática do contrabando, esta última encenação do grupo de teatro da Vela terá lugar a partir das 21h30, nas margens da ribeira daquela localidade.

 

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publicado às 17:45

Na defesa da memória colectiva

por Correio da Guarda, em 13.08.08

 

Há alguns anos atrás, J. Pinharanda Gomes escrevia numa das suas obras, e a propósito desta região de Riba-Coa, que “somos uma terra que tem características de singularidade, e que demora a assumir o que lhe é próprio.”
Singularidade, desde logo, na seu rico e diversificado património construído, alvo, na generalidade, de uma progressiva degradação; isto no que diz respeito aos exemplos mais conhecidos; noutros, mais afastados dos tradicionais e frequentados circuitos rodoviários, ocorre a sua pura e simples destruição, sendo as suas pedras aproveitadas em construções várias ou mesmo vendidas para o estrangeiro; isto não é, infelizmente, nenhuma novidade.
Em termos de política de salvaguarda e defesa do nosso património monumental (e salvo raríssimas excepções) o que se tem visto é uma indiferença incompreensível, um afastamento completo da nossa realidade onde se amplia a descaracterização de muitas das nossas terras, sem que haja uma intervenção abrangente capaz de inverter esta evolução negativa.
Se a intervenção em localidades mais emblemáticas, e divulgadas pelos media, é apontada como argumento de obra feita ou preocupação em matéria de salvaguarda do nosso património, temos de convir que essa é uma obrigação para com a defesa da identidade histórica e cultural das nossas terras, e de toda uma região indissociável da História de Portugal.
Aliás, importa assegurar fluxos turísticos regulares e não apenas sazonais de forma que essas localidades não se transformem em monumentos silenciosos, isolados mas permitam uma descoberta dinâmica e permanente, a par de uma revitalização económica e social.
Para além disso, é imperioso olhar por muitas outras facetas do nosso património histórico-cultural, sob um acompanhamento regular de técnicos idóneos capazes de desencadearem os necessários mecanismos conducentes à sua defesa e salvaguarda, e encontrarem o imediato apoio ao nível dos departamentos governamentais competentes.
É indispensável a conservação da nossa singularidade, da nossa memória colectiva, como é urgente a disponibilização de condições e meios que permitam um mais profundo conhecimento e divulgação do nosso património, em todas as suas vertentes; mas urge, também, uma cada vez maior sensibilização que permita uma intervenção crítica e actuante em prol da defesa, real, desse mesmo património, sem o tornar bandeira conjuntural ou capa de estratégias de afirmação pessoal.
Como se tem observado nalguns casos...
 

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publicado às 23:16


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