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Guarda: a memória

por Correio da Guarda, em 04.12.16

 

     A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço vai dedicar a sessão deste mês de “Guarda: a memória” às tradições de Natal do concelho.
    A conversa informal sobre tradições natalícias, a realizar no dia 13 de Dezembro, a partir das 18h00, conta com a presença de Maria José Trindade, do Jarmelo, Antónia Morgado, de Maçainhas e Helena e Natália Abrantes, de Aldeia do Bispo.
    O que se fazia para celebrar o nascimento do Menino Jesus, como era a ceia de Natal, que preparativos antecediam a Missa do Galo e muitas outras tradições serão recordadas nesta sessão, aberta a todos os que queiram partilhar as suas memórias de Natal.

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publicado às 21:28

Memória de sons

por Correio da Guarda, em 05.06.16

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publicado às 19:51

Toponímia em debate na Guarda

por Correio da Guarda, em 27.08.15

 

     Na Guarda vai realizar-se a 30 de outubro, do corrente ano, um novo Fórum sobre Toponímia, organizado pelo Instituto Politécnico.

    Com esta iniciativa o Instituto Politécnico da Guarda (IPG) pretende contribuir para um melhor conhecimento das localidades do distrito, dos valores históricos, culturais, sociais, religiosos e políticos a ela associados através da toponímia.

    As inscrições para comunicações devem ser feitas até segunda-feira, dia 31 de Agosto, (em http://www.ipg.pt/toponimia/ ; os interessados em participar devem efetuar a sua inscrição (gratuita mas obrigatória) até 16 de Outubro.

    Mais informações podem ser solicitadas para gic@ipg.pt

    Os trabalhos vão decorrer no auditório dos serviços centrais do Instituto Politécnico da Guarda.

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publicado às 16:05

Na Guarda das Memórias

por Correio da Guarda, em 26.06.13

 

     Na Guarda vão decorrer entre 2 de Julho e 31 de Agosto as visitas encenadas "Passos à Volta da Memória".

     Ao ritmo de uma sessão por dia, sempre às 17h30, as visitas vão ter como ponto de encontro a Praça Luís de Camões.

     Nesta edição será Augusto Gil – autor da conhecida Balada da Neve – o guia da iniciativa, ou melhor, um comediante que interpretará o escritor.

     Com o sub-título “Um poeta na cidade”, o percurso da visita terá início na casa onde viveu o poeta, localizada na rua com o seu nome por detrás dos balcões da Praça Velha. Uma viagem pela história da cidade mais alta.

     As visitas encenadas contam com a coordenação de Américo Rodrigues, com o texto e a encenação de Antónia Terrinha e com a interpretação do actor André Amálio.

     Trata-se de uma produção da Culturguarda para a Câmara Municipal da Guarda.

 

 

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publicado às 07:33

Guarda: memórias

por Correio da Guarda, em 09.08.12

 

 

 

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publicado às 08:26

Euforia Breve - memórias da República

por Correio da Guarda, em 19.11.11

 

     “Euforia Breve – Memórias da Primeira República na Guarda” é o título do livro que vai ser apresentado, nesta cidade, no próximo dia 24 de Novembro.

     A sessão terá lugar pelas 18 horas, na Sala António de Almeida Santos da Câmara Municipal da Guarda (CMG), e vai ter a presença de Eduardo Lourenço.

     Esta obra, editada pela CMG, coordenada por Antonieta Garcia.

 

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publicado às 23:37

Memórias do Tarrafal e da Guerra Civil de Espanha

por Correio da Guarda, em 05.10.09

 

 
No Paço da Cultura da Guarda está patente até ao próximo dia 7 de Novembro a exposição “Tarrafal e a Guerra Civil de Espanha – Memória e História”.
Esta mostra resulta de uma colaboração entre o Centro de Estudos Ibéricos (CEI), a Direcção Geral de Arquivos/Torre do Tombo e a Dirección General de Archivos Estatales (Espanha).
A exposição esteve já patente em Lisboa, em 2006, na Torre do Tombo, assinalando a passagem do 70º aniversário de dois importantes eventos na história contemporânea de Portugal e de Espanha, ou seja a criação da Colónia Penal do Tarrafal, em Cabo Verde, e o início da Guerra Civil Espanhola. O ponto comum prende-se com o ano em que ocorreram, ou seja em 1936.
Esta iniciativa tem por objectivo dar a conhecer relação entre Portugal e Espanha, nessa época, bem como sublinhar a importância do património documental inerente.
Em declarações ao Diário AS BEIRAS, o Director do Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo, Silvestre Lacerda, disse que esta “foi uma oportunidade de se poder mostrar, na Guarda, aquilo que foi apresentado na Torre do Tombo” e igualmente uma nova oportunidade para se relembrar como “era significativo” o contacto entre Portugal e Espanha.
Na sua opinião, “os factos desenrolados em Portugal e os acontecimentos ocorridos em Espanha tiveram repercussão em ambos os lados da fronteira”; daí “a oportunidade desta exposição na Guarda.”
 
·       Documentos inéditos
 
A relação entre a guerra civil de Espanha e a Colónia Penal do Tarrafal é mediada pelo ano em que foram despoletados os dois acontecimentos. “A nossa preocupação foi alertar para a necessidade de serem preservadas as memórias, dos dois lados da fronteira, provavelmente mais sangrenta do lado espanhol, que não deixou de ter importância em Portugal”, acrescentou-nos Silvestre Lacerda.
Com esta mostra, na Galeria do Paço da Cultura egitaniense, são revelados documentos “completamente inéditos do ponto de vista daquilo que não está estudado, nomeadamente ao nível daquilo que são as conexões locais, a vida comum, aquilo que afecta o quotidiano dos cidadãos”, esclarece o Director do Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo.
“Conhecemos algumas linhas gerais relativamente aos principais acontecimentos mas temos ainda muita falta de informação da história local e daquilo que as comunidades locais ainda têm para contar; em alguns sentidos essa informação tem sido menosprezada pelo facto de estar fora dos grandes centros, fora daquilo que é a história oficial, da história que também ela é construída a partir do centro”, declarou Silvestre Lacerda.
Organizada pelo Núcleo de Animação Cultural e Centro de Estudos Ibéricos, a presente exposição foi, assim, enriquecida com informação sobre a Guarda, divulgando documentos que ligam esta cidade e o distrito à Guerra Civil de Espanha.
 
·       Incremento das relações culturais luso-espanholas
 
“Esta exposição é muito interessante. É, aliás, sintomático que em 1936 começa uma autêntica tragédia para ambos os países”, comentou, ao Diário AS BEIRAS, Maria Jose Turrión, Directora do Centro da Memória Histórica de Espanha, com sede em Salamanca.
O incremento das relações culturais está nos planos do Ministério da Cultura espanhol e é igualmente defendido por esta responsável espanhola que adianta haver ideias concretas a partir de Salamanca.
“Concretamente no Centro da Memória Histórica é nossa intenção estabelecer redes e definir trabalhos entre centros documentais. Queremos, assim, aprofundar e estudar a cultura da memória de forma que todos os centros de documentação possam estabelecer linhas de investigação assim como inovar através do apoio dado pelas novas tecnologias”.
Maria Jose Turrión destacou o papel do Centro de Estudos Ibéricos como elo de ligação para o desenvolvimento de “uma série de trabalhos em que está já envolvida a Universidade de Salamanca”, instituição que integra o CEI, juntamente com a Universidade de Coimbra, Instituto Politécnico da Guarda e Câmara Municipal.
                                            (in diário AS BEIRAS, 3/10/2009, www.asbeiras.pt)
 

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publicado às 00:01

A propósito da toponímia guardense

por Correio da Guarda, em 16.10.08

 

A toponímia guardense tem merecido, ao longo dos anos, a nossa atenção. Se nalguns casos temos realçado a justiça da atribuição de alguns nomes, noutros assinalámos a ausência, prolongada e incompreensível em pleno século XXI, de qualquer designação ou a falta de um adequado complemento informativo, sobre a personalidade ou efeméride em causa.
Contudo, faz também sentido anotar o despropósito e os inconvenientes resultantes das alterações toponímicas operadas nas últimas décadas, em função de interesses conjunturais ou políticos, na maioria dos casos sem qualquer fundamento válido.
Pinharanda Gomes, num das suas obras alertava para o facto de que “a conservação dos toponímicos incólumes constitui um acto de prudência e de sapiência porque, ao mudar-se o nome de um lugar, atribuindo-lhe outro nome, porventura aleatório, é como se o nome antigo fosse arquivado e lançado ao esquecimento, pelo que a mudança de nomes censura a memória e perturba os roteiros orientativos”, considerando assim a “restituição da toponímia” um acto “de honestidade cultural, de devolução do património à comunidade”.
Se percorrermos o roteiro citadino guardense encontramos os mais variados exemplos de mudanças que romperam com a memória do passado, avolumando as dificuldades da investigação para quem, no presente, procure indagar a evolução urbana ou outros aspectos que se prendam com a identidade desta centenária urbe.
Várias obras que, e sobretudo pela autarquia, têm sido editadas nos últimos anos evidenciam muitas das mudanças toponímicas registadas na cidade; se em certos casos é aceitável a actual designação, seria importante a conveniente o registo da anterior designação, como aliás acontece noutras localidades (veja-se a foto).
Por vezes, são estes singelos pormenores que valorizam uma cidade e transmitem, ao visitante, um sinal da preocupação em se guardarem as memórias urbanas. Guardemos pois a memória da nossa cidade.
 

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publicado às 00:04


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