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Fórum sobre Toponímia

por Correio da Guarda, em 30.06.14

 

     O Instituto Politécnico da Guarda vai promover, a 30 de Outubro de 2014, o III Fórum sobre Toponímia.

    É objetivo do IPG incrementar o estudo/divulgação através de diversificadas e distintas perspetivas que propiciem a Guarda da memória e um melhor conhecimento da toponímia, no distrito.

    A submissão de comunicações deve ser feita (em http://www.ipg.pt/toponimia) até 12 de Setembro; os interessados em participar devem efetuar a sua inscrição até 10 de Outubro.

 

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publicado às 23:48

Fórum sobre Toponímia da Guarda

por Correio da Guarda, em 04.07.12

 

 

     Organizado pelo Instituto Politécnico vai decorrer nesta cidade, no dia 30 de Outubro de 2012, o Fórum sobre Toponímia da Guarda.

    Com esta iniciativa o Instituto Politécnico da Guarda pretende contribuir para um melhor conhecimento da cidade; dos valores históricos, culturais, sociais, religiosos e políticos a ela associados.

     É intenção do IPG incrementar um estudo/divulgação através de diversificadas e distintas perspetivas que, globalmente, propiciem uma Guarda da memória.

     A organização refere que “a toponímia assume-se como referência dos valores históricos, culturais de cada lugar e memória coletiva de factos, personalidades, tradições ou legados identitários”.

     Como é salientado, “se a toponímia tem uma importância inquestionável na delimitação de espaços, permite, por outro lado, apreender a matriz de um povo, a organização sócio geográfica, o desenho da malha urbana de épocas passadas, o conhecimento e investigação de sítios históricos ou arqueológicos, o papel do povo na salvaguarda da atribuição de nomes que a tradição consolidou.”

    As inscrições para comunicações devem ser feitas até 21 de Setembro; os interessados em participar devem efetuar a sua inscrição até 8 de Outubro.

    Mais informações aqui .

 

 

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publicado às 00:15

Toponímia guardense

por Correio da Guarda, em 18.05.12

 

     A toponímia guardense mereceu já referências nestas colunas quer realçando a justiça da atribuição de alguns nomes, quer pela alusão à despropositada e incompreensível designação – ou ausência dela – de várias artérias da Guarda.

     Pelo que se tem verificado, os responsáveis autárquicos pouco têm ligado a estas questões, de somenos importância face às preocupações e canseiras da governação... as folhas do calendário continuam a cair, bem como as intenções de esta realidade ser alterada.

     Contudo, hoje gostaríamos de anotar o despropósito e os inconvenientes resultantes das alterações toponímicas operadas nas últimas décadas, em função de interesses conjunturais ou políticos, na maioria dos casos sem qualquer fundamente válido.

     Pinharanda Gomes, numa das suas obras, alertava já para o facto de que “a conservação dos toponímicos incólumes constitui um ato de prudência e de sapiência porque, ao mudar-se o nome de um lugar, atribuindo-lhe outro nome, porventura aleatório, é como se o nome antigo fosse arquivado e lançado ao esquecimento, pelo que a mudança de nomes censura a memória e perturba os roteiros orientativos”, considerando assim a “restituição da toponímia” um ato “de honestidade cultural, de devolução do património à comunidade”.

     Na passada quinta-feira, na Guarda, este ensaísta e filósofo aludiu, de novo, a esta temática a propósito da evocação de Virgílio Afonso, curiosamente o autor da “Toponímia Guardense”, o único livro até agora publicado sobre esta matéria.

     Se percorrermos o roteiro citadino encontramos os mais variados exemplos de mudanças que romperam com a memória do passado, avolumando as dificuldades da investigação para quem, no presente, procure indagar a evolução urbana ou outros aspetos que se prendam com a identidade desta centenária urbe.

    Estas alterações levantam outros problemas, normalmente desapercebidos ao cidadão comum, que passam, por exemplo, pelo confronto exigido na confrontação do registo de propriedades urbanas.

    Várias obras que têm sido editadas nos últimos anos, e sobretudo pela autarquia, evidenciam muitas das mudanças toponímicas registas na cidade; se nalguns casos seja aceitável a atual designação, será sempre importante o conveniente registo do anterior toponímico, num quadro de uniformidade dos suportes físicos.

     Estes pormenores contribuem para a valorização de uma cidade e transmitem, ao visitante, um sinal da preocupação em se guardarem as memórias urbanas.

     Guardemos, pois, a memória da nossa cidade...

 

     in "O Interior", 17|5|2012

 

 

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publicado às 18:55

Património comercializado...

por Correio da Guarda, em 21.09.08

 

           A comercialização – ao longo dos últimos anos – nalguns concelhos do distrito da Guarda, de pedra aparelhada, pertencente quer a antigas e características habitações, quer a muros ou entradas de prédios agrícolas, tem feito levantar várias vozes, denunciando esta actividade como lesiva do património rural.
A troco de alguns escassos euros, esses materiais são adquiridos para posterior venda no estrangeiro e sobretudo em Espanha, sendo utilizados no embelezamento de espaços verdes, jardins, ou mesmo nalgumas construções. A lacuna legislativa, nesta matéria, não impede a saída de muitas toneladas de pedra dos mais variados tamanhos, e interesse patrimonial ou mesmo afectivo para algumas populações.
Ainda que se possa argumentar com o facto de essa comercialização contribuir para alguns rendimentos dos proprietários das terras onde são recolhidos esses materiais, também é certo de que não resultam grandes receitas, a não ser para os intermediários.
As “atenções” chegam a virar-se para cruzeiros em granito, nichos, as conhecidas “alminhas” (erguidas em tantos locais da região, e objecto de veneração popular), imagens em azulejos e tantas outras referências religiosas e culturais que bordejam muitos dos caminhos da região. O destino destas peças será, igualmente, a ornamentação de zonas exteriores a moradias ou complexos habitacionais.
A falta de uma inventariação desses elementos, por mais singelos que sejam, do nosso património não facilita a intervenção das autoridades.
Contudo, dado que fazem parte da nossa memória colectiva não nos podemos alhear deste atentados, antes actuar em prol da defesa e salvaguarda de traços intimamente ligados à identidade e cultura das nossas terras e gentes.
            O que não exclui, como é óbvio, a necessidade de uma nova postura, mais vigilante e actuante, por parte das entidades oficiais.
 

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publicado às 00:41


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