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BMEL lembra Raul Brandão

por Correio da Guarda, em 02.12.17

 

     Raul Brandão (1867-1930), considerado um "rasto visível" na literatura portuguesa do século XX, será lembrado durante o mês de dezembro na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda.

    Militar, jornalista e escritor, Raul Brandão criou em 1889, com António Nobre e Justino de Montalvão, o grupo iconoclasta "Os insubmissos" que coordenou a publicação de uma revista com o mesmo título. Nos finais do século XIX dirigiu com Júlio Brandão e D. João de Castro a Revista de Hoje (1895) e colaborou no jornal "Correio da Manhã".

    Raul Brandão deixou uma extensa obra literária e jornalística, ficando conhecido por obras como "Húmus", "Os pobres", "A farça", "A morte do palhaço", entre outras.

   As iniciativas dedicadas à evocação a Raul Brandão terão início dia 7 às 18h, com a conferência "Raul Brandão entre o grotesco e a ternura – uma poética do espanto e do tremor", pelo professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e da Universidade Católica Portuguesa, José Carlos Seabra Pereira.

   O ciclo prossegue no dia 19 de dezembro com a peça de teatro "O Rei imaginário", de Raul Brandão, pela Companhia Cepa Torta, sob a direção de Leonor Buescu e interpretação de Miguel Maia.

   As sessões, às 15h00 (para Utentes de Lares e Centros de Dia do Concelho da Guarda) e às 21h30 (destinada à comunidade em geral) incluem a leitura de excertos da obra "Húmus" de Raul Brandão. Trata-se de uma iniciativa gratuita, através do levantamento prévio do bilhete na receção da BMEL. 

   Tal como toda a obra literária de Raul Brandão, o texto "O Rei Imaginário" está carregado de um sentimento decadentista-simbolista expressivo, em particular no desencanto com a realidade, pela rotina dos dias, que instava a criação de uma nova ordem moderna.

   Por último, o filme "O gebo e a sombra" de Manoel de Oliveira encerra no dia 27 às 18h00, o ciclo dedicado a Raul Brandão. Baseado na peça homónima, escrita em 1923, esta obra do mestre Manoel de Oliveira é um retrato da pobreza, da honestidade e do sacrifício.

   Quanto à restante programação, a apresentação de livros, teatro, uma tertúlia e algumas iniciativas dedicadas aos mais novos, completam a programação de 2017 da BMEL.

    Assim, no dia 4 (10h00 e 14h30) será apresentado o livro "Eram sete os medos do Pedro" de Odete Ferreira. Segundo a autora, "Eram sete os medos do Pedro" é uma conversa pegada entre ela e o seu neto Pedro.

    "No caminho da mudança- intervenções em contexto prisional" é o nome da tertúlia a realizar dia 5 às 18h00, com Luís Couto, Isabel Carvalho, Américo Rodrigues, Judite Pereira e Luísa Fernandes, e moderação de Hélder Sequeira. Uma iniciativa que tem por finalidade refletir sobre as estratégias de intervenção (culturais, educacionais, etc.), em contexto prisional, que têm em vista a reinserção social.

    Já no dia 9 às 16h00 é apresentada por Rita Alçada Castelo Branco a obra "No trilho dos seis zimbros" de António José Alçada. Constituem o livro "Seis histórias que atravessam diferentes tempos e vivências.

   Uma amizade que sucumbe à sedução, mas que resiste à vertigem da relação amorosa. Laços familiares que perduram e que sinalizam caminhos de inocência e lealdade."(...).

    Destacamos ainda a peça "Sancho Pança" de António José da Silva, pela Oficina de Teatro do Estabelecimento Prisional da Guarda, a ter lugar dia 11 às 15h30 (Alunos do Secundário) e 18h00 (público em geral).

    Ao longo de vários meses os participantes da Oficina de Teatro do Estabelecimento Prisional da Guarda, sob orientação de Américo Rodrigues, prepararam o entremez de António José da Silva, agora apresentado por um novo elenco. A iniciativa insere-se no âmbito de um protocolo de colaboração entre a Câmara da Guarda, através da BMEL, e o Estabelecimento Prisional da Guarda.

    Ainda no que toca à apresentação de livros, no dia 16 às 16h00 será apresentado por Luísa Fernandes, "O menino que tinha um buraco no coração" de Susana Campos. "Este livro é um facilitador de gestão emocional infantil que, com o seu texto e ferramentas pedagógicas, pretende sensibilizar e valorizar a expressão e aceitação dos sentimentos, para o desenvolvimento harmonioso da personalidade da criança."

    Por fim, "O fim do mundo: das profecias de desgraça ao júbilo da parusia", de Manuel A. Pereira de Matos, é o último livro a ser apresentado neste ano na biblioteca, dia 21 às 18h00. "Contra o medo do "fim do mundo" e as repetidas profecias a tal respeito a mensagem cristã anuncia o júbilo da Parusia, isto é, da manifestação gloriosa de Cristo, no fim dos tempos. Quando será isso? Que diz a Bíblia e que diz a Ciência? Como será o Juízo final?"

    No que toca a exposições, a BMEL tem patente ao público durante este mês "O imaginário de Camilo Pessanha: foto ficções" de Victor Belém.

 

 

 

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publicado às 09:21

Programação da BMEL dedicada a Eduardo Lourenço

por Correio da Guarda, em 05.05.17

Eduardo Lourenço - Foto Helder Sequeira.JPG

    A Biblioteca Municipal da Guarda dedica a programação do corrente mês de Maio a Eduardo Lourenço, seu patrono, a propósito da celebração do seu 94º aniversário.

    Eduardo Lourenço nasceu em São Pedro de Rio Seco (Almeida) a 23 de Maio de 1923. Frequentou o Liceu da Guarda e cursou Ciências Histórico-Filosóficas na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Após o curso, lecionou nessa faculdade como professor assistente, até 1953, iniciando a sua colaboração em revistas como a Vértice, onde se estreou com um poema e onde foi publicando ensaios.

    A partir de 1953 exilou-se voluntariamente, por estar desapontado com a vida académica portuguesa, não chegando a apresentar a tese de doutoramento, então em projeto, sobre o tema “Tempo e Verdade”. Lecionou, então, em universidades estrangeiras nas cidades de Hamburgo, Heidelberg, Montpellier, São Salvador da Baía, Grenoble e Nice.
    A abordagem crítica da realidade, inicialmente inspirada pelo neorrealismo, aproximou-se depois do existencialismo e tornou a sua produção ensaística num fenómeno singular na cultura portuguesa.
   A sua obra tem sido também permeada pela literatura, levando-o a escrever sobre escritores portugueses, como Miguel Torga, Vergílio Ferreira, Agustina Bessa-Luís, Jorge de Sena e José Saramago, entre outros, voltando a temas políticos quando a realidade o motiva a tal.
    Eduardo Lourenço é tido como um dos mais prestigiados intelectuais europeus.

 

    Fonte: BMEL

 

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publicado às 21:50

Novo livro de Américo Rodrigues

por Correio da Guarda, em 27.04.17

 

     "Arquivo Morto" é o novo livro de poesia de Américo Rodrigues, obra que será apresentada amanhã, 28 de Abril, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda.

   "Arquivo Morto" é uma designação inapropriada, quase absurda, para o espaço onde se guardam os documentos fora de uso, a papelada a que julgamos não regressar por aparentemente não necessitarmos dela. Uma obra sobre a perda da memória.

   O autor nasceu na Guarda e escreveu já vários livros de poesia, nomeadamente  "A estreia de outro gesto", "Instante exacto", "Acidente poético fatal", "A casa incendiada" e "Ponto cego". É também autor de obras de teatro, crónicas e poesia sonora.

   A obra, edição da Bosq-íman:os,  será apresentada por Norberto Rodrigues. O livro segue um projecto gráfico de Jorge dos Reis, professor e designer.

capa arquivo morto 3.jpg

 

 

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publicado às 21:46

Gil Vicente na BMEL

por Correio da Guarda, em 03.03.17

 

     A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (BMEL), Guarda, vai ter patente, a partir de hoje, a mostra bibliográfica "Obras de Gil Vicente".
Gil Vicente é considerado o pai do teatro português, ou mesmo do teatro ibérico, já que também escreveu em castelhano, partilhando a paternidade da dramaturgia espanhola com Juan del Encina.

    A obra vicentina é tida como reflexo de mudança dos tempos e da passagem da Idade Média para o Renascimento. Nela incluímos o Auto da Barca do Inferno, o Auto da Barca do Purgatório, Auto da Barca da Glória, A Farsa de Inês Pereira, entre outras.

    A sua forma de exprimir é simples e direta, sem grandes floreados poéticos. Além de dramaturgo foi um poeta de renome e a sua poesia inclui vilancetes e cantigas influenciada pelo estilo palaciano e pelos trovadores.
    Esta mostra tem por objetivo divulgar junto da comunidade o conjunto de obras que a BMEL possui no seu fundo bibliográfico de e sobre o autor.

Livos de Gil Vicente.jpg

     Fonte e Foto: BMEL 

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publicado às 13:05

Eugénio de Andrade evocado na BMEL

por Correio da Guarda, em 29.12.16

 

    A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (BMEL), na Guarda, vai iniciar 2017 dedicando o destaque do mês ao poeta Eugénio de Andrade.

    Nesse âmbito, a BMEL programou duas exposições, uma conferência, uma oficina de expressividade discursiva, uma conversa com Arnaldo Saraiva sobre o documentário "Coração habitado", a exibir na altura, e sessões de contos para os mais novos a partir da obra Aquela nuvem e outras.

Eugénio de Andrade.jpg

     Eugénio de Andrade, natural da Póvoa da Atalaia, Fundão, foi um dos maiores poetas portugueses contemporâneos, tendo obras publicadas em várias línguas.
    A sua vida literária teve inicio em 1939, ao publicar Narciso, o seu primeiro poema. Em 1942 lança o primeiro de muitos dos seus livros, que valeram ao poeta diversas distinções entre as quais o Grau de Grande-Oficial da Ordem Militar de Santiago da Espada e a Grã-Cruz da Ordem do Mérito), bem como o Grande Prémio da Poesia da Associação Portuguesa de Escritores e o Prémio Camões.

    As iniciativas iniciam-se a 5 de janeiro com a abertura ao público das exposições Eugénio de Andrade: a raiz das palavras (mostra bibliográfica composta por algumas das obras mais marcantes do autor, por referências na imprensa, em enciclopédias e noutras publicações) e Variações sobre o corpo: homenagem de José Rodrigues a Eugénio de Andrade (composta por 26 desenhos do artista plástico José Rodrigues).
Coração habitado é o nome do documentário sobre Eugénio de Andrade, a exibir no dia 6, às 18h00, após uma introdução ao mesmo por Arnaldo Saraiva.
    Neste documentário, feito por Arnaldo Saraiva e pela Fábrica das Imagens para o Instituto Português do Livro e da Leitura, são exibidos depoimentos e contributos de poetas e ensaístas, acompanhando ainda o poeta num roteiro de memórias e locais marcantes na sua vida.
    Já no dia 19, pelas 18h00, o professor da Universidade do Minho e autor da obra A metáfora em Eugénio de Andrade, Carlos Mendes de Sousa, estará na BMEL para proferir a conferência Eugénio de Andrade: no prato da balança um verso basta, tema inspirado, segundo o conferencista, nos dois versos que abrem o livro com o título Ofício de Paciência: No prato da balança um verso basta / para pesar no outro a minha vida.
    Ainda no âmbito do ciclo dedicado a Eugénio de Andrade, realiza-se no dia 21 de janeiro, das 9h00 às 17h00, uma oficina sobre expressividade discursiva, destinada a atores, declamadores, professores e locutores. 
     A oficina será orientada pelo ator residente do Teatro Nacional D. Maria II, encenador e professor de voz e dicção João Grosso, que fará, às 18h00, uma apresentação pública do trabalho desenvolvido, à volta de poemas de Eugénio de Andrade. Mas os mais novos também terão a oportunidade de contactar com a obra do poeta. Aquela nuvem e outras de Eugénio de Andrade é o livro escolhido para dar a conhecer às crianças dos Jardins de Infância, das escolas do 1º CEB e das ATL’s, nas sessões da Quinta dos Contos de janeiro, nos dias 12 e 26.

 

    Fonte: BMEL

 

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publicado às 22:03

Livros Raros na Guarda

por Correio da Guarda, em 22.11.16

 

    No âmbito das Comemorações do 817º Aniversário da Guarda, a Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço promove na próxima quinta-feira, 24 de novembro, às 11h30, uma visita guiada à exposição de "Livros raros" que fazem parte do seu fundo documental.

Livro Raro.jpg

     Foto: CMG 

     A biblioteca possui volumes, raros, que nunca foram expostos ou mostrados ao grande público. Atendendo ao seu  valor poderão ser agora vistos, até ao dia 29 de novembro.

    Ainda a propósito da celebração do Dia da Cidade, nos dias 24 e 25, o grupo VicenTeatro estará na biblioteca para representar a peça "O Guarda da Guarda que Guarda a Guarda", destinada a alunos do 1º e 2º CEB das escolas do concelho. Trata-se de uma peça sobre a lenda da fundação da cidade da Guarda, fruto de uma batalha entre o Rei das Astúrias D. Afonso III e os Sarracenos, no final da qual, o rei de Portugal descobre que o guerreiro que destroçou as tropas inimigas não é um homem e sim uma bela e esbelta donzela, de sua graça Ana. D. Afonso III ordenou a D. Menendo Peres, pai de Ana, que construísse um castelo e que se tornasse o guarda da cidade da Guarda.

 

     Fonte: BMEL

 

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publicado às 23:14

Apresentação de livro na BMEL

por Correio da Guarda, em 09.11.16

Poemas Escolhidos.jpg

     "Poemas escolhidos" é o título do livro de António Salvado que será apresentado, no próximo dia 17 de Novembro, pelas 18 horas, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda.
     Trata-se de uma antologia que reúne mais de 100 poemas de António Salvado, a qual " deixa presente a riqueza da obra do autor e a constelação de temas e imagens que, com o passar dos anos, se foram multiplicando e cruzando, com um efeito quase caleidoscópico".

    A apresentação desta mais recente obra de António Salvado vai ser feita por Ricardo Paulouro.

 

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publicado às 20:18

A mais incerta das certezas

por Correio da Guarda, em 07.05.16

 

     “A Mais incerta das certezas” é o título do Livro que vai ser apresentado na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (Guarda), no próximo dia 18 de Maio, pelas 18 horas.

    Trata-se de uma obra que Fernando Carmino Marques, docente do Instituto Politécnico da Guarda (IPG), elaborou a partir de inéditos de Pierre Hourcade.

    O livro, que contou com os patrocínios da Fundação Calouste Gulbenkian e do IPG, é um “contributo imprescindível para o conhecimento da poesia de Fernando Pessoa e dos seus heterónimos”.

Capa LIVRO.jpg

 

 

 

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publicado às 12:15

Biblioteca Eduardo Lourenço comemora Abril

por Correio da Guarda, em 01.04.16

 

     A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (Guarda) vai assinalar a passagem de mais um aniversário do 25 de Abril de 1974, através de um conjunto de iniciativas que relembram o antes e o depois da revolução, na literatura, no cinema, na arte e na memória.

    O programa comemorativo de Abril começa dia 4, com uma mostra de trinta e cinco livros de edição portuguesa, existentes na BMEL, cuja circulação esteve proibida durante o Estado Novo (1926-1974). De salientar que cinco dos títulos apresentados são edições originais proibidas.

    Dia 13, às 18h00, realiza-se mais uma sessão de Guarda: a memória, este mês, dedicada ao 25 de Abril na Guarda.
José Pires Veiga, um dos participantes no 25 de Abril na Guarda, vem à biblioteca relembrar esse dia. Será uma conversa informal sobre como é que a Guarda recebeu a notícia da revolução e que histórias e episódios persistem na memória dos guardenses sobre esse período.

   Abril no traço de João Abel Manta é o nome da exposição que começa no dia 22. Trata-se de uma exposição onde se podem ver históricos cartoons que João Abel Manta fez a seguir ao 25 de abril de 74.
    Formado em Arquitetura, João Abel Manta dedicou grande parte da sua carreira à vertente de artista plástico, ao elaborar vários trabalhos nas áreas de pintura, cerâmica, tapeçaria, mosaico, ilustração, artes gráficas e cartoon.

BMEL.jpg

   Ainda no dia 22, às 18h00, realiza-se a conferência A censura na roda do medo, por Fernando Paulouro Neves.
    Para além de ter sido chefe de redação e diretor do Jornal do Fundão, Fernando Paulouro tem colaboração diversa em jornais e revistas, prefaciou livros de ensaio, poesia e de ficção e participou em obras coletivas sobre questões da realidade transfronteiriça.

   Já no dia 26, às 14h30, a biblioteca promove uma conferência seguida de uma oficina sob o tema Ditadura e Revolução contadas aos mais novos: o 25 de Abril na literature para a infância e a juventude, por Ana Margarida Ramos.
    Esta iniciativa, pretende identificar o corpus literário infanto-juvenil que recria, sob diversas perspetivas, o 25 de Abril de 74, com vista a promover a sua divulgação junto de todos.
    Ana Margarida Ramos leciona disciplinas da área da Literatura Portuguesa e da Literatura para a Infância, na Universidade de Aveiro. É ainda autora de várias obras de literatura para a infância.

    A conferência Azuis ultramarinos - Propaganda e censura no cinema do Estado Novo, por Maria do Carmo Piçarra, encerra o ciclo dedicado ao 25 de Abril de 1974, no dia 28, às 18h00.
   Maria do Carmo Piçarra, autora de Salazar vai ao cinema e de O cinema Ideal e a Casa da Imprensa: 110 anos de filmes, vai expor como, durante a ditadura, Portugal “imaginou” o seu colonialismo através da Sétima Arte.
   Maria do Carmo Piçarra é doutorada em Ciências da Comunicação e está a desenvolver uma investigação de pós-doutoramento intitulada Cinema Império. Portugal, França e Inglaterra, representações do império no cinema.

 

    Fonte: BMEL

 

 

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publicado às 00:06

A Terra da Escrita

por Correio da Guarda, em 19.10.15

 

     A Câmara Municipal da Guarda promove, em conjunto com o Agrupamento de Escolas Afonso de Albuquerque e o Agrupamento de Escolas da Sé, entre Outubro de 2015 e Junho de 2016, a segunda edição do Projeto “A Terra da Escrita”, que visa a promoção do livro e da leitura na Guarda.

    Trata-se de uma iniciativa de divulgação e promoção de escritores locais (concelho e distrito da Guarda) e das suas obras, a desenvolver nas escolas do Concelho da Guarda. Adriano Vasco Rodrigues (autor de importantes obras nas áreas da Arqueologia e da História), José Augusto de Castro (Fundador do jornal “O Combate” e acérrimo defensor dos ideais republicanos) e Jorge Carvalheira (autor contemporâneo nascido no distrito) são os autores em destaque no presente ano letivo.

    A edição deste ano de “A Terra da Escrita” comportará um variado número de iniciativas, nomeadamente conferências, tertúlias, encontros com o autor, exposições, visitas, um percurso fotográfico literário, criação de trabalhos artísticos com base nas obras dos autores, edição de um livro, oficinas de papel, de encadernação, de animação tipográfica, de ilustração e de escrita. As ações destinam-se a alunos do pré-escolar ao secundário, professores, público em geral e utilizadores da BMEL e estima-se que envolvam cerca de 4 000 participantes.

    O projeto “A Terra da Escrita”, liderado pela Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, tem como principais objetivos: tornar conhecida da comunidade escolar do nosso concelho a obra de autores ligados à Guarda por nascimento ou pelos afetos; sensibilizar alunos e professores para a importância do trabalho literário dos autores locais; desenvolver, junto dos alunos, laços de identificação com a vida e obra de autores da Guarda ou que escreveram sobre a nossa terra; fomentar o sentido de pertença à comunidade da Guarda, através da língua e da literatura; estimular o espírito crítico em relação ao trabalho criativo de autores conterrâneos; dar oportunidade aos alunos de participarem em várias iniciativas que apelam à criatividade, a partir da obra de autores do distrito. Esta iniciativa faz parte do “Plano Municipal de Educação” da Câmara Municipal da Guarda. (fonte: BMEL)

Terra da Escrita.jpg

 

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publicado às 22:02


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