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Abril na Imprensa da Guarda

por Correio da Guarda, em 08.05.18

Exposição sobre Imprensa.jpg

 

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publicado às 08:30

Parcelas do nosso património cultural e regional

por Correio da Guarda, em 10.12.16

 

     O distrito da Guarda foi pioneiro na imprensa, tendo aqui surgido também alguns dos mais expressivos jornais religiosos e políticos. Com postura diferenciada, os jornais desta região tiveram um importante papel na promoção das ideias políticas, mormente do ideário republicano, constituindo a sua leitura um (re)encontro com a realidade de tempos e lugares.

    Como escreveu J. Pinharanda Gomes, o mundo da imprensa regional é “feito de insólitos achados, de experiências para nós, hoje, inimagináveis. Reflete ele o estado social e cultural de uma região num dado tempo. A progressão cronológica do aparecimento dos jornais, a tipologia diferenciada, as alternâncias ideológicas, são quadros vivos mesmo agora que, de muitos deles não temos senão raros exemplares (…)”. De facto, houve períodos em que não foi acautelada a preservação dos mais significativos títulos da imprensa regional e concelhia, resultando daí um hiato intransponível no acesso ao seu completo conhecimento.

    A história da imprensa distrital merece um aprofundado estudo, que dê sequência a alguns valiosos e meritórios trabalhos já existentes. Estaremos, com essa atitude, a honrar os esforços, o entusiasmo, o saber e o contributo de quantos editaram e mantiveram jornais locais e regionais, colocando-os ao serviço da democracia e da liberdade.

    Tendo ocorrido, recentemente, a passagem de mais um aniversário da implantação da República em Portugal, justifica-se e é enriquecedor, um olhar sobre a imprensa que serviu de meio de divulgação dos princípios republicanos, de forma a ficarmos elucidados sobre as conceções políticas defendidas, realidades sociais e económicas, o modo como foi recebido o novo regime, após o derrube da Monarquia; importa trazer ao conhecimento das gerações atuais os nomes de personalidades (esquecidas ou ignoradas, em tantos casos) que lutaram fervorosa e apaixonadamente pelos seus ideais políticos.

    Servir “dedicadamente a causa pública” era um propósito comum manifestado pelos redatores da imprensa republicana, e reafirmado, tantas vezes, após o 5 de Outubro de 1910. “Não temos hoje após a vitória (…) ambições que excedam as craveiras dos nossos apoucados méritos”, lia-se no jornal “A Fraternidade”, para cujo corpo diretivo e redatorial “a mais ardente aspiração” estava “satisfeita com a proclamação” da República”.

    “A imprensa ruge e canta”, escrevia José Augusto de Castro em “O Combate”, um dos mais expressivos títulos republicanos da Guarda, jornal que se batia “Pela Justiça. Pela Verdade. Pela Equidade”, sem baixar as armas, para não haver surpresas. “Conheço os homens, sei o que eles têm sido e são. Não me iludem atitudes. As adesões que para aí são feitas revelam ainda maior falta de carácter, de sentimento moral. As adesões representam baixeza e da baixeza há-de irromper o ódio não extinto mas apenas dominado, reprimido, por impotente”, alertava o jornalista e republicano guardense. Contudo, os avisos feitos a partir desta tribuna, como de outras, eram dirigidos igualmente para o interior das estruturas políticas. “Passada a hora da primeira vitória, entoado o primeiro cântico de triunfo, impõe-se-nos recomeçar a nossa acção em combate ao mal, à dor, à iniquidade. Proclamar a República não quer dizer extinguir a iniquidade, mas apenas avançar um passo no caminho que conduz à sua extinção. O mal existe em todas as formas de governo conhecidas, de modo que só depois de todas as formas de governo extintas se extinguirá o mal. O alto dever cívico, intelectual e moral do homem, o mais alto, consiste em trabalhar para que as formas de governo se vão aperfeiçoando, simplificando, resumindo, extinguindo”, sustentava “O Combate”.

    Nos jornais de matriz republicana, publicados antes e depois da data que marcou um novo ciclo na história política portuguesa, encontramos textos de grande lucidez e reflexões apaixonadas, a par de uma preciosa informação sobre o pulsar da vida local, sobre o papel interventivo de muitas personalidades, sobre as estratégias dos grupos que detinham ou pretendiam o poder, sobre as divergências pessoais ou de grupos.

    Da leitura e do estudo, crítico, destes jornais poderemos evoluir para um conhecimento mais completo de um período em que o mapa político e institucional do distrito da Guarda era palco de grande efervescência e outrossim de mudanças. Protagonizaram a intervenção republicana, cruzando argumentos e palavras na imprensa regional, as mais diversificadas figuras, oriundas de distintos meios sociais, culturais ou profissionais. Eram atores de uma interessante polivalência, como se pode deduzir através destes jornais.

    Até nomes tradicionalmente associados a áreas muito específicas foram agentes ativos na defesa da República; veja-se, a título de exemplo, Augusto Gil (que dirigiu A Actualidade), nome respeitado como poeta mas também como republicano.

    Os aguerridos e frontais “diálogos” entre títulos da imprensa regional, a criação e desaparecimento de outros, a linguagem e o desassombro de muitos dos textos publicados ou imaginação colocada para suprir lacunas editoriais ou vicissitudes relacionadas com a impressão constituem suficientes motivos para (re)lermos estes jornais, parcela ímpar do nosso património cultural e regional. (Helder Sequeira)

 

 

 

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publicado às 23:00

"O Combate" de José Augusto de Castro

por Correio da Guarda, em 18.02.16

 

      "O periodismo no tempo de José Augusto de Castro" é o tema da conferência que Regina Gouveia (docente do Politécnico da Guarda) vai proferir no próximo dia 24 de Janeiro, pelas 18 horas, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço.

     Esta conferência ocorre no âmbito do destaque que a BMEL está a dar ao republicano José Augusto de Castro, diretor do jornal “O Combate”.

     A propósito do aparecimento de O Combate, França Borges (defensor dos ideais republicanos que colaborou e dirigiu jornais como Vanguarda, País, A Lanterna, A Pátria e O Mundo) afirmava que “de todos os meios de ação e propaganda que têm servido a democracia em Portugal, o mais importante tem sido evidentemente o da imprensa…” e saudava “com entusiasmo este novo defensor dos princípios democráticos [O Combate], que para mais conta com a colaboração de uma bela alma cheia de sentimento [José Augusto de Castro], e a democracia a estabelecer... em Portugal deve, acima de tudo, ser feita por almas”.

 

 

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publicado às 08:22

Jornais da República

por Correio da Guarda, em 23.11.15

     

      No Centro Cultural de Celorico da Beira continua patente, até 8 de Dezembro, a exposição "Viva a República Portugueza -  Primeiras páginas dos jornais da Guarda"

     A exposição é composta por 26 painéis, contendo reproduções das primeiras páginas dos jornais do distrito da Guarda noticiando a queda da monarquia e a implantação do regime republicano.

     Trata-se de um olhar sobre a imprensa que serviu de divulgação dos princípios republicanos, que nos elucida acerca das conceções políticas defendidas, das realidades económicas e socias da época e do modo como foi recebido, neste distrito, o novo regime após o derrube da monarquia.

IMG_2313.JPG

 



 

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publicado às 22:52

Faleceu director do Pinhel Falcão

por Correio da Guarda, em 28.01.15

 

     Manuel Maia Caetano, director do jornal Pinhel Falcão, faleceu esta madrugada em Pinhel, cidade onde residia e era editado aquele periódico.

     Fundador da Rádio Elmo (Pinhel), Maia Caetano presidiu a várias colectividades do concelho, nomeadamente à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Pinhelenses.

    Em 2007 editou um livro de crónicas, intitulado "Farpas e Ferrões", onde reuniu mais de uma centena de crónicas escritas que escreveu entre Agosto de 1996 e Dezembro de 2000, textos que, na maioria, tinha publicado no "Pinhel Falcão”.

Maia Caetano.jpg

 

 

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publicado às 10:13

José Augusto de Castro

por Correio da Guarda, em 08.11.14

José Augusto de CASTRO - placa.jpg

      Rua da Torre, Guarda

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publicado às 22:32

Um jornal da República...

por Correio da Guarda, em 21.10.14

 

     O distrito da Guarda foi pioneiro da imprensa, aqui tendo surgido, também, alguns dos mais expressivos jornais de cariz religioso e político. Com postura diferenciada, os periódicos desta região tiveram um importante papel na promoção das ideias políticas – mormente do ideário republicano – constituindo a sua leitura um (re)encontro com a realidade de tempos e lugares.

     A história da imprensa distrital merece um aprofundado estudo, que dê sequência a alguns valiosos e meritórios trabalhos já existentes. Estaremos, com essa atitude, a honrar os esforços, o entusiasmo, o saber e o contributo de quantos editaram e mantiveram jornais locais e regionais, colocando-os ao serviço da democracia e da liberdade.

     Nos jornais de matriz republicana, publicados antes e depois da data que marcou um novo ciclo na história política portuguesa, encontramos textos de grande lucidez e reflexões apaixonadas, a par de uma preciosa informação sobre o pulsar da vida local, sobre o papel interventivo de muitas personalidades, sobre as estratégias dos grupos que detinham ou pretendiam o poder, sobre as divergências pessoais ou de grupos.

    Da leitura e do estudo, crítico, destes jornais poderemos evoluir para um conhecimento mais completo de um período em que o mapa político e institucional do distrito da Guarda era palco de grande agitação e outrossim de mudanças. “Uma grande responsabilidade pesa sobre os homens do governo de hoje. O país inteiro tem neles os olhos fitos. Se corresponderem a essa esperança fascinante de felicidade para Portugal, o regime realizar-se-á. Fomos condicionais monárquicos, isto é, colaborámos no velho regímen olhando sobre tudo para as venturas da Pátria. Hoje podemos ser republicanos, esperançados em que a República levante o país do estado a que o levaram os homens públicos do velho regime”. Assim se posicionava o “Districto da Guarda”, órgão do Centro Progressista.

     Protagonizaram a intervenção republicana, cruzando argumentos e palavras na imprensa regional, as mais diversificadas figuras, oriundas de distintos meios sociais, culturais ou profissionais. Eram atores de uma interessante polivalência, como se pode deduzir através destes jornais.

     Até nomes tradicionalmente associados a áreas muito específicas foram agentes ativos na defesa da República. É o caso de Augusto Gil – conhecido pela maioria dos nossos leitores como poeta – que fundou e dirigiu o jornal A Actualidade, entre 1910 e 1912.

     Embora este periódico tenha surgido com meio de promoção do ideário republicano, assumiu um pendor acentuadamente literário. Augusto Gil escreveu, nesse semanário, textos de inegável qualidade e reveladores da sua posição política, a par da manifestação das divergências frontalmente assumidas, relativamente aos comportamentos e desvios de personalidades de relevo local e nacional; uma das suas lutas foi dirigida contra o caciquismo, objeto de vários e longos artigos.

     “Além de um malefício nacional, o caciquismo é também uma feiíssima palavra. Se como democrata me provoca antipatia, como esteta tenho-lhe ódio. Não é pois para admirar que eu oiça de alegre aspecto o cerrado tiroteio que o alveja de toda a imprensa republicana e o clamor de vozearia que de jornal em jornal se vai repercutindo, como de monte em monte se reflecte, por estes ásperos contrafortes da Estrela, a berráta dos campónios no cerco ao lobo daninho. O pior é que a estrondeante assuada apenas conseguirá espavorir um pouco a fera e que as balas de papel mal hão-de chamuscar-lhe a pelagem…Se o caciquismo, pela devoradora gana, é comparável ao lobo, certo é também que pela rijeza do coiro é tal qual um hipopótamo. Os projécteis da República não têm, infelizmente, nem a penetração, nem a força dilaceradora suficiente para lhe darem a morte”.

     Atento aos rumos que a política portuguesa estava a seguir, Augusto Gil teceu frequentes críticas aos seus correligionários, expressando o sentimento que as populações iam ampliando cada vez mais; outro dos atrativos de A Actualidade era uma secção denominada a “Lanterna Mágica”, onde foram inseridas caricaturas de algumas conhecidas personalidades da Guarda.

    Decorrido 104 anos após a implantação da República, reencontrar Augusto Gil nas lides jornalísticas e políticas não deixa de ser uma agradável surpresa, em especial pela atualidade de muitos dos seus escritos...

     HS

     In  "O Interior", 16out2014

 

 

 

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publicado às 22:53

Bola de Neve

por Correio da Guarda, em 21.12.13

 

     O Sanatório Sousa Martins marcou a Guarda, indelevelmente, na primeira metade do século XX, cidade a que deu uma indiscutível projeção nacional e internacional.

     Nesta instituição, inaugurada a 18 de Maio de 1907, confluíram doentes portadores das mais diversas habilitações literárias; assim, não é de estranhar que surgissem vários projetos, de índole cultural e recreativa, orientados para o preenchimento do tempo livre entre os tratamentos.

     De entre as diversas iniciativas merece particular destaque o jornal Bola de Neve, tutelado pela Caixa Recreativa do Sanatório, uma associação de solidariedade cujos objetivos principais eram “facultar, especialmente aos doentes, as distrações compatíveis com o seu estado de saúde; manter e desenvolver a Biblioteca (…)”.

     A Caixa Recreativa, de cuja atividade há conhecimento até 1954 antecedeu a criação do Centro Educacional e Recuperador dos Internados no Sanatório Sousa Martins (CERISSM), que, embora adaptado às exigências legais da época, manteve a mesma filosofia de apoio assistencial.

     A referida publicação periódica, definida inicialmente como boletim, surgiu a 1 de Fevereiro de 1948, sob o título Bola de Neve. O seu primeiro diretor foi o Engº Agrónomo Álvaro Martins da Silva; até ao mês de Junho desse ano o jornal, editado quinzenalmente, constituiu um dos meios de comunicação nascidos no interior do Sanatório. Neste projeto empenharam-se também outras pessoas, como Ladislau Patrício (o terceiro diretor do Sanatório) e Carlos Serra Pereira, que ajudaram a contornar os obstáculos, nomeadamente de ordem financeira, inerentes à atividade editorial, harmonizando-os com as exigências decorrentes das normas daquele estabelecimento de saúde.

    Amorim Girão, Miguel Torga, Damião Peres, Joaquim Veríssimo Serrão, Nuno de Montemor, Cândido Guerreiro, Gonçalo de Reparaz, Messias Gonçalves, Mendes Fernandes, Alberto Dinis da Fonseca, J. Romão Duarte, Otília de Bastos Couto, João de Almeida; Torquato Gomes, Jerónimo de Almeida, Moradas Ferreira, Martins de Carvalho, Gastão Sousa Dias, Alberto Seco de Oliveira e Garcia Sainz, entre outros, colaboraram neste periódico.

     O Bola de Neve é um expressivo exemplo de como a criatividade, o fenómeno cultural ou o desenvolvimento de projetos editoriais podem ocorrer nas periferias, longe dos centros tradicionais; basta que haja objetivos claros, empenho, trabalho e qualidade. Aspeto que é tanto mais de realçar quanto aludimos, neste breve apontamento, à feitura de um jornal nos finais da primeira metade do século passado, numa pequena cidade do interior, com todos os condicionalismos e dificuldades inerentes.

     Para além da importância como projeto editorial, o “Bola de Neve” constitui uma importante fonte para o conhecimento da evolução do Sanatório e dos seus vários sectores. Os primórdios da Rádio Altitude, a vivência de muitos dos internados; os aspetos históricos e etnográficos da região da Guarda foram igualmente retratados nas páginas deste interessante órgão de informação, editado por uma associação de beneficência, cuja atividade acompanhava de perto, como uma porta aberta e franca para a comunidade exterior.

     Simultaneamente, o BN é um salutar exemplo do aproveitamento do tempo livre dos internados no Sanatório Sousa Martins, fórmula feliz de aplicação das suas capacidades e habilitações, manifesto reconhecimento da faculdade de congregar eminentes colaboradores a partir de uma iniciativa que nasceu no alto da montanha, do Portugal interior.

     É importante que a Guarda não esqueça exemplos como este, de afirmação cultural, de criatividade e marca qualitativa. H.S.

     In "O Interior", 19|12|2013

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publicado às 20:44

República e jornais da Guarda

por Correio da Guarda, em 31.10.10

 

     Na Galeria de Arte do Paço da Cultura estão patentes, até ao próximo dia 30 de Novembro, as exposições “Viva a República Portugueza! – Primeiras páginas de jornais da Guarda” e “A República das Artes”.

     Esta última exposição, organizada pela Câmara Municipal da Guarda, reúne trabalhos de artistas como Marco Conde, Rui Miragaia, Alberto Carreto, Arménio Diniz, Luis Rebello e Pedro Renca, entre outros.

     A outra exposição, organização conjunta da Câmara Municipal da Guarda e do Governo Civil da Guarda, conta com a colaboração de diversas instituições, nomeadamente do Arquivo Distrital da Guarda, Arquivo Municipal de Lisboa, Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (Guarda) e Biblioteca Vergílio Ferreira (Gouveia).

 

 

     “Nos jornais de matriz republicana, publicados antes e depois da data que marcou um novo ciclo na história política portuguesa, encontramos textos de grande lucidez e reflexões apaixonadas, a par de uma preciosa informação sobre o pulsar da vida local, sobre o papel interventivo de muitas personalidades, sobre as estratégias dos grupos que detinham ou pretendiam o poder, sobre as divergências pessoais ou de grupos. Da leitura e do estudo, crítico, destes jornais poderemos evoluir para um conhecimento mais completo de um período em que o mapa político e institucional do distrito da Guarda era palco de grande efervescência e outrossim de mudanças”, é referido no catálogo editado para este certame.

     Nele podem ser apreciadas as primeiras páginas de jornais como “O Combate”, “A Guarda”, “O Districto da Guarda”, “O Jornal do Povo”, “O Hermínio”, “A Solidariedade”, “A Folha de Trancoso” ou “A Fraternidade”.

 

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publicado às 23:38

Comemorações da República

por Correio da Guarda, em 04.10.10

    

     Na Guarda vão realizar-se amanhã, 5 de Outubro, algumas actividades comemorativas do primeiro centenário da implantação da República.

    Pelas 10h30 terá lugar a cerimónia do hastear da bandeira nos Paços do Concelho e a partir das 17h30 será proferida, no Auditório do Paço da Cultura, a conferência “5 de Outubro – uma reconstituição”, por Ernesto Rodrigues.

    Uma hora depois, na Galeria de Arte do Paço da Cultura vão ser inauguradas as exposições “Viva a República Portugueza! – Primeiras páginas de jornais da Guarda” e “A República das Artes”.

 

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publicado às 22:35


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