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Conferências da Guarda

por Correio da Guarda, em 07.02.20

Câmara da Guarda - foto Helder Sequeira.JPG

Os "Planos de Investimento 2014 – 2022" constituem o tema da nova edição das Conferências da Guarda, a realizar nesta cidade no próximo dia 13 de fevereiro.

Trata-se de uma iniciativa do município guardense que está agendada para Paços do Concelho, a partir das 14h30, com intervenções iniciais do presidente da Câmara da Guarda, Carlos Chaves Monteiro, e da secretária de Estado da Valorização do Interior, Isabel Ferreira.

Seguir-se-á uma mesa redonda moderada pelo vice-presidente, Sérgio Costa; no programa vão estar temáticas como: Investimentos Rodoferroviários no Corredor Internacional Norte; Os Fundos Europeus Estruturais e de Investimento enquanto fator de desenvolvimento da região Centro e O caso do PO Regional; O Ciclo Urbano da Água; Reabilitação e Requalificação dos Ecossistemas Ribeirinhos; PDR 2020 – Programa de Desenvolvimento Rural 2014 - 2020. Participam, respetivamente, José Clemente (diretor de Empreendimentos da Infraestruturas de Portugal, S.A), Bernardo Campos (secretário técnico Centro 2020 da CCDRC), Manuela Matos (vogal executiva da Comissão Diretiva do POSEUR), Inês Andrade (diretora regional da Administração da Região Hidrográfica Norte) e Ana Serejo (diretora de Serviços de Investimento da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Centro).

As Conferências da Guarda surgiram com o objetivo de mostrar a visão de especialistas sobre várias temáticas do desenvolvimento, numa reflexão sobre a Guarda de "fora para dentro", trazendo uma abordagem profissional e mais objetiva sobre a cidade e o concelho.

 

Fonte: CMG

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publicado às 22:40

Incrementar a cooperação

por Correio da Guarda, em 17.01.20

 

Ao longo do ano são múltiplos, e diversificados no perfil, os eventos que ocorrem nesta região do interior; iniciativas que incrementam, sem dúvida, fluxos de visitantes e contribuem para animação e desenvolvimento da economia regional.

Contudo, e tendo em conta, os indicadores das últimas décadas, a marca deixada por estas realizações poderia ser mais ampla se tivessem referenciada uma estratégia global, pensada a partir de um entendimento sério das organizações com vista a um trabalho em rede, objetiva e empenhadamente delineado.

A conjugação de esforços e de sinergias, as cedências necessárias para um planeamento consensual, a rentabilização de recursos humanos e financeiros, a rotatividade de algumas iniciativas, a promoção conjunta do território, a afirmação da matriz regional, a predisposição em pensar a construção do futuro, entre outras atitudes, permitiria um cenário substancialmente diferente; ao nível da procura da região, cativando novos visitantes, incentivando a sua permanência nas nossas terras por um período mais longo; assegurando argumentos sólidos e persuasivos…

Por várias vezes, e também aqui neste jornal, sublinhámos que continua a subsistir a tendência para pensar no imediato, circunscrevendo-o a áreas limitadas e numa lógica centrípeta de interesses pessoais, locais ou concelhios, teimosamente enfeudada no desconhecimento do que se passa nos territórios circunvizinhos; é certo que há alguns exemplos de boas práticas de cooperação mas, infelizmente, são raros e por vezes a sua desejada continuidade é interrompida.

Sem colocar em causa a prevalência de eventos que constituem cartazes dos centros urbanos onde são realizados, os quais têm demonstrado um contínuo crescimento e inequívoca adesão dos públicos a quem se destinam, será de equacionar um entendimento ao nível da calendarização, de forma a permitir uma maior abrangência dos projetos e realizações.

Todos os anos, e nomeadamente em épocas perfeitamente identificadas (o ciclo das feiras do queijo da serra pode ser um exemplo), se verifica uma pulverização de iniciativas, coincidindo com frequência nas mesmas datas e muito próximas geograficamente.

A implementação de uma agenda regional bilingue – alcançado que fosse o entendimento imprescindível para um equilibrado e eficaz planeamento – reunindo o máximo de contributos institucionais, associativos, pessoais resultaria num eficaz contributo para uma publicação onde estivesse, em cada ano, uma informação o mais completa possível dos eventos culturais, desportivos, económicos, sociais, científicos; a par de uma indicação clara de roteiros turísticos, locais a visitar, sabores a apreciar, unidades hoteleiras ao dispor, livros sobre a região/escritores ligados a esta zona, órgãos de comunicação existentes, museus, artesanato local, praias fluviais, tradições, coletividades, etc…

Embora o suporte tradicional – agenda impressa – seja adequado à distribuição em pontos estratégicos, nos eixos de circulação de visitantes nacionais ou estrangeiros, postos de turismo, unidades hoteleiras, feiras de promoção turística, o atual contexto tecnológico permite outras formas de consulta e disponibilização, mormente através de uma aplicação pensada para o telemóvel. A reunião e simplificação da informação facilitará a procura por parte dos vários escalões etários.

Nos tempos de hoje, a velha máxima de que “a união faz a força” tem mais sentido e o interior deve, urgentemente, acentuar a coesão se quiser superar os desafios do presente, reivindicar medidas de apoio, combater a ausências e o abandono de terras e lugares, onde prevalecem memórias, uma vasta riqueza patrimonial, cultural e paisagística.

É preciso passar, sem delongas, dos discursos retóricos sobre a importância da cooperação para compromissos sólidos e medidas práticas; visíveis e consequentes.

Naturalmente que neste processo de valorização do nosso território deverá estar, sempre, presente, a participação do cidadão, numa demonstração clara do seu empenho em intervir na promoção e desenvolvimento; não adianta ter manifestações enérgicas e palavras críticas nas redes sociais (como se elas fossem a solução…) e quando desafiado a colaborar remete-se à indiferença, ao afastamento, ao derrotismo…

Desejamos que 2020 seja um período de novos e profícuos entendimentos, da abertura de novos caminhos para a cooperação, para o desenvolvimento global e sustentado de uma região com muitas potencialidades por explorar. (Hélder Sequeira)

 

In "O Interior", 16/1/2020

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publicado às 13:00

Territórios de ausências...

por Correio da Guarda, em 20.11.19

Territórios de ausências... HS.jpg

 

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publicado às 23:53

Lugares da memória...

por Correio da Guarda, em 23.10.19

Porta na Quinta da Taberna - HS.jpg

 

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publicado às 07:36

Pensar o desenvolvimento global

por Correio da Guarda, em 16.08.19

 

Ao longo dos anos a sobreposição, nas mesmas datas, de eventos culturais, desportivos ou musicais tem sido evidente, com reflexos negativos ao nível de potenciais participações ou da fixação de visitantes, durante mais dias.

Reeditamos, uma vez mais, esta questão por considerarmos ser importante o desenvolvimento de um trabalho, planificado com antecedência e num verdadeiro espírito de cooperação e diálogo, por parte das autarquias, agentes culturais ou desportivos, instituições e coletividades.

O conhecimento prévio da calendarização de eventos na nossa zona incrementará um maior envolvimento dos residentes e dos forasteiros, pela possibilidade de equacionarem a sua participação e de elaborarem o roteiro mais adequado com os seus gostos.

Guarda - Foto Helder Sequeira.jpg

Salvaguardando as datas âncora tradicionalmente reservadas para certames que estão consolidados no distrito, o cuidado dos organizadores deve passar pela recíproca troca de informações passíveis de permitirem o desejado alargamento temporal de eventos, distribuídos por dias diferentes; desta forma, as pessoas terão a possibilidade de participar em diferentes iniciativas, programadas para locais distintos.

Um visitante que venha à Guarda numa determinada data para assistir a um espetáculo não terá, certamente, a possibilidade de participar noutro evento (até com perfil diferente) que decorra, no mesmo dia, em Seia, Trancoso, Pinhel ou no Sabugal, por exemplo; oferecer, com a refletida e acordada distribuição, vários eventos no período de visita dessas pessoas terá toda a vantagem em termos de rentabilização da viagem, do conhecimento da região, das receitas da restauração e hotelaria, da dinamização social e melhor conhecimento das localidade.

Esta planificação, pelo que se tem verificado em termos de estratégias concelhias, não será fácil mas é fundamental abrir caminho a uma agenda comum enquadrada num objetivo e empenhado trabalho em rede; capaz de contemplar o máximo de propostas, muito para além de eventos, alargando a novos roteiros motivadores da heterogeneidade de públicos alvo. De recordar que, há algumas décadas atrás, e já no período pós-25 de abril, as reuniões periódicas de presidentes das câmaras municipais do distrito fomentavam um interessante diálogo que permitia o entendimento em várias matérias e eficazes fórmulas de cooperação, benéficas para a evolução dos territórios.

Os castelos, as praias fluviais, a cultura, os solares, as igrejas, a gastronomia, os trilhos, as atividades de montanha, a Serra da Estrela, a flora, os museus, os monumentos e sítios arqueológicos, as tradições, os festivais, o artesanato, as aldeias da meseta ou da Serra, as recriações históricas, as feiras, a observação das aves, os vinhos, os roteiros sobre escritores, o teatro religioso, as águas cristalinas e as múltiplas e encantadoras paisagens que temos para (re)descobrir e oferecer, a quantos nos queiram visitar, é um vasto conjunto de áreas potenciadoras de novas vias de desenvolvimento.

Atualmente, com o a disponibilização de novas tecnologias – o que não afasta uma edição impressa da agenda distrital – não é difícil a organização e sistematização de uma informação (regular e eficazmente atualizada) sobre a oferta distrital ao nível de eventos, locais a visitar, hotelaria, restauração, imprensa local, transportes, roteiros turísticos, locais de lazer, formação, bibliotecas e arquivos, unidades de saúde e contactos úteis.

A criação (envolvendo contributos multidisciplinares) de uma aplicação para equipamentos móveis, usados por todos no dia a dia, uma via desejável, conciliando-a com outros suportes informativos que não olvidem, igualmente, a síntese e qualidade dos textos, o cuidado na apresentação, a qualidade fotográfica e a facilidade de consulta.

Existem, na nossa zona, conhecimentos, recursos e meios; falta a decisão, o entendimento e o empenho em se pensar numa estratégia global para esta região do interior, divulgando a sua realidade, promovendo as suas potencialidades, captando novos visitantes e investimentos.

Hélder Sequeira (in O Interior, 15|8|2019)

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publicado às 12:55

Vale da Teixeira: na rota das tradições e dos sabores

por Correio da Guarda, em 20.01.19

Azeitona - fotoHS2019.jpg

     Valorizar as populações locais e os seus recursos endógenos no contexto territorial é o objetivo da ação comunitária que está a ser implementada, a escassos quilómetros da cidade da Guarda, através do projeto “Sabores e Tradições do Vale da Teixeira – Azeite”.

    Um projeto que tem rostos e constitui um bom exemplo de como se podem articular sinergias locais e valorizar o património olivícola e agrícola das nossas terras; no caso vertente das freguesias de Benespera, João Antão e Ramela.

    Julgamos ser oportuno, pela importância e alcance do referido projeto, anotar aqui os seus principais objetivos: afirmar o azeite do Vale da Teixeira como um produto de singular qualidade e importância local, regional e nacional; comprometer os agentes e atores locais no processo de valorização dos seus territórios, considerando a sua identidade cultural e fomentando a participação; valorizar o território através do olivoturismo; divulgar o património cultural existente; desenvolver rotas e itinerários de valorização do património, cultural e imaterial; reativar e dar a conhecer memórias e práticas seculares do Vale da Teixeira; capacitar as gerações mais jovens de conhecimentos que lhe permitam valorizar, respeitar e transmitir a identidade dos territórios rurais.

    Enquadradas por estas ideias, as dinamizadoras do projeto – que souberam despertar sensibilidades, equacionar linhas de desenvolvimento, reunir contributos, demonstrar o alcance de uma iniciativa com uma matriz muito específica, afirmar uma inquestionável determinação e capacidade de trabalho – delinearam um conjunto de atividades (algumas já realizadas ao longo dos últimos meses e outras nas últimas semanas, como é o caso da mesa redonda sobre “A Importância do Azeite na Economia Local”) que balizaram os rumos a seguir.

Bola de Azeite - foto HS .jpg

     Como evidenciaram, “a valorização do património, através da atividade turística, pode constituir-se como um mecanismo de afirmação e legitimação da identidade de determinados grupos e subgrupos sociais.

    Existe ainda um vasto espólio patrimonial, relacionado com a cultura da terra, nomeadamente moinhos de água, que ainda são utilizados no fabrico do pão, para além de outras mais valias patrimoniais, culturais e construídas”.

    Esta construção de um futuro promissor para as terras e gentes do Vale da Teixeira merece o apoio das comunidades locais e regionais, das suas instituições mais representativas, que se pode traduzir numa interação permanente com este tipo de projetos, numa objetiva atitude de defesa e salvaguarda da identidade desta zona.

   Ações desta natureza incrementam a (re)descoberta de especificidades beirãs que não temem confrontos com outras realidades geográficas, antes assinalam potencialidades e alternativas conducentes a novas vivências, experiências e, como é o caso, a novas sensações e sabores.(H.S)

Torradas com azeite - .jpg

     Fotos: Helder Sequeira

 

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publicado às 00:01

Recanto beirão...

por Correio da Guarda, em 14.08.16

Recanto 1 - HS.jpg

 

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publicado às 12:25

Mais Superior: 80 bolsas para o IPG

por Correio da Guarda, em 10.09.14

 

     O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) dispõe de 80 bolsas de mobilidade para atribuir a alunos fora da região que se candidatem a esta instituição na primeira, segunda e terceira fase de acesso ao concurso nacional de ingresso no ensino superior público no ano letivo 2014-15.

    O valor anual da Bolsa é de 1500 euros, devendo a candidatura ser apresentada online no Programa + Superior no site da Internet da Direção-Geral do Ensino Superior (www.dges.mctes.pt). De recordar que o prazo de candidatura decorre até 10 de outubro de 2014.

    Este programa “visa incentivar e apoiar a frequência do ensino superior, em regiões do país com menor procura e menor pressão demográfica, por estudantes que residem habitualmente noutras regiões” contribuindo para a coesão territorial através da fixação de jovens e “potenciando a atração das instituições ensino superior do Interior do país de estudantes, que para além do valor da Bolsa podem usufruir nestas regiões de maior qualidade de vida, segurança, atrativa vida académica e estadia a custo mais baixos”.

   As bolsas são atribuídas pela ordem da lista seriada da classificação final do ensino Secundário, que foi utilizada para a colocação no concurso em que os estudantes estão matriculados, sendo o processo de atribuição da responsabilidade da Direção Geral do Ensino Superior (DGES).

    Os alunos, para acederem, devem utilizar a senha de acesso atribuída no âmbito do Concurso Nacional de Acesso 2014.

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publicado às 22:10

Horta da aldeia...

por Correio da Guarda, em 23.02.14

 

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publicado às 23:09

     “O Ensino Superior no Interior do País” foi o tema de um encontro de autarcas e dirigentes de instituições de ensino superior que decorreu ontem na Guarda.

     Este evento foi coordenado pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e Câmara Municipal da Guarda (CMG), e seguiu-se ao Congresso da Interioridade realizado, em Novembro, em Bragança.

     Promover a reflexão e debate entre responsáveis das Universidades, Institutos Politécnicos e autarcas, sobre o presente e futuro do ensino superior nas regiões do interior, foi o objetivo principal desta iniciativa, que teve lugar no Auditório da Câmara Municipal da Guarda.

     Para o Presidente do Instituto Politécnico da Guarda, Constantino Rei, “o interior de Portugal apresenta assimetrias a vários níveis com o litoral, sobretudo ao nível da distribuição da população, da localização dos principais centros urbanos, do número de entidades empregadoras e da atividade económica em sentido lato, indicadores que, no seu conjunto, configuram uma realidade dual e profundamente assimétrica no país, com características estruturais.”

     Constantino Rei acrescenta que “por outro lado, os estudos de natureza científica demonstram que as instituições de ensino superior representam um valor muito substancial para o país na globalidade e para cada região em particular, tanto do ponto de vista da qualificação que ministram, como também, e sobretudo, do ponto de vista dos efeitos positivos que geram para os territórios em que operam e que gravitam em torno da sua área de ação, num conjunto articulado de dimensões, onde se inclui a económica, a social, a demográfica e a cultural, em prol da desejada coesão territorial e social.”

     No encontro, ontem realizado na Guarda, foram debatidas algumas ideias e propostas que vão ser compiladas e apresentadas aos Ministros da Educação e Ciência, e do Desenvolvimento Regional, “na medida em que os problemas extravasam as instituições de ensino”, referiu o Presidente do IPG.

Constantino Rei destacou, entretanto, a necessidade de serem criadas condições para que “o número de candidatos ao ensino superior cresça, tendo em vista o cumprimento das metas europeias, o que poderá ser feito alargando a base de recrutamento de alunos para ingresso nas licenciaturas”.

    Por outro lado, realçou que neste encontro foi evidenciada a importância de “o governo regular a rede pública e definir as políticas públicas, nomeadamente as políticas de educação, de cariz nacional, promovendo um ajustamento entre a oferta de vagas e o número de candidatos ao ensino superior”.

     Ao nível destas políticas públicas (de educação), foi considerado no decorrer deste encontro que os critérios para funcionamento e financiamento dos ciclos de estudos devem ser diferenciados, e ter em consideração, entre outros aspetos, os critérios da densidade populacional e da oferta única na região de referência, tendo em vista a coesão territorial e o incentivo à articulação regional.

     O Presidente do Instituto Politécnico da Guarda adiantou, a propósito desta reunião, que “os fundos comunitários deverão potenciar a redução das disparidades de desenvolvimento económico, coesão social e coesão territorial que marcam profundamente muitos territórios.”

    Neste encontro participaram os Institutos Politécnicos de Beja, Bragança, Castelo Branco, Portalegre, Tomar e Viseu, bem como as Universidades da Beira Interior, Évora e Trás-os-Montes e Alto Douro.

    Abrantes, Beja, Bragança, Castelo Branco, Elvas, Guarda, Lamego, Mirandela, Portalegre, Seia e Tomar foram algumas das câmaras municipais que estiveram presentes.

 

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publicado às 18:51


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