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Castelo Rodrigo

por Correio da Guarda, em 25.07.20

Palácio - Castelo Rodrigo - HS.jpg

 

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publicado às 17:51

Na Catedral...

por Correio da Guarda, em 19.07.20

Na Catedral  - HS.jpg

Guarda. Sé Catedral.

 

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publicado às 23:19

Repensar o "espírito da Guarda"

por Correio da Guarda, em 16.07.20

 

Agendada inicialmente para junho do passado ano e posteriormente com nova marcação para 2020, a próxima cimeira luso-espanhola será realizada na Guarda (como O Interior dava conta na sua última edição), “no final de setembro, princípio de outubro”.

A “estratégia comum de desenvolvimento transfronteiriço” será um dos pontos principais da ordem de trabalhos deste encontro para o qual foi anunciada a análise de medidas que possam robustecer os territórios transfronteiriços de forma a “podermos sair desta crise”, nas palavras do primeiro-ministro português.

Curiosamente, a Guarda volta a ser palco de um encontro luso-espanhol a realizar num contexto de crise; com perfil diferente é certo, mas que reporta de novo a uma associação da cidade mais alta de Portugal à definição de novos entendimentos e rumos por parte dos dois países ibéricos.

De recordar – tal como aqui assinalámos há dois anos atrás – que a Guarda recebeu em 1976 uma importante cimeira em que estiveram os ministros dos Negócios Estrangeiros de Portugal e Espanha, respetivamente Melo Antunes e José Maria Areílza.

A cidade esteve no centro das atenções informativas, nacionais e internacionais, pois eram delicadas, à época, as relações luso-espanholas após a destruição da Embaixada em Lisboa, ocorrida em 1975.

Deste importante encontro deu conta o jornal A Guarda (este semanário e a Rádio Altitude eram os únicos órgãos de informação existentes na cidade) destacando-o na sua primeira página (edição de 20 de fevereiro de 1976) e descrevendo o ambiente que se vivia em 12 de fevereiro de 1976. “(...)O ministro espanhol foi aguardado em Vilar Formoso pelo ministro português. Eram 9,30 horas. Os dois diplomatas viajaram até à Guarda num helicóptero português que sobrevoou a cidade para logo em seguida aterrar na parada do R.I. 12 [Regimento de Infantaria 12]. (…) O encontro na Guarda fora mantido secreto até à meia-noite anterior. Até à tarde da véspera, nas duas capitais ibéricas constava que a reunião teria lugar em Estremoz. A Guarda escolhida para palco deste encontro, após os acontecimentos que toldaram as relações luso-espanholas, situa-se assim no ponto de partida de uma nova era de convivência peninsular. Já se fala, e com toda a razão, no “espírito da Guarda”. Afinal é desde há muito o “espírito” que domina as relações entre guardenses e espanhóis; espírito de concórdia e entendimento, de amizade, de compreensão mútua (…)”.

De acordo com o comunicado conjunto, divulgado após esta cimeira, “os dois ministros assinaram um acordo sobre a delimitação da plataforma continental, um acordo sobre a delimitação do mar territorial e da zona contínua, e, ainda, um protocolo adicionado ao acordo sobre o aproveitamento do troço internacional do Rio Minho. No decurso das conversações caracterizadas pelo espírito de amizade e boa vizinhança que os dois governos desejam dar às suas relações, foi passado em revista o estado das relações culturais entre os dois países (...). No domínio das questões fronteiriças, examinou-se, de modo especial o projeto de construção de uma ponte internacional sobre o Rio Guadiana entre Vila Real de Santo António e Ayamonte (...). Exprimiu-se o desejo mútuo de uma maior colaboração técnica e administrativa em matéria aduaneira, com o objectivo de facilitar o tráfego internacional entre os dois países (…)”.

Como observaria César Oliveira, “o espírito da Guarda mais não foi do que o esforço luso-espanhol para ultrapassar as tensões e a carga de potenciais conflitos entre os dois Estados, na segurança de que em Espanha parecia ser irreversível o caminho para a democracia e de que em Portugal as tentações esquerdistas e radicais estavam duradouramente afastadas”.

A Guarda ficou, desta maneira, como um marco de referência no processo de normalização das relações luso-espanholas e marcou, indubitavelmente, o segundo ano do pós-25 de Abril.

Nesta próxima cimeira o panorama político, económico e social é bem diferente, com outro tipo de problemas a exigirem uma leitura objetiva da realidade, soluções céleres, pragmatismo, cooperação e permanente solidariedade.

É mais do que tempo para terminar o esquecimento dos territórios transfronteiriços e do interior, planificando e desencadeando medidas que potenciem o seu desenvolvimento nas várias vertentes; não os reduzindo, conjuntura e estruturalmente, a meros refúgios geográficos em tempo de pandemia ou a episódicos fluxos de visitantes por insegurança noutras rotas turísticas.

GUARDA geral - cores .jpg

A nossa cidade que tem uma forte marca de cooperação, consubstanciada no Centro de Estudos Ibéricos (CEI), deverá, uma vez mais, evidenciar, “o espírito da Guarda” e olhar muito mais para além do que a sua altitude permite, aproveitando este momento para capitalizar maior projeção e protagonizar a defesa de toda uma região; sobretudo agora que (na sequência da aprovação, em 2 de setembro de 2019 da candidatura da região da Serra da Estrela) está oficializado, com a recente aprovação pelo Conselho Executivo da UNESCO, o Geopark Estrela.

Para que ocorra o robustecimento, a que aludimos nas primeiras linhas deste apontamento, é importante a decisão política, a eficácia das medidas, a perceção clara dos objetivos fundamentais e dos projetos mais adequados; mas é igualmente necessária uma permanente articulação de entidades públicas e privadas, o assumir de responsabilidades, o envolvimento de todos num período em que é primordial o empenho coletivo para se ultrapassar uma crise (com contornos ainda não definidos) para se consolidar o presente e ganhar o futuro.

Esperemos que a Guarda fique, de novo, sublinhada na história da cooperação ibérica e no desenvolvimento das regiões fronteiriças. (Hélder Sequeira)

 

In "O Interior" 16|07|2020

 

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publicado às 18:00

Apontamento fotográfico

por Correio da Guarda, em 30.06.20

Linhares da Beira - foto HS -.jpg

Linhares da Beira

 

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publicado às 17:45

Assumir atitudes solidárias

por Correio da Guarda, em 18.06.20

 

Como escrevemos no nosso último apontamento, vivemos uma conjuntura muito especial que exige respostas adequadas, pragmatismo e eficácia das decisões.

Numa região com múltiplos problemas por resolver, e projetos retidos ou atrasados por incapacidade financeira (e outros motivos…), o bom senso aconselha que não se continue a privilegiar a agenda pessoal/política em detrimento dos reais interesses da comunidade.

Esta tem de ser uma época de convergência de esforços e não de jogos políticos, afirmação de poder, preocupação de ocupação/manutenção de cargos, de exacerbada agitação de bandeiras partidárias; sem negar a militância ideológica, o diálogo deve ser, mais do que nunca, uma prática quotidiana, estabelecendo pontes e criando os consensos possíveis, rentabilizando todos os contributos válidos para ultrapassarmos a situação atual, com os olhos no futuro.

Ainda que os calendários eleitorais comecem a dar o mote para o desenvolvimento de estratégias políticas, é fundamental que se continue a pensar no bem-comum, no desenvolvimento harmonioso, na qualidade de vida das populações, no eficaz funcionamento dos serviços, nas melhores e céleres respostas às justas reivindicações de uma região que deve aproveitar a onda de desconfinamento como uma nova oportunidade para ser (re)visitada, valorizada, desenvolvida.

Nem a anormalidade dos últimos meses e as consequências que se fizeram sentir em termos pessoais, profissionais, económicos e sociais suscitaram uma notória mudança de atitude e conscienciosa reflexão sobre os caminhos a seguir, num envolvimento empenhado e coletivo.

Como se tem percebido, há (no contexto regional, nacional e internacional) cortinas que procuram esconder realidades, a verdade dos factos, as intenções que estão na penumbra das afirmações públicas, ampliadas pelos mais variados meios, mormente nas redes sociais.

Estas estão a tornar-se numa autêntica selva de contradições, palco de distorção dos acontecimentos, elevação da mediocridade, erupção de baixos instintos e ódios, cadafalso de valores humanos e morais. É óbvio que têm igualmente virtualidades (poderíamos aqui enunciar vários exemplos, temporalmente próximos ou mais afastados), mas quase sempre submersas num aproveitamento em sentido contrário.

Assim, a tentativa de desvalorização de medidas ou projetos tendentes a minorar os efeitos da pandemia – para a qual não estávamos preparados – aumentam o ruído da comunicação e desviam atenções, quando temos de nos centrar no essencial e urgente, numa verdadeira cooperação; também no plano político-partidário, pois não basta clamar que “vai ficar tudo bem…”, é indispensável uma atitude cívica, frontal, sem amarras de ideologias mas centrada em convicções sobre a melhor via para responder objetivamente aos problemas.

Já Augusto Gil (poeta e também jornalista) escrevia, em janeiro de 1912, que os partidos “deverão ser qualquer coisa diferente duma simples submissão de bois castrados para lavoira de vaidades, ou de um mero sistema gregário de peixe miúdo…para engorda de tubarões”.

É de toda a importância que se discutam e validem ideias, aferindo as melhores propostas, articulando-as com projetos exequíveis. “(…) Quando todos pensam a mesma coisa, é porque ninguém pensa grande coisa”, escrevia Walter Lippmann.

É mais do que tempo de pensarmos a nossa região e assumir atitudes solidárias que desencadeiem respostas às exigências do progresso e desenvolvimento. (Hélder Sequeira)

 

In "O Interior", 18|06|2020

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publicado às 08:15

Jarmelo

por Correio da Guarda, em 09.06.20

Jarmelo - Guarda (Foto Helder Sequeira ).jpg

 

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publicado às 23:06

Conferências da Guarda

por Correio da Guarda, em 07.02.20

Câmara da Guarda - foto Helder Sequeira.JPG

Os "Planos de Investimento 2014 – 2022" constituem o tema da nova edição das Conferências da Guarda, a realizar nesta cidade no próximo dia 13 de fevereiro.

Trata-se de uma iniciativa do município guardense que está agendada para Paços do Concelho, a partir das 14h30, com intervenções iniciais do presidente da Câmara da Guarda, Carlos Chaves Monteiro, e da secretária de Estado da Valorização do Interior, Isabel Ferreira.

Seguir-se-á uma mesa redonda moderada pelo vice-presidente, Sérgio Costa; no programa vão estar temáticas como: Investimentos Rodoferroviários no Corredor Internacional Norte; Os Fundos Europeus Estruturais e de Investimento enquanto fator de desenvolvimento da região Centro e O caso do PO Regional; O Ciclo Urbano da Água; Reabilitação e Requalificação dos Ecossistemas Ribeirinhos; PDR 2020 – Programa de Desenvolvimento Rural 2014 - 2020. Participam, respetivamente, José Clemente (diretor de Empreendimentos da Infraestruturas de Portugal, S.A), Bernardo Campos (secretário técnico Centro 2020 da CCDRC), Manuela Matos (vogal executiva da Comissão Diretiva do POSEUR), Inês Andrade (diretora regional da Administração da Região Hidrográfica Norte) e Ana Serejo (diretora de Serviços de Investimento da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Centro).

As Conferências da Guarda surgiram com o objetivo de mostrar a visão de especialistas sobre várias temáticas do desenvolvimento, numa reflexão sobre a Guarda de "fora para dentro", trazendo uma abordagem profissional e mais objetiva sobre a cidade e o concelho.

 

Fonte: CMG

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publicado às 22:40

Incrementar a cooperação

por Correio da Guarda, em 17.01.20

 

Ao longo do ano são múltiplos, e diversificados no perfil, os eventos que ocorrem nesta região do interior; iniciativas que incrementam, sem dúvida, fluxos de visitantes e contribuem para animação e desenvolvimento da economia regional.

Contudo, e tendo em conta, os indicadores das últimas décadas, a marca deixada por estas realizações poderia ser mais ampla se tivessem referenciada uma estratégia global, pensada a partir de um entendimento sério das organizações com vista a um trabalho em rede, objetiva e empenhadamente delineado.

A conjugação de esforços e de sinergias, as cedências necessárias para um planeamento consensual, a rentabilização de recursos humanos e financeiros, a rotatividade de algumas iniciativas, a promoção conjunta do território, a afirmação da matriz regional, a predisposição em pensar a construção do futuro, entre outras atitudes, permitiria um cenário substancialmente diferente; ao nível da procura da região, cativando novos visitantes, incentivando a sua permanência nas nossas terras por um período mais longo; assegurando argumentos sólidos e persuasivos…

Por várias vezes, e também aqui neste jornal, sublinhámos que continua a subsistir a tendência para pensar no imediato, circunscrevendo-o a áreas limitadas e numa lógica centrípeta de interesses pessoais, locais ou concelhios, teimosamente enfeudada no desconhecimento do que se passa nos territórios circunvizinhos; é certo que há alguns exemplos de boas práticas de cooperação mas, infelizmente, são raros e por vezes a sua desejada continuidade é interrompida.

Sem colocar em causa a prevalência de eventos que constituem cartazes dos centros urbanos onde são realizados, os quais têm demonstrado um contínuo crescimento e inequívoca adesão dos públicos a quem se destinam, será de equacionar um entendimento ao nível da calendarização, de forma a permitir uma maior abrangência dos projetos e realizações.

Todos os anos, e nomeadamente em épocas perfeitamente identificadas (o ciclo das feiras do queijo da serra pode ser um exemplo), se verifica uma pulverização de iniciativas, coincidindo com frequência nas mesmas datas e muito próximas geograficamente.

A implementação de uma agenda regional bilingue – alcançado que fosse o entendimento imprescindível para um equilibrado e eficaz planeamento – reunindo o máximo de contributos institucionais, associativos, pessoais resultaria num eficaz contributo para uma publicação onde estivesse, em cada ano, uma informação o mais completa possível dos eventos culturais, desportivos, económicos, sociais, científicos; a par de uma indicação clara de roteiros turísticos, locais a visitar, sabores a apreciar, unidades hoteleiras ao dispor, livros sobre a região/escritores ligados a esta zona, órgãos de comunicação existentes, museus, artesanato local, praias fluviais, tradições, coletividades, etc…

Embora o suporte tradicional – agenda impressa – seja adequado à distribuição em pontos estratégicos, nos eixos de circulação de visitantes nacionais ou estrangeiros, postos de turismo, unidades hoteleiras, feiras de promoção turística, o atual contexto tecnológico permite outras formas de consulta e disponibilização, mormente através de uma aplicação pensada para o telemóvel. A reunião e simplificação da informação facilitará a procura por parte dos vários escalões etários.

Nos tempos de hoje, a velha máxima de que “a união faz a força” tem mais sentido e o interior deve, urgentemente, acentuar a coesão se quiser superar os desafios do presente, reivindicar medidas de apoio, combater a ausências e o abandono de terras e lugares, onde prevalecem memórias, uma vasta riqueza patrimonial, cultural e paisagística.

É preciso passar, sem delongas, dos discursos retóricos sobre a importância da cooperação para compromissos sólidos e medidas práticas; visíveis e consequentes.

Naturalmente que neste processo de valorização do nosso território deverá estar, sempre, presente, a participação do cidadão, numa demonstração clara do seu empenho em intervir na promoção e desenvolvimento; não adianta ter manifestações enérgicas e palavras críticas nas redes sociais (como se elas fossem a solução…) e quando desafiado a colaborar remete-se à indiferença, ao afastamento, ao derrotismo…

Desejamos que 2020 seja um período de novos e profícuos entendimentos, da abertura de novos caminhos para a cooperação, para o desenvolvimento global e sustentado de uma região com muitas potencialidades por explorar. (Hélder Sequeira)

 

In "O Interior", 16/1/2020

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publicado às 13:00

Territórios de ausências...

por Correio da Guarda, em 20.11.19

Territórios de ausências... HS.jpg

 

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publicado às 23:53

Lugares da memória...

por Correio da Guarda, em 23.10.19

Porta na Quinta da Taberna - HS.jpg

 

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publicado às 07:36


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