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Muralhas com história

por Correio da Guarda, em 06.08.18

Muralhas com História.jpg

     A Câmara Municipal do Sabugal vai promover, de 21 a 13 de setembro, evento temático ‘Muralhas com História’, na aldeia histórica de Sortelha.

    De acordo com informação da Câmara Municipal do Sabugal, a edição deste ano "transportar-nos-á ao Reinado de D. Pedro I, O Justiceiro (1357-1367). O reinado deste rei foi curto, mas foram anos de paz e desenvolvimento, apesar de se ter confrontado com os efeitos devastadores da peste negra que provocara uma taxa de mortalidade elevadíssima verificando-se, entre outras, uma diminuição brutal de mão-de-obra para trabalhar os campos".

    A referida autarquia recorda que durante o reinado de D. Pedro I, "registou-se um novo surto, entre 1361 e 1366, sendo que, por este motivo, escasseavam os produtos nos mercados e feiras. Como se posicionaria Sortelha, neste contexto genérico? Certamente não seria estranha a todos os condicionalismos inerentes á sua condição de município de fronteira, enfrentando, como os restantes, as difíceis condições que condicionavam o seu desenvolvimento e manutenção da sua autonomia. As medidas padrão, localizadas no exterior da Porta Nova, lembram-nos a importância das feiras na vitalidade das vilas medievais. A elas acorria a população, com os excedentes dos produtos que a terra lhe dava, e artesãos e mercadores das mais diversas proveniências traziam produtos de regiões mais distantes."

    A viagem ao quotidiano medieval será complementada com mercado de época, tabernas, ofícios ao vivo, teatralizações contínuas, música ao vivo e espetáculos surpreendentes.

   A documentação necessária para candidatura encontra-se disponível no site do Município. Outras informações podem ser obtidas aqui

 

 

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publicado às 23:45

Toponímia é tema de fórum

por Correio da Guarda, em 13.07.18

Placa Toponímia.jpg

 

     No próximo dia 26 de Outubro vai ter lugar no Instituto Politécnico da Guarda mais uma edição do “Fórum sobre Toponímia”.

    Esta iniciativa pretende evidenciar a toponímia como referência de valores históricos, culturais e memória coletiva de factos, personalidades, tradições ou legados identitários.

    Para a organização deste Fórum, de âmbito nacional, “o estudo e valorização da toponímia permitem, um melhor conhecimento de cada aldeia, cada vila e cada cidade. Assim, o Instituto Politécnico da Guarda pretende contribuir para um melhor conhecimento do País, dos valores históricos, culturais, sociais e políticos a ele associados”.

    Os interessados em apresentar comunicações devem efetuar a  submissão dos seus trabalhos até 25 de Julho de 2018,  enquanto as pessoas interessadas em participar devem fazer a sua inscrição (gratuita mas obrigatória) até 25 de Setembro.

    Outras informações complementares estão disponíveis aqui

 

 

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publicado às 00:01

Fórum sobre toponímia

por Correio da Guarda, em 28.06.18

Placa Toponímia.jpg

 

    Evidenciar a toponímia como referência de valores históricos, culturais e memória coletiva de factos, personalidades, tradições ou legados identitários é o objetivo do “Fórum sobre Toponímia”, de âmbito nacional, que o Instituto Politécnico da Guarda vai promover a 26 de Outubro de 2018.

    “Se a toponímia tem uma importância inquestionável na delimitação de espaços, permite, por outro lado, apreender a matriz de um povo, a organização sócio geográfica, o desenho da malha urbana de épocas passadas, o conhecimento e investigação de sítios históricos ou arqueológicos, o papel do povo na salvaguarda da atribuição de nomes que a tradição consolido”, refere a Organização deste Fórum, que vai já na sétima edição.

    “O estudo e valorização da toponímia permitem, um melhor conhecimento de cada aldeia, cada vila e cada cidade. Assim, ao promover este Fórum, o Instituto Politécnico da Guarda pretende contribuir para um melhor conhecimento do País, dos valores históricos, culturais, sociais e políticos a ele associados” é ainda afirmado a propósito desta iniciativa.

   Os interessados em apresentar comunicações devem efetuar a submissão dos seus trabalhos até 25 de Julho de 2018, enquanto as pessoas interessadas em participar devem fazer a sua inscrição (gratuita mas obrigatória) até 25 de Setembro.

   Outras informações complementares estão disponíveis aqui.

 

 

 

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publicado às 00:01

Fórum Nacional sobre Toponímia

por Correio da Guarda, em 12.05.18

Placa Toponímica - foto Helder Sequeira.jpg

 

     Evidenciar a toponímia como referência de valores históricos, culturais e memória coletiva de factos, personalidades, tradições ou legados identitários é o objetivo do “Fórum sobre Toponímia” que o Instituto Politécnico da Guarda vai promover a 26 de Outubro de 2018.

    “Se a toponímia tem uma importância inquestionável na delimitação de espaços, permite, por outro lado, apreender a matriz de um povo, a organização sócio geográfica, o desenho da malha urbana de épocas passadas, o conhecimento e investigação de sítios históricos ou arqueológicos, o papel do povo na salvaguarda da atribuição de nomes que a tradição consolido”, refere a Organização deste Fórum, que vai já na sétima edição.

   “O estudo e valorização da toponímia permitem, um melhor conhecimento de cada aldeia, cada vila e cada cidade. Assim, ao promover este Fórum, o Instituto Politécnico da Guarda pretende contribuir para um melhor conhecimento do País, dos valores históricos, culturais, sociais e políticos a ele associados” é ainda afirmado a propósito desta iniciativa que pretende ter um âmbito nacional.

   Os interessados em apresentar comunicações devem efetuar a submissão dos seus trabalhos até 25 de Julho de 2018, enquanto as pessoas interessadas em participar devem fazer a sua inscrição (gratuita mas obrigatória) até 25 de Setembro.

   Outras informações complementares estão disponíveis aqui.

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publicado às 21:00

"Evidências coloniais ou sinais de Abril ?" na BMEL

por Correio da Guarda, em 26.04.18

 

     "Evidências coloniais ou sinais de Abril ?" é o tema da tertúlia que terá hoje lugar, pelas 18 horas, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda.

    Esta tertúlia contará com a presença do sacerdote Joaquim Teles Sampaio, pároco (em 1973) em Macuti, Moçambique, que irá falr da sua vivência em terras africanas no período colonial pré 25 de Abril de 1974.

   Recorde-se que Teles Sampaio e Ferrnando Mendes foram alvos da PIDE e presos na sequência da denúncia dos massacres contra populações nativas, mormente em Mucumbura. 

   A tertúlia é aberta a todas as pessoas interessadas.

 

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publicado às 09:44

A Cimeira da Guarda

por Correio da Guarda, em 20.04.18

 

     A recente visita do Presidente da República a Espanha, e porque estamos a poucos dias de ser assinalado mais um aniversário do 25 de Abril, remeteu-nos para a recordação de que a Guarda constitui um marco de referência no processo de normalização das relações luso-espanholas, após a revolução portuguesa.

   A realização da Cimeira entre os ministros dos Negócios Estrangeiros de Portugal e Espanha, respetivamente Melo Antunes e José Maria Areílza colocou a Guarda, em 1976, no centro das atenções informativas, nacionais e internacionais. A destruição da Embaixada espanhola em Lisboa, no ano anterior, tinha gerado um período de tensão entre os dois países ibéricos.

    Havia a necessidade de reativar as relações entre Portugal e Espanha e daí que a diplomacia tenha trabalhado nesse sentido, programando um encontro entre os ministros do Negócios Estrangeiros, para 12 de fevereiro de 1976.

    Como noticiou a imprensa, “o encontro na Guarda fora mantido secreto até à meia-noite anterior. Até à tarde da véspera, nas duas capitais ibéricas constava que a reunião teria lugar em Estremoz. A Guarda escolhida para palco deste encontro, após os acontecimentos que toldaram as relações luso-espanholas, situa-se assim no ponto de partida de uma nova era de convivência peninsular. Já se fala, e com toda a razão, no “espírito da Guarda”. Afinal é desde há muito o “espírito” que domina as relações entre guardenses e espanhóis; espírito de concórdia e entendimento, de amizade, de compreensão mútua.”

    Ainda segundo o relato do jornal citadino, numa manhã de sol claro e vento muito frio “o ministro espanhol foi aguardado em Vilar Formoso pelo ministro português. Eram 9,30 horas. Os dois diplomatas viajaram até à Guarda num helicóptero português que sobrevoou a cidade para logo em seguida aterrar na parada do R.I. 12. Os jornalistas não foram autorizados a entrar no quartel, aguardando à porta de armas onde estava montado um dispositivo de segurança, a saída das comitivas.”

Cimeira da Guarda - 1976.jpg

       (D.R)

 

    De acordo com o comunicado conjunto, divulgado após esta cimeira, “os dois ministros assinaram um acordo sobre a delimitação da plataforma continental, um acordo sobre a delimitação do mar territorial e da zona contínua, e, ainda, um Protocolo adicionado ao acordo sobre o aproveitamento do troço internacional do Rio Minho. No decurso das conversações caracterizadas pelo espírito de amizade e boa vizinhança que os dois governos desejam dar às suas relações, foi passado em revista o estado das relações culturais entre os dois países (...).

    No domínio das questões fronteiriças, examinou-se, de modo especial o projecto de construção de uma ponte internacional sobre o Rio Guadiana entre Vila Real de Santo António e Ayamonte (...). Exprimiu-se o desejo mútuo de uma maior colaboração técnica e administrativa em matéria aduaneira, com o objectivo de facilitar o tráfego internacional entre os dois países (…)”.

    Os pontos acordados, e constante do comunicado final, foram, contudo, secundários dado que o essencial foi garantir um clima de entendimento e a afirmação de pontes para um novo ciclo de relações entre Portugal e Espanha.

    Como escreveu César Oliveira, “o espírito da Guarda mais não foi do que o esforço luso-espanhol para ultrapassar as tensões e a carga de potenciais conflitos entre os dois Estados, na segurança de que em Espanha parecia ser irreversível o caminho para a democracia (…)”.

    Na Guarda da memória, esta cimeira assume um relevo especial e enriquece a história da mais alta cidade de Portugal. (H.S.)

 

    (in O Interior, 19 de Abril de 2018)

 

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publicado às 23:48

Fórum sobre toponímia vai decorrer na Guarda

por Correio da Guarda, em 27.03.18

 

     Evidenciar a toponímia como referência de valores históricos, culturais e memória coletiva de factos, personalidades, tradições ou legados identitários é o objetivo do “Fórum sobre Toponímia” que o Instituto Politécnico da Guarda vai promover a 26 de Outubro de 2018.

    “Se a toponímia tem uma importância inquestionável na delimitação de espaços, permite, por outro lado, apreender a matriz de um povo, a organização sócio geográfica, o desenho da malha urbana de épocas passadas, o conhecimento e investigação de sítios históricos ou arqueológicos, o papel do povo na salvaguarda da atribuição de nomes que a tradição consolido”, refere a Organização deste Fórum, que vai já na sétima edição.

    “O estudo e valorização da toponímia permitem, um melhor conhecimento de cada aldeia, cada vila e cada cidade. Assim, ao promover este Fórum, o Instituto Politécnico da Guarda pretende contribuir para um melhor conhecimento do País, dos valores históricos, culturais, sociais e políticos a ele associados” é ainda afirmado a propósito desta iniciativa que pretende ter um âmbito nacional.

    Os interessados em apresentar comunicações devem efetuar a submissão dos seus trabalhos até 25 de Julho de 2018  enquanto que as pessoas interessadas em participar devem fazer a sua inscrição (gratuita mas obrigatória) até 25 de Setembro.

    Outras informações complementares estão disponíveis em www.ipg.pt/toponimia

toponimia2018.jpg

 

 

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publicado às 07:34

Catedral da Guarda

por Correio da Guarda, em 27.01.18

Catedral da Guarda - 2017-HS.jpg

 

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publicado às 12:46

Guarda assinala 818º aniversário

por Correio da Guarda, em 16.11.17

Estátua e Catedral da Guarda - HS.JPG

    A Guarda assinala no próximo dia 27 de novembro o 818º aniversário da atribuição de foral pelo rei D. Sancho I.

   No programa comemorativo organizado pela Câmara Municipal da Guarda merece destaque dia da cidade, 27 de novembro, que começa logo pela manhã, às10h30, com o Hastear da Bandeira na Praça do Município; momento que contará com a guarda de honra das três corporações de Bombeiros do Concelho: Guarda, Famalicão da Serra e Gonçalo acompanhadas pela Banda Filarmónica de Famalicão da Serra. Segue-se, pelas 10h45, a Sessão Solene comemorativa do 818º aniversário da atribuição do foral à cidade da Guarda, nos Paços do Concelho, e às 12h00 a inauguração das Obras de Requalificação Urbana do Parque da Cidade, no âmbito da Eixo Central da Guarda.

  O Dia da Cidade termina com o concerto de Pedro Abrunhosa & Comité Caviar no Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda (TMG) às 21h30. O músico português atuará ainda no dia seguinte, 28 de novembro, num segundo concerto no TMG.

    O programa das comemorações não se restringe, contudo, ao dia de aniversário, e por isso, as celebrações arrancam já no dia 24, às 18h00, no Museu da Guarda, com a palestra "O Meu Tio Fernando Pessoa" por Luiz Rosa Dias e às 21h30 no Pequeno Auditório do TMG o concerto de apresentação do novo disco do projeto "Campânula", grupo que integra músicos guardenses.

   Para o dia seguinte, 25 de novembro, está agendado o Torneio de Futebol Infantil Cidade da Guarda que decorrerá entre as 9h30 e as 12h30 e entre as 14h00 e as 17h30, nos Pavilhões Desportivos de S. Miguel, Gimnodesportivo da Guarda e do Instituto Politécnico da Guarda. Nos dias 25 e 26 de novembro decorrerá no Complexo de Piscinas Municipais o Torneio Nadador Completo. O dia 26 de novembro é inteiramente dedicado à atividade desportiva.

   O programa comemorativo do 818º aniversário termina no dia 28 de novembro com o concerto de Pedro Abrunhosa no TMG e com o lançamento do número 37 da Revista Cultural Praça Velha, às 18h00 na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço.

    (fonte: CMG)

 

    A atribuição do Foral

 

    A atribuição, por D. Sancho I, da carta de foral à Guarda, em 1199, é a efeméride assinalada no feriado municipal.

    Tradicionalmente, e após o abandono da data de 3 de Maio, o feriado municipal da Guarda era comemorado a 26 de Novembro, evocando assim o nascimento, oficial, da cidade. A divergência sobre a data de atribuição da carta de foral foi expressa, pela primeira vez, num artigo publicado, em 1985, no jornal "Notícias da Guarda".

   A partir dessa altura alargou-se o interesse pelo estudo da questão e não faltaram argumentos sobre a prevalência de 26 de Novembro; por outro lado, a favor do dia 27 deste mesmo mês os argumentos manifestaram igualmente a sua solidez.

   De facto, o documento medieval da outorga da carta de foral refere que "foi feita esta carta em Coimbra no dia Quinto antes das Calendas de Dezembro de 1237, no ano do nosso reinado." Assim, e como foi sustentado pelos investigadores que defenderam a nova data, o dia V antes das Calendas de Dezembro é o dia 27 de Novembro de 1237, o que convertido à data cristã (menos 38 anos) cai sobre o ano de 1199. A data de 27 de Novembro acabou, assim, por ser institucionalizada, há alguns anos atrás, como feriado municipal.

   Se é verdade que a outorga da carta de foral constitui um marco de referência na história desta terra, a sua origem (luso-romana, visigótica ou medieval) é uma questão à qual não foi dada ainda resposta definitiva e segura; sabe-se, isso sim, que lusitanos, romanos e visigodos deixaram por aqui traços indeléveis da sua passagem, testemunhos diversificados, igualmente espalhados pelo distrito.

   O ano de 1199 marca um período novo e mais conhecido da história guardense. Através da carta de foral os habitantes recebiam diversos privilégios e o incentivo ao povoamento desta zona, desejado pelo monarca português.

   À carta de foral da Guarda, bem como a outro importante documento conhecido por "Costumes da Guarda”, dedicou Alexandre Herculano a sua atenção, sendo realçado o contributo para o conhecimento do período medieval português.

   A história da Guarda encerra muitas e diversificadas páginas, onde emergem a sua importância militar, a sua projeção religiosa, o passar dos séculos e de vultos que sobressaíram na vida eclesiástica, política, literária ou científica. (HS)

 

 

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publicado às 12:15

Almeida

por Correio da Guarda, em 17.10.17

Almeida - HS.JPG

 

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publicado às 23:46


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