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Dia Mundial da Fotografia

por Correio da Guarda, em 19.08.19

Cortejo 2017 Guarda - HS.jpg

    O Dia Mundial da Fotografia é hoje assinalado.

     Esta evocação assenta na invenção do daguerreótipo, um processo fotográfico que foi desenvolvido, em 1837, por Louis Daguerre. Posteriormente, em Janeiro de 1839, a Academia Francesa de Ciências anunciou a invenção do daguerreótipo e a 19 de Agosto, desse mesmo ano, o Governo francês considerou a invenção de Loius Daguerre como um presente "grátis para o mundo".

     De referir, também, que outro processo fotográfico - o calótipo, inventado também em 1839 por William Fox Talbot - contribuiu para que o ano de 1839 fosse considerado o ano da invenção da fotografia.

Guarda. Centro histórico HS.JPG

 

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publicado às 08:30

Faleceu Jesué Pinharanda Gomes

por Correio da Guarda, em 27.07.19

 

Jesué Pinharanda Gomes - fot HS.jpeg

   O ensaísta, historiador, filósofo e investigador Jesué Pinharanda Gomes faleceu hoje em Lisboa.

  Natural de Quadrazais, concelho do Sabugal, onde nasceu em 16 de julho de 1939, Pinharanda Gomes, figura incontornável da cultura portuguesa, comentava-nos há alguns anos atrás que, literariamente falando, era natural da Guarda; embora realizado em Lisboa, como nos dizia, foi na cidade mais alta de Portugal que lançou as primeiras raízes.

   Numa das suas muitas obras, Pinharanda Gomes escreveu que, “na esquina do tempo, e tendo saído da Guarda há muitos anos (parece que temos o destino da emigração) foi-nos concedida a graça de permanecermos fiel à mátria”.

   Essa fidelidade foi constante, exemplar, de uma grandeza própria de personalidades de enorme saber e erudição mas simultaneamente simples, humanas e profundamente solidárias com a sua terra de origem.

    A sua presença, frequente, em iniciativas aqui realizadas ou as intervenções proferidas sobre temáticas e personalidades ligadas à nossa região comprovaram isso mesmo. Pinharanda Gomes foi “um exemplo vivo de um estudioso desinteressado, sem prebendas nem honras institucionais, fazendo do estudo erudito uma vocação de vida”, como escreveu Miguel Real.

   No conjunto vasto de títulos publicados por Pinharanda Gomes avultam três áreas: os contributos na História da Filosofia; as monografias da história da Igreja e os estudos regionais; ele tem-se afirmado um defensor convicto, e incansável, do nosso património histórico-cultural e outrossim dos valores humanos, mormente desta zona raiana.

    Em entrevista que nos concedeu, há alguns anos atrás, e que foi publicada na Revista Praça Velha, Jesué Pinharanda Gomes questionado sobre qual das facetas (historiador, filósofo, crítico literário, ensaísta e conferencista) melhor se enquadrava no perfil de homem de cultura, realçava que tinha alguns livros de filosofia pura, nomeadamente o seu ivro de estreia, "que é o Exercício da Morte, O Pensamento e Movimento – que é uma introdução, uma ascese filosófica – e que naturalmente deveria ser por aí que eu deveria ter caminhado, e também o Dicionário de Filosofia Portuguesa, ou Entre Filosofia e Teologia. Ora o que acontece é que no mundo não estamos sós, estamos com os outros e, ou porque somos solicitados pelas pessoas, ou pelos temas, todos acabamos por nos dispersar por outras coisas; comigo aconteceu um pouco isso.

  Como desde muito cedo – ainda na Guarda – tive uma vocação para a pesquisa, quando fui para Lisboa, e passei a dispor de mais fontes documentais, iniciava muitas vezes a investigação de um tema; depois, à medida que investigava esse tema surgia documentação sobre outros e custava-me abandoná-la, pelo que tomava notas e assim foram surgindo estudos diversos, em várias disciplinas. Contudo, penso que pelo número de livros e estudos publicados, cabe-me muito melhor a classificação de historiador da cultura com a tónica na história da Filosofia portuguesa e também na história da Igreja contemporânea, da época moderna”. 

   Pinharanda Gomes concluía, depois que era “um hermeneuta da cultura, quer dizer, procuro interpretar os seres, os factos e as coisas do âmbito cultural, sobretudo do pensamento, mas de modo a preenchê-las com o meu próprio significado. De um modo geral faz-se exegese cultural, extraindo significados dos dados. O exegeta é colocado perante um facto, ou perante um ser, uma obra, e procura tirar daí alguma coisa. Eu tenho procurado caminhar no sentido inverso; aliás, não é por acaso que em filosofia há um léxico que tem uma origem modestíssima.”

    Este pensador evidenciava, ainda, a área da “historiografia filosófica” por ser neste âmbito onde tem “produzido maior quantidade de trabalhos de fundo. Na História da Igreja Moderna embora tenha muitos títulos publicados, a maior parte deles são opúsculos, separatas, estudos que saíram em revistas, ou conferências proferidas em congressos; claro que tenho algumas obras de fundo, como é o caso da História da Diocese da Guarda e os Congressos Católicos em Portugal, e outros; mas no conjunto, quando se olha para a minha bibliografia, o que permanece é de facto o primeiro capítulo que tenho considerado, Filosofia e História da Filosofia; é a área à qual tenho dedicado mais tempo e empenho.”

   Contudo, o seu labor, nesta matéria, não se tem  circunscreveu às edições já conhecidas: “há uma atividade que não vem muito a público e que diz respeito às centenas de verbetes que tenho escrito para Dicionários e Enciclopédias, quase sempre assinados, ou com as letras P.G.”

  Recorde-se que, a 20 de março de 2018, a Universidade da Beira Interior atribuiu a Pinharanda Gomes o Doutoramento Honoris Causa, como o “Correio da Guarda” noticiou. “Leonardina – Estudos acerca de Leonardo Coimbra” é o título do últimp livro de Jesué Pinharanda Gomes, apresentado no passado dia 25 de junho, pelas 17h30, no auditório da Fundação Engº António de Almeida, Porto.

   O corpo de Jesué Pinharanda Gomes vai estar em câmara ardente na Igreja de Santo António dos Cavaleiros, a partir das 17 horas de amanhã, dia 28. Na  segunda-feira, dia 29 de julho, pelas 10 horas terá lugar uma  missa presidida pelo Cardeal Patriarca de Lisboa, seguindo depois para Quadrazais, sua terra natal, onde se realizará o funeral pelas 18 horas. A Câmara Municipal do Sabugal decretou três dias de luto municipal. (Helder Sequeira)

 

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou a morte de Jesué Pinharanda Gomes, considerando-o "um dos nomes mais destacados no estudo e divulgação do pensamento português", como se pode ler na nota publicada no sítio oficial da Presidência, na internet.

"Auto-didacta erudito, deixou-nos uma bibliografia vastíssima, iniciada em começos dos anos 1960, e que abarca temas filosóficos, culturais, literários, religiosos, teológicos e até etnológicos.

Escreveu sobre o «Cancioneiro de Quadrazais» (a sua terra natal, no concelho do Sabugal, distrito da Guarda), o platonismo e o aristotelismo, sobre Frei Bartolomeu dos Mártires, Guilherme Braga da Cruz, Santo Agostinho ou Leonardo Coimbra, entre outros, bem como inúmeros estudos sobre a Guarda e sobre figuras da Igreja em Portugal.

Defendendo a especificidade de um pensamento português, na sequência de movimentos como a Renascença Portuguesa ou o Saudosismo, Pinharanda Gomes editou obras de referência como Introdução à História da Filosofia Portuguesa, Pensamento Português (7 volumes) e Dicionário da Filsofia Portuguesa, interveio em conferências e colóquios e colaborou com a imprensa regional e nacional.

Co-fundador do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, sócio correspondente da Academia Internacional de Cultura Portuguesa e da Academia Portuguesa de História, Doutor Honoris Causa pela Universidade de Beira Interior, era um trabalhador incansável, um homem de convicções profundas e um indefectível de uma certa ideia de Portugal.

Endereço à Família e amigos os meus sentidos pêsames."  Pode ler-se na nota oficial a que fizemos alusão.

 

 

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publicado às 15:57

Arte de rua

por Correio da Guarda, em 21.07.19

Arte de Rua - HS.jpg

     Guarda

 

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publicado às 23:06

Registo de uma tarde de Verão...

por Correio da Guarda, em 15.07.19

Ave a Beber.jpg

 

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publicado às 21:18

Talk Media Veritas na Guarda

por Correio da Guarda, em 10.07.19

 

    Na Guarda vai decorrer amanhã, a partir das 14h30, a ação “Talk Media Veritas”, centrada sobre a luta contra a iliteracia mediática, manipulação jornalística e desinformação.

    Trata-se de uma iniciativa da Associação Portuguesa de Imprensa (API) em parceria com o semanário “A Guarda” que terá lugar na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, com intervenções de João Palmeiro, Paulo Pena e Hélder Sequeira.

   O Media Veritas é um programa de combate à iliteracia mediática, contra a manipulação jornalística e a desinformação promovido pela APImprensa - Associação Portuguesa de Imprensa em parceria com o Google.org e financiado pela Fundação Tides (uma entidade filantrópica norte americana).

  Refira-se que este programa tem por finalidade, “no âmbito nacional, a Literacia dos Media junto das comunidades mais vulneráveis ao longo de dois eixos (adolescentes e jovens e seniores) mas assegurando também uma base para garantir a sua continuidade.”

  Através do Media Veritas, e segundo a APImprensa, pretende-se “contribuir para uma sociedade mais livre, informada e democrática; dotar os mais vulneráveis consumidores de informação, designadamente os adolescentes/jovens e seniores, a nível local e regional, de ferramentas que os habilitem a estar melhor informados e assim garantir a construção de um país mais justo e equilibrado; promover o desenvolvimento do pensamento crítico e do uso de fontes de informação credíveis e apoiar os órgãos de comunicação social, contribuindo para garantir a fiabilidade dos respetivos conteúdos.”

Literacia dos Media .jpg

 

 

 

 

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publicado às 18:00

Vista sobre a cidade...

por Correio da Guarda, em 04.07.19

GUARDA - vista parcial - HS.jpg

 

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publicado às 12:11

Novo livro de Pinharanda Gomes

por Correio da Guarda, em 21.06.19

 

LIVRO.jpg

     “Leonardina – Estudos acerca de Leonardo Coimbra” é o título do novo livro de Jesué Pinharanda Gomes.

   Este novo trabalho será apresentado no próximo dia 25 de junho, pelas 17h30, no auditório da Fundação Engº António de Almeida, Porto. A apresentação do livro estará a cargo de José Esteves Pereira e antecederá uma “Tertúlia Leonardina” com a participação de estudiosos de Leonardo Coimbra, nomeadamente Susana Rocha Relvas, Nuno Ornelas Martins, Carlos Moreira e Francisco de Oliveira. Vai estar patente uma mostra bibliográfica de Pinharanda Gomes, natural de Quadrazais (Sabugal) e figura incontornável da cultura portuguesa.

   No conjunto vasto de títulos publicados por Pinharanda Gomes avultam três áreas: os contributos na História da Filosofia; as monografias da história da Igreja e os estudos regionais; tem-se afirmado um defensor convicto, e incansável, do nosso património histórico-cultural e outrossim dos valores humanos, mormente desta zona raiana. “Sentimos quanto é longo o dever de um homem dar contas públicas do muito ou do pouco que lhe foi possível realizar pela valorização do seu património, isto é, das coisas da sua terra natal”.  No Sabugal funciona o Centro de Estudos Pinharanda Gomes onde está reunido todo a acervo documental particular que o autor doou à Câmara Municipal do Sabugal, bem como cerca de 3 500 opúsculos e volumes sobre temáticas diversas.

  Pinharanda Gomes, é sócio fundador do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira e membro correspondente eleito da Academia Internacional da Cultura Portuguesa e da Academia Portuguesa de História; em março de 2018 recebeu o grau de Doutor Honoris Causa pela Universidade da Beira Interior. (H.S.)

 

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publicado às 08:11

Património...

por Correio da Guarda, em 16.06.19

roteiro - codeceiro - HS.jpg

     Codeceiro. Guarda

 

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publicado às 22:39

112: Sanatório em agonia...

por Correio da Guarda, em 18.05.19

 

Sanatório Sousa Martins - 1.jpg

     Em 2018 o Ano Europeu do Património Cultural foi celebrado pela primeira vez, por iniciativa da União Europeia, balizado pelos objetivos da promoção da diversidade e do diálogo interculturais e da coesão social.

  Foram, assim, pensadas “realização de iniciativas envolvendo as comunidades, os cidadãos, as organizações, as entidades públicas e privadas, contribuindo para uma maior visibilidade da cultura e do património e para o reconhecimento da sua importância e do seu caráter transversal em todos os setores da sociedade.”

   Se atentarmos numa especificação mais pormenorizada desse objetivos, verificamos que eles apontaram para incentivar uma abordagem centrada nos cidadãos, inclusiva, prospetiva, integrada e transectorial; incentivando modelos inovadores de governação e de gestão a vários níveis do património cultural capazes de envolverem diferentes partes interessadas; realçando o contributo positivo do património cultural para a sociedade e para a economia; promovendo estratégias de desenvolvimento local na perspetiva da exploração do potencial do património cultural através da promoção do turismo cultural sustentável.

   O conceito de património não se circunscreve, atualmente, à conceção que prevalecia há algumas décadas anos atrás, resumindo-o a monumentos, às coleções de pintura, às esculturas e a palácios. “A memória coletiva de uma determinada população estende-se aos territórios onde vive, aos seus monumentos, aos vestígios do passado e do presente, aos seus problemas, à cultura material e imaterial e às pessoas”.

   Assim, o património edificado é uma das várias abordagens que podem ser efetuadas de entre a definição mais lata de património cultural. É, aliás, a este nível que têm sido cometidos os maiores atentados, perante a indiferença e a impunidade de quem, por direito, tinha obrigação de atuar.

   Essa apatia começa, como tivemos já a oportunidade de escrever anteriormente, no próprio cidadão comum, conquistado por um doentio comodismo que orienta os seus padrões culturais no limitado horizonte do quotidiano profissional ou dos amenos diálogos e discursos (convenientes) dos círculos de convívio e lazer. Escasseia a sensibilidade cívica…

   Na Guarda, os pavilhões que outrora pertenceram ao Sanatório Sousa Martins são um exemplo dessa falta de sensibilidade cívica e outrossim do desleixo continuado de entidades oficiais ou da incapacidade reivindicativa (de sucessivas administrações) para contrariarem o caminho da ruína e destruição conducente a “um túmulo de memória”.

   Uma atitude tanto mais criticável quanto o Sanatório foi uma instituição que marcou – temos repetido esta nota em inúmeras ocasiões – o desenvolvimento da cidade durante a primeira metade do passado século.

   A passagem, hoje dia 18 de maio de 2019, de mais um aniversário da sua inauguração é um bom pretexto para voltarmos a sublinhar o estado de ruína deste património citadino.

   A inauguração (inicialmente prevista para 28 de abril e depois para 11 de Maio) dos três pavilhões que integravam o Sanatório ocorreu a 18 de maio de 1907, com a presença do rei D. Carlos e da Rainha D. Amélia que materializou nesta instituição de tratamento da tuberculose a homenagem a Sousa Martins, atribuindo-lhe o nome daquele clínico, cuja ação e dinamismo ela tinha já evocado numa intervenção pública, no seio da Associação Nacional aos Tuberculosos, realizada em 1889.

   “Aos dezoito dias do mês de Maio de mil novecentos e sete, num dos edifícios recentemente construídos no reduto da antiga Quinta do Chafariz, situada à beira da estrada número cinquenta e cinco, nos subúrbios da cidade da Guarda, estando presentes Sua Majestade a Rainha Senhora Dona Amélia (...), procedeu-se à solenidade da abertura da primeira parte dos edifícios do Sanatório Sousa Martins e da inauguração deste estabelecimento da Assistência Nacional aos Tuberculosos, fundada e presidida pela mesma Augusta Senhora (...)”.

   Assim ficou escrito no auto que certificou a cerimónia inaugural da referida estância de saúde, da qual, por muitos e diversos motivos, resta hoje uma pálida imagem.

  O Sanatório foi, durante décadas, o grande cartaz de propaganda da Guarda, “a cidade da saúde”; hoje, o que resta, está com péssimo prognóstico e certamente nem os “ares” do Ano Europeu do Património Cultural, nem os objetivos anteriormente mencionados vão minorar a “doença” ainda com cura…

Pavilhão D. Amélia - SANATÓRIO .jpg

     Na Guarda do património e da cultura o estado de degradação dos Pavilhões D. António de Lencastre e Rainha D. Amélia exige e merece medidas concretas e eficazes de defesa e salvaguarda, pois fazem parte da história da cidade e da história da saúde em Portugal.

    Esperemos que o número de emergência, 112, associado a este aniversário da inauguração do Sanatório Sousa Martins desencadeie decisões e medidas, a par da uma intervenção cívica esclarecida e reivindicativa!

 

    Helder Sequeira

 

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publicado às 09:47

Registos...

por Correio da Guarda, em 25.04.19

Guarda - Museu - HS.jpg

 

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publicado às 23:39


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