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Memórias...

por Correio da Guarda, em 03.08.20

Memórias - HS.jpg

 

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publicado às 23:36

António Bogas é um dos primeiros generais da GNR

por Correio da Guarda, em 31.07.20

 

No Instituto Universitário Militar, terminou ontem o Curso de Promoção a Oficial General (CPOG) 2019/2020. Este curso, iniciado em outubro de 2019 contou pela primeira vez com a presença de 3 coronéis da Guarda Nacional Republicana, entre os quais o sabugalense António Bogas.

Coronel António Bogas.jpeg

Como o Correio da Guarda tinha dado já a conhecer, assim que terminou o seu curso de Administração Militar na AM, e mercê da excelente classificação, foi logo chamado para o Quartel General da Guarda Nacional da GNR, no Carmo (Lisboa).

Colocado, atualmente, no Comando da Administração e Recursos Internos da GNR, onde chefia a Direção de Recursos Financeiros, António Bogas é um profundo conhecedor desta força de segurança, onde tem feito uma brilhante carreira, tendo passado por várias unidades da Guarda Nacional Republicana como responsável da área financeira e logística (esteve, nomeadamente, na ex-Brigada nº 4 da GNR, que englobava os distritos da Guarda, Viseu, Castelo Branco, Coimbra e Aveiro ).

António Bogas foi também docente na Academia Militar e no Instituto Universitário Militar, tendo também desempenhado funções na Escola da Guarda (GNR) em Queluz, como diretor de cursos e chefe do Núcleo de Formação e Ensino.

Escolhido agora para o Curso de Promoção a Oficial General (CPOG) este sabugalense – que para além do Sabugal estudou também na cidade da Guarda – será um dos primeiros generais (até agora os lugares cimeiros eram ocupados por militares do Exército) da Guarda Nacional Republicana.

O referido Curso de Promoção a Oficial General (CPOG) 2019/2020 foi concluído por 34 Auditores, oficiais superiores portugueses e brasileiros, sendo 12 da Marinha, 10 do Exército, 5 da Força Aérea e 4 oficiais superiores das Forças Armadas do Brasil.

A cerimónia, presidida pelo Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, Almirante António Silva Ribeiro, contou com a presença do Comandante-Geral da Guarda Nacional Republicana, Tenente-general Rui Clero, entre outras entidades militares.

 

 

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publicado às 23:39

Museu da Guarda evoca Augusto Gil

por Correio da Guarda, em 27.07.20

 

Na próxima quinta-feira, 30 de julho, o Museu Regional da Guarda assinala os seus 80 anos de atividade.

De forma a comemorar o aniversário da sua fundação, o Município da Guarda, através do seu Museu, preparou um dia especial com várias iniciativas e de onde se destacam a inauguração da Exposição Terra D' Artes às 11h00 e a vernissage da Exposição "150 anos com Augusto Gil", às 17h45.

As pretensões de criação de um museu na cidade da Guarda remontam aos finais do século XIX; fruto do empenho das autoridades e de cidadãos da cidade e da região ao longo de décadas, o Museu da Guarda abriria finalmente as suas portas a 30 de julho de 1940, no antigo Paço Episcopal e Seminário da Guarda, um dos edifícios mais emblemáticos da Cidade.

Museu da Guarda - foto HS2.jpg

No Museu, que ganharia então a designação de Museu Regional da Guarda, foi recolhido um vasto espólio de cunho arqueológico, artístico e até etnográfico das mais diversas proveniências, que andava disperso e em risco de destruição. Desde a sua fundação, o Museu da Guarda constituiu um equipamento cultural essencial da cidade e da região, pelo que as suas coleções foram sendo enriquecidas ao longo dos tempos, graças a aquisições, a doações e sobretudo com a incorporação de peças entretanto descobertas.

O programa comemorativo inclui, pelas 10 horas, a colocação online de dois vídeos de apresentação das seguintes publicações: Aberto para Obras – IV Salão de Outono, 2019 e 1056, 30 – In-Folio, 2019 (Boletim do Museu da Guarda); segue-se, uma hora depois, a inauguração da exposição "terra d´artes no museu".

Esta mostra expositiva reúne as obras realizadas pelos artistas Pedro Figueiredo, Rui Miragaia; Pedro Amaral; Sofia Gralha; Sara Teixeira; Sidney Serqueira e Sérgio Lemos. São sete representações que perpetuam uma herança comum inspiradas no património material e imaterial das aldeias, onde, anualmente se realizam os Festivais de Cultura Popular: Feira Concurso do Jarmelo, Jornadas da Lã, de Corujeira e Trinta; Cestaria de Gonçalo; Pão Nosso de Videmonte; Viagem às Raízes de Arrifana; Festa da Castanha e da Jeropiga de Famalicão da Serra e Transumância em Fernão Joanes. Iniciativa no âmbito de "Isto (não) é um Festival, ciclo de animação de verão do Município da Guarda.

No período da tarde, pelas 17h45, será inaugurada a exposição "150 anos com Augusto Gil".

Recorde-se que o Museu da Guarda é, há décadas fiel depositário do espólio de Augusto Gil. A mostra expositiva pretende constituir-se como um momento de encontro entre o passado e o presente, uma oportunidade para evocar e (re)descobrir uma das mais ilustres figuras da cidade, que imortalizou o seu amor pela Guarda e pela sua região através de poemas que a memória coletiva não esquece.

Augusto Gil - foto.png

Na sessão comemorativa estão também previstas outras iniciativas que passam por declamações de textos do homenageado por Inácio Correia, Alexandre Gonçalves e Tiago Lopes, uma palestra a proferir por Hélder Sequeira, subordinada ao tema "Augusto Gil, poeta, jornalista e republicano", assim como um momento musical com o duo de violinista e violoncelista, Duarte Andrade e Leonardo Salles.

 

Fonte: CMG

 

 

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publicado às 18:11

Centro de logística inversa e economia circular

por Correio da Guarda, em 26.07.20

 

A The Loop Co., startup de base tecnológica que opera a partir de Coimbra, anunciou que vai criar, no distrito da Guarda, o primeiro centro de logística inversa e economia circular da Península Ibérica. A iniciativa integra a estratégia de internacionalização da empresa, de acordo com a informação divulgada.

A infraestrutura vai permitir o controlo e gestão dos produtos, desde o armazém ao consumidor, com o objetivo de recuperar o seu valor, seja através da revenda, reparação, reaproveitamento ou reciclagem. Com o projeto, a startup dá o pontapé de saída para um novo conceito de fábrica da economia circular, em que a matéria-prima são artigos em segunda-mão e o produto final são artigos recuperados, limpos e embalados, prontos a seguirem para os seus novos donos.

A startup vê na Guarda uma localização estratégica, que permitirá facilmente fazer a gestão entre Portugal e Espanha, país onde vai agora lançar primeira operação além fronteiras.

“Neste trimestre, vamos ter a decorrer em Espanha a primeira campanha da Book in Loop, permitindo que as famílias reutilizem manuais escolares e tenham benefícios económicos, além das vantagens ambientais. Planeamos que mais projetos sigam o mesmo rumo nos próximos meses e, por isso, o centro de logística inversa e economia circular vai ser preponderante para fazermos toda a gestão e reparação dos produtos para que sejam entregues como novos a quem optar pela via do consumo sustentável”, explicou Ricardo Morgado, cofundador da The Loop Co.

A empresa multiproduto, que foi fundada em 2016, espera, assim, servir as necessidades de recuperação dos produtos e respetiva revenda nos canais de comércio eletrónico, não só do território nacional mas de todo o espaço ibérico, pela posição central que o distrito da Guarda ocupa na península, além de contribuir para o dinamismo da região.

“Todos os quatro fundadores da The Loop Co. têm raízes em regiões do interior, pelo que conhecemos bem o engenho e dedicação que os guardenses podem empregar neste projeto e até numa transição para uma economia mais circular. Além disso, acreditamos que este tipo de iniciativas tem um impacto importante para o dinamismo do distrito, trazendo mais movimento, cativando a atenção de investidores e promovendo emprego, e colocam Portugal na proa da Europa no que respeita à economia circular”, foi referido a propósito deste projeto para o distrito da Guarda.

A empresa encetou já diálogo com os diferentes municípios para identificar o local concreto para a instalação do armazém que, além do centro de logística inversa, onde irá receber bens e equipamentos para que sejam avaliados e preparados para envio, contará também com um data center, onde a identificação de todos os produtos será armazenada e um contact center, onde será feita a catalogação e avaliação dos produtos.

 

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publicado às 22:35

D. Sancho I

por Correio da Guarda, em 21.07.20

Estátua de S. Sancho I  - foto Helder Sequeira.jp

Estátua do Rei D. Sancho I. Guarda (junto à Sé Catedral)

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publicado às 17:50

Na Catedral...

por Correio da Guarda, em 19.07.20

Na Catedral  - HS.jpg

Guarda. Sé Catedral.

 

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publicado às 23:19

Luto municipal por Tiago Gonçalves

por Correio da Guarda, em 18.07.20

Tiago Gonçalves.jpg

O advogado guardense Tiago Gonçalves, de 36 anos de idade, faleceu hoje no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.

Tiago Gonçalves, ex-líder da Concelhia do PSD, era deputado municipal e líder da bancada do grupo parlamentar social-democrata. Colaborador da Rádio Altitude, há vários anos, integrava o painel do programa “O Quarto Poder”.

A Câmara Municipal da Guarda decretou um dia de luto municipal, a cumprir na próxima segunda-feira.

Carlos Chaves Monteiro afirma que “enquanto Presidente da Câmara Municipal da Guarda, na convicção de que interpreto, fielmente, o sentimento de todos os Guardenses, determino o cumprimento de um dia de luto municipal, gesto que simbolicamente visa enaltecer um dos ilustres nomes da nossa Cidade, que se notabilizou por ser um Cidadão íntegro, pela sua dedicação, pela sua afetividade e conduta para com o próximo, e em prol da causa pública, com espírito voluntarioso"

O Presidente da Câmara Municipal da Guarda sublinha ainda que o jovem advogado guardense "manifestou sempre, particular, entusiasmo pelo desenvolvimento e fomento do Associativismo local, competente e afável, granjeou, desde sempre, a simpatia, a amizade e respeito dos guardenses, ação que marca a vida da nossa Cidade, é um nome incontornável na defesa e no apoio das gentes da Guarda".

A Presidente da Assembleia Municipal da Guarda, Cidália Valbom, considerou Tiago Gonçalves como «um democrata e um defensor convicto da sua terra e das suas gentes»

A morte de Tiago Gonçalves suscitou também expressões de pesar por parte dos vários partidos políticos.

 

 

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publicado às 23:15

Vigilantes da Catedral...

por Correio da Guarda, em 17.07.20

Vigilantes da Catedral - HS.jpg

 

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publicado às 19:00

Repensar o "espírito da Guarda"

por Correio da Guarda, em 16.07.20

 

Agendada inicialmente para junho do passado ano e posteriormente com nova marcação para 2020, a próxima cimeira luso-espanhola será realizada na Guarda (como O Interior dava conta na sua última edição), “no final de setembro, princípio de outubro”.

A “estratégia comum de desenvolvimento transfronteiriço” será um dos pontos principais da ordem de trabalhos deste encontro para o qual foi anunciada a análise de medidas que possam robustecer os territórios transfronteiriços de forma a “podermos sair desta crise”, nas palavras do primeiro-ministro português.

Curiosamente, a Guarda volta a ser palco de um encontro luso-espanhol a realizar num contexto de crise; com perfil diferente é certo, mas que reporta de novo a uma associação da cidade mais alta de Portugal à definição de novos entendimentos e rumos por parte dos dois países ibéricos.

De recordar – tal como aqui assinalámos há dois anos atrás – que a Guarda recebeu em 1976 uma importante cimeira em que estiveram os ministros dos Negócios Estrangeiros de Portugal e Espanha, respetivamente Melo Antunes e José Maria Areílza.

A cidade esteve no centro das atenções informativas, nacionais e internacionais, pois eram delicadas, à época, as relações luso-espanholas após a destruição da Embaixada em Lisboa, ocorrida em 1975.

Deste importante encontro deu conta o jornal A Guarda (este semanário e a Rádio Altitude eram os únicos órgãos de informação existentes na cidade) destacando-o na sua primeira página (edição de 20 de fevereiro de 1976) e descrevendo o ambiente que se vivia em 12 de fevereiro de 1976. “(...)O ministro espanhol foi aguardado em Vilar Formoso pelo ministro português. Eram 9,30 horas. Os dois diplomatas viajaram até à Guarda num helicóptero português que sobrevoou a cidade para logo em seguida aterrar na parada do R.I. 12 [Regimento de Infantaria 12]. (…) O encontro na Guarda fora mantido secreto até à meia-noite anterior. Até à tarde da véspera, nas duas capitais ibéricas constava que a reunião teria lugar em Estremoz. A Guarda escolhida para palco deste encontro, após os acontecimentos que toldaram as relações luso-espanholas, situa-se assim no ponto de partida de uma nova era de convivência peninsular. Já se fala, e com toda a razão, no “espírito da Guarda”. Afinal é desde há muito o “espírito” que domina as relações entre guardenses e espanhóis; espírito de concórdia e entendimento, de amizade, de compreensão mútua (…)”.

De acordo com o comunicado conjunto, divulgado após esta cimeira, “os dois ministros assinaram um acordo sobre a delimitação da plataforma continental, um acordo sobre a delimitação do mar territorial e da zona contínua, e, ainda, um protocolo adicionado ao acordo sobre o aproveitamento do troço internacional do Rio Minho. No decurso das conversações caracterizadas pelo espírito de amizade e boa vizinhança que os dois governos desejam dar às suas relações, foi passado em revista o estado das relações culturais entre os dois países (...). No domínio das questões fronteiriças, examinou-se, de modo especial o projeto de construção de uma ponte internacional sobre o Rio Guadiana entre Vila Real de Santo António e Ayamonte (...). Exprimiu-se o desejo mútuo de uma maior colaboração técnica e administrativa em matéria aduaneira, com o objectivo de facilitar o tráfego internacional entre os dois países (…)”.

Como observaria César Oliveira, “o espírito da Guarda mais não foi do que o esforço luso-espanhol para ultrapassar as tensões e a carga de potenciais conflitos entre os dois Estados, na segurança de que em Espanha parecia ser irreversível o caminho para a democracia e de que em Portugal as tentações esquerdistas e radicais estavam duradouramente afastadas”.

A Guarda ficou, desta maneira, como um marco de referência no processo de normalização das relações luso-espanholas e marcou, indubitavelmente, o segundo ano do pós-25 de Abril.

Nesta próxima cimeira o panorama político, económico e social é bem diferente, com outro tipo de problemas a exigirem uma leitura objetiva da realidade, soluções céleres, pragmatismo, cooperação e permanente solidariedade.

É mais do que tempo para terminar o esquecimento dos territórios transfronteiriços e do interior, planificando e desencadeando medidas que potenciem o seu desenvolvimento nas várias vertentes; não os reduzindo, conjuntura e estruturalmente, a meros refúgios geográficos em tempo de pandemia ou a episódicos fluxos de visitantes por insegurança noutras rotas turísticas.

GUARDA geral - cores .jpg

A nossa cidade que tem uma forte marca de cooperação, consubstanciada no Centro de Estudos Ibéricos (CEI), deverá, uma vez mais, evidenciar, “o espírito da Guarda” e olhar muito mais para além do que a sua altitude permite, aproveitando este momento para capitalizar maior projeção e protagonizar a defesa de toda uma região; sobretudo agora que (na sequência da aprovação, em 2 de setembro de 2019 da candidatura da região da Serra da Estrela) está oficializado, com a recente aprovação pelo Conselho Executivo da UNESCO, o Geopark Estrela.

Para que ocorra o robustecimento, a que aludimos nas primeiras linhas deste apontamento, é importante a decisão política, a eficácia das medidas, a perceção clara dos objetivos fundamentais e dos projetos mais adequados; mas é igualmente necessária uma permanente articulação de entidades públicas e privadas, o assumir de responsabilidades, o envolvimento de todos num período em que é primordial o empenho coletivo para se ultrapassar uma crise (com contornos ainda não definidos) para se consolidar o presente e ganhar o futuro.

Esperemos que a Guarda fique, de novo, sublinhada na história da cooperação ibérica e no desenvolvimento das regiões fronteiriças. (Hélder Sequeira)

 

In "O Interior" 16|07|2020

 

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publicado às 18:00

Feira Ibérica adiada para 2021

por Correio da Guarda, em 14.07.20

 

A Câmara Municipal da Guarda adiou para o próximo ano a Feira Ibérica de Turismo (FIT).

Inicialmente prevista para 30 de abril a 3 de maio tinha sido reagendada para 2 a 5 de outubro.

A autarquia guardense “após auscultar diversas entidades portuguesas e espanholas, face à situação da pandemia Covid-19, e considerando as diversas orientações e recomendações, emitidas por diferentes organismos, entre eles a Direção Geral de Saúde, e, principalmente, tendo em conta o nível de risco para a Saúde Pública” decidiu o seu adiamento para o próximo ano, em data a anunciar oportunamente.

“Consciente do impacto desta decisão, o Município não pode deixar de lamentar este adiamento e reiterar, uma vez mais, a confiança e o agradecimento a todos aqueles que têm acompanhado a FIT ao longo das 6 edições deste grande evento nacional, dedicado ao Turismo Ibérico”, é referido numa nota divulgada pela Câmara da Guarda.

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Foto: CMGuarda

 

 

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publicado às 08:46


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