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A propósito de percursos geológicos urbanos...

por Correio da Guarda, em 19.01.22

 

O interior, enquanto território, é particularmente enfatizado em períodos de ambiente eleitoral, no decorrer dos quais são lançadas expetativas e reeditadas promessas.

As suas características e potencialidades são, repetidamente, evidenciadas, mas os sublinhados feitos esmorecem rapidamente com o avanço no calendário dos decisores. Há exceções, mas ficam subtraídas no confronto com a análise e implementação global de projetos anunciados, ou na morosidade do seu desejado desenvolvimento.

Têm sido vários os contributos – vertidos em textos e publicações – em distintas áreas de intervenção e saber que apontaram ideias, caminhos, planos, soluções para a rentabilização e promoção das nossas multifacetadas realidades.

Desde logo para a identidade e perfil da mais alta cidade de Portugal, lembrada pela sua história, pelos seus monumentos, por instituições marcantes no seu desenvolvimento, pela pureza do seu ar, pelo clima ou por personalidades a ela ligadas, que se distinguiram/distinguem na ciência, literatura, arte ou pensamento.

Contudo, muito pouco se tem falado na geologia da Guarda e no campo de conhecimentos que se abre nesta matéria e pode/deve ser mais um relevante meio de atrair as atenções sobre a cidade e região. Daí que seja oportuno, e justo, falarmos do artigo publicado por Elsa Salzedas no último número da revista “Praça Velha”, editada pela autarquia guardense.

Começando por lembrar que a Geomorfologia “foi, desde sempre, um elemento de destaque na região da Guarda, tendo condicionado a sua localização e o povoamento que foi sendo feito a partir da zona de maior altitude”, a autora elucida que “ao explicar-se aos cidadãos a geologia num contexto urbano, pretende-se valorizar a pedra, a partir do conhecimento científico e destacar a sua enorme importância para a natureza e para a humanidade”.

Rochas e Catedral da Guarda - fot Helder Sequeira.

Elsa Salzedas argumenta que “a rocha local é um bem extremamente valioso, não só do ponto de vista científico, mas ainda arquitetónico, económico e histórico”.

Com conhecimento e objetividade, a articulista interpela-nos se esta “dura” realidade tem sido devidamente valorizada. A resposta não é difícil…Não temos dado a importância devida ao nosso granito, suporte de uma perene identidade, marca de um território.

“A Guarda é – escreve Elsa Salzedas – uma enorme pedreira de granito, de onde se extraiu a pedra utilizada nas construções antigas e recentes, nos monumentos medievais, barrocos e modernos, nos edifícios públicos, no castelo, nas muralhas, em estátuas, em pavimentos, etc.”. Deixa, seguidamente, uma interessante e exequível proposta que deverá merecer a devida atenção por parte das entidades e serviços em cuja área de influência se enquadre esta ideia; ou seja a definição de vários percursos geológicos urbanos que “seduzissem todos os cidadãos, pela partilha do conhecimento simples, mas com rigor científico, levando-os a amar a sua região e a admirar a evolução da utilização do granito ao longo dos estilos arquitetónicos, numa abordagem integrada e holística”.

Deseja-se, assim, que (escreve a concluir o seu artigo) o cidadão seja despertado e levado a “amar mais e proteger esta região, das mais exclusivas do país, sentindo-se fortemente identificado e orgulhoso com o seu território”.

Este orgulho no espaço geográfico onde vivemos, alicerçado num permanente empenho da valorização das nossas terras e suas especificidades, é fundamental para o desenvolvimento de uma intervenção cívica, para uma postura de eficaz crítica construtiva e espírito reivindicativo, balizado pelo interesse coletivo.

A proposta atrás referida é mais um interessante caminho para partirmos à (re)descoberta da cidade, conciliando-a com outros roteiros citadinos em torno de referências/ligações com ilustres figuras da literatura, da arte, da ciência, religião, vida militar, saúde e solidariedade social; será um encontro com a Guarda culta, de que falava J. Pinharanda Gomes num dos seus livros, esclarecendo que “a culta é de certo modo oculta, porque a imediateidade quotidiana nos inibe de viajar para além do visível”.

Haja determinação, planificação responsável, cooperação, rentabilização dos recursos humanos e financeiros, aposta nas capacidades existentes e estratégias claras para incrementar o estudo e a divulgação da cidade e do território onde se insere.

Uma desejada evolução que terá de contar com a predisposição e disponibilidade de todos, que sintam e vivam a região, pois não haverá novas realidades se continuarmos “socialmente, uma coletividade pacífica de revoltados”, na elucidativa expressão de Miguel Torga.

Sejamos, pois, firmes como rochas (lembrando a conhecida divisa ostentada por uma antiga unidade militar que aqui esteve sedeada) na defesa, estudo, desenvolvimento e promoção da(s) nossa(s) terra(s).

 

Hélder Sequeira

(in O Interior, 19|jan|2022)

 

 

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publicado às 22:43

No alto da cidade...

por Correio da Guarda, em 14.01.22

Torre de Menagem - GRD - HS.jpg

Guarda. Torre de Menagem.

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publicado às 22:50

CMG: atendimento presencial com marcação prévia.

por Correio da Guarda, em 13.01.22

Câmara da Guarda - hs.jpg

A Câmara Municipal da Guarda vai passar a proceder, a partir da próxima segunda-feira, ao atendimento presencial aplicando a obrigatoriedade de marcação prévia.

Esta alteração, segundo a autarquia, tem a ver com a evolução registada no estado da pandemia por Covid 19. Os munícipes deverão assim proceder ao pré agendamento através de telefone, email ou utilizar os serviços online do Balcão Digital, na página de internet do município

A autarquia guardense relembra que também  é obrigatório o uso de máscara para o acesso ou permanência nos Serviços, devendo ser mantido  o distanciamento social e seguido "escrupulosamente as indicações dos funcionários e a sinalética disponível no local".

Câmara Municipal Guarda -.jpg

 

 

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publicado às 21:45

No interior da Catedral...

por Correio da Guarda, em 08.01.22

 

Sé Catedral da Guarda - interior - HS.jpg

Sé Catedral da Guarda. Interior.

 

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publicado às 00:10

Carlos Brito: paladino na luta contra o alcoolismo

por Correio da Guarda, em 07.01.22

 

Carlos Brito é, inquestionavelmente, o rosto mais conhecido do Centro de Alcoólicos Recuperados do Distrito da Guarda e um empenhado protagonista da solidariedade.

Com toda a frontalidade, diz-nos que “é um alcoólico tratado há 41 anos que após a sua recuperação, em 1980, tomando consciência das inúmeras mudanças positivas que daí advieram, cedo começou a difícil tarefa de sensibilizar e motivar ao tratamento amigos, conhecidos e desconhecidos”.

O guardense Carlos Brito converteu a sua vida numa missão e tem lutado “em prol de pessoas com problemas ligados ao abuso e dependência de álcool e das suas famílias”.

Tendo sempre presente o lema “Em ajuda aos alcoólicos do distrito”, o nosso entrevistado de hoje é uma pessoa incansável na resposta às solicitações de intervenção e de ajuda; ao CORREIO DA GUARDA referiu que à sua missão foi somando "a preocupação com a população em geral e em particular com as camadas jovens, assumindo um papel interventivo na área da prevenção primária através da realização e dinamização de sessões de esclarecimento, em diversos estabelecimentos de ensino”. Intervenção que alargou ao Estabelecimento Prisional da Guarda e à comunidades em geral. “Um árduo e longo percurso de intervenção na sociedade na luta contra o alcoolismo, a nível nacional”. A partir da Guarda, a sua cidade, que não deve esquecer o seu exemplo e trabalho.

Carlos Brito - D .jpg

 

Quando surgiu, e como, o Centro de Alcoólicos Recuperados?

Após o meu tratamento, as pessoas (sobretudo familiares) batiam à minha porta para pedir ajuda para uma situação de alcoolismo de um marido, de um familiar, de um amigo!

Entre 1980 e 1983, ajudei e sensibilizei 78 pessoas que encaminhei para o Centro de Recuperação de Alcoólicos de Coimbra (hoje Unidade de Alcoologia Maria Lucília Mercês de Mello de Coimbra – UAC).

Era difícil conciliar a minha atividade profissional e a minha vida pessoal com esta tarefa, quase sempre muito árdua.

Senti que precisava de uma estrutura sólida para poder continuar. Juntei algumas pessoas, quase todos alcoólicos tratados e ajudados por mim, que quiseram assumir o risco e a 7 de dezembro de 1983 nascia o Centro de Alcoólicos Recuperados do Distrito da Guarda (CARG), um projeto pioneiro a nível nacional.

Socios fundadores.jpg

Sócios fundadores

 

Quais foram as principais dificuldades para a sua concretização? E quais foram os apoios mais significativos?

Foram muitas as dificuldades! No momento da fundação da instituição possuía apenas 40.000$00, que serviriam para pagar 2 meses de renda!

Um grande risco…Muitas vezes se pediram livranças ao banco (que tinham de ser assinadas por mim e pela minha esposa, bem como pelo tesoureiro e pela sua esposa) para o CARG poder continuar. “Hipotequei” muitas vezes a minha vida para que a “minha” obra não morresse!

Hoje, felizmente, a situação é diferente porque gradualmente o nosso trabalho foi sendo reconhecido, enquanto IPSS, que presta um serviço gratuito.

Assim, contamos com alguns apoios. Em 1987 foi assinado um Protocolo Atípico com a Segurança Social. Este tem sido felizmente renovado anualmente, e hoje constitui o nosso principal apoio financeiro.

Em janeiro de 1982, foi assinado um Acordo de Cooperação Atípico com a Administração Regional de Saúde da Guarda, que ainda se mantém.

De louvar o grande apoio, ao longo dos anos, da Câmara Municipal da Guarda que nos atribuiu o primeirito subsídio, aquando da fundação do CARG.

Foi também a Câmara Municipal da Guarda que nos cedeu as instalações da atual sede, em 2006, e que sempre nos contemplou, ao longo dos anos, com a atribuição de um subsídio.

Novembro 1985.jpg

Entrega da medalha de reconhecimento à atividade do CARG, pela autarquia guardense.

 

De realçar, ainda, o grande apoio da Junta de Freguesia da Guarda e de algumas Câmaras Municipais do Distrito que, pontualmente, nos atribuem subsídios.

Uma palavra de gratidão à Unidade de Alcoologia Maria Lucília Mercês de Mello (de Coimbra), que sempre acreditou no nosso trabalho e nos apoiou desde a primeira hora ao nível internamentos e consultas, e ainda a Unidade Local de Saúde da Guarda, E.P.E./Hospital Distrital Sousa Martins da Guarda que, através do seu serviço de psiquiatria, nos ajuda ao nível de internamentos pontuais.

 

Das atividades realizadas, qual a que lhe deixou memórias particulares, e porquê?

 A que mais me marcou, para além da recuperação de todos os doentes que ajudei, foi a comemoração dos 25 anos de CARG, realizado na Câmara Municipal da Guarda.

Comemoração que contou com a participação de cerca de 500 pessoas (alcoólicos tratados, suas famílias e pessoas da comunidade), onde me foi atribuída a medalha de prata do município.

Foi para mim um momento gratificante. O reconhecimento de uma obra em que muito poucas acreditaram no início. 25 anos é muito tempo na vida de uma instituição. Fiquei muito feliz e orgulhoso por ter atingido esse patamar.

 

Carlos Brito - A.jpg

A realidade de ontem e de hoje, ao nível dos casos de alcoolismo, é diferente?

 Sem dúvida! Ontem, o alcoolismo era tabu, para além de não ser reconhecido como uma doença pela maior parte das pessoas. O bêbado era o agricultor, o trolha, o coitadinho…que bebia porque queria.

Era uma vergonha social! Hoje, o alcoolismo é considerado uma doença que atinge também o advogado, o professor… que atinge todos da mesma forma, que destrói vidas!

Sem falsa modéstia, penso que o CARG contribuiu muito para esta desmistificação do alcoolismo, para as pessoas perceberem que o alcoolismo é uma doença crónica, uma reconhecida pela OMS.

Uma doença para toda a vida, que só pode ser “controlada” com a abstinência do doente, para sempre.

 

Há concelhos com maior incidência de taxas de alcoolismo? Quais?

 Não há dados estatísticos recentes. Melhor nem há dados estatísticos! Beber é um ato socialmente aceite, como medir a incidência das taxas de alcoolismo?...

O que podemos medir é o número de doentes que conseguimos sensibilizar e levar a tratamento na UAC (embora muitos se percam pelo caminho!)

Com base nesse número, referente apenas ao distrito da Guarda, podemos dizer que a maior incidência é no concelho da Guarda (também por ser o maior), com 905 internamentos, seguido do concelho de Celorico da Beira com 114, e do concelho do Sabugal com 113 doentes internados. Embora estes números estejam longe de quantificar o nosso trabalho.

Um internamento pode significar dezenas de quilómetros percorridos, inúmeras intervenções, incontáveis telefonemas! Cada caso é um caso, uma história de vida, atrás da qual há muitas outras vidas, uma família que sofre!

 

Carlos Brito - C.jpg

Preocupa-o a incidência do alcoolismo na Juventude?

É um problema que me preocupa muito, sem dúvida!

Os jovens consomem cada vez mais! Já não é o vinho o mau da fita, mas o shot, que se tornou o rei da festa! São as bebidas brancas. Isso explica a alcoolização mais rápida.

Antes, um processo de alcoolização, de alguém que consumisse sobretudo vinho, demorava cerca de 20 anos. Hoje, a alcoolização é muito mais rápida, em 5, 10 anos “criamos um alcoólico!

É importante realçar que a alcoolização é mais rápida na mulher do que no homem devido às suas características corporais diferentes.

É preocupante, a prevenção é fundamental. É importante que os pais se deixem de se preocupar apenas com a droga, e se preocupem também (arrisco-me a dizer sobretudo) como o álcool.

Temos de consciencializar! Fazer perceber que dar um copo a um miúdo antes dos 18 anos, não é torná-lo um homem (como muitas vezes ouvi da boca de pais) é torná-lo um potencial alcoólico, no futuro.

 

Tem sido muito solicitado para ações de sensibilização? Que impacto têm tido essas ações?

A prevenção primária sempre foi uma prioridade na vida da instituição. Somos cada vez mais solicitados para fazer sessões de esclarecimento. Isso mostra-nos que as pessoas estão mais alertas para o problema, sobretudo ao nível dos jovens.

A partir do ano 2000, as solicitações aumentaram substancialmente! São as instituições de ensino que mais nos solicitam.

Realço aqui a Escola Afonso de Albuquerque (Guarda) onde todos os anos, realizamos várias sessões, a convite do Dr. Madeira, um professor muito atento para o problema. Muitas vezes, há miúdos que nos procuram na sequência de uma sessão, reconheceram nas nossas palavras o problema vivido em casa. Pedem ajuda!  Muitos choram.

Já me aconteceu muitas vezes, vários anos depois, alguém me reconhecer e dizer que se lembra da sessão que fiz na sua escola, dizer que se lembra de cada palavra, dizer que o meu testemunho o marcou profundamente. Fico feliz!

Sinto que pelo menos para aquelas pessoas fiz a diferença!

Também fazemos muitas sessões para a comunidade e, regularmente, somos solicitados pelo estabelecimento prisional da Guarda, onde fazemos sessões de esclarecimento para os presos.

Muitos chegaram ali por causa do álcool e muitas vezes percebem-no depois de me ouvirem! Contamos com cerca de 450 sessões realizadas em vários pontos do país e ilhas.

 

O Centro é uma referência em termos nacionais?

 Foi longo o percurso, foi sinuoso, mas podemos dizer que somos uma referência nacional!

Somos falados e procurados por que fazemos diferente. Não somos Alcoólicos Anónimos (não tenho nada contra o AA), somos alcoólicos recuperados, pessoas que dão a cara, que assumem o seu alcoolismo e isso faz toda a diferença.

Digo sempre que um alcoólico que não assume a sua doença é um alcoólico recaído… raramente me engano, infelizmente.

Entrevistas na imprensa, testemunhos em diversos programas de televisão. Já não é só a minha história de vida que conta, é o trabalho que fazemos, os resultados que temos, com uma taxa de sucesso de cerca de 80%. Somos falados em congressos, em encontros académicos, pelo trabalho que realizamos.

E isso é muito gratificante.

Carlos Brito - B .jpg

Como se sente, face ao trabalho que tem realizado após estes anos?

Sinto que criei um filho. O meu quinto filho, como costumo dizer. Tenho um sentimento de missão cumprida!

Quando morrer, sei que deixarei um legado, uma herança, que desejo que continue para além de mim! Continuarei esta missão enquanto puder, um pai não deixa morrer um filho, certo?

Desejo que alguém a continue depois de mim, se possível com a mesma entrega, a mesma resiliência com que eu o faço! Desejo que este “filho” continue o seu caminho…

 

 

 

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publicado às 12:15

Projeto LAR : mudar vidas

por Correio da Guarda, em 04.01.22

 

“Apesar de estar apenas no início, a força humana que aqui senti faz-me acreditar que esta pequena aldeia [Ima, Guarda]no interior de Portugal será um verdadeiro exemplo de acolhimento, de inclusão, de diversidade tão necessários nos dias de hoje.” Comentou Catarina Furtado no final do programa televisivo “Príncipes do Nada”, emitido esta noite na RTP 1.

O programa foi dedicado integralmente ao projeto LAR que é “resposta para um dos grandes desafios de ser refugiado ou migrante num novo país: encará-lo como uma nova casa”.

Na aldeia da Ima (a 14 quilómetros da cidade da Guarda), onde está a ser desenvolvido este projeto, foram reabilitadas quatro casas, outrora devolutas e inabitadas e oferecido às famílias ali acolhidas um “lar e trabalho num projeto agrícola regenerativo”.

Ao longo do programa e através das intervenções de Bárbara Moreira, Vanessa Rei, elementos das famílias acolhidas e outros parceiros e colaboradores, ficou patente o alcance desta iniciativa que destaca a Ima (Guarda) no mapa nacional, no plano da solidariedade e no apoio aos refugiados.

Programa PRÍNCIPES DO NADA - hs.jpg

Daí que a apresentadora do programa, Catarina Furtado, tenha referido que “o projeto LAR é a prova de quando se unem esforços, e se trabalha em rede e equipa é possível mudar vidas”; lembrou, no final, que “Portugal tem sido um dos países europeus na linha da frente no acolhimento de refugiados. Nos últimos anos foram mais de mil os pedidos de asilo, ainda que muitos não se fixem no nosso país por diversas razões que têm sobretudo a ver por falta de projetos de integração efetiva”.

 

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publicado às 00:38

Projeto LAR na RTP

por Correio da Guarda, em 03.01.22

 

O Projeto LAR, que está a ser desenvolvido na aldeia de Ima (Guarda) vai estar hoje em destaque na RTP 1, no programa “Príncipes do Nada”.

O programa será emitido às 22h45.

De referir que o LAR é “resposta para um dos grandes desafios de ser refugiado ou migrante num novo país: encará-lo como uma nova casa”.

Na aldeia da Ima, a 14 quilómetros da cidade da Guarda, foram reabilitadas quatro casas, outrora devolutas e inabitadas.

O projeto está a acolher quatro famílias de migrantes e refugiados, a quem foi disponibilizada uma, de forma a tornar-se o “seu lar e trabalho num projeto agrícola regenerativo”.

Príncipes do NADA.jpg

Recorde-se que o LAR tem como objetivo combater o despovoamento do interior, integrando famílias de migrantes e refugiados.

 

 

 

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publicado às 00:24

Presépio

por Correio da Guarda, em 28.12.21

Presépio na Guarda - 2021-HS.jpg

Guarda. Presépio no Paço da Cultura.

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publicado às 23:12

Boas Festas

por Correio da Guarda, em 24.12.21

Correio da Guarda - Feliz Natal 2021.png

 

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publicado às 00:45

Cancelada a queima do madeiro de Natal

por Correio da Guarda, em 20.12.21

 

A queima do tradicional madeiro de Natal, na Guarda foi cancelada, tendo em conta que é “extremamente elevado” o risco de transmissão do Covid 19.

Queima do Madeiro - Natal - Guarda - HS.jpg

O Presidente da Câmara da Guarda, Sérgio Costa, determinou que não sejam emitidas licenças quer para a queima do madeiro de Natal, quer para o Magusto da Velha, em Aldeia Viçosa, “devendo ser tomadas as diligências tidas por convenientes para que, caso os madeiros estejam preparados, não sejam acesos ilegalmente por terceiros”.

O lançamento do fogo de artifício, na passagem de ano, será a única atividade que se vai realizar porque, como disse Sérgio Costa, “será visível por todas as pessoas a partir de sua casa”, sendo assinalada a entrada em 2022.

Recorde-se que Na Guarda tinha sido já declarado estado de alerta municipal e ativado o Plano Municipal de Emergência.

 

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publicado às 23:48


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