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António Bogas é um dos primeiros generais da GNR

por Correio da Guarda, em 31.07.20

 

No Instituto Universitário Militar, terminou ontem o Curso de Promoção a Oficial General (CPOG) 2019/2020. Este curso, iniciado em outubro de 2019 contou pela primeira vez com a presença de 3 coronéis da Guarda Nacional Republicana, entre os quais o sabugalense António Bogas.

Coronel António Bogas.jpeg

Como o Correio da Guarda tinha dado já a conhecer, assim que terminou o seu curso de Administração Militar na AM, e mercê da excelente classificação, foi logo chamado para o Quartel General da Guarda Nacional da GNR, no Carmo (Lisboa).

Colocado, atualmente, no Comando da Administração e Recursos Internos da GNR, onde chefia a Direção de Recursos Financeiros, António Bogas é um profundo conhecedor desta força de segurança, onde tem feito uma brilhante carreira, tendo passado por várias unidades da Guarda Nacional Republicana como responsável da área financeira e logística (esteve, nomeadamente, na ex-Brigada nº 4 da GNR, que englobava os distritos da Guarda, Viseu, Castelo Branco, Coimbra e Aveiro ).

António Bogas foi também docente na Academia Militar e no Instituto Universitário Militar, tendo também desempenhado funções na Escola da Guarda (GNR) em Queluz, como diretor de cursos e chefe do Núcleo de Formação e Ensino.

Escolhido agora para o Curso de Promoção a Oficial General (CPOG) este sabugalense – que para além do Sabugal estudou também na cidade da Guarda – será um dos primeiros generais (até agora os lugares cimeiros eram ocupados por militares do Exército) da Guarda Nacional Republicana.

O referido Curso de Promoção a Oficial General (CPOG) 2019/2020 foi concluído por 34 Auditores, oficiais superiores portugueses e brasileiros, sendo 12 da Marinha, 10 do Exército, 5 da Força Aérea e 4 oficiais superiores das Forças Armadas do Brasil.

A cerimónia, presidida pelo Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, Almirante António Silva Ribeiro, contou com a presença do Comandante-Geral da Guarda Nacional Republicana, Tenente-general Rui Clero, entre outras entidades militares.

 

 

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publicado às 23:39

GNR realiza operação "Fique em Casa II"

por Correio da Guarda, em 18.04.20

 

GNR - Trânsito - HS.jpg

A Guarda Nacional Republicana (GNR) está desenvolver, em todo o país e até segunda-feira, a operação “Fique em Casa II” .

De acordo com a informação divulgada,  "o esforço orientado desta operação passa pela verificação do cumprimento do confinamento obrigatório e o apoio aos mais vulneráveis e desfavorecidos" no âmbito do estado de emergência que, como é do domínio público, foi prolongado até dia 2 de maio.

Além da sensibilização para a limitação da circulação na via pública, a GNR "irá garantir o cumprimento das demais normas previstas na lei, zelando para que a população se abstenha de deslocações desnecessárias, as quais poderão potenciar a propagação da epidemia covid-19”.

 

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publicado às 00:10

A propósito do Comando Territorial da GNR

por Correio da Guarda, em 28.11.19

 

O Comando Territorial da Guarda da GNR vai comemorar no Sabugal, no próximo dia 1 de dezembro, o Dia da Unidade. O programa que se iniciou ontem, 26 de novembro, integrará a exposição ‘História da GNR’, que vai estar patente na sala de exposições temporárias do Museu do Sabugal desde esse dia até 8 de dezembro, um mês com particular significado para esta força de segurança.

De facto, e como já tivemos o ensejo de escrever , num anterior apontamento, a chegada dos primeiros elementos da Guarda Republicana à cidade mais alta de Portugal ocorreu em 2 de dezembro de 1914, tendo sido festivamente assinalada pelas entidades locais e população.

O jornal “O Combate” narrou que o dia “estava de rigoroso inverno, caindo uma chuva impertinente” o que não impediu de, à entrada da cidade, afluir “muito povo com a bandeira da Infantaria nº 12, irrompendo em manifestações entusiásticas ao chegar da força”, comandada pelo capitão Cesário de Augusto d’Almeida Viana, tendo como “subalterno o sr. Alferes João Afonso de Miranda, 1º sargento sr. João Batista Cardoso de Brito, 7 segundos sargentos, 126 cabos e soldados e 1 corneteiro”.

Chegada da GNR à Guarda - Recriação.jpg

Recriação da chegada da GNR à Guarda, na passagem do 100º aniversário. Arquivo.

Os elementos desta companhia (4ª de Infantaria), e de acordo com o que divulgou a imprensa citadina, foram, depois, distribuídos por “Aguiar da Beira 5 praças, Almeida 7, Celorico da Beira 5, Figueira de Castelo Rodrigo 5, Fornos de Algodres 5, Foz Côa 9, Gouveia 9, Guarda 12 de cavalaria e 22 de Infantaria, Manteigas 5, Meda 7, Pinhel 6 de cavalaria e 8 de infantaria, Sabugal 9, Seia 10, Trancoso 7”.

Na cidade da Guarda parte dos elementos da força ficaram no edifício da Câmara da Guarda (onde funciona atualmente a Escola de Santa Clara) e os restantes nas instalações do antigo “colégio jesuítico”, hoje Paço Episcopal da Diocese da Guarda, na Rua do Encontro.

A 31 de Outubro de 1914 tinha sido pedida, à “Comissão de Execução da Lei de Separação do Estado das Igrejas, a cedência da casa onde esteve o colégio das Irmãs Doroteias”, na altura desabitada, “para instalar provisoriamente a Guarda Republicana” até que fossem concluídas as obras de adaptação que a autarquia estava a realizar.

Nessa época, a cidade era uma “aldeia grande, com as mil deficiências que caracterizavam os pequenos burgos do interior: seriam pouco mais de seis mil os seus habitantes, acantonados no velho bairro de São Vicente, com a cidade nova a querer romper pelo Campo de S. Francisco, Bonfim e Arrabalde” como escreveu José Maria de Almeida. Descrevendo, depois, o quadro citadino, o articulista refere-se a uma terra quase parada no tempo. “Sem água canalizada, sem esgotos, com os deficientes hotéis de Abel Ferreira de Abreu (Hotel Central) e de José António dos Santos (Hotel Santos), a luz elétrica de fraca potência, escasso policiamento, sem cafés modernos, apenas com a recriação oferecida pelo Teatro dos Bombeiros, pelo Club Egitaniense, frequentado pela alta burguesia, e o Grémio Sande e Castro pelos caixeiros, pequenos comerciantes e funcionários públicos, a Guarda era, tinha de ser mesmo, uma cidade morta, polvilhada de tuberculosos, espalhados pelas casas de doentes, como a da Tamanqueira, da Etelvina ou da Chica, modestas e deficientes pensões, situadas à ilharga da cidade”.

A esta realidade acresciam o clima político e social subsequente à implantação da República, numa cidade onde se desenrolaram, ao longo dos anos seguintes vários episódios que testemunharam múltiplos antagonismos.

A vinda da GNR para a Guarda assumiu grande importância. No texto a propósito da chegada desta força de segurança, o jornal O Combate acentuava acrescentava que “obrigados somos a constatar que a instalação da Guarda Republicana entre nós representa um valioso benefício regional, por ele merecendo os mais calorosos louvores a Comissão Executiva da Câmara e o ex.mo Governador Civil do Distrito, que se esforçaram, com vigor e tenacidade pela sua realização”.

O jornal descrevia, depois, que à estação de caminho-de-ferro da cidade foi, pelas 11 horas e 30 minutos “a Comissão Executiva e ali o ilustre Presidente, nosso amigo sr. César Paul, fez ao ex.mo Comandante da Guarda as apresentações, depois de estralejarem no ar inúmeros foguetes”. A partir da entrada da cidade, onde como já dissemos estava uma enorme multidão, organizou-se um cortejo que seguiu até aos “Paços da Câmara onde se instalava parte da Guarda Republicana, indo a outra parte para o edifício que foi colégio jesuítico. Pelas 15 horas foi servido jantar aos sargentos e todas as praças, oferecido pela Câmara. O ex.mo Governador Civil ofereceu jantar aos oficiais, tendo como representantes da Câmara o ilustre Presidente da Comissão Executiva sr. César Paul, e o vereador sr. tenente Francisco Esteves da Fonseca”.

A partir desta histórica data, a Guarda Republicana abriu um novo ciclo no policiamento e segurança do distrito, mais tarde com novos postos e seções. Em 1917 a 4ª Companhia passou a integrar as seções da Guarda, Pinhel e Gouveia; a partir de 1920, e já integrada no Batalhão nº 5, com sede em Coimbra, foram sendo instalados novos postos. Em 1993, com a reorganização implementada no seio da GNR, a 4ª Companhia passou a ser designada por Grupo Territorial da Guarda (passando as secções a Grupos Territoriais)

A reestruturação resultante do novo quadro legal definido em 2007 implicou a passagem do Grupo Territorial para Comando Territorial da Guarda, a quem foram atribuídas novas e acrescidas responsabilidades, reatando, por assim dizer, o papel que teve a 4ª Companhia da GNR.

Ao evocarmos esta efeméride estamos a recordar algumas das páginas da história da Guarda, cidade e corporação, destacando a necessidade de um amplo estudo sobre a génese dos postos que existiram no nosso território, a sua evolução, o papel desempenhado na segurança das populações, a origem e mobilidade dos seus efetivos, os percursos das patrulhas nos mais recônditos lugares, os fardamentos, as condições de trabalho e uma multiplicidade de episódios resultantes da sua atividade operacional. (Hélder Sequeira)

 

 

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publicado às 23:05

Dia do Comando Territorial da GNR da Guarda

por Correio da Guarda, em 16.11.19

 

As comemorações do Dia da Unidade do Comando Territorial da Guarda da GNR vão decorrer no Sabugal, no próximo dia 1 de dezembro.

A cerimónia militar está agendada para o Largo da Fonte, a partir das 14h30. O programa comemorativo  integra  a exposição da ‘História da GNR’, que vai estar patente na sala de exposições temporárias do Museu do Sabugal, entre 26 de novembro e 8 de dezembro.

Ainda no âmbito das comemorações, o Grupo de Teatro Anel de Pedra apresentará, no dia 26 de novembro,  a peça ‘Trilho das Alpergatas’, pelas 20h30, no Auditório Municipal, à qual se seguirá uma  tertúlia  designada ‘Duas Guardas, um Território’.

De realçar ainda a atuação do Quarteto de Cordas da Banda da GNR, no dia 30 de novembro, pelas 21 horas, no Auditório Municipal do Sabugal.

 

DIA da UNIDADE.jpg

 

 

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publicado às 12:12

Sabugalense vai ser General da GNR

por Correio da Guarda, em 05.08.19

António BOGAS - GNR  - 22.jpg

     O sabugalense António Bogas será um dos três oficiais generais da GNR, já a partir do próximo ano.

   Formado na Academia Militar (AM), António Bogas é um dos primeiros coronéis que, pertencentes à Guarda Nacional Republicana, vão passar a generais.

   Assim que terminou o seu curso de Administração Militar na AM, e mercê da excelente classificação, foi logo chamado para o Quartel General da Guarda Nacional da GNR, no Carmo (Lisboa).

   Colocado, atualmente, no Comando da Administração e Recursos Internos da GNR, onde chefia a Direção de Recursos Financeiros, António Bogas é um profundo conhecedor desta força de segurança, onde tem feito uma brilhante carreira, tendo passado por várias unidades da Guarda Nacional Republicana  como responsável da área financeira e logística (esteve, nomeadamente, na ex-Brigada nº 4 da GNR, que englobava os distritos da Guarda, Viseu, Castelo Branco, Coimbra e Aveiro ).

   António Bogas foi também docente na Academia Militar e no Instituto Universitário Militar, tendo também desempenhado funções na Escola da Guarda (GNR) em Queluz, como diretor de cursos e chefe do Núcleo de Formação e Ensino.

   Escolhido agora para o Curso de Promoção a Oficial General (CPOG) este sabugalense – que para além do Sabugal estudou também na cidade da Guarda – será um dos primeiros generais (até agora os lugares cimeiros eram ocupados por militares do Exército) da Guarda Nacional Republicana.

 

 

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publicado às 12:55

Teleassistência a Pessoas Vulneráveis

por Correio da Guarda, em 28.05.19

TELEASSISTÊNCIA.jpg

     O Comando Territorial da GNR da Guarda, em parceria com dez municípios do distrito da Guarda  vai apresentar, publicamente, no próximo dia 4 de junho o Projeto da Teleassistência a Pessoas Vulneráveis “eGuard”.

     Nesta sessão vai ser abordao o tema nas dimensões da segurança e da responsabilidade social, que tem como foco principal os idosos mais desprotegidos, bem como dar a conhecer as ações que cada parceiro irá desenvolver, sobretudo nas áreas do security, do safety, e da ação social.
    Integram este projeto, para além da GNR, os municípios de Trancoso, Almeida, Sabugal, Pinhel, Guarda, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Mêda, Vila Nova de Foz Côa e Aguiar da Beira.
    A apresentação terá lugar no Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda, a partir das 21h30.

 

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publicado às 22:30

Guarda Republicana

por Correio da Guarda, em 01.12.17

 

     Amanhã, dia 2 de Dezembro, assinalam-se 103 anos após a chegada dos primeiros elementos da Guarda Republicana à cidade mais alta de Portugal, ato que foi festivamente assinalada pelas entidades locais e população citadina.

    O dia 2 de Dezembro de 1914 “estava de rigoroso inverno, caindo uma chuva impertinente”, como noticiava o jornal “O Combate”, editado na Guarda. Contudo, nem as condições atmosféricas adversas impediram de afluir, à entrada da cidade, “muito povo com a bandeira da Infantaria nº 12, irrompendo em manifestações entusiásticas ao chegar da força”, que era comandada pelo capitão Cesário de Augusto d’Almeida Viana.

     Os elementos desta companhia (4ª de Infantaria), e de acordo com o que divulgou a imprensa citadina, foram, depois, distribuídos por Aguiar da Beira, Almeida, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Vila Nova de Foz Coa, Gouveia, Guarda (12 de cavalaria e 22 de Infantaria), Manteigas, Meda, Pinhel (6 de cavalaria e 8 de infantaria), Sabugal, Seia e Trancoso.

   Na Guarda parte dos elementos da força ficaram no edifício da Câmara Municipal (onde funciona atualmente a Escola de Santa Clara) e os restantes nas instalações do antigo “colégio jesuítico”, hoje Paço Episcopal, na Rua do Encontro; refira-se que a 31 de Outubro de 1914, e de acordo com a ata da Comissão Executiva da Câmara da Guarda, tinha sido pedida, à “Comissão de Execução da Lei de Separação do Estado das Igrejas, a cedência da casa onde esteve o colégio das Irmãs Doroteias”, na altura desabitada, “para instalar provisoriamente a Guarda Republicana” até que fossem concluídas as obras de adaptação que a autarquia estava a realizar.

    Nessa época, a cidade era uma “aldeia grande, com as mil deficiências que caracterizavam os pequenos burgos do interior: seriam pouco mais de seis mil os seus habitantes, acantonados no velho bairro de São Vicente, com a cidade nova a querer romper pelo Campo de S. Francisco, Bonfim e Arrabalde”, como escreveu José Maria de Almeida. Descrevendo, depois, o quadro citadino, o articulista refere-se a uma terra quase parada no tempo. “Sem água canalizada, sem esgotos, com os deficientes hotéis de Abel Ferreira de Abreu (Hotel Central) e de José António dos Santos (Hotel Santos), a luz elétrica de fraca potência, escasso policiamento, sem cafés modernos, apenas com a recriação oferecida pelo Teatro dos Bombeiros, pelo Club Egitaniense, frequentado pela alta burguesia, e o Grémio Sande e Castro pelos caixeiros, pequenos comerciantes e funcionários públicos, a Guarda era, tinha de ser mesmo, uma cidade morta, polvilhada de tuberculosos, espalhados pelas casas de doentes, como a da Tamanqueira, da Etelvina ou da Chica, modestas e deficientes pensões, situadas à ilharga da cidade”.

    A esta realidade acresciam o clima político e social subsequente à implantação da República, numa cidade onde se desenrolaram, ao longo dos anos seguintes vários episódios que testemunharam múltiplos antagonismos.

    Nos jornais de matriz republicana, publicados antes e depois da data que marcou um novo ciclo na história política portuguesa, encontramos textos de grande lucidez e reflexões apaixonadas, a par de uma preciosa informação sobre o pulsar da vida local, sobre o papel interventivo de muitas personalidades, sobre as estratégias dos grupos que detinham ou pretendiam o poder, sobre as divergências pessoais ou de grupos. Da leitura e do estudo, crítico, destes jornais poderemos evoluir para um conhecimento mais completo de um período em que o mapa político e institucional do distrito da Guarda era palco de grande efervescência e outrossim de mudanças.

   Neste contexto, melhor se compreendem o significado e a importância da vinda da Guarda Republicana.

   A partir desta histórica data, a Guarda Republicana abriu um novo ciclo no policiamento e segurança do distrito, mais tarde com novos postos e seções. Em 1917 a 4ª Companhia passou a integrar as seções da Guarda, Pinhel e Gouveia; a partir de 1920, e já integrada no Batalhão nº 5, com sede em Coimbra, foram sendo instalados novos postos.

   Decorridos estes 103 anos, a GNR continua bem presente na Guarda da região e da sua divisa, alimentando ainda, certamente, o sonho de melhores instalações e condições para quantos integram esta força de segurança. (Helder Sequeira)

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publicado às 08:45

Cibersegurança na Guarda

por Correio da Guarda, em 22.11.17

 

     No Instituto Politécnico da Guarda (IPG) vai decorrer no próximo dia 29 de Novembro um seminário internacional subordinado ao tema “Cibersegurança: do que nos devemos proteger”. Trata-se de uma iniciativa do Comando Territorial da Guarda da GNR em parceria com o IPG.

    Como foi referido na conferência de imprensa, realizada na segunda-feira, para apresentação deste Seminário, “as ameaças digitais afetam hoje toda a sociedade e a cada segundo são muitos os ataques que acontecem à escala mundial e que têm como alvo as mais diversas infraestruturas e plataformas” e, por outro lado, “cada vez mais os ataques são polifórmicos, altamente mutáveis e facilmente os atacantes conseguem controlar o ataque remotamente. Nesse sentido é importante estar consciente das ameaças e perigos digitais, de modo a implementar mecanismos de proteção e saber agir em momentos mais críticos”.

    Assim, como foi explicado, este Seminário pretende sensibilizar a comunidade para as medidas de proteção adequadas, em cada situação.

Carlos Pimentel (GNR) irá abordar a realidade portuguesa ao nível da cibersegurança assim como a exploração do ciberespaço como meio para a criminalidade. Serão ainda apresentadas algumas ações desenvolvidas pela GNR na divulgação de auto medidas de proteção e no apoio às boas práticas de utilização da Internet;

    Por seu turno, Luis Elneser Montesinos (Guardia Civil, Espanha) apresentará a realidade espanhola no que diz respeito ao crime digital perspetivando a visão do futuro nesta área.

    O conferencista do IPG, Pedro Pinto, irá falar das principais ameaças digitais, preocupações e mecanismos de mitigação no ciberespaço; serão ainda demonstradas algumas ameaças atuais e abordados alguns mecanismos de proteção.

    Este Seminário decorrerá no Auditório dos Serviços Centrais do IPG, a partir das 9h30, sendo aberto à comunidade.

Cibersegurança.jpg

 

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publicado às 00:01

Campanha

por Correio da Guarda, em 17.11.17

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publicado às 22:40

Abuso sexual de pessoa com deficiência

por Correio da Guarda, em 15.10.17

 

     O Comando Territorial da GNR da Guarda, através de uma equipa do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) do Destacamento Territorial de Pinhel, deteve na passada sexta-feira, 13 de outubro, em flagrante delito, um homem de 32 anos, pelo crime de abuso sexual de pessoa incapaz de resistência.

    A detenção foi feita perto da cidade de Pinhel quando os militares da GNR, durante o patrulhamento, detetaram uma viatura imobilizada num local ermo, a qual era pertencente de "uma instituição que se dedica à educação e reabilitação de pessoas portadoras de deficiência", de acordo com a informação divulgada pela Comando Territorial da Guarda.

    No momento da abordagem à viatura, surgiu "um individuo com um comportamento suspeito, vindo de uma zona de mato, alegando ser o condutor e motorista da instituição em causa. Após algumas diligências efetuadas, pelos militares da GNR, foi encontrada uma mulher despida deitada no chão, estando visivelmente perturbada, a qual foi prontamente socorrida."

    Segundo informação de familiares, a vítima possui 80% de incapacidade mental.

    O indivíduo foi detido e presente ontem, dia 14 de outubro, no Tribunal Judicial da Guarda, tendo-lhe sido decretada a medida de coação de apresentações periódicas, proibição de contacto com a vítima e proibição do exercício de funções com utentes com necessidades especiais.

 

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publicado às 20:20


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