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Fotos de Emílio Biel

por Correio da Guarda, em 11.07.19

Via Férrea.jpg

    Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda, está patente uma exposição constituída por parte de um álbum fotográfico feito por Emílio Biel (1838 – 1915), fotógrafo português, desde 1887.

    As imagens expostas mostram obras de construção da linha férrea desde Salamanca até Barca d´Alva. Esta mostra é uma organização da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Centro de Estudos Ibéricos e  Museo del Comercio y la Industria de Salamanca.

 

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publicado às 23:05

Castanheiro gigante de Guilhafonso

por Correio da Guarda, em 23.06.19

Castanheiro gigante de Guilhafonso - HS.jpg

    Castanheiro gigante. Guilhafonso (Guarda).

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publicado às 00:01

Um roteiro pelo país real...

por Correio da Guarda, em 22.06.19

Cruzeiro - Fot Helder Sequeira.jpg

     “Ausência e Território: as aldeias da Serra, do Vale e da Meseta” foi o tema proposto para o roteiro fotográfico organizado, no passado sábado e domingo, pelo Centro de Estudos Ibéricos e Fotoclube da Guarda.

    Tratou-se, como foi referido, de um desafio envolto na paixão pela fotografia e orientado para a (re)descoberta de realidades tão próximas e tão longínquas; territórios de solidão, de ausência que foram berço de múltiplos percursos individuais, de sonhos e de aventura…

   Através da fotografia, “uma escrita tão forte porque pode ser lida em todo o mundo sem tradução”, na elucidativa expressão de Sebastião Salgado, os participantes centraram as suas objetivas em pormenores, rostos, arquitetura, artefactos, caminhos, solidão, religiosidade, tradições, paisagens, flora, patrimónios, afetos, ausências, sulcos do tempo, ou caprichos da natureza…

   Iniciativas como esta, se por um lado permitem um registo de realidades transversais às aldeias do interior, desertificado, envelhecido, por outro viabilizam a divulgação de múltiplos valores humanos, sociais e culturais que podem despertar consciências e incentivar esforços conducentes a medidas de valorização e revitalização de tantos lugares de memória.

   As imagens obtidas consubstanciam narrativas e olhares que se ampliam agora nas redes sociais ou em trabalhos fotográficos destinados a futuras exposições e publicações, servindo igualmente de relevante recolha documental.

   Para além disso, o envolvimento de pessoas oriundas de diferenciados locais perspetiva o desejo e o regresso de aprofundar o conhecimento de territórios, alargando esse entusiasmo a círculos pessoais ou profissionais; tanto mais que a hospitalidade beirã, a forma de estar e de ser das nossas gentes, cativa quem nos visita.

   A disponibilidade para esclarecer, orientar, guiar, mostrar o património local, alertar para pormenores arquitetónicos, sublinhar a tipicidade de habitações, a descrição de tradições e episódios intimamente ligados às comunidades locais foi uma nota comum às aldeias visitadas, num roteiro que percecionou outra dimensão do país, uma sólida matriz identitária, nossa.

   Vila Soeiro, Aldeia Viçosa (aldeias do Vale), Avelãs da Ribeira (aldeia da Meseta), Fernão Joanes e Videmonte (aldeias da Serra) balizaram um trajeto rico de imagens e emoções, num território que temos de salvaguardar, valorizar e divulgar, esbatendo ausências e abrindo caminhos para o futuro, através do contributo de todo, num empenho permanente e coletivo, liberto de calendários pessoais ou políticos. (Hélder Sequeira).

 

 

 

 

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publicado às 15:22

Jovem guardense participa em vídeo de Madonna

por Correio da Guarda, em 20.06.19

 

Catarina Flor 3 -A - HS.jpg

Catarina Flor é uma jovem guardense de quem já falamos anteriormente, pelo seu trabalho ao nível da fotografia e de projetos na área do multimédia. Recentemente esteve em destaque pela sua participação no vídeo clip do tema “Dark Ballet” de Madonna, que integra o álbum “Madame X”.

Ao Correio da Guarda, Catarina Flor falou sobre esta nova experiência.

 

Como surgiu esta participação no vídeo clip?

O amor pela representação começou desde cedo. Comecei por fazer teatro amador, workshop de representação e após terminar a licenciatura em artes plásticas e multimédia, uma pós-graduação em ilustração.

Mesmo assim senti que ainda não me estava completa, como se faltasse um pedaço de mim, após uma introspeção, apercebi-me que era uma vontade em estar mais presente no mundo da representação.

Decidi então tentar a minha sorte e inscrever-me em agências de modelos que tivessem a variante comercial ou acting, admito que senti algum receio porque não me enquadro nos critérios de modelo devido a minha altura, mas como a minha mãe diz “o não é garantido” e se assim o era não perdia nada em tentar.

Assim enviei para algumas agências de renome e acabei por me levar pela emoção, começando por procurar na internet outras que não eram assim tão conhecidas. Qual o meu espanto, no dia seguinte tive uma resposta de uma agência do Porto que queria que estivesse presente para um casting presencial, e que tinha de ser o mais rápido possível porque havia um casting para os morangos com açúcar e eles queriam que eu participasse.

Fui logo no dia seguinte. Quando cheguei começaram por me encher de elogios, quiseram saber mais sobre mim e sobre a profissão dos meus pais, mostraram-me os anuncio que alguns agenciados já tinham feito, e eu claro fiquei maravilhada, após tantas coisas positivas disseram-me o seguinte “nota-se que és uma rapariga inteligente, como deves calcular existe um preço para isto, para te fazermos um book, maquilhagem e essas coisas” (sic), quando me mostraram a tabela de preços o meu rosto gelou: no mínimo tinha que pagar 600€ só pelo book! Tentei falar com eles e explicar-lhes que esse orçamento era muito elevado, insistiram comigo, disseram-me que se não pagasse naquele dia que já não podia ir ao casting dos “Morangos com Açúcar”.

Pediram-me para ligar aos meus pais para lhes pedir opinião, senti-me tão dormente que acabei por telefonar e perguntar o que achavam, felizmente os meus pais estavam mais conscientes que eu e disseram para eu pensar bem, se eu não achava estranho, e foi aí que percebi que estava a ser engolida por uma estratégia de marketing.

Após desligar a chamada disse-lhes que os meus pais também não concordavam com o preço, disseram-me que eles não estavam a pensar bem no rendimento que eu ia ter, agradeci-lhes e vim embora, senti-me despedaçada. Liguei a uma amiga que está a trabalhar com uma agência e perguntei-lhe se era normal o que me tinha acontecido e ela respondeu-me que nenhuma agência a sério pede dinheiro pelo book fotográfico, senti-me enganada mas feliz por não ter caído na “teia”.

Passado uma semana a Elite Lisbon contactou-me e disse-me para ir a um Casting presencial e mencionou que o meu agenciamento não iria ter qualquer custo, e assim começou toda esta jornada.

Após o agenciamento na Elite comecei a ser proposta para castings, e foi assim que se proporcionou a participação no vídeo-clip, mas não soube de que cantora se tratava até ao próprio dia, foi uma experiência mágica, senti que era surreal estar a trabalhar com uma das maiores estrelas pop do mundo.

O que representou, para ti, participares neste trabalho?

Participar num trabalho de tão grande dimensão e com tão bons profissionais significou muito para mim, não só a nível profissional como a nível pessoal, não sou por norma uma pessoa muito confiante, as vezes ate sinto que sou um pouco pessimista comigo mesma, mas admito que senti um grande orgulho próprio.

Foi uma grande prova que devemos acreditar mais em nós próprios e no nosso potencial, é uma sensação muito gratificante ver o nosso trabalho ser valorizado por uma identidade de tão grande renome, não há impossíveis e esse momento foi uma prova disso.

Catarina Flor - Video Clip.png

Gostas de aceitar, sempre, novos desafios?

Sinceramente gosto muito de sentir que me estou a por fora da zona de conforto, gosto porque sinto que estou a evoluir e é por isso que me faz sentir desconfortável, não é fácil nos sujeitarmos a castings, sermos avaliados em 5-10 minutos e mostrarmos todo o nosso talento em tão curto tempo, mas sinto sempre que devo ir aos castings, mesmo que não fique com o papel pelo menos na minha consciência sei que tentei.E a sensação de ficar com o papel é como uma luz no coração!

Quais as tuas prioridades atuais?

As minhas prioridades atuais são conseguir conciliar a parte da representação e a parte de ilustração pois as duas completam-me e se me foco só numa das áreas sinto sempre que estou em falta com a outra, necessito de um equilíbrio entre as duas partes, e principalmente de estar sempre em evolução com as mesmas.

E quanto a projetos para o futuro?

É uma pergunta engraçada, gosto muito da filosofia Carpe Diem, e evito pensar muito no futuro, mas sei que vou continuar na luta para encontrar o meu lugar no mundo da representação e da ilustração e dar sempre o melhor de mim, e ser feliz.

Catarina Flor - 4 - HS.jpg

 

 

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publicado às 00:07

Roteiro fotográfico em aldeias da Guarda

por Correio da Guarda, em 29.05.19

roteiro-lg.jpg

     “Ausência e Território: As Aldeias da Serra, do Vale e da Meseta” é o tema do roteiro fotográfico que o Centro de Estudos Ibéricos (CEI), em parceria com o Fotoclube da Guarda, vai promover nos dias 15 e 16 de junho.

   Segundo a organização, é “desafio envolto na paixão pela fotografia e orientado para a (re)descoberta de realidades tão próximas e tão longínquas; territórios de solidão, de ausência que foram berço de múltiplos percursos individuais, de sonhos e de aventura…”.

    Através da fotografia o Centro de Estudos Ibéricos e o Fotoclube da Guarda pretendem “registar e descrever – sob diferentes sensibilidades, emoções e olhares – aldeias do vale, da serra e da meseta; propomos, assim, um olhar sobre Misarela e Aldeia Viçosa (nas aldeias do Vale), um percurso por Videmonte e Fernão Joanes (aldeias da Serra) e, no último dia do roteiro fotográfico, assinalar, nas imagens, referências a Guilhafonso e Avelãs da Ribeira.”

   Assim, “rostos, arquitetura, artefactos, caminhos, solidão, religiosidade, tradições, paisagens, flora, patrimónios, afetos, ausências, sulcos do tempo, ou caprichos da natureza…” são algumas das temáticas propostas aos participantes neste roteiro.

   Os interessados podem fazer aqui a sua inscrição e obter mais informações sobre programa e horários.

 

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publicado às 00:01

Museu da Guarda

por Correio da Guarda, em 11.04.19

Museu da Guarda - foto HS.jpg

 

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publicado às 23:32

Igreja da Misericórdia (II)

por Correio da Guarda, em 07.04.19

Igreja - Guarda - Foto Helder Sequeira.jpg

 

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publicado às 22:28

Rua da Torre...

por Correio da Guarda, em 29.03.19

Guarda - Rua da Torre - HS.jpg

 

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publicado às 23:36

Pela Guarda...

por Correio da Guarda, em 13.03.19

Uma rua no centro histórico  - HS.jpg

 

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publicado às 20:30

Concurso de fotografia

por Correio da Guarda, em 04.02.19

Transversalidades.jpg

    Até ao próximo dia 30 de Abril estão abertas as candidaduras para o Concurso de Fotografia "Transversalidades".

    Este concurso, "Transversalidades: fotografia sem fronteiras" é uma iniciativa do Centro de Estudos Ibéricos (CEI) que tem a sua sede na Guarda.

    O regulamento para esta oitava edição do "Transversalidades" pode ser consultado aqui.

 

 

 

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publicado às 13:01


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