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Capela do Mileu

por Correio da Guarda, em 10.10.22

MILEU_Capela GRD HS.JPG Capela do Mileu, Guarda.

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publicado às 00:03

Ao encontro da Guarda...

por Correio da Guarda, em 03.10.22

 

“Discover Guarda” é uma nova proposta para (re)descobrir toda uma região onde a história, os monumentos de arquitetura militar, igrejas, o ambiente, a paisagem e a cultura cimentam toda uma identidade. “Uma região com tanto para descobrir e viver”, como é referido na capa de apresentação nova plataforma digital.

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Este é um trabalho da autoria de Carlos Martins que há dois anos começou a trabalhar neste projeto, o qual teve subjacente a preocupação em reunir “diversas informações relativas à Guarda” e sobretudo as fotografias que este guardense registou ao longo dos últimos dez anos.

“Queria um site que contivesse as informações organizadas e de fácil acesso. Com tantas informações e variáveis para gerir, foram muitas as vezes fiz e refiz tudo de raiz…. Muitas horas de trabalho…”, refere Carlos Martins

Adianta, entretanto, que este é um projeto em que aproveitou “para desenvolver vários tipos de conhecimento, tais como a programação informática, design gráfico, fotografia e cultural.”

O autor do Discover Guarda esclarece “que já tem muitas informações, mas também é bem certo que muitas outras faltam e faltarão. Este é um projeto inacabado que tem como objetivo ir desenvolvendo ao longo do tempo”.

Um trabalho sem dúvida com grande mérito e de inquestionável utilidade para quem quer (re)descobrir, sentir e viver esta região ímpar. Parabéns, Carlos Martins.

 

Helder Sequeira

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publicado às 00:01

Elisabete Gonçalves: a imprensa tem de ser criativa

por Correio da Guarda, em 15.09.22

 

“A imprensa regional terá de ser criativa para se poder continuar a afirmar”. A afirmação é da jornalista Elisabete Gonçalves que em 1997 não hesitou em trocar Lisboa pela Guarda, onde exerce, desde então, a sua atividade profissional.

Reconhecendo que está numa zona com potencialidades, considera, em entrevista ao CORREIO DA GUARDA que é “preciso evidenciar o que tem de melhor o nosso território e criar riqueza na região. Devíamos ser mais ambiciosos e mais reivindicativos”.

Natural da Guarda, estudou na Escola Secundária Afonso de Albuquerque, no Instituto Superior de Administração Comunicação e Empresa (ISACE) e na Escola Superior de Jornalismo do Porto. Iniciou a profissão no Grupo Fórum Estudante, em Lisboa; passou pelo Grupo Ferreira & Bento e regressou à Guarda para integrar a equipa do Jornal Terras da Beira (em 1997). Em finais de 1999 participou na fundação do jornal O Interior, mas ainda nesse ano regressou à redacção do semanário Terras da Beira, onde continua a trabalhar.

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Como ocorreu a sua entrada no jornalismo?

Os primeiros contactos aconteceram ainda estava a estudar jornalismo no ISACE. Tinha um professor que era chefe de redacção do jornal Terras da Beira e comecei a colaborar com pequenos trabalhos.

Foi uma experiência gratificante que me deu ferramentas para ingressar no mercado de trabalho. Tive grande ajuda da parte dos jornalistas que na altura estavam no Terras da Beira.

 

Quais foram as dificuldades iniciais?

Não consigo identificar grandes dificuldades. Quando fiz o estágio profissional no Grupo Fórum Estudante já tinha noções de como me movimentar para procurar informação. As publicações onde eu colaborava lidavam muito com jovens, alguns pouco mais novos do que eu, e com instituições de Ensino Superior. Conhecia um pouco do meio académico e sentia-me segura.

Ainda que estivesse na cidade grande onde quase tudo era desconhecido, o meu espírito explorador e a vontade de conhecer o meio que me rodeava permitiram-me estar bem à vontade.

A experiência foi tão positiva que acabei por ficar a trabalhar por lá.

 

O que acha do atual panorama da imprensa regional? A imprensa regional tem vindo a perder a influência?

Nos últimos anos, a imprensa regional perdeu um pouco do seu espaço. Não só pela evolução do mundo digital, mas também porque fruto das condicionantes económicas tem havido menos investimento nos recursos humanos e materiais dos órgãos de comunicação social. As redacções são cada vez mais reduzidas.

O mercado da publicidade também se alterou e em vez do investimento ser feito na imprensa aposta-se noutro tipo de plataformas. A imprensa regional terá de ser criativa para se poder continuar a afirmar. De uma maneira geral, os mais novos não têm o hábito de ler jornais e muito menos regionais.

 

As redes sociais desviam as atenções tradicionalmente centradas na imprensa?

Sim. A informação está disponível de forma quase instantânea nas redes sociais. Não há que procurar muito. É o facilitismo que afasta os leitores.

Os cidadãos são pouco exigentes e não filtram o que lhes chega através do ecrã. Além de que hoje qualquer pessoa publica informações e não há cuidado de ver se a origem é fidedigna.

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Quais são os principais problemas com que se debatem os profissionais que trabalham na imprensa regional?

A falta de meios e de recursos humanos impede os profissionais de se dedicarem de forma mais profunda a determinados temas.

Há poucas pessoas nas redacções e são necessárias para assegurar aquilo que é essencial nas publicações.

 

Tem havido, em sua opinião, um rejuvenescimento das redações dos jornais?

Não tanto como seria desejável. São necessárias novas ideias, novas perspectivas para que os jornais também acompanhem a realidade e possam ir de encontro às expectativas de outros públicos.

 

Quais os melhores momentos, da sua atividade jornalística, que recorda? E os piores?

Os melhores momentos são sempre aqueles em que vemos que o nosso trabalho tem algum impacto e é reconhecido. Ter a noção de que o nosso artigo suscitou alguma discussão ou contribuiu para que determinado problema tenha sido resolvido é sempre gratificante.

Vivi os piores momentos quando já estava na imprensa regional, mas a experiência ainda era pouca. Na investigação que fazia sobre o caso do falecimento de idosos num lar sem que fosse dado conhecimento aos familiares, acabei por ser eu a dar a notícia a uma das famílias do sucedido.

Outra situação esteve relacionada com maus-tratos a crianças que residiam numa instituição de acolhimento do distrito. Tocou-me muito ouvir o relato das vítimas. Confesso que guardei aquelas lembranças por alguns dias.

 

E qual o trabalho jornalístico que mais gosta de fazer?

Gosto de fazer reportagens. De andar no terreno e de ir à procura de informação sem ter um guião. No meu dia-a-dia gosto especialmente de abordar temas da área da sociedade, nomeadamente as áreas da saúde e da educação.

 

Houve algum projeto que idealizou e não concretizou ainda? E novos projetos?

Tenho alguns sonhos, mas fora da área do jornalismo.  O turismo e a natureza são dois temas que me têm suscitado grande interesse nos últimos anos.

 

Gosta também da fotografia. Esse gosto era anterior à entrada no jornalismo ou iniciou-se com a atividade informativa?

Nunca tinha pensado nisso. Mas de facto o meu interesse pela fotografia está ligado à profissão. Quando comecei a fotografia que acompanhava os trabalhos era da responsabilidade de fotógrafos.

Tanto no Grupo Fórum como depois na imprensa regional as tarefas estavam completamente separadas. A partir de certa altura e fruto também da redução de meios humanos, comecei também a ter de tirar as fotografias para acompanhar os meus artigos.

 

Qual o tipo de fotografia (para além da fotografia documental relacionada com o seu trabalho profissional) prefere?

Gosto de fotografia de paisagem e de património. A natureza e a história são dois temas pelos quais tenho especial interesse.

A fotografia para mim é uma paixão, mas não tenho conhecimentos técnicos. É o gosto genuíno de registar aquele momento, que me parece perfeito e depois também poder partilhar o que vi.

 

Que análise faz do trabalho da comunicação social sediada na região?

Acho que devia ser mais provocadora.

 

O que tem faltado? E o que tem sido positivo?

A comunicação social tem tido um papel importante em determinados assuntos relacionados com o quotidiano das populações do distrito. Trazer à discussão temas esquecidos pelos governos e pelos políticos tem ajudado a pressionar para a sua resolução.

 

Que conselho daria aos jovens que queiram seguir a atividade jornalística, mormente no interior?

Devem seguir essa vontade, tendo a noção de que vão encontrar alguns constrangimentos a nível de recursos. Mas podem também contar com uma actividade gratificante porque vão exercer um jornalismo de proximidade e vão sentir que podem fazer a diferença na vida das populações.

Eu vim de Lisboa para exercer a profissão no interior. Na altura, em 1997, pareceu-me a melhor opção em termos pessoais. Reconheço que poderia ter tido outras oportunidades na carreira, ou não, mas em ponto pequeno acredito que tenho dado o meu contributo.

 

Gosta também de fazer caminhadas. Isso tem levado à descoberta de recantos e encantos da nossa região?

A nossa região tem trilhos e locais fantásticos. É só ter vontade de explorar. A natureza é um bom local para nos ouvirmos. A nós próprios e aos outros. E há sempre algo para descobrir.

No tempo da pandemia a zona do Castro do Tintinolho era das minhas favoritas. Descer a calçada romana desde o Chafariz da Dorna, passando pela nascente do Rio Diz e subir até à zona das eólicas. Depois descer até ao Castro, podendo fazer algumas variantes.

Às portas da cidade é uma óptima área para explorar. É pena que os percursos não estejam devidamente identificados com informação sobre os espaços e locais, nomeadamente sobre o Castro e os troços da calçada romana que ainda existem.

Poderia criar-se um trilho histórico muito interessante. A zona de Vila Soeiro é outra das zonas fantásticas. Nem seria necessário a existência dos Passadiços do Mondego. Os caminhos existentes levam-nos a locais recônditos, encaixados na rudeza do granito e envolvidos pelo curso do rio Mondego.

No distrito há um grande conjunto de locais que merecem uma visita. Entre as novidades está o Miradouro da Faia, no concelho de Pinhel e os Passadiços do Côa, junto ao Museu do Côa. Em Seia, a zona da Mata do Desterro e a praia fluvial dr. Pedro, bem como a zona da Lapa dos Dinheiros são áreas em que a natureza nos envolve em absoluto.

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Que sugestões, ao nível de caminhadas, gostaria de deixar?

Infelizmente, os incêndios de Agosto causaram estragos na paisagem da região e alguns trilhos tornaram-se mais tristes.

Dos trilhos que fiz recentemente destaco a Rota do Vale da Cadela, em Gouveia. Um percurso de experiências diversificadas, que se desenvolve na natureza e que atravessa a malha urbana.

Sugiro também a subida ao baloiço da Rapa pela Serra da Lomba. A paisagem tanto para o lado de Celorico da Beira como para o lado da Guarda é soberba. É das melhores opções para se apreciar o Vale do Mondego. Nesta altura, a paisagem está negra pelo incêndio que ali lavrou recentemente, mas a natureza não tardará a recompor-se.

Com o aproximar do Outono, a Rota das Faias em Manteigas é passagem obrigatória para os amantes das caminhadas e da natureza. O incêndio de Agosto afectou a zona, mas as faias ficaram intactas.

A Serra da Estrela oferece uma panóplia de percursos com variados pontos de interesses, ambientais, históricos e paisagísticos.

 

Como vê o futuro da Guarda e região? O que falta?

Quero acreditar que há futuro. Creio que falta pensar o futuro de uma maneira diferente. É preciso reinventar. Não podemos aspirar a vida de grandes empresas para fixar pessoas. Não se pode projectar o futuro como se projecta para outras zonas do país. Temos de fazer diferente e ser criativos para que os jovens de cá queiram ficar e se fixem novas pessoas.

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As nossas aldeias estão a ficar desertas e perder-se muito do património. Não só o construído. A bandeira tem de ser a qualidade de vida. Se há muitos estrangeiros a fixarem-se na região atrás da qualidade de vida que o território oferece por que é os portugueses não podem seguir o exemplo.

Não temos sabido “vender” as qualidades da nossa região. É preciso evidenciar o que tem de melhor o nosso território e criar riqueza na região. Devíamos ser mais ambiciosos e mais reivindicativos. Somos muito comodistas com aquilo que nos atribuem. Esta região tem valores e devemos não só protegê-los mas também promovê-los. Nós, os que estamos por cá, somos os melhores embaixadores do território.

 

 

 

 

 

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publicado às 22:31

Uma noite na cidade...

por Correio da Guarda, em 30.08.22

GUARDA-passeio-ruas HS.jpg

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publicado às 21:37

Dia Mundial da Fotografia

por Correio da Guarda, em 19.08.22

 

O Dia Mundial da Fotografia é hoje assinalado.

Esta evocação assenta na invenção do daguerreótipo, um processo fotográfico que foi desenvolvido, em 1837, por Louis Daguerre.

Em janeiro de 1839, a Academia Francesa de Ciências anunciou a invenção do daguerreótipo e a 19 de agosto, desse mesmo ano, o Governo francês considerou a invenção de Loius Daguerre como um presente "grátis para o mundo".

Recorde-se que outro processo fotográfico –o calótipo, inventado também em 1839 por William Fox Talbot – contribuiu para que o ano de 1839 fosse considerado o ano da invenção da fotografia.

Fogo - HS.jpg

Como afirmou Henri Cartier-Bressom "fotografar é colocar na mesma mira a cabeça, o olho e o coração".

Por outro lado, e citando Sebastião Salgado, a fotografia “é uma escrita tão forte porque pode ser lida em todo o mundo sem tradução”. 

 

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publicado às 08:36

Um postal da Guarda...

por Correio da Guarda, em 08.08.22

Postal da Guarda HS -3.jpg

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publicado às 17:45

Pegadas de Fé

por Correio da Guarda, em 13.07.22

 

 

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No Paço da Cultura da Guarda foi apresentado hoje o livro “Roteiro das Beiras e Serra da Estrela – Pegadas de Fé”.

Esta publicação resulta de uma cooperação entre a Diocese da Guarda e a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE), para “valorizar o património afeto ao culto e espalhado pelo vasto território” da diocese egitaniense.

O roteiro, como é referido na obra agora apresentada, convida o leitor “a visitar os monumentos de culto classificados (37) que se encontram espalhados pelo território” da CIMBSE e “a descobrir outros não menos fascinantes entre um vasto património”.

Este roteiro integra fotografias de Bernardo Gomes e Susana Milhões, com textos de Joana Pereira.

De referir que o texto se encontra traduzido em inglês, francês e espanhol.

Após a apresentação deste livro teve lugar a abertura doa exposição “Mulier, Mater, Magistra” (Mulher, Mãe, Mestra) que vai estar patente até 30 de novembro, no espaço da antiga capela do edifício onde outrora funcionou o Paço Episcopal, na Rua Alves Roçadas.

 

 

 

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publicado às 23:46

"Ruralidades" no Museu da Guarda

por Correio da Guarda, em 08.05.22
 
 
No Museu da Guarda continua patente, até ao próximo dia 22 de maio, a exposição fotográfica "Ruralidades", de Jorge Bacelar.
O foco desta exposição de Jorge Bacelar centra-se nos homens e mulheres do mundo rural que, nos dias de hoje, ainda dedicam as suas vidas a cultivar a terra e a tratar do gado.
Profundo conhecedor deste mundo onde convive com pessoas que muito admira, encontrou na fotografia uma forma de enaltecer e perpetuar a imagem dos agricultores, com quem tem uma relação familiar, de grande amizade e respeito.

Exposição RURALIDADES.jpg

Sem iluminação e sem artifícios, usa a sua lente – a proximidade com as pessoas – para obter as imagens, num cenário tão realista quanto o possível. “Além do rosto, tento captar as mãos, porque elas também falam e contam muito sobre as pessoas, e também o fruto do seu trabalho e os animais com os quais eles convivem diariamente”. Referiu algures que “é neste ambiente que eu encontro a luz que quero, que tenho as pessoas que eu sinto como família”. As imagens expostas mostram uma obra de rara e de singela beleza captada por um olhar único, pleno de humanismo, em permanente e fraterno diálogo com os retratados.
Esta é a forma encontrada pelo autor não só para os homenagear como de dar voz, visibilidade e retirar do anonimato os homens e mulheres simples que teimam em permanecer no campo. Jorge Bacelar nasceu em Figueira de Castelo Rodrigo. É médico veterinário há mais de 20 anos, exercendo a sua profissão na região de Aveiro. Despertou para a fotografia há oito anos. Começou pelas paisagens e depois mergulhou no mundo rural, fotografando a gente que vive da terra, no seu próprio meio, principalmente oriunda da Murtosa, de Estarreja, de Albergaria-a-Velha e de Figueira de Castelo Rodrigo.
Rostos, expressões e poses, com os animais e os produtos da terra a completarem o retrato. Pessoas que já o conhecem por causa do seu trabalho como médico veterinário, facilitando e confiando na sua missão de fotografar: “Gostam do resultado final, sentem-se felizes ao ver as fotos”. Tem recebido importantes prémios e distinções pelo seu trabalho fotográfico, destacando-se, entre muitos outros: Nomination Award HPA 2015, World Photographic Cup 2016, Documentary Award HPA 2017, Concurso Transversalidades 2017, Singapura Photo Cup 2017, Photographic Society of America 2017, Travel Photographer of the Year 2020.
 
Fonte e foto: Museu da Guarda/CMG
 
 
 

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publicado às 22:34

Rua da Torre...

por Correio da Guarda, em 07.05.22

 Porta Torre de Ferreiros GRD .jpg 

 

 

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publicado às 23:10

Roteiro Fotográfico

por Correio da Guarda, em 15.04.22

 

"Ambiente e Ruralidade " é o tema do roteiro fotográfico que vai ter lugar no próximo dia 24 de abril, integrado no V Encontro "Imagem e Território: Fotografia sem Fronteiras".

Este  roteiro fotográfico Roteiro resulta da habitual parceria do Centro de Estudos Ibéricos (CEI)  com o Fotoclube da Guarda (FCG). Esta iniciativa pretende evidenciar os múltiplos cenários dos nossos territórios rurais e a diversidade da riqueza ambiental e paisagística, em linha com os principais objetivos do Encontro, ou seja rentabilizar o valor estético, documental e pedagógico da fotografia.
O percurso inicia-se em Famalicão da Serra e termina na aldeia de Trinta, locais onde serão inauguradas duas exposições do Fotoclube da Guarda.

O programa pode ser consultado aqui, onde poderá também ser feita a inscrição gratuita, mas obrigatória. (obrigatória).

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publicado às 19:00


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