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O livro “Pinhel Guarda-Mor do Reino - O Concelho no século XIX”, da autoria de João Marinho dos Santos, vai ser apresentado amanhã no Pequeno Auditório do Museu da Guarda.
A apresentação da obra será feita, pelas 17h30, por José Luís Lima Garcia.

O século XIX foi para os habitantes de Pinhel, um período de vigorosa reclamação identitária, reforçada pela teimosia dos seus representantes políticos no sentido de a grei participar no "progresso" que se ia manifestando em Portugal e noutros países do resto da Europa. Interiorizadas estavam as regiões de Cima-Côa e Riba-Côa, as quais adotaram a estratégia de se abrirem ao exterior, oferecendo os mais importantes produtos de que economicamente dispunham para a troca com outros mercados regionais e nacionais.
João Marinho dos Santos é licenciado em História (1972) e doutorado em Letras (História Moderna e Contemporânea) (1987), pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde é Professor Catedrático jubilado.
Foi Diretor do Instituto de História da Expansão Ultramarina, Delegado da Secretaria de Estado da Cultura para a Zona Centro de Portugal (1990-1994) e Coordenador Científico do Centro de História da Sociedade e da Cultura (2003-2013).
Tem como interesses científicos e temas de investigação a «História dos Descobrimentos e da Expansão Portuguesa» e a cultura como vertente do desenvolvimento local e regional.
"Entre camponeses do I milénio a.C. e construtores de castelos medievais" é o tema sob o qual decorrem as escavações arqueológicas em Vila do Touro (Sabugal).
Quinze estudantes de Arqueologia da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC) e outros jovens oriundos de diversos países europeus participam neste campo de trabalho, coordenados Raquel Vilaça e Marcos Osório.
Esta campanha de prospeção arqueológica é financiada pelo Município do Sabugal e pelo IPDJ, ao abrigo de um campo de trabalho internacional
Foto: FLUC
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