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Festival de Cinema Ambiental da Serra da Estrela

por Correio da Guarda, em 06.08.22

 

A vigésima oitava edição do Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela (Cine Eco), que decorre em Seia entre os dias 8 e 15 de outubro de 2022, tem 70 filmes incluídos na seleção oficial.

Este ano estão representados maisde 25 países , sendo Portugal, França, Espanha e Alemanha, os que têm maior número de trabalhos a concurso. Novas ‘pandemias’, doenças emergentes, fraudes alimentares, pecuária sustentável, luta de povos nativos, são algumas das temáticas abordadas.

Após um périplo por Cabo Verde e Portugal (incluindo os Açores) com várias extensões já realizadas este ano em diversas cidades portuguesas, e da participação no Fórum Mundial da Água, no Senegal, no mês de março, avizinha-se uma das mais representativas edições do festival Cine Eco em Seia, após dois anos de Pandemia que, ainda assim, não impediram a realização deste icónico Festival em 2020 e 2021.

Na Competição Internacional de Longas-Metragens figuram 11 documentários. Será possível ver o filme sensação da edição deste ano do Festival de Cannes, a adaptação do clássico de Robert Bresson, “Au Hasard Balthazar”.  No que diz respeito à Competição Internacional de Curtas Metragens participam26 documentários e filmes de ficção de vários países como Irão, Senegal, Chile, Rússia, Austrália, Sérvia, Cuba e vários países europeus.

A categoria Séries e Reportagens Televisivas integra11trabalhos que versam sobre temáticas tão diversas como a agricultura intensiva, fraude alimentar, novas oportunidades da agricultura sustentável, educação ecológica subaquática, o degelo, o papel das abelhas. Na Competição de Longas-Metragens em Língua Portuguesa figuram 4 películas de Portugal e Brasil; na Competição de Curtas Metragens concorrem13 filmes e, já na Competição Panorama Regional, estão a concurso 5 trabalhos.

TAMING THE GARDEN (1).jpg © Taming the Garden

 

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publicado às 08:49

Livro sobre o CineEco

por Correio da Guarda, em 03.02.22

Livro de Mário Jorge.jpg

Em Seia vai ser apresentado no próximo dia 12 de fevereiro, pelas 21h30, o livro  “Cinema Ambiental em Portugal - Filmes do mundo, em 25 anos de CineEco, Seia, 1995-2020” , da autoria de Mário Jorge Branquinho,  fundador e principal impulsionador de um dos mais referenciados festivais de cinema ambiental do mundo.

Neste livro, o autor Mário Branquinho relata-nos, na primeira pessoa, o historial do Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela – CineEco. Escrito durante a pandemia, esta obra baseia-se na experiência vivida pelo fundador, sustentada numa pesquisa feita pelos documentos dos arquivos municipais e do próprio CineEco.

O livro faz justiça à história do festival, uma narrativa marcada por momentos inolvidáveis, atos de coragem e resistência, por histórias emotivas, por pessoas que marcaram a trajetória do CineEco, pelos testemunhos de personalidades do mundo do cinema, das artes, da cultura, investigadores, cientistas e pensadores.

“Senti que era uma obrigação partilhar estas memórias e convidar os leitores a partirem numa viagem pelo passado deste Festival de resistência, que surgiu em 1995 não por modas ou tendências, mas por sabermos que era premente abordarmos a questão ambiental através de uma linguagem tão nobre, como é a sétima arte, o cinema”, afirmou Mário Branquinho.  “Estava longe de imaginar que volvidos 25 anos, o CineEco fosse considerado um Festival de referência a nível internacional, um veículo fundamental na Educação Ambiental em Portugal, com a urgência climática a assumir a agenda da atualidade”, referiu depois o autor deste novo livro.

“Cinema Ambiental em Portugal - Filmes do mundo, em 25 anos de CineEco, Seia, 1995-2020” conta com o prefácio de Fátima Alves, professora associada da Universidade Aberta, Investigadora do Centro de Ecologia Funcional, Ciência para as Pessoas e para o Planeta, da Universidade de Coimbra. A obra é editada pelo Município de Seia e pela Associação de Arte e Imagem de Seia e conta com o apoio da Direção Geral do Ambiente; ICA - Instituto de Cinema e Audiovisual; Lipor; Câmara Municipal de Lisboa - Capital Verde Europeia; Ciência Viva; e Turistrela.

 

 

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publicado às 12:45

CineEco2021 com duas ante estreias nacionais

por Correio da Guarda, em 02.10.21

 

“I Am Greta” tem estreia nacional marcada na edição 2021 do Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela, que acontece de 9 a 16 de outubro na Casa Municipal da Cultura de Seia.

“La Croisade”, que integrou a categoria “Cinema for the Climate” do Festival de Cannes deste ano, tem também estreia nacional agendada no CineEco. A 27ª edição do Festival conta ainda e, pela primeira vez, com a exibição em simultâneo dos documentários “Une Fois que tu Sais”, “Ophir” e “Arica” no Festival Internacional de Ciência, em Oeiras.

A 27ª edição do Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela regressa este ano com duas grandes novidades há muito esperadas no mercado cinematográfico nacional.

“I Am Greta” de Nathan Grossman, tem estreia nacional agendada para 13 de outubro, às 21h30, na Casa Municipal da Cultura em Seia. Neste documentário, o realizador acompanha a vida da jovem Greta Thunberg desde o início da greve escolar em 2018, antes mesmo da explosão mediática de que atualmente é alvo. O filme acompanha-a até setembro de 2019 durante a travessia do Atlântico num veleiro que a levou à sede das Nações Unidas para discursar frente a uma plateia de líderes mundiais. Este documentário retrata a luta pessoal de Greta para encontrar um equilíbrio entre a sua adolescência e a exposição mediática. Pode ser, finalmente, visto nas salas de cinema e em estreia absoluta no CineEco.

Outra ante-estreia em território nacional é “La Croisade” filme do realizador e ator Louis Garrel, que integrou o novo departamento do Festival de Cannes deste ano, denominado "Cinema for the Climate”. O documentário é exibido no último dia do Festival, a 16 de outubro, pelas 21h30, depois da atribuição dos vencedores da 27ª edição do CineEco 2021. O filme retrata a história de Abel (Louis Garrel) e Marianne (Laetitia Casta), um casal que descobre que o seu filho de 13 anos vende secretamente bens preciosos para financiar um projeto ambiental ambicioso.

La Croisade.jpg

Extra concurso serão, ainda, exibidos os filmes “O Lago Sagrado – Uma viagem por uma estrada profunda e gelada” de Carla Varanda (realizadora) e Mário Lisboa (fotógrafo), dia 9, na sessão inaugural do Festival; e o documentário de Inês Gil, “Curtir a Pele” a 15 de outubro.

“O Lago Sagrado – Uma viagem por uma estrada profunda e gelada” transporta-nos numa viagem pela maior massa gelada de água doce existente no mundo, na Rússia, um local que tem tanto de belo como de potencial em conhecimento científico, atualmente ameaçado pelas mudanças climáticas. Mário Lisboa fotografou o lago Baikal, viajando cerca de 300 quilómetros ao longo da superfície gelada, enfrentando temperaturas entre -15º C e -30º C. As suas fotografias podem também ser apreciadas na mostra que estará patente nas galerias da Casa Municipal da Cultura de Seia, de 9 de outubro a 30 de novembro.

Já no filme “Curtir a Pele”, Inês Gil revela um retrato de uma fábrica de curtume de pele na Beira Alta e dos seus trabalhadores. O “desaparecimento” de uma trabalhadora causa perplexidade e serve de metáfora sobre o futuro na unidade fabril após a crise económica que assolou o país.

De salientar, ainda, que a 27ª edição do Festival terá pela primeira vez, a exibição em simultâneo dos documentários “Une Fois que tu Sais” de Emmanuel Cappellin (França), “Ophir” de Alexandre Berman e Olivier Pollet (França e UK) e Arica, de Lars Edman e William Johansson (Suécia, Chile, Noruega, Bélgica e UK), no FIC.A, Festival Internacional de Ciência, em Oeiras, que acontece no Palácio do Marquês do Pombal, entre os dias 12 e 17 de outubro.

O CineEco 2021 começa dia 9 de outubro e termina a 16, com um número recorde de filmes de mais de 20 países em exibição e que versam sobre temáticas multidisciplinares como a atual situação climática, colonialismo tóxico, pandemia e outras doenças, a luta de comunidades pela defesa dos ecossistemas regionais, futuro sustentável, poluição marítima, justiça ambiental, entre outras abordagens. Na Competição Internacional de Longas-Metragens, uma das mais relevantes do CineEco, entram a concurso 10 documentários.

Na Competição Internacional Curtas-Metragens do CineEco concorrem 45 documentários de vários países, sendo 7 destes filmes produções nacionais. Este ano, o cinema ambiental em língua portuguesa volta também a estar em grande destaque na Competição Séries e Reportagens Televisivas que, à semelhança da edição passada, representa mais de metade das obras em competição nesta categoria específica. No total dos filmes em Competição na 27ª edição do CineEco, 39 são documentários portugueses produzidos em 2020 e 2021.

 

Sobre o CineEco

 

O CineEco é membro fundador e faz parte da direção da Green Film Network, uma plataforma de 40 festivais de cinema ambiental.

O CineEco 2021 é organizado há 26 anos pelo Município de Seia e conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República e do Departamento de Ambiente das Nações Unidas.

Mais informação aqui.

 

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CineEco com novidades

por Correio da Guarda, em 16.09.21

 

 

O CineEco acaba de divulgar as novidades deste festival de cinema e vídeo ambiental que levará a Seia um número recorde de documentários sobre ambiente e temáticas relacionadas com as dinâmicas do ser humano no planeta.

Na sessão de apresentação que decorreu na passada quinta-feira, na Casa Municipal da Cultura de Seia, a direção do Festival anunciou a realização de cinco Ecotalks, atividades paralelas e já estão atribuídos os padrinhos das 10 longas-metragens internacionais.

apresentacaooficial.jpg

Estão ainda asseguradas as ante-estreias nacionais de 3 filmes, um destes está já confirmado, será “La Croisade” (integrante na categoria “Cinema for the Climate” Cannes 2021). Os restantes serão anunciados brevemente.

Antes do arranque da 27ª edição do CineEco, que acontece de 9 a 16 de outubro, o Município de Seia, entidade organizadora, juntamente com a direção do certame deram o mote inicial com a apresentação oficial das novidades deste ano.

No Cineteatro da Casa Municipal da Cultura de Seia, e logo após o sorteio das personalidades que vão apadrinhar as 10 longas-metragens internacionais que fazem parte da secção competitiva do CineEco, foram anunciadas as grandes novidades do Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela.

Nos dias 10, 11, 12, 14 e 15 de outubro decorrerão cinco Ecotalks sobre temáticas atuais associadas ao cinema e ao ambiente, contando com a participação de nomes como Christiane Torloni, atriz brasileira e realizadora do filme “Amazónia, o Despertar da Florestania”, premiado na edição passada; Chico Guariba, diretor da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental de São Paulo; Jorge Pelicano, cineasta e repórter de imagem; Diogo Reffóios, nómada digital; Joana Sá, pianista, improvisadora e compositora; Cristina Branquinho professora de Ecologia e investigadora, entre outros.

A 27ª edição do CineEco contará ainda com múltiplas atividades paralelas. Logo no primeiro dia do certame, a 9 de outubro, será exibido o documentário “O Lago Sagrado, “Uma viagem por uma estrada profunda e gelada”, com a presença da realizadora Carla Varanda e do fotógrafo Mário Lisboa. A projeção do filme será antecedida pela inauguração da mostra fotográfica sobre o lago gelado de Baikal, na Rússia, patente de 9 de outubro até 30 de novembro. O concerto de abertura do CineEco ficará a cargo dos Anaquim, banda de Coimbra com influências de cantautores portugueses, como Fausto, Sérgio Godinho e Zeca Afonso, e da canção francesa, da música country e do blue grass.

O Festival Internacional da Serra da Estrela deste ano será ainda ‘palco’ para três ante-estreias nacionais, uma destas já foi anunciada, será o documentário “La Croisade”, filme gaulês do realizador e ator Louis Garrel, que integrou o novo departamento de Cannes "Cinema for the Climate”. As restantes duas ante-estreias serão brevemente reveladas.

No dia 13 de outubro, Dörte Schneider, especialista certificada em matéria de educação e sensibilização para uma produção mais verde, fará uma palestra sobre “Green Shotting” com o objetivo de sensibilizar e informar o setor audiovisual para a adoção de práticas ambientais sustentáveis e promoção dos mesmos como agentes de mudança para integração de modelos de produção mais verdes.

De 9 de outubro a 30 de novembro estará também patente no Foyer Auditório a mostra “Artes Plásticas – Projeto ReciclARTE”, da companhia ASTA Teatro. Esta exposição integra artes plásticas, teatro, música e… lixo para a criação de diversos objetos artísticos e com o intuito de combater o insucesso escolar e educar para a reciclagem, reutilização e reaproveitamento de resíduos. 

A 16 de outubro, no último dia do CineEco, e em parceria com o Festival DME, poderá ser vista a instalação interativa “Lugares Invisíveis”, uma mostra com paisagens sonoras e visuais que impelem à reflexão sobre o meio ambiente, diferentes níveis de poluição e a nossa relação com o planeta. 

“A resiliência do CineEco é reveladora da pertinência da temática ambiental nos dias de hoje. Curiosamente, os 27 anos deste Festival cruzam-se com episódios marcantes que aconteceram no mundo e, em particular, na nossa sociedade como é o caso dos incêndios de 2017, a desflorestação da Amazónia e de outras manchas verdes, os mais recentes incêndios nos EUA, Austrália, as cheias devastadoras que aconteceram este ano na Europa, o recrudescimento de fenómenos cada vez mais extremos. Este ano, o CineEco regressa com sentido renovado de missão pelo cinema, pela divulgação de jovens realizadores nacionais, pela educação ambiental da comunidade, mas também pelo apoio à cultura e ao cinema”, reitera a Direção do Festival.

Portugal, França e Espanha são os países com maior representação cinematográfica na Competição Oficial da 27ª edição do CineEco. Este ano, o mais antigo festival de cinema ambiental do mundo recebe um número recorde de mais de 90 filmes de mais de 20 países que podem ser vistos entre 9 e 16 de outubro, na Casa Municipal da Cultura de Seia.

O CineEco é membro fundador e faz parte da direção da Green Film Network, uma plataforma de 40 festivais de cinema ambiental. É organizado há 26 anos pelo Município de Seia e conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República e do Departamento de Ambiente das Nações Unidas.

 

Fonte: CineEco

 

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publicado às 12:45

Extensão CineEco online

por Correio da Guarda, em 04.05.21

 

A Câmara Municipal de Seia vai promover, de 10 a 16 de maio, sessões de cinema online o município com os documentários e filmes sobre Ambiente e Ecologia que constam do programa oficial da 26ª edição do CineEco – Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela.

"Esta é uma ação só possível levar a cabo com a vasta rede de parceiros composta de mais de 50entidadesde todo o país, que terão este ano a oportunidade de ir ao encontro dos seus públicos através de sessões online, disponíveis na plataforma CineEco." Foi referido a propósito desta iniciativa.

De entre os parceiros que acolhem as extensões do CineEco destacam-se universidades, escolas secundárias, cineclubes, cineteatros e municípios, e diversas associações, festivais e outras instituições de todo o país.

cineeco-online-extensao-home-banner.jpg

As sessões irão decorrer pelas 21h30 via plataforma CineEco e de forma gratuita; os interessados devem apenas enviar um email de confirmação para cineeco@cm-seia.pt. Posteriormente serão enviadas as instruções para o acesso direto.

O programa contempla a exibição de 23 longas e curtas metragens. Nos 10 e 11 de maio serão exibidas online as curtas metragens nacionais e internacionais, já os dias 12, 13, 14 e 15 de maio ficam reservados às longas metragens internacionais e nacionais, que serão antecedidas sempre de uma curta-metragem. O último dia, 16 maio, serão exibidas 4 curtas nacionais.

Esta é considerada uma “mega operação” daquele que é o único festival de cinema de ambiente em Portugal e um dos mais antigos no mundo, que na impossibilidade de realizar em sala a maior parte das suas extensões, procura desta forma, online, levar o cinema de temática socioambiental junto do público português.

 

 

 

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Cinema no Museu

por Correio da Guarda, em 08.09.20

 

O filme “Os Verdes Anos, de Paulo Rocha (1963)” encerra hoje as sessões de cinema às terças no Museu da Guarda, apresentadas pelo Cineclube desta cidade.

Esta iniciativa é  realizada no âmbito de “Isto (não) é um Festival".

A sessão, a decorrer a partir das  21h30, no pátio interior do Museu da Guarda,  lotação limitada e entrada livre mediante levantamento prévio de bilhetes (disponíveis no local uma hora antes do início da sessão).

Cinema no Museu.jpg

 

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publicado às 12:50

Cinema no Museu

por Correio da Guarda, em 04.08.20

 

O Cineclube da Guarda vai apresentar cinema no Pátio Interior do Museu desta cidade, às terças-feiras, de 11 de agosto a 8 de setembro.

Trata-se de uma iniciativa no âmbito de “Isto (não) é um Festival”, programa de animação de verão da Câmara Municipal,

Com lotação limitada e de acordo com as recomendações de segurança exigidas pela DGS devido à atual crise pandémica por COVID 19, o Cinema no Museu tem início a 11 de agosto com o filme Umberto D. de Vittorio De Sica, seguindo-se-lhe os filmes O Rio Sagrado de Jean Renoir; Lua de Papel de Peter Bogdanovich; O Comboio Apitou Três Vezes de Fred Zinnemann e Os Verdes Anos de Paulo Rocha, sempre à terça-feira e até 8 de setembro.
A entrada é livre mediante levantamento prévio de bilhetes (disponíveis no local uma hora antes do início da sessão).

Fonte: CMG

Cinema no Museu.jpg

 

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publicado às 15:48

Memórias do Cine-Teatro

por Correio da Guarda, em 05.06.19

Memórias do Cine-Teatro da Guarda - HS.jpg

 

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publicado às 18:28

Extensão de festival de cinema

por Correio da Guarda, em 03.03.18


     O Teatro Municipal da Guarda (TMG) vai receber, de 20 a 22 de março, a Extensão do Festival de Cinema Ambiental Cine Eco 2017.

     Numa iniciativa do Cineclube da Guarda, vão ser apresentados filmes premiados na última edição do festival.

Festival de Cinema na Guarda.jpg

 

 

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publicado às 19:20

"Todo o tempo do mundo" no TMG

por Correio da Guarda, em 28.01.16

 

     “Todo o tempo do mundo” de Suzanne Crocker é o filme que se segue no Teatro Municipal da Guarda, no âmbito da extensão Cine’Eco 2015.

     Esta iniciativa decorre até Março, numa organização do Cineclube da Guarda em parceria com o TMG/CMG e com o Cine’Eco.

   A sessão está marcada para terça-feira, dia 2 de fevereiro, a partir das 21h30.  O filme foi o vencedor nas categorias Prémio Antropologia Ambiental e Prémio Lusofonia Panorama Regional.

    Na história, «uma família, com três filhos, deixa o conforto do seu lar para viver durante nove meses no interior quase deserto do Norte do Canadá. Sem acesso rodoviário, sem eletricidade, sem água corrente, sem internet e sem um único relógio...».

    O Cine’Eco é um dos membros fundadores da Rede de Cinema Verde (GFN), que reúne 29 festivais de cinema ambiental de todo o mundo. O objetivo da rede é coordenar os eventos dos festivais associados, promover e distribuir filmes na cena internacional e incentivar iniciativas e projetos para fazer as pessoas parar e pensar sobre as condições do meio ambiente.

   Fonte: TMG

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publicado às 23:31


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