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“Guarda Mulher” e “Mulheres com Alma”, do fotojornalista Miguel Silva, são as temáticas das exposições que vão estar patentes, a partir de 23 de fevereiro, na Galeria de Arte do Teatro Municipal da Guarda.
"O território da Guarda, seja ele concelho ou distrito, é detentor de um vastíssimo património, natural, arquitetónico e cultural, que se tem vindo a destacar ao nível turístico, atraindo cada vez mais apreciadores de novas experiências, onde o contacto com a comunidade e suas tradições é fator de atração. É, portanto, imperativo a aposta, por parte dos agentes locais, na preservação e potencialização deste valioso património, perpetuando de igual modo a memória coletiva das gentes e das comunidades. " Refere uma nota da Câmara Municipal a propósito desta iniciativa.
A exposição “Guarda Mulher” e “Mulheres com Alma” enquadra-se na estratégia definida pelo Municipio da Guarda, "para a valorização do melhor do nosso património, as pessoas". Integrada no quadro de cooperação intermunicipal, que se definiu recentemente no âmbito da candidatura “Guarda 2027 – Candidata a Capital Europeia da Cultura”, a presente exposição une os concelhos de Guarda e Pinhel, através da figura feminina e tudo o que ela representa. "Mulheres anónimas, mães, avós, rostos de vidas simples e que carregam experiências de vida nem sempre fáceis. Mulheres do campo, com mãos cheias de estórias e de sorrisos largos, que guardam na memória saberes de um valioso património cultural."
Assim é prestada uma "simbólica homenagem, através da linguagem fotográfica, a 70 mulheres: 27 mulheres de Pinhel e 43 mulheres da Guarda. Uma mulher por cada freguesia."
Miguel Silva, fotojornalista natural de Lisboa, apresenta um trabalho de 70 retratos e o mesmo número de estórias, contadas "na primeira pessoa, de saberes e tradições, de dificuldades e lutas diárias, de risos e lágrimas, de quem tem saudades de tudo ou de nada".
A presente exposição poderá ser visitada de 23 de fevereiro a 27 de abril. A entrada é livre.

Fotos: Miguel Silva

Na Galeria de Arte do Museu da Guarda vai ser inaugurada na próxima sexta-feira, 8 de Fevereiro, a exposição de pintura "O Tempo que passa, a Arte que fica", de Carlos Adaixo.
Natural da Guarda, Carlos Adaixo é docente no ensino secundário, dedicando-se também à escrita (tem publicados três romances) e às artes plásticas.
Na Guarda está patente até ao dia 3 de Janeiro a exposição fotográfica subordinada ao tema "Guarda: Património Cultural Local".
Os trabalhos estão expostos na Loja nº 20 da Rua 31 de Janeiro e igualmente na Estação da CP.
Organizada em parceria com o Fotoclube da Guarda, esta exposição assenta em distintos olhares fotográficos, abrangendo múltiplas sensibilidades e registos que convergem na perceção da riqueza multifacetada dos valores identitários e culturais da Guarda.


"Cruciformes no espaço equívoco" é o tema da exposição de fotografia que está patente, no Museu da Guarda, até ao próximo dia 8 de Janeiro de 2019.
Esta exposição integra um conjunto de trabalhos de elementos do Fotoclube da Guarda e resultou do desafio lançado na sequência de uma ação de formação, realizada no Museu da Guarda, sobre cruciformes.

"O Tenente-Rei Francisco Bernardo da Costa e Almeida, e a sua injusta condenação" é o tema da exposição que está patente no Museu Histórico Militar de Almeida.
Este certame pode ser visitado até ao dia 30 de Agosto.

A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço tem patente ao público, durante o corrente mês, a exposição "Labirinto de um Heterodoxo".
Trata-se de uma exposição constituída por fotografias e painéis sobre os temas “Raízes,” Formação”, “Tempo de Errância”, “Obra” “Sobre Eduardo Lourenço” e “Mensageiro da Lusitanidade”, que visa dar a conhecer a vida e a obra do patrono da Biblioteca Municipal, escritor que assinala a 23 de Maio o seu 95º aniversário.


"Rui de Pina: cronista-mor do reino" é o tema da exposição que está patente, desde o passado dia 6 de Fevereiro até ao próximo dia 28, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda.
De entre os antigos cronistas portugueses, Rui de Pina foi o que mais crónicas escreveu: de D. Sancho I, D. Afonso II, D. Sancho II, D. Afonso III, D. Dinis, D. Afonso IV, D. Duarte, D. Afonso V, D. João II e D. Manuel I (início).
Foi uma testemunha de factos importantes do seu tempo e teve um papel ativo, como burocrata, diplomata e cronista, na construção do reino de Portugal. (Fonte: BMEL)

Foto: BMEL

A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda, inicia hoje o ciclo dedicado ao escritor Camilo Pessanha, com a abertura da exposição "Camilo Pessanha - um poeta ao longe".
A exposição, organizada em oito núcleos temáticos, ilustra e documenta diferentes vertentes da vida e obra do poeta Camilo Pessanha, nascido em 1867. A parte central desta exposição evidencia a sua obra e as suas referências literárias colocando em destaque as diferentes edições (portuguesas e traduções).
Os núcleos abordam ainda temáticas como a família, juventude, início da vida profissional, destacando a presença em Macau, onde foi professor, jurista e cidadão.
No Centro Cultural de Trancoso vai estar patente, entre 28 de Julho e 15 de Setembro, uma exposição da pintora Eduarda Lapa, entre 28 de Julho e 15 de Setembro de 2017.
Em Agosto de 1917, Eduarda Lapa realizou a primeira exposição em Trancoso nos Paços do Concelho; 100 anos depois o Centro Cultural Trancoso expõe mais de trinta quadros da pintora, bem como objetos pessoais.
Muito marcada pelo naturalismo, pintou vários géneros e temas como as naturezas-mortas, as marinhas, as paisagens e os retratos, mas foi com a pintura de flores que o seu sucesso alcançou maior conhecimento durante as décadas de 30 e 60 do século vinte.
Os seus trabalhos estão expostos em alguns dos mais relevantes museus nacionais como o Museu Machado Castro (Coimbra), Museu Soares dos Reis (Porto), ou a Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa).

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