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Contos e trovões, rezas e galináceos em estreia

por Correio da Guarda, em 04.09.17

 

     “Contos e trovões, rezas e galináceos" é a nova produção oral e de canções da associação cultural Calafrio.

     A estreia deste novo trabalho terá lugar no dia 9 de Setembro, pelas 21.30h, no terraço do terceiro piso do Teatro Municipal da Guarda.

    Em agenda está já uma outra apresentação marcada para Lisboa e, no âmbito do Festival Silêncio, no dia 30 de setembro às 16 horas, na Pensão Amor (Cais do Sodré).

    “Convocamos galinhas e outras aves de capoeira (e até um canário e uma águia). Porque não temos memória de galinha, saímos da casca e abrimos o bico para dizer adivinhas, anedotas e trava-línguas. E até rezamos para afastar trovoadas! Rezamos... com galos e galinhas, claro! Naturalmente, olhamos para trás! E, assim, chegamos ao ovo! Ou será à galinha?”.

     Trata-se de uma criação coletiva de Américo Rodrigues, César Prata e Solange Monteiro, com produção da CalaFrio Associação Cultural.

Teatro do CALAFRIO.jpg

 

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publicado às 22:15

"O Ingénuo" na Guarda

por Correio da Guarda, em 05.12.16

 

     O Teatro do Calafrio estreia no próximo dia 14 de Dezembro, pelas 21h30, a sua nova produção, “O Ingénuo” de Voltaire.

    Este novo trabalho, a apresentar no pequeno auditório do Teatro Municipal da Guarda, ficará em cena até ao dia 17 de Dezembro

    Trata-se da  quinta produção de teatro do CalaFrio, depois de “Mas era proibido roer os ossos”, a partir de dois textos de FranzKafka (estreada em Abril de 2014); "Empresta-me um revólver até amanhã", com dois textos de Anton Tchekhov (Abril de 2015); “Bartleby”, baseada em Bartleby, o escrivão: uma história de Wall Street, de Herman Melville (Dezembro de 2015); e "Diário de um louco", de Nikolai Gogol (Abril de 2016).

   A adaptação teatral é de Daniel Rocha e a encenação de Américo Rodrigues que representa também, juntamente com Ana Couto, Carlos Morgado, César Prata, Daniel Rocha, Fátima Freitas, Luciano Amarelo, Suzete Marques e Valdemar Santos.

in3.jpg

    Foto: Alexandre Costa

 

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publicado às 13:12

Teatro do CalaFrio estreia na Guarda

por Correio da Guarda, em 08.04.14

     No Teatro Municipal da Guarda vai ser apresentado amanhã, 9 de Abril, em estreia, o espectáculo “Mas era proibido roer os ossos” (a partir da Carta ao Pai e Relatório a uma Academia, de Kafka).

     Este será o trabalho de estreia do recém-criado Teatro do CalaFrio.

    O espectáculo será ainda apresentado, na Guarda, nos dias 10, 11 e 12 de Abril, no TMG, sempre às 21h30.

    “Mas era proibido roer os ossos” tem como actores José Neves, Valdemar Santos e Américo Rodrigues, que é também o encenador.

     Fotos: Teatro CalaFrio 

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publicado às 20:47

Teatro do CalaFrio em estreia

por Correio da Guarda, em 25.03.14

 

     No Teatro Municipal da Guarda vai ser apresentado no próximo dia 9 de Abril, em estreia, o espectáculo “Mas era proibido roer os ossos” (a partir da Carta ao Pai e Relatório a uma Academia, de Kafka).

    Este será o trabalho de estreia do recém-criado Teatro do CalaFrio que apresentará, também,  este espectáculo nos dias 10, 11 e 12 de Abril, no TMG, sempre às 21h30.

     “Mas era proibido roer os ossos” tem como actores José Neves, Valdemar Santos e Américo Rodrigues.

 

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publicado às 00:01

Guardador de rebanhos em estreia no TMG

por Correio da Guarda, em 09.10.13

 

     “O Guardador de rebanhos [um secreto teatro]”, vigésima produção do Projéc~ , estreia amanhã, 10 de Outubro, no Teatro Municipal da Guarda.

     Trata-se de uma encenação de Fernando Marques a partir do texto de Alberto Caeiro com a interpretação do actor André Gago.

     A peça ficará em cena até dia 12 (sábado) com sessões no Pequeno Auditório às 21h30. Está também prevista uma sessão aberta às escolas marcada para sexta, dia 11, às 14h30.

     Sobre o espectáculo, o encenador referiu que aquilo que "o surpreende (…) é o fascínio que sobre o leitor atual exerce este longo monólogo de um “homem” que procura “não pensar-se como homem, mas sentir-se como ser”. Numa definição que parte dos elementos da natureza para nos revelar que o mundo que julgamos construir pelas palavras nos afasta irremediavelmente da essência das coisas aconselha-nos “a despir a natureza do disfarce antropomórfico com que a vestimos” e a abandonarmos toda a retórica, todas as metáforas, toda a pressuposta subtileza que mais não é que uma elaboração do espírito para a si mesmo se justificar. Mas, ao desfazer-se das palavras o poeta condena-se ao silêncio definitivo, e talvez seja por isso que Alberto Caeiro decidiu morrer cedo. (…)»

     Como encenador, Fernando Marques dirigiu grupos de teatro universitário em Paris e Versailles. Foi director do Grupo de Teatro do Odeon, companhia profissional constituída por actores luso-descendentes. Encenou obras de Gil Vicente, F. Garcia Lorca, Molière, Goldoni, Shakespeare, Fiama Hasse Pais Brandão, Yvete K. Centeno, Luís de Sttau Monteiro, F. Ramuz, Harold Pinter e José Régio. É doutorado Doutorado em Letras pela Universidade de Paris – Sorbonne e professor no Instituto Politécnico da Guarda.

    Este monólogo é interpretado por André Gago, actor, encenador, professor e autor.

 

    Em 2004 criou o Teatro Instável, onde encenou e actuou em “A Gargalhada de Yorick”, “Hamlet, Heterónimos, Pessoas...”, “Noite Antiquíssima”, “Acerca de Música” e “Hamlet”. A Commedia dell'Arte e a sua paixão pela máscara levaram-no a estagiar com Ferrucio Soleri, no Piccolo Teatro di Milano.  Adaptou Jorge de Sena e Aquilino Ribeiro para o palco, e traduziu e encenou “A Orquestra”, de Jean Anouihl, e “Hamlet”, de William Shakespeare. Com o conto “O Circo da Lua” ganhou o prémio Revelação da Associação Portuguesa de Escritores, a partir do qual criou o espectáculo de Novo Circo “Lua!”. Em 2010, publica o seu primeiro romance, "Rio Homem". Este é o seu segundo trabalho com Fernando Marques e com o Projéc~, a estrutura de produção teatral do TMG [em 2010, protagonizou “The Dumb Waiter”, de Harold Pinter].

 

fonte: TMG

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publicado às 23:00

Co-produção teatral luso-espanhola no TMG

por Correio da Guarda, em 17.09.09

 

Na Guarda tem hoje lugar a estreia da peça“Na(s)cer Cansado”, uma co-produção do TMG e Junta de Castilla y León no âmbito da candidatura conjunta “REDES”.
Este projecto, que surge no âmbito do programa POCTEP – Programa de Cooperação Transfronteiriça Espanha Portugal, da União Europeia, assenta na peça “Na(s)cer Cansado”, a partir da obra do belga Henri Michaux.
Esta nova produção, que estreia hoje em Portugal, será apresentada a partir das 21h30 no Pequeno Auditório do TMG, ficando em cena até sábado, dia 19 de Setembro; integra a programação do Acto Seguinte – Festival de Teatro desta cidade.
O referido espectáculo conta com participações artísticas dos dois países ibéricos, sendo a encenação e dramaturgia da responsabilidade de Luciano Amarelo e a cenografia é de Fernando Fuentes.
 

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publicado às 14:20


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