Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Afonso Lopes Vieira na BMEL

por Correio da Guarda, em 23.12.17

 

Afonso Lopes Vieira.jpg

    A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (BMEL), Guarda, vai dedicar o mês de Janeiro de 2018 a Afonso Lopes Vieira.

    Nascido em Leiria  a 26 de janeiro de 1878, Afonso Lopes Vieira faleceu em Lisboa a 25 de janeiro de 1946.

   Ainda jovem, o autor descobriu os clássicos da literatura através da biblioteca do seu tio-avô, o poeta Rodrigues Cordeiro, e iniciou a sua colaboração em jornais manuscritos, de que são exemplos A Vespa e O Estudante.

   A sua vida foi vivida entre Lisboa, a casa de Verão de São Pedro de Moel e completada com viagens por Espanha, França, Itália, Bélgica, norte de África e Brasil. Formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra em 1900 e depois de tentar o exercício da advocacia junto do seu pai, radicou-se em Lisboa, optando pelo ofício de redator na Câmara dos Deputados, que exerceu até 1916. Quanto à sua dedicação à literatura portuguesa é em 1897 com o livro Para Quê? que marca a sua estreia. No entanto, só em 1916 se dedica em exclusivo a esta atividade que se prolonga até 1947, data em que publica o seu último livro: Branca Flor e Frei Malandro.

    Foi um acérrimo defensor do património cultural Português e um eclético homem de cultura. É considerado um ilustre poeta, um dos primeiros representantes do Neogarrettismo, ligado à corrente conhecida como Renascença Portuguesa.

 

    (Fonte: BMEL)

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:01

Terra da Escrita

por Correio da Guarda, em 01.11.17

 

    Rui de Pina, Jesué Pinharanda Gomes e Pedro Dias de Almeida são os escritores em destaque na próxima edição do projeto de divulgação das obras e dos autores locais, “A Terra da Escrita”.

   O programa, destinado a cerca 4300 participantes, é constituído por várias sessões das oficinas de escrita, de jornalismo, de ilustração, de papel reciclado, de preservação dos livros, de encadernação, de tipografia tradicional, entre outras.

   Fazem ainda parte do programa visitas à Tipografia do Outeiro de S. Miguel, uma exposição dedicada a Rui de Pina e encontros com os escritores Jesué Pinharanda Gomes e Pedro Dias de Almeida.

   A promoção de hábitos de escrita e de leitura e a divulgação de obras de escritores com ligações à Guarda por nascimento ou por afetos, junto dos alunos do pré-escolar ao secundário, são os principais objetivos d’ “A Terra da Escrita”.

  A Terra da Escrita é um projeto de continuidade promovido pela Câmara Municipal da Guarda, através da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, em parceria com os Agrupamentos de Escolas da Sé e Afonso de Albuquerque.

 

  Fonte: BMEL

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:22

Cadernos do Calafrio

por Correio da Guarda, em 08.12.16

 

     A CalaFrio – Associação Cultural vai apresentar no próximo dia 17 de Dezembro, os dois primeiros números da coleção “Cadernos do Calafrio”.

     A sessão de apresentação decorrerá, a partir das 16 horas, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda.

    De acordo com a informação divulgada pela CalaFrio, esta coleção propõe-se editar pequenos textos “de escritores com ligação ao distrito da Guarda, cujo valor literário justifique a sua publicação.”

    Estes dois números não são uma estreia editorial, uma vez que em Março deste ano foi editado, também pelo Cafafrio, o livro de poemas de Pedro Dias de Almeida, “Poemas e outros poemas.

   “A porta de emergência” de Américo Rodrigues abre a colecção, à qual se segue “Historietas de Martim Afonso” de Rogério C. Pires.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:57

Documentário dobre Ferreira de Castro

por Correio da Guarda, em 08.06.16

 

     Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda, vai ser exibido amanhã (pelas 18 horas)  o documentário "Escritores a Norte - vidas com obra em casas d'escritas: Ferreira de Castro.
    O documentário relata os episódios mais importantes da vida e obra do escritor e surge no âmbito das comemorações dos 100 anos da vida literária de Ferreira de Castro.
    Um projeto “feito de paixão” foi como o produtor Mário Augusto classificou a produção da película que exigiu várias horas de filmagens e testemunhos sobre o escritor.

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:16

Luís Sepúlveda: Prémio Eduardo Lourenço 2016

por Correio da Guarda, em 29.04.16

LUIS SEPULVEDA.jpg

     O Prémio Eduardo Lourenço 2016 foi atribuído, hoje, ao escritor Luís Sepúlveda.

    O júri da décima segunda edição decidiu atribuir o galardão ao escritor Luís Sepúlveda pelo seu trabalho em louvor da Língua e da Cultura espanholas, "fazendo da pátria idiomática, que tem a dimensão plurinacional de vários continentes, uma aventura criadora em que o Homem é a medida de todas as coisas".

   Considerando o espírito do prémio e a dimensão de um diálogo ibérico alargado, inspirador da vida e obra, tanto do patrono do prémio como de Luís Sepúlveda, o júri destacou ainda a expressão e difusão da obra do autor, tanto em Portugal como em Espanha, tornando-o mediador da Cultura Ibérica.

   O prémio instituído pelo Centro de Estudos Ibéricos, no montante de 7.500,00€, destina-se a premiar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cultura, cidadania e cooperação ibéricas.

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:18

Livro sobre Nuno de Montemor

por Correio da Guarda, em 05.01.16

Capa de livro.jpg     "Nuno de Montemor: alma brava, meiga" é o título do livro, da autoria de José Manuel Monteiro, que vai ser apresentado na próxima quinta-feira, 7 de Janeiro, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (BMEL) Guarda.

     Trata-se de uma iniciativa integrada no ciclo dedicado ao autor, organizado pelas câmaras Municipais da Guarda e do Sabugal, onde, aliás, esta publicação foi lançada ontem.

    "Terra alta de azul e neve, serranias azuis a perder de vista, imensidões vestidas de uma brancura intensa foram as paisagens que vivenciou, percorreu e registou nas suas obras. Desde o berço que nunca enjeitou – Quadrazais – até à cidade que adoptou como sua e que nunca se cansou de exaltar – Guarda – o escritor deambulou pela Beira Serra e aí fixou o seu espaço preferido onde deixou o seu coração de barro espalhado com água de neve. O outro coração feito de bondade, de sentimento, de amor ao próximo, deixou-o na sua melhor obra escrita na cidade da sua alma brava e meiga: o Lactário."

     A apresentação deste livro decorrerá, na BMEL, a partir das 18 horas.

    Recorde-se que Nuno de Montemor foi o pseudónimo utilizado pelo padre Joaquim Álvares de Almeida, que, entre outras funções, desempenhou o cargo de capelão do Regimento de Infantaria 12, aquartelado, durante algumas décadas, na cidade da Guarda.

     Natural de Quadrazais (concelho do Sabugal), onde nasceu em 1881, faleceu em 1964. Autor de vários livros de poesia e romances, tem em “Maria Mim” uma das suas principais, e mais divulgadas, produções literárias.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:05

Agustina Bessa-Luís na BMEL

por Correio da Guarda, em 29.06.15

 

     No âmbito do "destaque do mês" dedicado a Agustina Bessa-Luís, a Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda terá patente, a partir de 3 de julho, uma exposição bibliográfica sobre aquela escritora.

    A iniciativa, que visa dar a conhecer esta figura referencial da literatura portuguesa, é uma coorganização da BMEL e do Centro de Estudos Ibéricos, em articulação com o Instituto Camões, a propósito da entrega do Prémio Eduardo Lourenço 2015, no próximo dia 3 às 15h00, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço.

Agustina.jpg

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:57

85º aniversário da morte de Augusto Gil

por Correio da Guarda, em 26.02.14

     Ocorre hoje, dia 26 de Fevereiro, a passagem do 85º aniversário da morte de Augusto Gil, o autor da conhecida “Balada da Neve”, um poeta profundamente ligado à cidade da Guarda.

     Augusto César Ferreira Gil nasceu na freguesia de Lordelo, Porto, a 31 de Julho de 1870; berço fortuito devido à circunstância de sua mãe se encontrar ali, acidentalmente.

     Augusto Gil passou a maior parte da sua vida na mais alta cidade de Portugal e aqui fez os primeiros estudos; frequentou, depois, o Colégio de S. Fiel, após o que regressou à Guarda, onde se encontrava em 1887.

    Tempo depois, ingressou como voluntário na vida militar que deixou com o início dos estudos na Escola Politécnica; estes seriam interrompidos, contudo, por motivo de doença.

    Em finais de 1889 foi autorizado a frequentar a Escola do Exército onde o aproveitamento lectivo não foi exemplar; passados dois anos, em Maio de 1891, ingressou no Regimento de Infantaria 4 e aí prestou serviço até ao mês de Novembro.

     De novo na Guarda, Augusto Gil fez nesta cidade, em 1892 e 1893, os exames do Liceu, rumando posteriormente para Coimbra, em cuja Universidade cursou Direito; na cidade do Mondego teve como companheiros Alexandre Braga, Teixeira de Pascoais, Egas Moniz e Fausto Guedes Teixeira, entre outros.

     Concluída a formatura, em 1898, Augusto Gil regressou à Guarda; neste período a vida não lhe correu de feição e foi confrontado com diversos problemas, de ordem profissional e de ordem económica; pretendeu exercer advocacia mas não conseguiu “clientela que lhe desse ao menos para sustentar o vício do tabaco”; curiosamente, o poeta já tinha vaticinado estas dificuldades “na aldeia sertaneja, onde hei-de ser/o melhor poeta e o pior legista”.

     Desejou ser professor provisório do Liceu mas o conselho escolar dessa época não o considerou competente para reger a cadeira de português. Ao longo dos anos sucederam-se diversas contrariedades e episódios que deixaram traços indeléveis no percurso literário de Augusto Gil.

     Decidiu ir para Lisboa e foi trabalhar com Alexandre Braga; em 1909 regressou à Guarda, enredado em dificuldades financeiras.

     Com a implantação da República, impulsionou o aparecimento do Centro Republicano da Guarda e fundou o semanário “A Actualidade”, que dirigiu entre 1910 e 1912.

     Embora este jornal tenha surgido com meio de promoção do ideário republicano, assumiu um pendor acentuadamente literário, contando com a colaboração do Pd. Álvares de Almeida, Ladislau Patrício, Amândio Paul e Afonso Gouveia, para além de outras personalidades.

    No mês de Novembro de 1911 - quando João Chagas fez parte, pela primeira vez, de um governo da República – Augusto Gil foi nomeado Comissário da Polícia de Emigração Clandestina, pelo que foi viver para Lisboa.

    Após ter exercido, durante escassos meses, o cargo de Governador Civil de Aveiro, voltou para a capital onde teve, em 1918, uma passagem pelo Ministério da Instrução Pública; no ano seguinte foi nomeado Director Geral das Belas Artes.

      Em Lisboa foi uma figura altamente conceituada nos meios intelectuais e sociais; assim não é de estranhara a homenagem de que foi alvo no Teatro Nacional, em 19 de Junho de 1927.

     A comissão promotora dessa iniciativa integrou nomes como Júlio Dantas, José Viana da Mota, Henrique Lopes de Mendonça, Columbano Bordalo Pinheiro, Eduardo Schwalbach e Gustavo Matos Sequeira.

      O trabalho de Augusto Gil cruzou-se, frequentemente, com períodos de grande sofrimento, resultado da doença que o atormentava. “A doença que desde o primeiro quartel da existência o consumiu e as dificuldades materiais com que sempre mais ou menos lutou, encontram-se no fundo de toda a sua obra, e que sabe se até não a condicionaram”, observou Ladislau Patrício num apontamento biográfico sobre o poeta.

     Nomeado Secretário-Geral do Ministério da Instrução Pública não chegou a tomar posse desse cargo pois morreu a 26 de Fevereiro de 1929, em Lisboa.

     O funeral de Augusto Gil (a 1 de Março, na Guarda) constituiu, de acordo com os relatos jornalísticos da época, uma grande manifestação de pesar. “Tudo o que a Guarda tem de mais distinto acorreu a tomar parte na sentida homenagem” e participar no cortejo fúnebre que se “revestiu de desusada imponência”.

     Os restos mortais de Augusto Gil repousam num jazigo localizado logo à entrada do cemitério municipal da Guarda, ostentando dois versos de “Alba Plena”: “E a pendida fronte, ainda mais pendeu.../E a sonhar com Deus, com Deus adormeceu...”

“Musa Cérula”, “Versos”, “Luar de Janeiro”, “O Canto da Cigarra”, “Gente de Palmo e Meio”, “Sombra de Fumo”, “Alba Plena”, “Craveiro da Janela”e “Avena Rústica” foram as principais produções literárias deste poeta, cujo trabalho evoluiu quase à margem de escolas ou correntes literárias. “Não é um romântico, nem parnasiano, nem simbolista: é ele – o Augusto Gil – nome que é um gracioso ritmo”, observou Bulhão Pato.

     Muitos dos versos de Augusto Gil passaram para o cancioneiro popular, como sublinharam alguns estudiosos da sua obra, suportada num verso melodioso e num ritmo suave.

    “Foi e é um dos poetas entre nós a quem o povo mais abriu o coração, e quando o povo abre o coração a um poeta, o seu amor repercutir-se-á pelo tempo além”, como anotou João Patrício.

     De facto, se Augusto Gil cultivou a poesia, as letras, cultivou também o seu amor pela Guarda onde escreveu uma grande parte dos seus melhores poemas; a cidade bem se pode orgulhar do seu “mais alto poeta” e recordá-lo é um dever de memória.

     Helder Sequeira

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:05

Caricaturas de escritores portugueses em Almeida

por Correio da Guarda, em 11.02.14

 

     Em Almeida está patente, desde passado dia 1, até 27 de Fevereiro a exposição “Entrelinhas”- Caricaturas de Escritores Portugueses, organizada pelo Turismo Municipal de Almeida, em colaboração com a Casa de Camilo.

     A exposição, do conhecido cartunista do semanário “Expresso”, António Moreira Antunes, é composta por 32 caricaturas de escritores portugueses entre os quais Almada Negreiros, Aquilino Ribeiro, Camilo Castelo Branco, Eça de Queirós, José Saramago, Sophia de Mello Breyner, Miguel Torga, Antero de Quental, Fernando Pessoa e muitos outros escritores conhecidos do mundo da literatura portuguesa.

    O seu carácter de inconformismo vivo e crítica mordaz, uma enorme energia e um talento incontestado criaram aquele que é porventura o melhor caricaturista e cartoonista político nacional da atualidade que alia um humor subtil às criações.

    A mostra pode visitada de segunda a sexta das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 e aos fins de semana das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

 

    Fonte: CMA

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:49

Evocação de Nuno de Montemor

por Correio da Guarda, em 02.01.14

 

     A Junta de Freguesia de Quadrazais, concelho do Sabugal, vai evocar no próximo sábado a memória do escritor Nuno de Montemor, assinalando o dia em que faleceu, há 50 anos.

     Este escritor, natural daquela freguesia raiana, faleceu em 1964, sendo o autor de vários livros de poesia e romances, tendo em “Maria Mim” uma das suas principais, e mais divulgadas, produções literárias.

     Nuno de Montemor foi o pseudónimo utilizado pelo padre Joaquim Álvares de Almeida, que, entre outras funções, desempenhou o cargo de capelão do Regimento de Infantaria 12, aquartelado, durante algumas décadas, na cidade da Guarda.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:54


Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.




Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D

Contacto:

correiodaguarda@sapo.pt correio.da.guarda@gmail.com



Google +


Referenciar citações

Protected by Copyscape Website Copyright Protection




Error running style: Style code didn't finish running in a timely fashion. Possible causes: