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Francisco Carvalho: na Guarda da Rádio

por Correio da Guarda, em 30.06.21

 

 

Em 1973 Francisco Carvalho entrou para a Rádio Altitude (RA) e, desde então, tornou-se uma voz inconfundível da atividade radiofónica construída a partir da mais alta cidade de Portugal.

Juntamente com Luís Celínio, produziu a partir desse ano o programa “Escape Livre” o programa de com mais longevidade em Portugal. Francisco Carvalho entrou para os quadros da Rádio Altitude em 1978, “primeiro como animador de emissão e depois como jornalista”.

Saiu da RA 1990, “para integrar a equipa fundadora da Rádio F”, onde trabalhou quatro anos, após o que ocorreu o regresso à Rádio Altitude, onde esteve até há algumas semanas atrás.

Iniciado que está um novo ciclo na sua vida, não vai por de parte a sua voz, num tempo onde cabe também espaço para a escrita e memórias, como disse ao CORREIO DA GUARDA.

Sobre a cidade onde continua a residir, Francisco Carvalho considera que é preciso “menos invejas e mais gente empreendedora”, acrescentando que, na região, “houve uma evolução desorganizada. Tem faltado planeamento e visão de futuro. Diria que na grande maioria dos casos falta aos autarcas preparação adequada para o exercício dos cargos.”

F carvalho 2.jpg

Como e quando ocorreu a tua entrada para a rádio?

Como profissional aconteceu por mero acaso.

Tinha regressado de Lisboa, onde estudei no ISLA, e na altura dava aulas de geografia na Escola Secundária Afonso de Albuquerque quando fui convidado para fazer algumas horas de locução, como se dizia na altura.

Comecei, naturalmente, pelos discos pedidos que naquela altura preenchiam grande parte da programação.

Depois fui passando aos poucos para a informação e para os noticiários regionais.

 

Que nomes recordas dessa época?

Alguns dos que me convidaram e incentivaram na altura.

Antunes Ferreira, Emílio Aragonez, Luís Coutinho, Virgílio Ardérius, Luís Coito e José Domingos, entre outros.

Francisco Carvalho - 1984.jpg

Na Redação da Rádio Altitude, com Emílio Aragonez, início da década de oitenta

 

Nessa época o que havia de diferente na programação da(s) rádio(os)?

Era tudo muito diferente!

A informação era de certa forma “artesanal", feita sobretudo por colaboradores que iam à rádio algumas horas por dia fazer os noticiários e o resto da programação que era, em maioria, preenchida com discos pedidos.

Lembro que naquela época (década de 70) ainda não tinha acontecido o “boom" das rádios locais e não havia jornalistas profissionais no mercado – nem sequer possibilidade de os contratar porque o quadro da rádio só comportava três profissionais: o encarregado-geral, um locutor e um administrativo).

Hoje há mais gente profissional, mais rigor e o telefone foi substituído pelo computador.

 

Que música ou músicas estiveram/estão na tua preferência?

Pink Floyd, Genesis, Queen, Bruce Springsteen John Legend, Joe Cocker, Alicia Keyes, entre outros.

Por muitos motivos – e não apenas pela música – valeu a pena ter vivido intensamente os anos 80. Nunca mais haverá uma década assim (digo eu !!)

Edifício da Rádio Altitude -1982.jpg

Continuas a ouvir mais música ou notícias?

Música de vez em quando. Notícias sempre.

 

Quando começou a tua ligação ao jornalismo?

Como já disse, fui incentivado por alguns colegas mais velhos que na altura faziam a informação regional.

Aos poucos fui deixando a música e comecei a escrever e a apresentar noticiários

 

Qual foi notícia sobre a cidade que mais prazer te deu em transmitires aos ouvintes? E a pior?

No primeiro caso talvez tenha sido o anúncio da presidência aberta de Mário Soares na Guarda – que tive oportunidade de entrevistar em Belém, juntamente com o António José Teixeira.

Achei que poderia ser uma grande oportunidade para a Guarda começar a aparecer no mapa com o mediatismo de uma visita presidencial de vários dias.

As piores notícias tiveram naturalmente a ver com a morte de pessoas.

Por dever de ofício acorri a vários acidentes no antigo IP5 e cada vez que lá fui raramente trouxe boas histórias para contar. Tantas mortes que podiam ter sido evitadas se tivessem construído logo a auto estrada!

O grande acidente ferroviário de Alcafache (Mangualde) que cobri também a nível nacional (RR), com a ajuda do Carlos Martins, foi outro acontecimento que me marcou bastante assim como, mais recentemente, os incêndios de 2017 que fizeram várias vítimas mortais no distrito.

 

Que diferenças notas ao nível do jornalismo em Portugal, confrontando o passado com o presente?

Agora é mais rigoroso e interventivo.

Há profissionais muito mais qualificados e as novas ferramentas tecnológicas que temos à disposição também ajudam muito.

F carvalho.jpg

Hoje o jornalista passa demasiado tempo na redação?

Talvez sim. Mas é preciso dizer que em relação por exemplo à investigação, com os meios disponíveis em redações geralmente pequenas, não há grande possibilidade de ter um ou dois jornalistas dedicados em exclusividade.

No resto acho que poderia haver mais sensibilidade para procurar histórias que interessem à generalidade das pessoas.

Mas lá está, se somos imprescindíveis na redação ou no estúdio não podemos estar noutras tarefas.

Francisco Carvalho - RA 2.jpg

O Desporto foi uma das áreas da tua preferência? Porquê?

Pratiquei desporto no liceu e essa área sempre me interessou, mais do que a política por exemplo.

Primeiro foi o automobilismo por via do programa Escape Livre – chegámos a ir ao rally de Monte Carlo e às 24 horas de Le Mans – e depois comecei a interessar-me mais pelo futebol.

 

Tiveste, também, uma colaboração com a imprensa desportiva. Fala-nos desse período?

Foi na altura em que a saudosa Associação Cultural e Desportiva da Guarda era um dos postais da cidade e o clube mais importante do distrito, com participações regulares no então Campeonato Nacional da Segunda Divisão.

Para além dos trabalhos para a rádio comecei nessa altura uma colaboração com o jornal O Jogo, com comentários e reportagens sempre que a equipa jogava em casa.

Mais tarde, a convite do Fernando Paulouro, iniciei uma colaboração com o Jornal do Fundão na altura em que começaram a editar um suplemento semanal de desporto.

O meu trabalho era coordenar e editar o trabalho de uma série de correspondentes desportivos que faziam o resumo dos jogos do campeonato distrital de futebol.

Sem as tecnologias que temos hoje era um funcionário do jornal que ao domingo à noite vinha do Fundão recolher o material à Guarda!

 

A recolha dos resultados desportivos era muito diferente do que acontece na atualidade. Era um trabalho difícil?

Não era fácil. Quando os campos de futebol não tinham telefone (e geralmente não tinham…) era preciso encontrar uma pessoa de confiança que ligava para a redação a dar o resultado final do jogo, ou então tínhamos de ligar para o café mais próximo!

 

Que confronto fazes entre o panorama desportivo de algumas décadas atrás e o de hoje?

Apesar de todas as limitações antigamente julgo que era mais saudável. Hoje já não tenho paciência para ver grande parte dos programas televisivos sobre futebol.

Pouco se discute o jogo e o que interessa são as polémicas.

Já nem falo dos critérios jornalísticos e das regras deontológicas!

Francisco Carvalho - RA .jpg

O que te levou a optares pela Guarda, em termos profissionais?

Não foi uma questão de opção foi uma questão de oportunidade.

 

Atualmente tomarias a mesma opção?

Se tivesse alternativa pensaria duas vezes.

 

O que pensas da evolução da Guarda, cidade e região, ao longo da tua vida de jornalista?

Houve uma evolução desorganizada. Tem faltado planeamento e visão de futuro.

Diria que na grande maioria dos casos falta aos autarcas preparação adequada para o exercício dos cargos.

Isto não vai lá só com os cartões partidários!

E também é evidente que os governos de Lisboa estão-se nas tintas para o resto do país.

 

O que falta na Guarda?

Menos invejas e mais gente empreendedora.

O problema é que somos cada vez menos!...

 

Achas que as pessoas conhecem ou valorizam a dimensão radiofónica que a Guarda teve, sobretudo antes do alargamento do espetro radioelétrico?

De uma vez por todas a cidade – e os decisores –  tem de saber valorizar essa importância. Cada vez que passo pelos pavilhões em ruínas do antigo sanatório não deixo de pensar que bem ali ficaria o museu da saúde e da rádio.

A Guarda tem a rádio local mais antiga do país e uma história importante para contar concentrada no atual Parque da Saúde.

 

A história da rádio, na Guarda, está ainda por fazer?

Já foi feita em boa parte graças também ao autor deste blogue (Hélder Sequeira). Mas sim, ainda há gente pouco informada sobre a importância da rádio no passado e no presente da cidade e da região.

Afinal temos a rádio local mais antiga do país e isso tem de ser valorizado, até para não deixar cair no esquecimento os pioneiros da Rádio Altitude com Martins Queirós, à cabeça.

 

Tens projetos em mente para este novo ciclo da tua vida?

Continuar a aproveitar a voz que Deus me deu, escrever, viajar e começar a organizar o baú das memórias.

 

 

 

 

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publicado às 00:01

Entrega do Prémio João Lopes

por Correio da Guarda, em 03.12.15

 

      Na Escola Superior de Turismo e Hotelaria do Instituto Politécnico da Guarda (IPG) foi ontem entregue, pelo Clube Escape Livre, o Prémio João Lopes.

     O prémio distingue os estudantes do IPG que finalizam, com aproveitamento escolar excecional, o curso de Comunicação e Relações Públicas.

Prémio João LOPES - foto GIC.jpg

     Tatiane Pais dos Santos e Catarina Nunes Rodrigues (no lado direito da foto) foram as primeiras alunas do Instituto Politécnico da Guarda a receber a Bolsa de Mérito João Lopes, um prémio anual no valor de 1500 euros, instituído pelo Clube Escape Livre com a colaboração do Instituto Politécnico da Guarda.

    Cada uma das alunas recebeu um cheque de 750 euros. A entrega da Bolsa de Mérito integrou-se na sessão solene de abertura oficial do Ano Académico 2015/ 2016, que decorreu hoje, na Escola Superior de Turismo e Hotelaria do IPG, em Seia.

“A Bolsa de Mérito João Lopes homenageia, a título póstumo, uma figura de referência na cidade e região da Guarda, colaborador e amigo do Escape Livre, tendo como objetivo também incentivar e premiar os alunos do curso de Comunicação e Relações Públicas, já que a comunicação era uma das áreas de vida e de vocação do homenageado”, como foi referido pelo Presidente do Clube Escape Livre, Luis Celínio. Na cerimónia realizada na ESTH, o presidente do Clube Escape Livre lembrou algumas características de João Lopes enquanto comunicador, acrescentando que “a criação da Bolsa de Mérito João Lopes para futuros comunicadores é a melhor homenagem que podemos fazer a quem sempre foi uma pessoa boa. Que o seu brio profissional e a alegria de viver incentivem o caminho das agora vencedoras.”

    A bolsa de Mérito João Lopes estará de novo disponível para atribuição, neste ano letivo, no Instituto Politécnico da Guarda.

 

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publicado às 23:42

Bolsa de Mérito "João Lopes" apresentada na Guarda

por Correio da Guarda, em 04.03.15

 

     Na Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto do Instituto Politécnico da Guarda decorreu hoje a assinatura do Regulamento da Bolsa de Mérito João Lopes, que resulta de uma parceria entre o Clube Escape Livre e o Instituto Politécnico da Guarda.

     O referido regulamento rege a atribuição de bolsa de mérito a estudantes que finalizaram, com aproveitamento escolar exepcional, o ciclo de estudos de licenciatura em Comunicação e Relações Públicas do Instituto Politécnico da Guarda.

     A  bolsa tem o valor de 1500 euros.

     João Oliveira Lopes faleceu a 11 de Setembro de 2014. Ligado à Rádio (em especial à Rádio Altitude)  e ao jornalismo,  João lopes  deixou nestas áreas o seu cunho pessoal e criatividade, em especial nos programas que apresentou e produziu, bem como ao nível das iniciativas e projetos em que esteve envolvido , muito particularmente no programa Escape Livre e no Clube com o mesmo nome.

Protocolo com ESCAPE LIVRE.jpg

 

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publicado às 13:20

João Lopes: para sempre na memória

por Correio da Guarda, em 12.09.14

     João Oliveira Lopes faleceu. Foi assim a informação recebida, ontem, logo pela manhã. Lacónica. Fria. Triste.

    Para quem conhecia, como nós, o João Lopes é difícil exprimir, por palavras, o efeito de uma notícia destas, inesperada, geradora de um misto de sentimentos, de interrogações vertiginosas sobre a vida, o quotidiano, o valor do tempo...

    Daí que ontem, hoje, mais do que as palavras prevaleciam - em todos quantos querem guardar a memória do familiar, amigo, colega – os olhares tristes e expressivos, os silêncios, quebrados por recordações da forma de estar e de ser do João Lopes; apreciávamos, desde os tempos do Liceu – onde nos conhecemos e frequentamos a mesma turma – as suas qualidades humanas, o seu espírito solidário, a subtileza das suas observações, a desenvoltura das suas ideias, o empenho nos seus trabalhos e projetos, o seu inquestionável sentido de responsabilidade, o seu espírito de abertura e diálogo...

     Na Rádio deixou o seu cunho pessoal e criatividade, em especial nos programas que apresentou e produziu, bem como ao nível das iniciativas e projetos em que esteve envolvido (e que não cabe aqui enumerar, até pelo notório conhecimento público...); muito particularmente no programa Escape Livre e no Clube com o mesmo nome.

    Para além do doloroso afastamento (prematuro) da sua família, a ULS da Guarda perdeu um excelente profissional; a rádio e a comunicação ficaram sem um excelente comunicador; um grande número perdeu um amigo; a escrita perde um promissor romancista; o Voluntariado ficou sem um dos seus empenhados elementos, a cidade perdeu um dos seus cidadãos de corpo inteiro.

    Mas João Lopes será sempre uma presença na nossa memória, pelo seu percurso, pelo seu exemplo, pelas suas qualidades pessoais e profissionais, por tudo quanto o tornava uma pessoa distinta...

    H.S.

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publicado às 08:22

O mais antigo programa de rádio sobre automobilismo

por Correio da Guarda, em 19.02.13

 

     Na Guarda vão ser assinalados, no próximo dia 22 de Fevereiro, os 40 anos do programa radiofónico Escape Livre, os 65 anos da Rádio Altitude e os 15 anos da “Gala SPAL – A Nossa Seleção de Pilotos”.

     O programa comemorativo inclui, pelas 18 horas, uma palestra subordinada ao tema “Automóvel, turismo, segurança – desafios do futuro”. Esta iniciativa contará com a participação do Ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, do Secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, e de Hélder Pedro, secretário-geral da ACAP – Associação Automóvel de Portugal.

     A palestra terá lugar na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (BMEL) e vai anteceder um jantar de gala e uma homenagem aos pilotos da Guarda (15.ª edição da “Gala SPAL – A Nossa Seleção de Pilotos”), que terá lugar, a partir das 20 horas, no pavilhão do NERGA.

     O “Escape Livre” é o mais antigo programa radiofónico, em Portugal, dedicado ao mundo automóvel e outrossim à segurança rodoviária. É emitido na Rádio Altitude (90.9 mhz).

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publicado às 18:38

PRAÇA VELHA com O FIO DA MEMÓRIA

por Correio da Guarda, em 13.12.12

 

     Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço terá hoje lugar, pelas 18h00, o lançamento do nº 32 da Revista Cultural Praça Velha e dos números 110 ao 114 da Coleção “O Fio da Memória”.

     O último número da Revista Praça Velha conta com colaborações de Carlos d’Abreu e Emilio Rivas Calvo, Pedro Carvalho, João Carlos Lobão e António Carlos Marques, Rui Pissarra, João Bigotte Chorão, Manuel a. Domingos, Maria de Lurdes Sampaio, Carlos Barroco Esperança e Célio Rolinho Pires.

     O Portfolio é da responsabilidade de Daniel Margarido e a Grande Entrevista a Valentín Cabero Diéguez é conduzida por Fernando Paulouro. A secção de Poesia conta com a participação de Daniel Rocha e João Esteves Pinto. Recensões críticas de livros e cd’s incluem colaborações de José Manuel Mota da Romana, José Luis Lima Garcia, José Monteiro, Antónia Terrinha, Fernando Carmino Marques, Teresa Correia, António José Dias de Almeida, Adelaide Lopes, Joaquim Igreja, Antonieta Garcia, Manuel Sabino Perestrelo, Aires Almeida e Pedro Pires.

     A Coleção “O Fio da Memória” contará com mais cinco opúsculos dedicados aos seguintes temas: “Cemitérios- A eternização da memória” de José António Afonso Rodrigues; “Asa de Azul” de Maria Afonso, com nota introdutória de Lusitana Ricardo; “Paulo Marques –artesão de miniaturas de madeira” de Francisco Pereira Barbeira; “Saberes e sabores da Faia– Açorda de bacalhau, uma tradição à mesa” de Vitória Brás e “Escape livre - O mais antigo programa de automobilismo na rádio em Portugal” de Helder Sequeira.

 

    Fonte: NAC

 

 

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publicado às 17:02

A longevidade de um programa de Rádio

por Correio da Guarda, em 22.02.10

 

Há trinta e sete anos começou a ser irradiado, a partir da Guarda, aquele que é, actualmente, o mais antigo programa radiofónico dedicado ao mundo automóvel e outrossim à segurança rodoviária.
O “Escape Livre”, sendo um programa emblemático da Rádio Altitude (estação a que regressou dia 15 de Fevereiro de 2006), é também um original exemplo de longevidade no panorama da rádio portuguesa, sublinhando, pela positiva, as duas estações onde teve lugar a sua emissão.
Como marca credenciada por um trabalho constante, iniciativas diversificadas e pela determinação em apresentar um produto radiofónico com qualidade, o “Escape Livre” associou – e bem – desde a primeira hora uma faceta que não fica subalternizada aos objectivos do programa; é que constituiu, desde logo, um canal aberto para o conhecimento da Guarda e da região.
A própria rádio onde nasceu, se era já um marco incontornável no espectro radiofónico de Portugal, acentuou a sua projecção através de um espaço informativo/formativo onde foi visível uma percepção lúcida da evolução de um sector e das problemáticas que lhe estavam associadas; aliás, ao longo destes trinta e três anos as inúmeras realizações, e os resultados alcançados, são suficientemente eloquentes.
Contudo, a Guarda tem beneficiado igualmente do trabalho desenvolvido pelas equipas que têm produzido este programa de rádio e as quais deram, igualmente, corpo a um Clube que recebeu o mesmo nome.
Hoje, com as distâncias esbatidas pelas novas rodovias e igualmente pelas tecnologias da informação, a produção de um programa radiofónico com estas características pode estar facilitada mas se reflectirmos nas dificuldades existentes ao longo de muitos anos – com as limitações técnicas da altura, na época das emissões restritas à onda média – teremos de concluir que foi precisa muita paixão, esforço e saber para guindar o EL até ao presente; por detrás dos sons confinados ao horário de emissão ficam muitas horas de trabalho, que escapam, obviamente, aos ouvintes.
 
 

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publicado às 20:54

Museu da Miniatura Automóvel

por Correio da Guarda, em 05.12.09

 

O Museu da Miniatura Automóvel assinalou hoje o segundo aniversário.
O programa comemorativo integrou a realização da V Conferência de Gouveia, organizada pelo Clube Escape Livre.
No período da manhã decorreu uma sessão de homenagem, a pilotos e coleccionadores, e pela tarde a conferência subordinada ao tema “Portugueses Campeões do Mundo. Como chegar lá?”
 
 

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publicado às 22:39

O Automóvel no futuro

por Correio da Guarda, em 28.05.09

 

“O automóvel no futuro: ambiente e competição” é o tema da IV Conferência de Gouveia que terá lugar, naquela cidade, sábado, dia 30 de Maio.
Trata-se de uma iniciativa do Clube Escape Livre e da Câmara Municipal de Gouveia que decorrerá, a partir das 15 horas, no Teatro Cine de Gouveia.
Jorge Gregório, um dos responsáveis do projecto Egiecocar do Instituto Politécnico da Guarda, Francisco Ferreira da Quercus, Jorge Magalhães e Carlos Barros da Peugeot e Ricardo Oliveira da Renault são os oradores convidados para esta conferência.
 

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publicado às 23:12

Importador de marca russa com sede na Guarda

por Correio da Guarda, em 18.09.08

      

           O Clube Escape Livre vai promover, no próximo dia 27 de Setembro, um passeio de veículos Lada Niva 4x4 à região da Guarda.

         Entre as finalidades desta iniciativa está o contacto com a empresa importadora, a nível nacional, desta marca russa.

            Trata-se da Magerit que tem sede na cidade da Guarda.

 

        

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publicado às 22:38


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