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Gastronomia em altitude

por Correio da Guarda, em 02.07.21

 

 

Guarda - catedral - foto Helder Sequeira.jpg

Na Guarda vai decorrer amanhã e depois, 3 e 4 de julho, o primeiro festival de gastronomia de altitude do país, denominado Altitudo.

Este evento com o selo, “Arrebita Portugal” é uma criação da Amuse Bouche que tem como missão estimular a economia e o comércio locais, dinamizar as cidades e as regiões e incentivar o turismo nacional; neste caso a incidência é sobre a valorização da cozinha e dos produtos de montanha.

Entre cozinheiros mais jovens e estrelas Michelin, internacionais e nacionais, são mais de 30 os chefs que vão cozinhar em altitude com os melhores produtos que a Guarda tem para oferecer.

Arcangelo Tinari, do estrelado Villa Maiella, em Abruzzo, vai cozinhar um prato de sabores bem italianos, Pallota, Cacio e Ovo. Está também confirmado o uruguaio Matías Perdomo, um dos mais aclamados chefs da cena gastronómica milanesa (Contraste, Milão, 1* Michelin), que decidiu enveredar pela street food argentina com um projeto de empanadas.

ALTITUDO - Guarda.png

Este evento vai contar com pesos pesados de quatro nomes cimeiros da gastronomia portuguesa, chefs de restaurantes premiados com estrelas Michelin: Tiago Bonito (Largo do Paço, 1* Michelin), Ricardo Costa (The Yeatman, 2* Michelin), Pedro Lemos (Pedro Lemos, 1* Michelin) e António Loureiro (A Cozinha, 1* Michelin).

Braço direito do chef José Avillez no duplamente estrelado Belcanto, também David Jesus estará presente na primeira edição do ALTITUDO. Em parceria com a sua companheira Sandra Freitas, a dupla apresentará na Guarda o seu projeto The Millstone Sourdough, uma padaria artesasal virtual lançada em plena pandemia que em breve terá morada física em Lisboa.

De destacar, ainda, a presença de Francesco Ogliari e Marisa Tiago (do afamado Tua Madre, em Évora), dos jovens Leonor Godinho e Pedro Oliveira, ou de Pedro Abril e Zé Paulo Rocha, membros do coletivo New Kids on the Block.

Tendo como missão a divulgação do melhor que a região da Guarda tem para oferecer do ponto de vista gastronómico, o ALTITUDO é também uma montra dos melhores produtos locais. Entre os pratos criados pelos chefs estão várias propostas com a melhor carne da região, como a Sandes de Vaca Velha e Queijo da Serra, do chef Ricardo Costa, o Hot Dog de Cabrito Assado, proposta de Hugo Brito, ou os Croquetes de Vaca Jarmelista à moda de Lafões com Ketchup de Cereja do Fundão (Napoleão Valente).

No menu não faltam também opções de peixe - como é o caso da Truta, Puré de Cherovia Assada e Molho de Escabeche, um prato criado pelo chef Mateus Freire inspirado nos melhores produtos da sua terra natal, a Covilhã – e vegetarianas.

Para finalizar a refeição, não faltam opções tentadoras como o Brownie, Grand Marnier, crème de mascarpone e cerejas (6€), da chef Natalie Castro, ou a sobremesa luso-brasileira de Angélica Salvador: Queijo da Serra, Goiaba e Mel da Guarda.

Paralelamente ao evento, e com o intuito de dinamizar a restauração local, haverá também uma campanha que envolve alguns dos mais conhecidos restaurantes da cidade. Entre os dias 1 e 4 de julho, os restaurantes irão incluir no seu menu habitual um prato ALTITUDO.

Os restaurantes aderentes à iniciativa serão: O Tacho, Belo Horizonte, Desigual, Aliança, Solar de Beira, Ferrinho, Nobre – Vinhos e Tal, Petiscos e Mordiscos, Marisqueira O Caçador, Sardinha, A Mexicana, Aquarius, Colmeia, O Galego, Bola de Prata, Portas do Sol e O Convívio.

Este festival será ao ar livre e o espaço foi pensado tendo em conta todas as regras de segurança em vigor; o número de visitantes nunca ultrapassará os 400 em permanência (capacidade máxima), para que todos possam desfrutar do evento em segurança.

O ALTITUDO decorre entre as 13h e as 21h30 no dia 3 de julho, e no período das 13h às 21h no dia 4 de julho. A entrada no recinto é gratuita, de forma a garantir que todos possam provar os pratos confecionados pelos chefs, à venda entre os 6€ e os 8€.

Especificando as alternativas que serão apresentados, no dia 3 de julho podem apreciar os pratos confecionados por Gustavo Delgado + Manuel Paiva (Sangue na Guelra) - Spring Roll de Couve-Coração com Escabeche de Tomate e Molho de Requeijão (6€); Stéphanie Audet (Senhor Uva) -Tomate, Zimbro, Feijoca, Queijo Curado, Pólen de Abelha (7€); Leonor Godinho + Pedro Oliveira - Cabra no Pão (8€); Nuno Noronha + Vania Galindo (Alzur) - Tamal de Focinho de Porco e Couve com Creme de Ajíres Serranos (6€); Hugo Brito (Boi Cavalo) - Hot Dog de Cabrito Assado (7€); Vítor Adão (Plano) - Mão de Vaca com Grão, Pickle de Cebola Roxa e vazia de Vaca Jarmelista (6€); Francesco + Marisa (Tua Madre) - Espetada de Borrego, Tatzkiki e Pão de Fermentação Lenta (7€); Napoleão Valente (Pabe) - Croquetes de Vaca Jarmelista à moda de Lafões com Ketchup de Cereja do Fundão (6€); Cristiano Barata + Miguel Diniz (Projecto Vifanas) - Milho Grelhado, Especiarias, Flakes de Peixe Seco (6€); Arcangelo Tinari (Villa Maiella, 1* Michelin) - Pallota, Cacio e Ovo (7€); João Costa (Dsigual Wine House) - Taco de Atum com Crumble de Farinheira da Guarda e Geleia de Malaguetas (7€); Mateus Freire (Osso Bento) - Truta, Puré de Cherovia Assada e Molho de Escabeche (7€); Ricardo Nogueira (Mugasa) - Sandes de Leitão com pão da Guarda (6€); Matias Perdomo (Contraste) - Empanadas de Frango / Prosciutto e queijo (7€); Pedro Abril + José Paulo (NKOTB) - Sandes de Croquete de Borrego da Beira (7€).

gastronomia.jpg

Já para o dia 4 de julho ficam as propostas de Cristiano Barata + Miguel Diniz (Projecto Vifanas) - Vifana (6€); Tiago Bonito (Largo do Paço, 1* Michelin) - Rosbife de Borrego em Bolo do Caco, Pepino, Iogurte de Ovelha e Hortelã (7€); António Nobre (Degust'AR) - Gaspacho Alentejano com Enchidos da Beira (Opção vegetariana disponível) (7€); João Cura (Almeja) - Grão de Bico, Carqueja e Vegetais (7€); Maurício Vale (SOI) - Bao de Frango Grelhado com Ervas Tailandesas, Molho Satay e Pickles (7€); Ricardo Carola (Aliança) - Costela Mendinha de Vaca Jarmelista (7€); David Jesus + Sandra Freitas (The Millstone Sourdough) - Bordaleira de Leite, Brasas de Rosmaninho, Brioche de Cepas, Queijo da Serra e Pêssego Avinagrado (7€); Diogo Noronha (Food Riders) - Creme de Cherovia e Carqueja, Alho Fresco e Tostada de Milho Bio (6€); António Loureiro (A Cozinha, 1* Michelin) - Feijoada de Cogumelos, Cachaço de Cabrito, Morcela da Guarda e Arroz de Carqueja (8€); Pedro Lemos (Pedro Lemos, 1* Michelin) - Milhos com Costelas em vinha de alho (8€); Natalie Castro (Isco) - Brownie, Grand Marnier, Crème de Mascarpone e Cerejas (6€); Angélica Salvador (In Diferente) - Queijo da Serra, Goiaba e Mel da Guarda (6€); Ricardo Costa (The Yeatman, 2* Michelin) - Sandes de Vaca Velha e Queijo da Serra (6€); Matias Perdomo (Contraste) - Empanadas de Frango / Prosciutto e Queijo (7€) e Arcangelo Tinari (Villa Maiella, 1* Michelin) - Pallota, Cacio e Ovo (6€).

Mais informação aqui.

 

Fonte: CMG

 

 

 

 

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publicado às 00:01

Revitalizar a tradição

por Correio da Guarda, em 18.06.21

 

Apesar dos conhecidos condicionalismos ainda existentes, há datas no calendário guardense que importa sublinhar de forma a não se perderem nas sombras do esquecimento…

Outrora, um dos cartazes de promoção da Guarda, durante largas décadas, foi a feira São João que desempenhava um eminente papel de dinamização económica e social, integrando um conjunto de certames com forte projeção regional.

A feira anual de São João, que ocorre no dia 24 de junho na Guarda, foi criada em 1255 por carta régia de D. Afonso III; este documento estabelecia, como assinalou a historiadora Virgínia Rau, que “devia começar oito dias antes da festa de S. João Baptista e durar quinze dias. Todos os que viessem à feira com as suas mercadorias estariam seguros e isentos de penhora durante trinta dias”.

No decorrer da segunda dinastia a feira de São João na Guarda continuava a registar grande importância e no século XV era costume os “criadores e lavradores de Castelo Branco e do seu termo levarem os gados da sua criação para venda na feira da Guarda”.

Será igualmente no decorrer desse século que se começa a desenhar uma evidente decadência das feiras no reino português, panorama a que não é estranho o novo mapa dos centros comerciais, no litoral, alimentados pelos descobrimentos; contudo, com maior ou menor impacto, elas sobreviveram; a feira de São João continuou a ser um destacado evento citadino.

Nos finais do século dezanove a cidade enchia-se, muitos dias antes de “grande quantidade de forasteiros”, e não faltavam, pelas principais artérias as “costumadas fogueiras com danças e cantos”.

O teatro, os concursos de gado e as touradas constituíam alguns dos pontos de atração do cartaz citadino, nesses dias de enorme agitação festiva e de muitas transações comerciais.

A viagem de comboio até à Guarda era incentivada com significativas reduções nos preços, oportunidade aproveitada por numerosas pessoas, que engrossavam a multidão de visitantes espalhados por todos os cantos da cidade.

Este quadro, festivo, comercial e religioso – componente que também não faltava – repetiu-se, com mais ou menos cambiantes, durante décadas, deixando um inquestionável impacto na vida da cidade.

Aliás, a própria Câmara Municipal da Guarda deliberou solicitar ao Governo, em julho de 1954, a “necessária autorização para considerar como feriado municipal do concelho da Guarda o dia 24 de junho de cada ano”.

Feira de São João na Guarda - Fot .jpg

O executivo municipal, de então, argumentava que os festejos de São João “desde tempos imemoriais atingem proporções de relevo”, sendo por isso considerado “dia festivo em toda a região”; por outro lado, a Câmara Municipal aduzia a realização da “importante feira anual de S. João, reputada a de maior expansão e amplitude da região por a ela acorrerem com os seus produtos e gados as populações de toda a região beirã e até transmontana”; as estas razões, acrescentava-se ainda a intenção de o dia passar a figurar no período das “futuras Festas da Cidade” da Guarda.

Caldo de Grão - Guarda  - Foto HS.jpg

Caldo de grão, um sabor tradicional muito apreciado

O médico e escritor Ladislau Patrício (o terceiro diretor do Sanatório Sousa Martins) anotava, numa das suas obras, que “nas vésperas do dia 24 de junho, noite e madrugada, é contínuo o formigueiro de feirantes, a pé, a cavalo, em carroças e em carros de bois, tropeçando nos calhaus soltos dos caminhos impérvios, ou batendo o macadame das estradas poeirentas e brancas”.

Ao longo das últimas décadas as tradicionais festividades, e animações, em homenagem a São João têm perdido o brilho e a movimentação de outrora, sobretudo em torno da feira que tem aquele santo popular como padroeiro.

Se é certo que na sociedade hodierna as motivações dos consumidores são de longe bem diferentes, mercê de múltiplos fatores, também é verdade que a Feira de São João (à semelhança de outras congéneres) poderia ter reconquistado uma nova afirmação no contexto regional, aplicadas que fossem as adequadas fórmulas e garantindo os apoios inerentes a uma realização com este perfil.

O contributo dado por atividades de recriação e animação da data referenciada devia ser repensado e retomado – logo que estejam dissipados este tempo de pandemia e de incerteza – com a devida a atempada preparação; iniciativas que podem e devem coexistir com o certame propriamente dito, proporcionando-lhe um espaço condigno e definitivo.

Salvaguardar certames que estão profundamente ligados às tradições citadinas, como é o caso da feira de São João, é evidenciar uma identidade – que não se fique apenas pelo tradicional e saboroso caldo de grão – e recuperar um cartaz que está ainda na memória de muitos; um cartaz a revitalizar num adequado equilíbrio de interesses de vendedores, consumidores e visitantes, articulando-o com novos projetos complementares e sequenciais no tempo, afirmando-o no conjunto de festividades/atividades que ocorrem habitualmente ao longo dos meses de junho e julho

Num quadro de diversidade e oferta de opções para quem nos procura ou visita está, certamente, uma das vias que podem abrir novos ciclos de desenvolvimento económico, social e turístico.

O futuro é já hoje. Ou seja, o seu planeamento é feito no presente, com objetivos claros e atitudes pragmáticas aferidas pelos interesses da comunidade. (Hélder Sequeira)

 

In O Interior, 17|junho|2021

 

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publicado às 21:19

Investimentos em territórios de baixa densidade

por Correio da Guarda, em 17.02.19

 

     No próximo dia 26 de Fevereiro vai decorrer em Sortelha uma sessão de esclarecimento sobre o Programa de Investimento em Territórios de Baixa Densidade, iniciativa das Aldeias Históricas de Portugal e a Turismo Fundos – Turismo de Portugal.
   O Programa de Investimento em Territórios de Baixa Densidade, gerido pela TF Turismo Fundos - SGFII, S.A., tem por objetivo criar as condições financeiras para estimular o aparecimento de projetos de investimento que se traduzam na valorização económica de ativos imobiliários afetos ou a afetar a atividades turísticas, e que promovam o desenvolvimento e a sustentabilidade das economias locais e regionais.
    A referida sessão terá lugar nas instalações da Junta de Freguesia de Sortelha, a partir das 15 horas, tendo como principais objetivos proporcionar informação qualificada e orientadora, dar a conhecer como funciona o programa e prestar esclarecimentos aos empresários.

Aldeias Históricas.jpg

 

 

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publicado às 22:10

Fotografias, Sabores e Tradições

por Correio da Guarda, em 03.01.19

Azeitonas - HS.jpg

     No próximo sábado, 5 de janeiro, vai ser inaugurada na Benespera a Exposição resultante do Roteiro Fotográfico “Patrimónios locais: a Guarda e seu entorno”, realizado no dia 8 de dezembro numa iniciativa do Centro de Estudos Ibéricos em parceria com o Fotoclube da Guarda.

    Esta exposição, a inaugurar pelas 15 horas, é promovida no âmbito do projeto "Sabores e Tradições do Vale da Teixeira".

  O projeto é uma ação comunitária de base territorial que tem como missão, a valorização das populações locais e dos seus recursos endógenos no seu contexto territorial, tendo surgido da concertação de sinergias entre o Instituto Politécnico da Guarda(através da docente Ana Lopes da ex-aluna Vanda Rodrigues, do curso de Animação Sociocultural), Câmara Municipal da Guarda, juntas de freguesia da Benespera, João Antão e Ramela, Centro Cultural, Social e Desportivo da Ramela, Associação Cultural e Recreativa da Benespera, Associação para o Desenvolvimento Integrado da Benespera e a Quinta de Sinçais.

    Nesse mesmo dia decorrerá, um mesa redonda sobre “A Importância do Azeite na Economia Local” em que vão intervir, entre outros,  Marcelino Lopes e António Lourenço Fontes, com moderação do jornalista António Sá Rodrigues.

   De referir que no âmbito do referido projeto vão realizar-se duas Lagaradas (dias 13 e 20 de janeiro, na Ramela) que têm um custo por pessoa de 15€. A inscrição inclui o Kit Lagarada (prato, garfo, caneca de barro e saco de pano, para cada inscrição); prova de vinhos, degustação de pão torrado com azeite, no lagar da Ramela, Almoço (Chouriçada, Lagarada, sobremesa, vinho, água e sumo) e animação.

   A inscrição pode ser efetuada aqui.

 

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publicado às 23:23

Feira Ibérica do Turismo realiza-se na Guarda

por Correio da Guarda, em 16.01.17

 

     A IV Feira Ibérica de Turismo (FIT) vai decorrer Guarda entre 28 de abril e 1 de maio de 2017, organizada pela Câmara Municipal.

    Este ano será Moçambique o país convidado e a Extremadura a região de Espanha em destaque. Segundo a autarquia, e como em 2017 a Organização das Nações Unidas assinala o Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento, a FIT “associa-se também a essa celebração, dando o seu contributo para a consciencialização da importância do turismo sustentável na distribuição da riqueza, contribuindo para um maior desenvolvimento económico e social dos territórios. A edição deste ano da FIT dará também especial destaque aos operadores e serviços mais diretamente ligados ao Turismo da Natureza e ao Turismo em Espaços Rurais, criando uma área de destaque para estes setores.”

Feira Ibérica de Turismo.jpg

     As inscrições e a consulta do regulamento completo podem ser feitas on line através do sítio da internet do município em www.mun-guarda.pt/fit

    Os principais objetivos da Feira Ibérica de Turismo são “promover setor do turismo ibérico, fomentar o intercâmbio transfronteiriço, estimular o relacionamento comercial e o progresso dos vários setores e segmentos da economia e, consequentemente, o desenvolvimento dos territórios.”

   À semelhança dos anos anteriores, a Feira Ibérica de Turismo decorrerá no Parque Urbano do Rio Diz, na Guarda.

 

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publicado às 18:01

Economia regional em debate na Guarda

por Correio da Guarda, em 14.01.12

  

     “Portugal a soma das partes – As economias regionais como fator de desenvolvimento” é o tema da conferência que vai ter lugar no próximo dia 30 de Janeiro, pelas 9h30, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico da Guarda.

     Esta conferência - promovida pela Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, TSF e Jornal de Notícias - pretende proporcionar um debate sobre questões no âmbito da fiscalidade, do empreendedorismo e do investimento, sendo aberta aos TOC e público em geral, mediante inscrição.

 

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publicado às 22:41

Debate sobre o comércio da Guarda

por Correio da Guarda, em 13.12.11

                                                    foto:RA

     Prossegue hoje, dia 13 de Dezembro, no Café Concerto do TMG, o ciclo de debates «Rádio Café», organizado pela Rádio Altitude e pelo Teatro Municipal da Guarda. O tema desta edição, que se inicia pelas 21h30, é «O comércio da Guarda».

     Numa época do ano que é das mais importantes para os comerciantes, vamos cruzar testemunhos e opiniões sobre projectos, problemas, anseios e oportunidades deste sector fundamental na economia da Guarda.

     Com mais este debate queremos continuar a motivar uma reflexão de comunidade. Cada cidadão dará o seu melhor contributo: as ideias. O painel de intervenientes será formado por Carlos Guerra, Delfim Gomes, José Grilo e Miguel Frias: quatro comerciantes de diferentes gerações e áreas de actividade, que têm em comum o investimento no comércio da Guarda. O debate terá como moderador o jornalista Rui Isidro e será aberto a todos os presentes no Café Concerto. O objectivo é uma troca de ideias informal e descomprometida, à vista de todos – e a contar com todos.

     Não haverá "especialistas" nem "instituições", apenas cidadãos empenhados em pensar a Guarda. A entrada é livre e a opinião também.

 

fonte: Rádio Altitude

 

 

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publicado às 10:04

III Feira Social de São Miguel

por Correio da Guarda, em 09.06.10

 

     A Junta de Freguesia de São Miguel, Guarda, e o NERGA vão promover de 18 a 20 de Junho, no Parque Urbano do Rio Diz, a III Feira Social.

     À semelhança das edições anteriores, esta iniciativa resulta de uma acção conjunta das associações de base e dos estabelecimentos de ensino desta freguesia urbana da Guarda os quais vão contribuir para a animação do programa desta III Feira, que integrará ainda uma mostra da actividade económica existente em São Miguel da Guarda.

 

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publicado às 23:35


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