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Padre guardense nomeado Bispo de Viseu

por Correio da Guarda, em 05.05.18

D. António Luciano Costa - BISPO DE VISEU -.jpg

 

     O cónego António Luciano dos Santos Costa foi nomeado, pelo Papa, Bispo de Viseu, substituindo D. Ilídio Pinto Leandro que pediu a resignação do cargo por motivos de saúde.

    António Luciano Costa é natural de Corgas (freguesia e paróquia de Sandomil, Seia), onde nasceu a 26 de março de 1952; frequentou a Escola de Enfermagem Dr. Ângelo da Fonseca, em Coimbra, e trabalhou como enfermeiro nos Hospitais da Universidade (HUC). Após cumprir o serviço militar em Moçambique, voltou para HUC.

   Em 1980, iniciou o percurso para a formação sacerdotal tendo sido ordenado padre a 29 de junho de 1985, na Sé Catedral da Guarda.

   Integrou a equipa formadora do Seminário Maior tendo sido responsável pelo Secretariado das Vocações e Pré-Seminário. Em 1987 foi para Roma onde estudou em Roma Teologia Moral, na Academia Alfonsiana, integrando a Comunidade do Pontifício Colégio Português e concluindo a licenciatura.

     Em outubro de 1989 iniciou funções de professor de Teologia Moral no Seminário Maior da Guarda e de Deontologia Profissional e Ética na Escola de Enfermagem.

    A partir de janeiro de 1991, foi pároco de várias paróquias, primeiro no arciprestado da Guarda e depois no da Covilhã, onde criou uma capelania na Universidade da Beira Interior. Foi também capelão do Instituto Politécnico da Guarda e no Hospital Sousa Martins.

    Foi docente no Centro de Viseu da Universidade Católica e no Instituto Superior de Teologia; lecionou na Faculdade das Ciências da Saúde e fez estudos em Bioética, no Centro de Bioética da Faculdade de Medicina do Hospital de Santa Maria.

   Em 2010, foi nomeado vigário episcopal para o Clero e diretor da Casa Sacerdotal Diocesana da Guarda e, em 2012, cónego da Sé da Guarda.

   A Ordenação Episcopal está marcada para o dia 17 de junho, pelas 16 horas na Sé Catedral da Guarda Sé da Guarda e o início da sua atividade pastoral como Bispo de Viseu ocorrerá a 22 de julho.

 

 

 

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publicado às 23:55

Património Azulejar Religioso

por Correio da Guarda, em 10.12.15

 

     No próximo dia 18 de Dezembro, pelas 17h30, vai ser apresentado o livro “PAR – Património Azulejar Religioso na Diocese da Guarda”. A sessão de apresentação terá lugar na Igreja de São Vicente, na Guarda.

    O livro resulta de uma parceria entre o Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e a Diocese da Guarda.

CAPA.jpg

     O projeto, que agora se concretiza em forma de livro “nasceu, há cerca de dois anos, da constatação da necessidade de sistematizar e promover o relevante património azulejar religioso que existe na área que abrange o distrito e a diocese da Guarda.

    Tesouro devidamente inventariado pela Diocese, o património azulejar, parte dele passível de ser usufruído livremente, porque visível da via pública, mas não devidamente valorizado em alguns casos, tornou-se o alvo de interesse para a elaboração desta publicação”, esclarece Anabela Sardo, na nota introdutória a este livro.

   Esta docente (que esteve na coordenação desta obra) da Escola Superior de Turismo e Hotelaria do IPG, considera que “esta riqueza, nem sempre preservada da melhor forma ao longo dos tempos, mas, ainda assim, existente em número considerável no território que se circunscreveu, despertou a curiosidade de um grupo de pessoas com sensibilidades e competências diversas.”

 

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publicado às 22:21

Visitas encenadas à Sé Catedral da Guarda

por Correio da Guarda, em 05.06.11

 

     Na próxima terça-feira, pelas 10h30, começa iniciativa “Passos à volta da memória – uma visita encenada à Sé Catedral da Guarda”.

    Organizada pela Culturguarda, esta iniciativa tem a concepção e coordenação geral de Américo Rodrigues, sendo encenada por Antónia Terrinha, segundo o texto de Pedro Dias de Almeida. Miguel Moreira e André Amálio são os actores que, em períodos diferentes, vão guiar o público nesta visita à Sé Catedral da Guarda e contar histórias e segredos sobre o este monumento.

    Os visitantes vão receber o “Esboceto histórico-artístico da Sé Catedral da Guarda”, monografia sobre a Sé Catedral da Guarda da autoria do historiador de arte João Paulo Martins das Neves.

 

    

     A visitas realizam-se de 7 de Junho a 31 de Agosto, de terça a sexta-feira, com sessões às 10h30 e às 16h00 e aos sábados com uma sessão às 17h30.

    A inscrição para a visita encenada não é obrigatória. No entanto, no caso de grupos a organização poderá ser contactada através do telefone 271 205 240 para marcação de dia e hora.

    De salientar que esta iniciativa dá sequência aos “Passos à volta da memória - Uma visita ao Centro Histórico da Guarda”, que a Culturguarda promoveu – com assinalável êxito – no passado ano, em parceria da Câmara Municipal da Guarda.

 

  

    “Passos à volta da memória - Uma visita encenada à Sé Catedral da Guarda” tem o apoio da Diocese da Guarda e do Ministério da Cultura, através da Direcção Regional de Cultura do Centro. Trata-se de uma actividade levada a cabo no âmbito do Projecto de Teatralização do Centro Histórico, fruto da candidatura “Política de Cidade - Parcerias para a Regeneração Urbana Eixo 2 - Desenvolvimento das Cidades e dos Sistemas Urbanos” e através do Programa Mais Centro do Quadro de Referência Estratégico Nacional.

 

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publicado às 21:10

Recordar Carreira Amarelo

por Correio da Guarda, em 01.11.09

 

A Guarda perdeu, vai fazer em breve nove anos, um incansável investigador e dedicado estudioso da cultura regional.
Nascido em 1934, para além da sua, reconhecida e apreciada actividade como sacerdote, José Miguel Carreira Amarelo, com a sua simplicidade, com uma permanente disponibilidade e com as suas qualidades humanas, sobressaiu como docente e como homem de cultura.
Para muitos, afastados dos seus tradicionais círculos de actividade, Carreira Amarelo terá passado desapercebido; mas embora não se negasse à colaboração tantas vezes solicitada pelos orgãos de informação locais e regionais, declinava sempre os protagonismos mediáticos ou as luzes da ribalta, optando antes pela entrega ao trabalho quotidiano, nas várias frentes do seu labor. “O Padre Amarelo era um homem excepcional -e por qualidades de humildade e amor. Não lhe faltava perspicácia e sentido do dever e da responsabilidade, que, afinal, integravam o perfil de equilíbrio e de alguém principalmente atento aos outros. No entanto - eis a sua riqueza - desequilibrava-se. Não imitava os homens comuns - nem podia. Tímido, escrupuloso, vocacionado - chamado pela vocação de ser inteiro e bom”, como escreveu Manuel Poppe.
No capítulo do ensino a sua presença ficou bem firmada, como podem confirmar múltiplos e insuspeitos testemunhos. Aliás, ao longo do seu percurso académico, José Miguel Amarelo deixou indeléveis marcas da sua forma de ser e outrossim do seu saber, entregando-se à descoberta constante dos valores e expoentes culturais desta região. “ O Dr. Amarelo estava interiormente convencido de que a Igreja só foi aceite quando se voltou para a cultura que constituiu a sua riqueza e atracção. A história o confirma desde os seus começos, com a fundação das escolas paroquiais e episcopais e as primeiras universidades. Talvez por isso e por outros motivos aliou a sua missão eclesial um trabalho honesto de intelectual persistente e inovador”, realçou Júlio Pinheiro no livro de homenagem editado pela, à altura, Escola Superior de Educação do IPG.
O teatro popular foi uma das temáticas que o entusiasmou, com particular incidência nas tradições de Pousade, freguesia do concelho da Guarda. Nos dois volumes editados sobre o Teatro Popular, procurou, como escreveu na apresentação do primeiro dos livros, “salvar do naufrágio do esquecimento e da perda uma pequena parcela da nossa cultura popular e regional.”
Num rápido esboço, recordamos o seu contributo para a divulgação da obra do autor da “Balada da Neve”; através de uma oportuna edição do Museu da Guarda, anotou o livro “Augusto Gil – Cartas de Amor”, revelando parte do espólio lírico daquele poeta, até então desconhecido.
Naturalmente que não cabe nesta despretensioso apontamento, nem é esse o intuito, a descrição do perfil de José Carreira Amarelo. Nestas breves anotações, aproveitamos para relembrar que depois de ter deixado a Direcção da Escola Superior de Educação, do Instituto Politécnico da Guarda, onde continuava a leccionar, centrava, ultimamente, a sua particular atenção numa obra sobre “As Pastorais dos Bispos da Guarda”, a tese de doutoramento que em breve iria discutir, e a qual constitui um importante documento histórico-cultural da região, mormente sobre o período temporal escolhido.
Este trabalho não pode ser olvidado e merece a adequada e merecida divulgação, pois, para além do seu valor específico, perpetuará a memória do seu autor e será um acto de justiça perante o demorado trabalho de investigação que precedeu a sua elaboração.
         Na edição, anotada, das “Cartas de Amor de Augusto Gil”, José Miguel Amarelo escrevia que “com a divulgação de todas as suas cartas lucrará o leitor e a cidade da Guarda que tanto amou”. Diremos, entretanto, que com a publicação da tese de doutoramento de Carreira Amarelo beneficiará, inquestionavelmente, esta região; a cultura e a história regional. Espera-se que este trabalho suscite a merecida e devida atenção.
 
Helder Sequeira
 
in "O Interior" (29/10/2009)
 

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publicado às 19:32

Politécnico da Guarda

por Correio da Guarda, em 01.12.08

 

No Instituto Politécnico da Guarda realizar-se-á no próximo dia 3 de Dezembro, pelas 14h30, a sessão solene de abertura do ano lectivo 2008/2009.
A oração de Sapiência será proferida por D. Manuel da Rocha Felício (Bispo da Guarda).
 

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publicado às 19:19


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