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Manuel Ferreira: paixão pela fotografia e pela Serra

por Correio da Guarda, em 06.05.21

 

 

De raízes nas profundezas da Serra da Estrela, Manuel Ferreira alia o gosto pelas paisagens da montanha aos registos fotográficos que vai realizando aquando das suas incursões, tendo como aliados a sua proximidade ao meio e o seu conhecimento científico, proveniente da licenciatura em geografia.

É na alma e no silêncio da serra, onde a natureza impera que Manuel Ferreira – com quem o CORREIO DA GUARDA conversou – encontra a sua inspiração, construindo dessa forma o portfólio exposto.

É um observador assumido, de olhar atento ao meio envolvente, que faz da fotografia a sua melhor forma de se expressar, refletindo um trabalho de paixão e evolução contínua, onde as redes sociais são o principal canal de divulgação e projeção.

A consagração surge através dos resultados alcançados nos diversos concursos fotográficos nacionais e internacionais, confirmando assim a qualidade dos registos efetuados. Embora não sendo a sua principal atividade, na Escola Profissional da Serra da Estrela Manuel Ferreira desempenha o papel de formador do módulo de fotografia e orienta diversos workshops no âmbito desta temática.

Fotógrafo oficial do Geopark Estrela, durante o primeiro ano da candidatura, publica em vários sites de referência na especialidade.

Manuel Ferreira - fotógrafo.jpg

Como e quando surgiu o interesse pela fotografia?

O interesse pela fotografia surge durante a formação académica, da necessidade de registar conteúdos programáticos em diversas cadeiras da Licenciatura de Geografia (2001-2005).

Entretanto, por motivos pessoais e profissionais, a fotografia passa para um segundo plano e só mais tarde no ano de 2013 volta a despertar esse meu interesse, quando numa noite por coincidência tive que ser “fotógrafo de serviço” na cobertura de um evento.

 

Que géneros de fotos prefere? Paisagem, retrato?...

Sem qualquer dúvida, paisagem e natureza com um gosto especial pela astrofotografia.

A fotografia social, tem surgido por vezes como um desafio e aprecio a oportunidade de captar as emoções e sentimentos que se fazem sentir durante os eventos.

 

A Serra da Estrela continua a ser cenário de inspiração?

A Serra da Estrela, com ou sem máquina é sempre inspiradora, pela ligação umbilical, pelas paisagens únicas, mas principalmente pela luz e a dinâmica que tem no relevo montanhoso. E claro, não esquecendo a serenidade que me transmite.

Serra - foto de Manuel Ferreira -.jpg

O que gosta mais de fotografar na Serra?

Prefiro a questão ao contrário: Só não gosto de fotografar na Serra se estiver céu totalmente azul, a luz muito intensa não permite mostrar certos detalhes.

No entanto, há duas épocas que me fascinam, o Outono pelos tons que as encostas da montanha ganham nessa altura do ano e o Inverno na expetativa que alguns dias de meteorologia mais agreste crie cenários únicos que permitam fazer trabalhos distintos de qualquer outro lugar de Portugal.

 

Qual tem sido a reação das pessoas às suas fotos?

Provavelmente as opiniões dividem-se, mas o que faço e como o mostro, é como eu o vi ou imaginei, no entanto as opiniões que me chegam são positivas e de agrado pela forma como retrato e divulgo a Serra.

 

Serra da Estrela - Fot Manuel Ferreira -2.jpg

 

Os prémios que tem recebido constituem um incentivo para novos trabalhos?

Os prémios acima de tudo geram uma maior responsabilidade, estimulam a vontade de fazer ainda mais e melhor e se forem monetários ajudam nas despesas.

 

Qual foi a distinção que mais gostou de receber?

Há sempre um sentimento especial e de gratidão em cada uma, não conseguindo distinguir, apenas diferenciar quando analiso os restantes trabalhos de outros fotógrafos que se propõem a essa distinção.

 

O digital incrementou, junto das pessoas em geral, o gosto pela fotografia?

Considero que há uma diferença entre imagens e fotografia, sendo que o digital facilitou o acesso à imagem, em relação à fotografia, o assunto é diferente, mas com certeza que estimulou um maior número de pessoas que o analógico, por ser muito mais económico e instantâneo. Mas não confundamos imagem com fotografia.

 

Fazer fotografia implica uma permanente atualização dos equipamentos?

Na minha opinião, não, metaforicamente falando, consoante o poder económico de cada indivíduo, é importante saber escolher a gama do veículo, para o género e tamanho da viagem que necessitamos de realizar.

As marcas e o mercado “criam-nos necessidades” que por vezes não temos assim tanta necessidade, é importante saber filtrar.

 

Os preços dos equipamentos são hoje mais acessíveis?

Da experiência que tenho em aquisições, os preços mantêm-se quando nos estamos a referir a equipamentos com o mesmo patamar de qualidade, ou seja os topos de gama entram no mercado com preços muito semelhantes aos lançados já anteriormente.

 

Para além das iniciativas que tem havido, na área de fotografia, o que podia ser ainda feito para aproximar o público em geral dos trabalhos fotográficos aqui produzidos?

Sem dúvida que é um grande desafio, mas passa pela sensibilização e motivação cultural das camadas mais jovens, porque na diversidade e qualidade de eventos que se realizam, não vejo motivos para existir esse afastamento.

 

Tem algum episódio curioso, ou que lhe tenha deixado boas recordações, no decorrer da sua atividade fotográfica?

Diversos, dos quais os que mais me entusiasmam são a convivência com os pastores que vou encontrando pela Serra, são pessoas cheias de histórias que me transportam para o Mundo deles, momentos esses em que troco a máquina pela conversa e me deixo levar pelas infindáveis histórias e sabedoria que me transmitem.

 

E episódio menos agradável?

Sentir que uma entidade relacionada com a Serra da Estrela com a qual colaborei na cedência de fotografias para a sua divulgação durante algum tempo, de forma gratuita, após ter conseguido financiamento, dispensaram a minha colaboração por discórdia em relação aos direitos autorais, mas que posteriormente não os verifiquei nos restantes trabalhos que divulgam.

foto de Manul Ferreira.jpg

 

Que projetos tem, no campo da fotografia?

Tenho dois a decorrer há já algum tempo, são projetos de longo prazo onde o mote principal é a componente humana relacionada com as “lides serranas”, mas que por enquanto não vou revelar.

 

 

 

 

 

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Norberto Rodrigues encontrou na fotografia o caminho para novos desafios e projetos. Natural da Guarda, este sociólogo considera que a fotografia é “hoje, talvez, a maior forma de intervenção social”.

Ao CORREIO DA GUARDA, Norberto Rodrigues afirma que o seu maior desafio, é “estruturar novos projetos e encontrar novas formas de comunicar com os amantes da fotografia, nomeadamente da chamada fotografia de rua”.

António Norberto Perestrello Rodrigues nasceu no Barracão, Guarda em 1953, onde viveu até aos vinte anos. Sociólogo, desempenhou vários cargos dirigentes na Administração Pública. Professor Universitário nas áreas da Sociologia, Recursos Humanos e Comportamento Organizacional.

Foi Presidente da Associação de Profissionais em Sociologia Industrial das Organizações e do Trabalho APSIOT). Autor do livro de fotografia Trajectos, Blurb, 2014, do livro de contos E dos fracos rezam as histórias, 2014, do romance de ficção À Procura do Homem Prefeito, 2018 e, em memória de Patxi Andion, Gorka Rúbio, o Louco que queria agarrar a morte, caderno, edição Calafrio, 2020. Várias exposições fotográficas, nomeadamente na Colorfoto, Lisboa e no Calafrio, Guarda.

Norberto Rodrigues - 1.JPG

Quando começou o gosto pela fotografia?

Sempre gostei de fotografia, mas só consegui condições, nomeadamente de tempo, há cerca de 11 anos, quando comprei a minha primeira máquina, que ainda tenho, com modo manual, uma Sony a230

 

O que é para si a fotografia?

A fotografia é uma arte que nos dá várias representações da realidade. Como digo sempre, a realidade não existe, existe só o nosso olhar.

A fotografia regista esses olhares, diversos e complementares. Constrói memórias que ajudam a construir identidades e culturas. É, também, hoje, talvez, a maior forma de intervenção social. Há fotografias de situações e de fenómenos sociais que muito têm ajudado a perceber “realidades” e a mudar valores e comportamentos.

 

Porquê a preferência pelo “preto e branco”?

O preto e branco dá-nos a essência da fotografia. Ilumina os contrastes, tornando nítida a mensagem da composição.

O nosso olhar tende a valorizar o conjunto e não o pormenor mais vistoso da imagem. Evidentemente que há excelentes fotografias a cores e áreas da fotografia onde a cor é mais apelativa, como nas fotografias de paisagens. É uma opção do fotógrafo. No tipo de fotografia que faço – Street Photography – o preto e branco é, para mim, mais forte, mais dramático, mais profundo.

Norberto Rodrigues 2.JPG

 

Quais os temas que mais gosta de fotografar?

Os temas vão mudando, acompanhando o nosso crescimento e os contextos que nos rodeiam. Na fotografia de rua, o fotógrafo reage ao momento, à situação que está à sua frente, seja ela enquadrável no tema x ou y, é a rua que comanda a máquina. Isto não quer dizer que o fotógrafo de rua não tenha um rumo, um objetivo.

Quando sai de casa para fotografar, ele sabe para onde vai e o que pode encontrar. É nessa escolha que ele se aproxima dos temas que o preocupam.

No meu caso, regularmente, eu caminho para os meus santuários – a sede da CGD, o Museu de Arquitectura, a Fundação Champalimaud e as Estações de Metro de Lisboa. As estruturas são as mesmas, mas as fotografias são sempre diferentes, porque eu não fotografo as estruturas enquanto tal mas a interação entre elas e as pessoas que as utilizam. Todas as minhas fotos têm pessoas!

Face ao exposto, tenho dois temas estruturais que vão dando sentido às minhas fotografias – A Humanização da Arquitectura e a Iluminação da Escuridão

 

Quantas horas dedica, por dia, à fotografia?

Antes da pandemia fotografava, em média, duas vezes por semana, durante quatro ou cinco horas. Depois é preciso editar as fotografias e fazer as nossas escolhas.

A minha edição limita-se ao básico, não gosto de alterar as fotografias. Com recurso ao Photo Gallery faço pequenos acertos – mais escuras, ou mais claras e aqui ali uma pequena alteração do contraste ou endireitar a fotografia. Não gosto de alterações estruturais da fotografia porque o resultado não é fotografia mas outra arte qualquer. Não critico quem o faz e, às vezes, até gosto do resultado final, mas não é a minha opção.

Se juntarmos a estas ações o tempo da gestão do meu grupo e o resultante das partilhas das minhas fotos em vários grupos ou comunidades, diria, respondendo à pergunta, que gasto cerca de 2/3 horas por dia nas tarefas da fotografia.

 

Qual foi o objetivo da criação da página “Norberto Rodrigues – fotografia”? A resposta a essa página foi a esperada?

Quando partilhava alguma fotografia no facebook constatava que muitos dos meus amigos reagiam gostando ou comentando a mesma.

Percebi que havia um público interessado na arte da fotografia. Decidi oferecer um espaço de apresentação regular de fotografias. Decidi, também, que o grupo não deveria ser apenas uma montra de fotografias, mas também um espaço onde todos, cumprindo regras mínimas, podiam partilhar as suas fotos. Não havia barreiras e receios de críticas negativas vindas de “sábios” do assunto. Por outro lado, a criação do grupo era uma forma de disciplinar a gestão das minhas fotos e, até, uma ajuda à escolha das melhores fotos.

Até à pandemia, sem promoções e sem convites personalizados, o grupo estava a crescer e o número de partilhas a aumentar de uma forma consistente, depois, com a escassez de fotos, o grupo continua a crescer, mas muito lentamente. Esperemos melhores dias para a fotografia poder sair à rua.

 

As suas fotos têm sido destacadas em vários “sites” e merecido elogios. Isto implica novas responsabilidades no seu trabalho ao nível da fotografia?

É verdade. Até há pouco tempo partilhava esporadicamente uma ou outra foto em um ou dois grupos de fotografia.

Há dois ou três meses decidi publicar em várias comunidades fotográficas ligadas a fotógrafos reconhecidos ou mais diversas e abertas. O resultado ultrapassou em muito as minhas melhores expectativas. Um conjunto significativo das fotos que partilhei foram reconhecidas e destacadas na grande maioria dos grupos, comunidades com origens muito diversas, Portugal, Brasil, Itália, Turquia, Japão, Espanha, Peru, Inglaterra, etc e com membros de vários pontos do mundo – uma enorme diversidade cultural e social, com valores estéticos muito diferentes e centrados em diferentes áreas da fotografia

Relevante, também, a seleção de algumas das minhas fotos para publicação em revistas da especialidade. A capa do número 1 da Revista Photographers Magazine é uma fotografia minha, curiosamente, tirada na Guarda, na Torre dos Ferreiros. Nesse número estão mais três fotos da minha autoria. Na mesma Revista, no número 2, sou o autor do mês, com 23 fotografias. No número 4, a sair brevemente, está, também, uma outra foto minha. A revista EYE Photo Magazine publicou, também, em março de 2021, uma foto da minha autoria.

Estas boas avaliações das minhas fotografias são, em primeiro lugar, um incentivo ao meu trabalho, empurrando-me para o desenvolvimento de projetos mais dirigidos e mais específicos, em algumas temáticas onde tenho trabalhado.

É o meu desafio agora, estruturar novos projetos e encontrar novas formas de comunicar com os amantes da fotografia, nomeadamente da chamada fotografia de rua.

 

O digital veio dar novo impulso à fotografia?

Claro. O digital veio democratizar a fotografia, tornando-a acessível a todos. O aparente excesso de fotografias é responsável pelo desenvolvimento técnico da indústria da fotografia e pelo crescimento da arte de tirar fotos. Boas máquinas, excelentes formações técnicas e experiência têm criado diferentes níveis de qualidade na fotografia.

Evidentemente que nem tudo é bom com este desenvolvimento da fotografia. As imagens são hoje centrais na nossa sociedade, cada vez se lê e se escreve menos, com as consequências sociais, culturais e políticas inerentes. Muitos falam – esta fotografia diz tudo! Mas a fotografia não diz nada, diz, apenas, o que o nosso olhar quer que ela diga.  

Noberto Rodrigues 3.JPG

Que fotógrafos destaca em Portugal?

Aqueles que mais me sensibilizaram para a fotografia, a preto e branco, foram Cresson e Sebastião Salgado, dois mestres reconhecidos por todos os fotógrafos.

Atualmente, há muitas áreas da fotografia e em cada uma delas muito bons fotógrafos. Seria difícil estar aqui a escolher.

Na minha área, Street Photography, para mim o melhor é, sem dúvida, o meu amigo Rui Palha. O seu olhar é geométrico e surpreendente. Vale a pena percorrer as suas fotografias.

 

Para quando um trabalho de apresentação (livro, exposição, catálogo) das suas fotografias ao grande público, na Guarda?

Já fiz vários trabalhos, nomeadamente duas exposições, uma na Colorfoto, em Lisboa e outra aí, na sede do Calafrio.

Este ano gostava de mostrar o meu trabalho, vamos ver se as condições se reúnem para que tal seja possível.

 

Fotos: Norberto Rodrigues | +info aqui.

 

 

 

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publicado às 13:05

Conferência Internacional sobre Cibersegurança

por Correio da Guarda, em 06.03.17

 

Ciber segurança.png

     No Instituto Politécnico da Guarda (IPG) vai realizar-se, no próximo dia 15 de Março, uma Conferência Internacional sobre Cibersegurança.

    Esta iniciativa tem por objetivo promover o debate e o conhecimento sobre a temática da Cibersegurança, uma vez que a segurança digital constitui uma das áreas de preocupação transversal a instituições, empresas e cidadãos, face a ameaças e ataques que podem comprometer a segurança de redes e sistemas.

   Nesta Conferência vão intervir Carvalho Rodrigues, Suleyman Anil (Former Head Cyber Defence, NATO HQ Brussels), Pedro Veiga (Coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança), Carlos Friaças (responsável pelo CERT na Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN), Carlos Rodolfo (Presidente da Assembleia da Geral da AFCEA), Bruno Mourão (Diretor da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa) e José Carlos Fonseca (Politécnico da Guarda), que irá abordar o tema “Privacidade na era de Snowden: olhar para o passado, pensar o futuro”.

   A referida conferência é aberta a todos os interessados. As inscrições são gratuitas, mas obrigatórias, decorrendo até 09 de março, on line, em csecurity.ipg.pt, onde está disponível o programa.

 

 

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publicado às 18:20

Novo trabalho de B. Riddim

por Correio da Guarda, em 19.06.14

 

     Um novo trabalho de B. Riddim (nome artístico de Luis Sequeira, natural da Guarda) vai ser lançado em breve, pela editora inglesa Third Ear.

     Mais informações aqui.

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publicado às 12:45

Docente do IPG distinguido pela CISCO

por Correio da Guarda, em 17.04.14

 

     Pedro Pinto, engenheiro informático e docente no Instituto Politécnico da Guarda (IPG), voltou a ser distinguido pelo programa Cisco Networking Academy, desta vez com o diploma de “Expert Level Instructor Excellence”, que elege um TOP 10% de instrutores à escala mundial.

     De referir que este docente do IPG já tinha recebido, em 2012, o diploma de “Instructor Excellence Advanced”.

     Este prémio é o reconhecimento pelo contributo e participação profissional que o galardoado tem tido no programa da Cisco Networking Academy, ao longo dos últimos anos.

     Para Pedro Pinto, este reconhecimento, a nível internacional, é “mais uma etapa ganha no percurso como Instrutor, mas também o resultado de um longo trabalho que tem sido desenvolvido na Academia Cisco do Instituto Politécnico da Guarda, tanto ao nível da formação como na integração dos alunos nas empresas”.

     A Academia Cisco do Instituto Politécnico da Guarda tem actualmente, como oferta formativa, o curso CCNA (Cisco Certified Network Associate), o CCNA Security estando para breve a abertura do CCNP (Cisco Certified Network Professional). “Qualquer aluno pode frequentar o curso, mesmo tendo poucos conhecimentos ou não sendo da área da Informática”, como nos referiu Pedro Pinto.

    As Academias Cisco são centros de formação técnicos e especializados em redes de comunicação, que permitem aos alunos obter certificações reconhecidas a nível nacional e Internacional.

    Esta formação tem uma forte componente prática, sendo suportada, na teórica, por um extensivo programa de e-learning que permite aos alunos estudarem as tecnologias que suportam a Internet, essenciais numa economia global.

    As Academias Cisco disponibilizam um vasto leque de cursos de formação sendo o CCNA, CCNP, Network Security e Voice over IP, os mais conhecidos à escala mundial

    O programa Cisco Networking Academy conta hoje com 10.000 academias Cisco, distribuídas por 165 países que recebem cerca de 800.000 alunos por ano.

    A Academia Cisco do Instituto Politécnico da Guarda integra, actualmente, o programa Cisco Networking Academy desde 2007, tendo formado, até hoje, mais de 400 alunos.

 

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publicado às 00:01

Assobio: Guarda-música

por Correio da Guarda, em 25.10.11

    

     O ASSOBIO está a concluir as gravações do próximo disco. Sairá em princípios de fevereiro do próximo ano e vai chamar-se fado 2.0

     Durante 5 minutos e 32 segundos poderá ouvir (em http://aassobio.blogspot.com) uma amostra com 7 dos 15 temas que integrarão o disco.

    Dará então conta que escutou temas conhecidos por todos e que fazem parte do nosso património musical. São fados sem guitarra e sem viola.

    Os arranjos foram exclusivamente feitos com samples, programações, controladores MIDI e processamento digital. Trata-se, assim, de uma espécie de “upgrade” do fado.

 

 

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publicado às 09:30


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