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Festival Internacional de Cinema Ambiental em Seia

por Correio da Guarda, em 04.09.25

 

Na cidade de Seia vai decorrer de 10 a 18 de outubro a 31ª edição do CineEco – Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela. Estão a concurso 81 longas, médias e curtas-metragens internacionais e em língua portuguesa, filmadas em 31 países, e com ângulos de abordagem diversificados, tendo no ambiente a sua temática transversal.

Na Seleção Internacional de Longas-metragens é de realçar um conjunto de dez obras em estreia absoluta em Portugal onde o fator humano é sempre determinante na investigação, observação ou vivência de uma dimensão da crise climática.

Esta seleção tem dois filmes-denúncia: WHITE HOUSE EFFECT, de Bonni Cohen, Pedro Kos, Jon Shenk, EUA, que explora a história dramática da origem da crise climática e como uma batalha política no governo de George H.W. Bush mudou o curso da história. Na mesma linha de ação, BLACK SNOW, de Alina Simone, EUA, o filme está centrado numa eco-ativista siberiana, apelidada de "Erin Brockovich da Rússia", que luta pela sua comunidade.

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A comédia subtil CLIMATE IN THERAPY, de Nathan Grossman, Olof Berglind, Malin Olofsson, Suécia, coloca sete cientistas do clima em terapia para lidar com as suas próprias emoções. Já o drama documental, A NEW KIND OF WILDERNESS, de Silje Evensmo Jacobsen, Noruega, acompanha uma família que procura uma existência livre e selvagem. O conto sombrio PET FARM, de Finn Walther, Martin A. Walther, Noruega, aprofunda os laços afetivos com os animais. Essa relação também é observada em MILCH INS FEUER (Smell of Burnt Milk), de Justine Bauer, Alemanha, uma meditação rural sobre o significado de ser um agricultor moderno, a feminilidade e a maternidade.

Os lugares mais marcantes desta programação surgem em THE TOWN THAT DROVE AWAY, de Grzegorz Piekarski, Natalia Pietsch, Polónia, filmado no Curdistão com os últimos residentes de uma cidade secular ameaçada quando o governo turco inunda as suas terras. KATWE, Nima Shirali, Uganda/Suécia, filmado num lago de sal africano onde a extração deixou de sustentar uma comunidade, e XUE SHUI XIAO RONG DE JI JIE (After the Snowmelt), de Yi-Shan Lo, Taiwan/Japão, retrata uma trágica expedição nos Himalaias.

A Seleção Oficial Internacional fica completa com a longa-metragem animada ÂNGELO NA FLORESTA MÁGICA, de Alexis Ducord, Vincent Paronnaud, França/Luxemburgo, sobre um rapaz de dez anos que sonha tornar-se explorador e zoólogo.

Já na Seleção de Longas-metragens em Língua Portuguesa destaca-se a estreia nacional do documentário brasileiro TESOURO NATTERER, de Renato Barbieri. Grande vencedor da edição 2024 do É Tudo Verdade, principal festival documental da América Latina, o filme narra a aventura desconhecida de um indigenista austríaco pela Amazónia no século XIX. O mesmo tema do olhar estrangeiro e exótico sobre a grande floresta brasileira retorna sob uma outra perspetiva no ensaístico e provocador NÃO HAVERÁ MAIS HISTÓRIA SEM NÓS, de Priscilla Brasil.

A Amazónia também aparece na ficção ENQUANTO O CÉU NÃO ME ESPERA, de Christiane Garcia. Protagonizado pela estrela brasileira Irandhir Santos, o filme narra o drama vivido pelas populações ribeirinhas com a perturbação do ciclo das chuvas causada pelas mudanças climáticas.

Da Amazónia, a competição em língua portuguesa segue para Luanda, onde o documentário LINHA DE ÁGUA, de Rui Simões, retrata o trabalho único do artista angolano Victor Gama, que une natureza e experimentação sonora. Já em Portugal, a realizadora Marta Pessoa faz um passeio estético e poético pelos jardins de Lisboa em ISTO NÃO É UM JARDIM. E a cineasta indiana Kopal Joshy vai até à Serra da Estrela, onde estabelece uma amizade inesperada e comovente com um antigo morador local no documentário SOMOS DOIS ABISMOS.

Nesta seleção oficial do CineEco 2025, está incluída a Competição de Curtas e Médias Metragens tanto internacionais como de língua portuguesa. Nas internacionais, destaca-se  a curta documental A QUI LE MONDE (Blooming), de Marina Russo Villani e Victor Missud, França, que teve a sua estreia nos Rencontres Internacionales de Paris e Berlim e ganhou o Green Festival Award deste ano. Já a produção luso-croata THAT´S HOW I LOVE YOU, de Mário Macedo, venceu o Grande Prémio do Curtas Vila do Conde do ano passado e PET FARM, do norueguês Martin A. Walther, foi menção honrosa já este ano em Salónica, no Thessaloniki Film Festival. Já o multipremiado filme de terror de Gonçalo Almeida, ATOM & VOID, arrecadou o Méliès d’Argent deste ano no HÕFF - Haapsalu Horror and Fantasy Film Festival, na Estónia, e Menção Honrosa no Fantastic Fest, EUA, do ano passado. Quanto às curtas em língua portuguesa, destaque para as co-produções luso-brasileiras:  ENXOFRE, Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes, TEMPO DE SORRIR (Time to Smile), de Jonas Almeida Braga Amarante, e CANTOS DA METAMORFOSE OU AQUELA VEZ EM QUE EU ENCARNEI COMO BOTO, de Ainá Xisto.

Não menos importante é a Secção Competitiva Panorama Regional, dedicada a filmes com narrativas centradas no território e na Serra da Estrela e que, este ano, conta com as participações de O ÚLTIMO PASTOR DE SABUGUEIRO, de Laurène da Palma Cavaco, O INCÊNDIO, de Joana Cabete, SOMOS DOIS ABISMOS (We are two Abysses), de Kopal Joshy, TALHADOS NA PEDRA, de Tiago Cerveira, MONTAÑA ABAIXO (Down the Mountain), de Carlos Martínez-Peñalver Mas, e de PORTA-TE BEM, de Joana Alves.

De referir que, este ano, o CineEco inclui pela primeira vez uma nova categoria na competição para Curtas-metragens de Ficção, Não Ficção e Animação, na qual concorrem 13 filmes de 12 países.

O CineEco - Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela é o único festival de cinema em Portugal dedicado em exclusivo à temática ambiental. É um dos festivais de cinema sobre ambiente mais antigos do mundo que se realiza em Seia, anualmente, em outubro e de forma ininterrupta, desde 1995, por iniciativa do Município de Seia. O CineEco oferece ao público em geral um cinema de qualidade e cinematografias pouco conhecidas e alternativas em relação ao mercado tradicional.

O formato do certame assenta num conjunto de atividades desenvolvidas ao longo de oito dias, com entrada gratuita. Além da secção competitiva e itinerâncias, o CineEco inclui também diversas atividades paralelas, como conferências, concertos, workshops, exposições, mercado de filmes, contribuindo para uma cidadania ativa no domínio do desenvolvimento sustentável, valorização do território, educação e enriquecimento do conhecimento ambiental e cinematográfico.  Fora das datas do festival, o CineEco realiza ao longo de todo o ano uma vasta rede de extensões por todo o país, dando oportunidade ao público a visualização de filmes desta temática, que é um dos fatores diferenciadores do festival.

O CineEco é organizado pelo Município de Seia e conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República e do Departamento de Ambiente das Nações Unidas. Conta ainda com o apoio financeiro da DGArtes. A programação do Festival é da responsabilidade de Cláudia Marques Santos, Daniel Oliveira e Tiago Alves.

 

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publicado às 16:01

Francisco de Pina: um guardense ilustre

por Correio da Guarda, em 17.03.22

 

Na galeria de personalidades ilustres da Guarda há nomes que não têm tido a visibilidade merecida e continuam desconhecidas para muitos.

É o caso do jesuíta Francisco de Pina, “personalidade central de um notável encontro de línguas e de culturas no distante Oriente, no longínquo século XVII”, a quem o Dr. António Salvado Morgado – de quem são as palavras atrás transcritas – tem vindo a dedicar (há vários anos) particular atenção, estudando a sua vida e obra, afirmando um louvável empenho na sua divulgação.

Aliás, na última edição da revista “Praça Velha” (nº 41) António Salvado Morgado publicou um oportuno e elucidativo artigo intitulado “Francisco de Pina, revisitado”.

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Através de um excelente texto, documentalmente bem suportado, apresenta-nos este missionário guardense. Como sublinha, este “jesuíta, português, missionário e linguista” contribuiu para que a Guarda esteja perenemente ligada à história do atual Vietname, que adotou o alfabeto latino.

Um facto que fica a dever-se, especialmente, ao labor de Francisco de Pina, o qual aprendeu  no século XVII a língua local (o anamita) estudando-a pormenorizadamente e, consequentemente, avançando com a sua romanização.

Convém notar que os padres a quem era incumbida a missão evangelizadora tiveram, desde logo, a perceção de que esse trabalho, para ser eficaz, teria de passar pela utilização das línguas nativas, evoluindo para a elaboração de gramáticas e dicionários.

António Salvado Morgado, na publicação atrás mencionada, refere que graças ao missionário português e “a outros que continuaram o caminho que ele traçou, o presente do passado não é só memória. Com ele o presente do passado é realidade viva nas letras e signos linguísticos com que se exprime um povo de milhões de pessoas, o Quôc ngû, a língua nacional do Vietname. E isso é presente”.

Francisco de Pina terá nascido entre março e setembro de 1586, falecendo em 15 de dezembro de 1625, com 40 anos, e quando muito havia a esperar do seu saber e trabalho. “Esquecido pela História, ele tem andado desaparecido por detrás da obra iniciada por ele há mais de quatro séculos e que culminou há mais de um século na língua oficial do Vietname (…)”, escreveu António Salvado Morgado.

O Japão terá sido o destino inicial de Francisco de Pina, mas as perseguições que eram movidas aos cristãos alteraram os seus planos e fixou-se na Cochinchina, em 1617, depois de ter estado alguns anos em Macau.

De referir que este jesuíta esteve em destaque no seminário “Testemunhos de Amizade entre Portugal e o Vietname desde o Século XVII”, realizado em Lisboa há cinco anos, numa organizado da Sociedade Portuguesa de Geografia e pela NamPor – Associação de Amizade Portugal-Vietname.

Assim, a Guarda deverá honrar a memória deste seu filho ilustre, apoiando os estudos e iniciativas que viabilizem um melhor conhecimento da sua dimensão como português, religioso e linguista; proporcionando o “reencontro do mestre de língua com a História. História do Vietname e de Portugal e da Guarda”, como defende António Morgado, ao concluir o seu artigo na última edição da “Praça Velha”.

 

Hélder Sequeira 

 

in "O Interior", 16|Mar|2022

 

 

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publicado às 18:00

Março das línguas no IPG

por Correio da Guarda, em 08.03.18

 

     A Unidade Técnico Científico das Línguas e Culturas do Instituto Politécnico da Guarda vai promover uma atividade designada "Março das Línguas e Culturas".

    Esta iniciativa marcará presença em três escolas do Politécnico da Guarda e decorrerá de 12 a 1 6 de março.

   Do programa consta um conjunto de atividades diversificadas, como workshops, conferências, concursos, exposições, karaoke multilingue, mostra gastronómica, um desfile multicultural e visualização de filmes em diferentes línguas.

 

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publicado às 22:01

Territórios em tempos de mudança

por Correio da Guarda, em 16.06.15

 

     “Territórios, Sociedades e Culturas em Tempos de Mudança” é a designação do Seminário agendado para o próximo dia 20 de Junho, no Paço da Cultura da Guarda.

     A partir das 9h30 falar-se-á de “Paisagens, Patrimónios e Valorização dos Recursos”, painel onde serão apresentadas as comunicações “Práticas e saberes tradicionais na transformação do trigo: um estudo comparativo nos concelhos de Vinhais, Hermisende e A Mezquita”, “Caminhos da Cal e do Barro, uma Rota Cultural para o Barrocal Algarvio”, “A Questão Social na Mina de S. Domingos - Subsídios Para Uma Reflexão”.

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      A partir das 11 o tema seráPaisagens, Patrimónios e Valorização dos Recursos Culturais”, falando-se “O Chão e o Verbo. O diagnóstico da pátria ibérica em Miguel Torga”, “O aproveitamento turístico da Via Romana XVIII (Via Nova) como possível vetor de desenvolvimento socioeconómico dos municípios de Terras de Bouro e Lóbios”, “Tradições de boas-vindas aos emigrantes portugueses” e de “Disponibilidade léxica na Raia”.

    “Dinâmicas e Processos de Reestruturação e Cooperação Territorial” será o tema do painel que decorrerá a partir das 14h30, englobando comunicações como “ Guarda: Cidade e Projeto”, “Propostas de Regeneração da Atividade Comercial no Atual Cenário de Crise” e “Estratégias Regionais de Especialização Inteligente: Oportunidades de Reestruturação, Desenvolvimento e Cooperação Territorial no contexto das regiões Ibéricas”

 

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publicado às 23:12

Territórios e Culturas em tempos de mudança

por Correio da Guarda, em 10.03.14

 

     O Centro de Estudos Ibéricos vai promover, nos próximos dias 21 e 22 de Março, na Guarda, o “Seminário Territórios, Sociedades e Culturas em Tempos de Mudança”

     Esta iniciativa tem por objectivo promover a apresentação dos trabalhos desenvolvidos no âmbito do projecto “Culturas Ibéricas, Sociedades de Fronteira: Territórios, Sociedades e Culturas em tempo de mudança”.

     De referir que através deste projecto, o Centro de Estudos Ibéricos tem vindo a apoiar investigadores cujos trabalhos incidem sobre os espaços de baixa densidade, designadamente os territórios transfronteiriços, criando um espaço de debate, aberto a investigadores.

    No dia 21 de Março, além do Seminário serão apresentadas duas publicações: n° 9 da Revista Iberografias e n° 26 da Colecção Iberografias “Paisagens e Dinâmicas Territoriais em Portugal e no Brasil”.

    Integrado nesta iniciativa, o CEI promove uma homenagem ao Professor Doutor Fernando Rebelo, antigo Reitor da Universidade de Coimbra, recentemente jubilado.

 

     Fonte: CEI

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publicado às 13:42

Novo livro de Américo Rodrigues

por Correio da Guarda, em 08.12.12

     “A Casa Incendiada” é o novo livro de Américo Rodrigues, que será apresentado hoje, dia 8, na Guarda.

     A sessão de lançamento deste volume de poesia, com trabalho gráfico de Jorge dos Reis, terá lugar na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, pelas 17h30.

     Pelas 22 horas, no café concerto do TMG, haverá uma sessão de "spoken words", pelo autor do livro, acompanhado musicalmente por Kubik.

     De referir que, de hoje até 31 de Dezembro, vai estar patente na Biblioteca Municipal uma mostra bibliográfica relativa a Américo Rodrigues.

 

 

 

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publicado às 08:15

Guarda debate Culturas em tempos de mudança

por Correio da Guarda, em 29.11.12

 

     O Centro de Estudos Ibéricos vai promover amanhã, 30 de Novembro, e no sábado, 1 de Dezembro, o Seminário “Territórios, sociedades e culturas em tempos de mudança”.

    Com este Seminário (que decorrerá na Sala Tempo e Poesia da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (Guarda), pretende-se abordar, de forma transversal e plural, os temas das linhas de investigação propostos nos apoios a trabalhos de Investigação 2011 e que têm vindo a ser desenvolvidos no âmbito do Projeto de Investigação com o mesmo nome.

    Ao longo destes dois dias, os bolseiros do CEI, e outros investigadores, apresentarão mais de 30 comunicações inseridas em quatro painéis e moderadas pelos coordenadores da investigação do CEI.

    O programa é o seguinte: 30 de Novembro; 14.30 - Painel 1: Condições sociais: modos de vida, escola e coesão rural; Maria Luísa da Silva Gregório Francisco – Migrações para zonas transfronteiriças de baixa densidade populacional; Cristina Isabel Faria Barros – Dinâmicas demográficas e socioeconómicas recentes e implicações na reorganização da rede escolar num território rural e de fronteira. O caso da Beira Interior Norte; Henrique Manuel Pereira Ramalho – Reordenação da rede escolar e pós-ruralização; Amália Gonçalves Fonseca – Cultura popular e cultura digital no concelho do Sabugal. Um caso de infoinclusão; Danny Martins Rangel - A ideia de federação ibérica na segunda metade do século XIX: o republicanismo português e espanhol em sincronia; Elisa Sofia Silveira Saraiva Pires Alves – Representações de portugueses e espanhóis no cinema e na televisão  17.00 horas – Painel 2: Património e turismo cultural; Catarina Duarte Fontoura Nadais – Os lugares de Guerra Junqueiro: o turismo literário em Freixo de Espada à Cinta; Fernando Manuel Cerqueira Barros – Brandas da Peneda: construir (n)a sazonalidade; Samuel da Costa Pereira - Casa de agricultor no Noroeste Português; Helena Filipa Lourenço - Festas e romarias: um importante elo de ligação do património e turismo cultural ibéricos: Dias Medievais de Castro Marim (Algarve) e Romaría del Rocío (Andaluzia); Tiago André Simões Pereira – A cultura material da aldeia de Algodres entre a Antiguidade Tardia e a Alta Idade Média; Javier Talegón Sevillano - El lobo en el patrimonio cultural de la Sierra de la Culebra (Zamora)

    1 de Dezembro /9H30 - Painel 3: Paisagens naturais e espaços rurais; Carlos Neves Neto; Nivaldo Hespanhol; Rui Jacinto – Desenvolvimento rural em Portugal e no Brasil: actuação do Estado, processos de mudança e incidência local das politicas publicas; Andreia da Silva Almeida – O Termalismo na raia portuguesa: as Caldas de Monfortinho; Carlos Duarte Lucas Antunes Simões – S. Gens (Celorico da Beira) e o seu vale: uma abordagem geoarqueológica; Susete dos Anjos Henriques – Incêndios Florestais: efeitos paisagísticos; Carolina Davide; Rui Jacinto – Refuncionalização dos espaços rurais de montanha: desindustrialização e turismo em Manteigas; Maria Celestina Trejo Jiménez – Dependência e exclusão nas zonas de baixa densidade; Edgar Emanuel Feliciano Barreira – Como integrar informação espacial relativa ao património transfronteiriço?; 14H30- Painel 4: Dinâmicas e cooperação territorial; Júlio Fernando da Costa Pinheiro – As Termas do Cró: tanto história quanto saúde; Jaime Augusto de Jesus Cunha – Caminho-de-ferro do Douro; Ana Maria Cortez Vaz dos Santos Oliveira – A Barragem de Alqueva - factor de inovação e cooperação territorial transfronteiriça; Leonor Amarílis Plácido de Medeiros – Turismo Industrial na Faixa Piritosa Ibérica: como funciona de ambos os lados da fronteira; Inês Alves - Shopping ‘beira-de-estrada’ como espaço de fomento cultural. Qual o lugar possível da cultura nesta dinâmica de fluxos do quotidiano?: uma reflexão sobre a educação pela arte e a arte em espaço público; Paulo Godoy – Território, ciência e tecnologia: densidades, topologias e hierarquias territoriais da produção técnico-cientifica brasileira; Patrícia Santos Batista - Monchique – Identidade e Património: estratégias para o desenvolvimento local.

 

 

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publicado às 22:47

Aprendizagem de línguas

por Correio da Guarda, em 11.10.10

    

     “The Language Classroom in a Connected World é o tema da conferência que vai ser proferida por Steve Kaufman, no próximo dia 13 de Outubro, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico da Guarda.

     Trata-se de uma iniciativa conjunta do Conselho Pedagógico da ESTG/IPG, Aprolínguas, ReCles.pt e Unidade Técnico Científica de Línguas e Culturas do Politécnico da Guarda.

     Steve Kaufman, diplomata e empresário canadiano, foi o fundador da LingQ.com, um sistema de aprendizagem de línguas on-line e comunidade Web 2.0, sendo o autor de um livro sobre esta temática, intitulado “The Linguist – A Language Learning Odyssey”.

     A conferência decorrerá, a partir das 14 horas, no Auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão/Instituto Politécnico da Guarda.

 

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publicado às 15:48


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