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Novo número da revista Praça Velha

por Correio da Guarda, em 11.12.20

 

No Auditório do Paço da Cultura/ Museu da Guarda terá lugar no dia 15 de dezembro, pelas 18 horas, o lançamento de mais um número da revista cultural “Praça Velha”.

O nº40 da revista, com a coordenação do Museu da Guarda, assinala os 150 anos do nascimento do escritor Augusto Gil. À sua vida e obra é dedicado o núcleo temático principal, que conta com as colaborações de Hélder Sequeira, Anabela Matias, Ana Margarida Fonseca, Luísa Antunes Paolinelli, Martim Ramos Vasco, Helena Rebelo e Victor Afonso.

pracavelha40.jpg

De acordo coma informação divulgada, "neste número especial, agregou-se ao bloco temático não só a grande entrevista a Ernesto Rodrigues, sobre o “Contexto histórico-cultural da geração de Augusto Gil”, como também, o Portfolio subordinado ao tópico “Memórias e evocações iconográficas de Augusto Gil”.

A secção Património e História reúne artigos de Ana Cristina Trindade, Augusto Moutinho Borges, José Eduardo Franco e José Maria Silva Rosa, António Marques, José António Quelhas Gaspar, Manuel Luiz Fernandes dos Santos, Francisco Manso, Aires Diniz, Salete Pinto e, finalmente, José P. da Cruz.

Além da inserção de um conto de Augusto Gil, o apartado Escrita Literária oferece uma narrativa de João Esteves Pinto e versos de Cristino Cortes, Carlos d’Abreu, Daniel Rocha e Carlos Adaixo. As recensões críticas de livros incluem as colaborações de Sara Teixeira, José Maria dos Santos Coelho, José Luís Lima Garcia, Agostinho Ferreira, Fernando Carmino Marques, António Oliveira, Júlio Salvador, Natércia Monteiro, Miguel de Gouveia Rebocho Esperança Pina, José Valbom, Manuel Ferreira, António José Dias de Almeida, Helena Rebelo, Gabriel Neto, Inês Costa e Tatiana Guedes da Fonseca.

 

Fonte: CMG

 

 

 

 

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publicado às 18:01

Morreu Eduardo Lourenço

por Correio da Guarda, em 01.12.20

 

Eduardo Lourenço faleceu esta manhã, em Lisboa. Filósofo, ensaísta e escritor nasceu em 23 de maio de 1923 em São Pedro do Rio Seco, Almeida.

Eduardo Lourenço - foto Helder Sequeira -.jpg

No seu percurso académico passou pelo Liceu Nacional da Guarda, cidade onde viria a gizar, em 1999, a criação do Centro de Estudos Ibéricos (CEI).

À Biblioteca Municipal, inaugurada a 27 de novembro de 2008, viria a ser atribuído o nome deste grande vulto da cultura portuguesa

A Câmara Municipal da Guarda, que manifesto “o seu profundo pesar pelo falecimento de Eduardo Lourenço de Faria” decretou um dia de luto municipal, o qual será cumprido amanhã, “com correspondente colocação da Bandeira do Município a meia haste” gesto que “simbolicamente visa enaltecer um dos ilustres nomes da nossa Cidade”.

O Primeiro-Ministro, António Costa, tinha também anunciado, durante a manhã de hoje, o cumprimento de um dia de luto nacional, quarta-feira.

O Presidente da República, num texto publicado no sítio da Presidência, referi que “Eduardo Lourenço foi, desde o início da segunda metade do século passado, o nosso mais importante ensaísta e crítico, o nosso mais destacado intelectual público.”

Para Marcelo Rebelo de Sousa, “devemos-lhe algumas das leituras mais decisivas de Pessoa, que marcam um antes e um depois, e um envolvimento, muitas vezes heterodoxo, nas questões religiosas, filosóficas e ideológicas contemporâneas, do existencialismo ao cristianismo conciliar e à Revolução”.

Por outro lado, e citando o texto publicado, o Presidente da República acrescenta que “ninguém entre nós pensou a Europa e Portugal em conjunto, sem excecionalismos nem deslumbramentos, numa linha de fidelidade ao humanismo crítico de um dos seus mestres, Montaigne. E entre todos os intelectuais portugueses da sua envergadura, nenhum outro foi tão alheio à altivez, à autossatisfação, ao desdém intelectual, ao desinteresse pelas gerações seguintes.”

A Ministra da Cultura, Graça Fonseca, classificou Eduardo Lourenço como “uma das mentes mais brilhantes deste país”.

Jorge Sampaio, ex-Presidente da República, definiu Eduardo Lourenço como “pensador das profundidades do ser e da existência, o cultor insigne das letras, das artes e da cultura, um grande humanista da contemporaneidade, para quem ser português era indissociável do ser europeu e vice-versa".

O Centro de Estudos Ibéricos, em nota publicada hoje, lamenta a perda do seu Diretor Honorífico e endereça sentidas condolências à família, perpetuando a memória deste intérprete maior da cultura ibérica e universal que marca o século XX português.”

Acrescenta ainda, que “expoente máximo do ensaísmo literário e cultural contemporâneo, Eduardo Lourenço foi unanimemente reconhecido no meio universitário com quatro Doutoramentos Honoris Causa e no meio cultural e social com a atribuição de vários prémios nacionais e internacionais, para além de condecorações do Estado Português, Francês e Espanhol, e de inúmeras homenagens.

Eduardo Lourenço e foto de Unamuno - foto Helder                                             Eduardo Lourenço, na Câmara da Guarda, vendo uma foto de Unamuno (foto HS)

 

Através do desafio da criação, na Guarda, em 1999, de um Instituto da Civilização Ibérica que unisse as duas Universidades mais antigas da Península (Coimbra e Salamanca), Eduardo Lourenço retornou simbolicamente à sua cidade como Diretor Honorífico do Centro de Estudos Ibéricos e como patrono da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, inaugurada em 2008 e que conta com grande parte do seu acervo literário.

O Centro de Estudos Ibéricos instituiu, em 2004, o Prémio Eduardo Lourenço, em homenagem ao seu mentor, patrono e Diretor Honorífico, destinado a galardoar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cultura, cidadania e cooperação ibéricas.”

 

 

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publicado às 17:28

Centro Cultural da Guarda: 58 anos

por Correio da Guarda, em 20.11.20

 

O Centro Cultural da Guarda completou, esta terça-feira (dia 17 de novembro), 58 anos. No atual contexto de emergência sanitária os atos comemorativos não podem ter a desejada expressão festiva, mas as palavras podem e devem assumir uma justa homenagem e evidenciar o orgulho que a cidade bem pode manifestar perante a existência e o historial desta instituição.

Centro Cultural da Guarda - foto Helder Sequeira.j

Evocando o passado, e para fazermos a ponte com o presente, recordemos – em breves notas – que na primeira metade do século XX o panorama cultural da Guarda passou por distintas fases, nas quais se evidenciaram o teatro e a música. Nesta última área sobressaíram os Orfeões Egitaniense e o Egitânia, bem como a Banda do Regimento de Infantaria 12 que animava as tardes de domingo na Praça Velha (Praça Luís de Camões) e, depois, no jardim José de Lemos, conhecido por Campo.

Em 1956 nasceu na Guarda uma delegação do Movimento Pró-Arte (organização lisboeta dedicada, essencialmente, à música) que despertou muito interesse nos meios intelectuais, propondo-se oferecer música de qualidade. O Montepio Egitaniense acolheu esta delegação, tendo sido criado um curso de música, destinado a todos os interessados.

Nessa altura, começou a germinar a ideia de uma nova estrutura vocacionada para a cultura. Como foi realçado, “a criação do Centro Cultural da Guarda foi um sonho lindo, tornado realidade por um grupo de guardenses apaixonados pela música, presididos e orientados pelo Dr. Mendes Fernandes e galvanizados pelo entusiasmo e persistência do Dr. Virgílio de Carvalho”.

Foi este grupo que, sensibilizando a direção do Montepio Egitaniense, passou a dispor de um salão onde promoveu audições musicais, abertas ao público, empenhando-se, igualmente, no desenvolvimento de uma ação formativa. A atividade da delegação da Pró-Arte não teve a continuidade desejada e surgiram alguns interregnos. Após um período de estagnação, em termos de atividade, os dinamizadores do referido núcleo cultural concluíram pela necessidade de uma estrutura que funcionasse como plataforma impulsionadora de projetos e incrementasse a formação musical. O Dr. Virgílio de Carvalho presidiu à Comissão Promotora do Centro Cultural.

Os estatutos do Centro Cultural da Guarda (CCG) foram apresentados, para a devida aprovação ministerial, em 17 de novembro de 1962; o despacho de aprovação foi exarado em 29 de janeiro de 1963, pelo Subsecretário de Estado da Educação Nacional.

A partir de 9 de Fevereiro, desse ano, foi iniciado o processo de inscrição de novos sócios, e distribuídos os inerentes formulários no Café Monteneve, Café Mondego, Leitaria Cristal e Pires & Casimiro, onde os interessados de deviam indicar o grupo ou seção em que pretendessem ingressar: grupo coral misto, grupo instrumental (seções de banda, orquestra ligeira e tuna), grupo cénico, grupo cultural e recreativo (seção de biblioteca, discoteca e cinema) e grupo folclórico.

A primeira assembleia geral da coletividade teve lugar a 2 de março de 1963 no salão nobre dos Paços do Concelho da Guarda; compareceram cinquenta e um associados, de um total de cerca de duzentos, já inscritos. “A noite não convidava a sair de casa mas os futuros sócios do Centro Cultural, jovens na maioria, e possuídos de entusiamo não condicionável pelo estado do tempo, cônscios dos deveres a cujo cumprimento se obrigaram no acto da inscrição, lá foram ao Salão Nobre dos Paços do Concelho reunir-se para eleição dos primeiros corpos gerentes, fixação da quota e breve troca de impressões. A reunião decorreu no melhor dos ambientes, dedicado inteiramente ao objectivo que lhe havia sido determinado”. Assim noticiou o semanário A Guarda.

No decorrer dessa assembleia foram eleitos os primeiros corpos gerentes, a partir de uma lista apresentada pela Comissão Promotora, da qual faziam parte o Pd. António Mendes Fernandes (que presidiu a esta reunião), Virgílio José Melo de Carvalho, Pd. Vitor Xavier Feytor Pinto, Manuel Valentim Dias Júnior, António Coelho Evangelista, José de Sousa Nunes da Fonseca, António Ferreira da Silva Milheiro, José de Campos de Carvalho e Alfeu Gonçalves Marques. O primeiro presidente da Assembleia Geral foi o Dr. José Afonso Sanches de Carvalho.

Aprovada a referida eleição, os corpos sociais do Centro Cultural da Guarda foram empossados em 24 de maio de 1963, no salão nobre do edifício dos Paços do Concelho.

A história do Centro Cultural é o somatório da ação e empenho de muitas personalidades e outrossim dos contributos dos seus associados, em especial daqueles que intervieram, ativa e diretamente, nas atividades das várias secções.

A identidade do Centro Cultural tem sido, ao longo destes 58 anos, balizada pelo lema que o CCG adotou desde o seu nascimento: “Pela Guarda, pela Arte, pela Cultura”. O seu percurso assenta numa convergência de esforços, mas muito deve a personalidades que, com a sua cultura, saber, entusiamo, capacidade de realização souberam manter e revitalizar um projeto de eminente alcance cultural e social; pessoas que tiveram uma consciência clara das dificuldades, mas nunca desistiram, nem perderam a esperança. Determinação que não falta também aos atuais dirigentes.

Parabéns ao Centro Cultural da Guarda!

                                                                                                                 Hélder Sequeira

 

in "O Interior", 19|out|2020

 

 

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publicado às 00:01

Noite de espetáculo...

por Correio da Guarda, em 16.11.20

Noite de espetáculo na Guarda - HS.jpg

Guarda. 

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publicado às 21:30

Apresentação de livros

por Correio da Guarda, em 31.10.20

 

A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço BMEL), na Guarda, tem agendada para os meses de novembro e dezembro a apresentação de sete livros, com a presença dos seus autores.

Assim,  o livro “Neste sonho que sou de mim”, de Fernando Carmino Marques, será apresentado no próximo dia 11 de novembro (18h00); “A Ira do Pelicano”, de Carlos Carvalheira, no dia 13 de novembro (18h30); “Escola Secundária Afonso de Albuquerque - 50 anos na Mata Municipal”, de vários autores, no dia 19 de novembro (18h00); “O bisavô”, de Maria João Lopo de Carvalho, no dia 28 de novembro (16h00); “O verso do sofrimento”, de Kevin Fernandes, dia 4 de dezembro (18h00); “O avô tem uma borracha na cabeça”, de Rui Zink, no dia 11 de dezembro (18h00) e, por fim, “O guarda chuva mágico”, de Ana Isabel Martins “, no dia 12 de dezembro (16h00).

O Bisavô - Romance - foto Helder Sequeira.jpg

 

Há ainda a destacar na programação da BMEL a conferência “Cine, música y mito en las poetas de la otra sentimentalidade”, pela investigadora e ensaísta, María Payeras Grau,  a ter lugra no dia 20 de novembro, às 18h00. Uma iniciativa que integra o Ciclo de Conferências Internacionais “A Europa dos Escritores” iniciado em 2019.

A  programação da BMEL oferece à comunidade diversificadas propostas culturais à volta do livro e da leitura, nomeadamente exposições, instalações, contos, visitas guiadas, oficinas, dança e leituras encenadas. Nesse contexto, a agenda da Biblioteca tem início com uma sessão de poesia baseada nos poemas de Manuel António Pina, intitulada de “Voz Alta”, por Alexandre Gonçalves, dia 5 de novembro, às 18h00. Uma atividade que resulta de uma parceria CMG/BMEL e CFAD, no âmbito da literacia.

No dia 21 de novembro a BMEL proporciona mais uma tarde de sábado às famílias com crianças dos 3 aos 12 anos, com o conto e oficina “Coração Contador” e “Conta Tu! Oficina de imaginação e expressão”, por Rita Sineiro. A atividade tem início às 15h30, sendo o seu objetivo exercitar a imaginação e a expressão oral ou escrita, trabalhando ao mesmo tempo a confiança da criança na sua faceta criativa.

Em dezembro há ainda lugar para mais duas sessões da iniciativa dirigida às famílias, “Em família…na biblioteca”. São elas: um espetáculo de dança-teatro “Corpo-Mapa-Livro”, por Marina Nabais, que parte do livro enquanto objeto específico e como indutor de experiências transformadoras do corpo, dia 5, às 15h30 e o espetáculo de leitura encenada “Viagem de Natal”, por Estórias com Asas no dia 19 de dezembro, também às 15h30. Ambos os espetáculos carecem de inscrição prévia.

 

Fonte: CMG

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publicado às 15:12

TMG deu a conhecer nova programação

por Correio da Guarda, em 28.10.20

 

Na nova programação do Teatro Municipal da Guarda (TMG) para os meses de novembro e dezembro um dos destaques vais  para o espetáculo Amália por Cuca Roseta, aquando da passagem do 821º aniversário da cidade.

Como deu a conhecer o TMG, vai haver  um menor número de atividades devido às contingências da COVID-19 por forma a cumprir todo o protocolo de higiene e segurança para público, artistas e trabalhadores, com base nas regras da DGS e por isso mantém-se as regras de lotação de 50% das salas, bem como todas as regras de distanciamento, higienização, etiqueta respiratória e uso obrigatório de máscara.

Programação do TMG.jpg

No que toca a esta nova programação, para além do destaques já referido, de realçar ainda em novembro a continuação do Síntese – Ciclo de Música Contemporânea da Guarda com o projeto de percussão ILLUD de Nuno Aroso a 19 de novembro e com o quarteto Collective Levemusic a 28 de novembro e ainda o 'Concerto Para uma Árvore' e '7 Filmes Para um Mundo Novo' do músico Fernando Mota para ver e ouvir a 18 de novembro no Pequeno Auditório. Ainda em novembro, no dia 13, a companhia Ballet Teatro apresenta o espetáculo '10 – Paisagens, máquinas e animais' com direção e coregrafia de Né Barros.

Ainda em novembro, em reposição da Agenda de abril, vai estar o concerto dos First Breath After Coma no Grande Auditório, dia 21 de Novembro e também, numa parceria com o CineClube da Guarda, a celebração do centenário do nascimento do realizador italiano Federico Fellini com a os filmes: Os inúteis a 24 de novembro; e A estrada, a 25 de novembro.

Já em dezembro, destaque para a estreia da nova produção do Teatro do Calafrio 'O Asno de Ouro – Metamorfoses' com encenação de Luciano Amarelo, numa co produção com o TMG, nos dias 10, 11 e 12. Em reposição estará a estreia do documentário de António Lopes sobre cinema nas aldeias, intitulado 'Cinema em movimento' a 15 de dezembro. Uma iniciativa assinala também as comemorações dos 15 anos do TMG que se celebram em 2020. Também em reposição da agenda de abril e no âmbito do aniversário do Teatro: a Apresentação do Livro dos 15 Anos do TMG à qual se segue um concerto com Rui Correia e Ricardo Torrão no dia 17 de dezembro.

De sublinhar ainda o programa Incentivart que continua, nesta agenda com a Residência Artística em escultura do artista plástico Daniel Gamelas, entre 9 e 25 de novembro e com exposição posterior no Foyer do Grande Auditório e ainda a oficina de Fotografia: 'Analógica 15' de Ana Couto e Miguel Silva a 14 de novembro no Famílias ao teatro e a exposição com o mesmo nome entre 17 de novembro e 22 de janeiro de 2021 no Café concerto do TMG; e com a residência artística e estreia da nova peça do Calafrio que já referimos.

Recorde-se que o Projeto Incentivart é uma incubadora de projetos artísticos cujo objetivo é desafiar os artistas do concelho a desenvolver trabalhos nas mais variadas áreas artísticas como as artes plásticas, dança, música, teatro, literatura, fotografia.

A programação pode ser consultada aqui.

 

Fonte: CMG

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publicado às 23:53

"Caminho" na Guarda

por Correio da Guarda, em 09.09.20

Rede Artéria.jpg

No anfiteatro da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda, vai ser apresentado no próximo dia 12 de setembro, sábado, o espetáculo "Caminho", da coreógrafa Filipa Francisco. Trata-se de uma iniciativa da Rede Artéria e da Câmara da Guarda, através do seu Teatro Municipal.

Neste espetáculo-encontro cruzam-se "memórias e narrativas, teatro e música, palavras e máscaras, baile e entrudo, passado e futuro.  O acesso é gratuito, podendo os bilhetes ser levantados no local, uma hora antes do início (18h30).

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publicado às 23:04

Cinema no Museu

por Correio da Guarda, em 08.09.20

 

O filme “Os Verdes Anos, de Paulo Rocha (1963)” encerra hoje as sessões de cinema às terças no Museu da Guarda, apresentadas pelo Cineclube desta cidade.

Esta iniciativa é  realizada no âmbito de “Isto (não) é um Festival".

A sessão, a decorrer a partir das  21h30, no pátio interior do Museu da Guarda,  lotação limitada e entrada livre mediante levantamento prévio de bilhetes (disponíveis no local uma hora antes do início da sessão).

Cinema no Museu.jpg

 

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publicado às 12:50

Exposição sobre Augusto Gil

por Correio da Guarda, em 06.09.20

Exposição Augusto Gil - foto Helder Sequeira.jpg

No Paço da Cultura da Guarda continua patente a exposição “150 anos com Augusto Gil”, promovida pelo Museu da Guarda.

Esta exposição  pretende celebrar os 150 anos do nascimento do poeta, uma vez que o Museu desta cidade é, há décadas, o “fiel depositário” do seu espólio.

“A mostra expositiva pretende constituir-se como um momento de encontro entre o passado e o presente, uma oportunidade para evocar e (re)descobrir uma das mais ilustres figuras da cidade, que imortalizou o seu amor pela Guarda e pela sua região através de poemas que a memória coletiva não esquece”, como deu a conhecer o Museu da Guarda

A exposição tem entrada livre.

Exposição sobre Augusto Gil -foto HS.jpg

 

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publicado às 12:20

Dia Mundial da Fotografia

por Correio da Guarda, em 19.08.20

Catedral da Guarda - HS 2017.jpg

Hoje é assinalado o Dia Mundial da Fotografia.

Esta evocação assenta na invenção do daguerreótipo, um processo fotográfico que foi desenvolvido, em 1837, por Louis Daguerre.

Posteriormente, em Janeiro de 1839, a Academia Francesa de Ciências anunciou a invenção do daguerreótipo e a 19 de Agosto, desse mesmo ano, o Governo francês considerou a invenção de Loius Daguerre como um presente "grátis para o mundo".

Recorde-se  que outro processo fotográfico - o calótipo, inventado também em 1839 por William Fox Talbot - contribuiu para que o ano de 1839 fosse considerado o ano da invenção da fotografia.

 

 

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publicado às 08:59


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