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Apresentação de Boletim do Museu da Guarda

por Correio da Guarda, em 13.12.18

 

     No Museu da Guarda terá lugar amanhã, pelas 18 horas, a sessão de apresentação do número dois do Boletim < 1056,3> - In Folio.

    A edição do caderno conhecerá duas edições anuais: uma correspondente à Primavera/ Verão e outra Outono/Inverno.

    Pretende-se com esta publicação dar a conhecer ao público as atividades desenvolvidas pelo Museu da Guarda durante o ano de 2017/2018, onde estão reunidos, entre outros, conteúdos científicos, notícias e artigos de opinião de algumas personalidades.

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publicado às 23:02

No aniversário do Centro Cultural da Guarda

por Correio da Guarda, em 16.11.18

 

     O Centro Cultural da Guarda assinala amanhã,  sábado, o 56º aniversário. É uma instituição que continua a desenvolver o seu projeto, intervindo no quotidiano citadino através das suas várias valências.

     Compreenderemos melhor a sua eminente função cultural e social se recuarmos à primeira metade do século XX e remetermos os leitores para panorama cultural da Guarda, nesse época; período onde foram registadas distintas fases, entre as quais se evidenciaram o teatro e a música; nesta última área destacaram-se os Orfeões Egitaniense e o Egitânia, bem como a Banda do Regimento de Infantaria 12 que animava as tardes de domingo na Praça Velha e, depois, no jardim José de Lemos, conhecido por Campo.

     No ano de 1956 nasceu uma delegação do Movimento Pró-Arte (organização lisboeta dedicada, essencialmente, à música) que despertou muito interesse nos meios intelectuais, propondo-se oferecer música de qualidade. O Montepio Egitaniense acolheu esta delegação, tendo sido criado um curso de música, destinado a todos os interessados.

     Começou, por essa altura, a germinar a ideia de uma nova estrutura vocacionada para a cultura. Como foi realçado, “a criação do Centro Cultural da Guarda foi um sonho lindo, tornado realidade por um grupo de guardenses apaixonados pela música, presididos e orientados pelo Dr. Mendes Fernandes e galvanizados pelo entusiasmo e persistência do Dr. Virgílio de Carvalho”.

    Foi este grupo que, sensibilizando a direção do Montepio Egitaniense, passou a dispor de um salão onde promoveu audições musicais, abertas ao público, empenhando-se, igualmente, no desenvolvimento de uma ação formativa. A atividade da delegação da Pró-Arte não teve a continuidade desejada e surgiram alguns interregnos.

     Após um período de alguma estagnação, em termos de atividade, os dinamizadores do referido núcleo cultural concluíram, definitivamente, pela necessidade de uma instituição que funcionasse como plataforma impulsionadora de projetos e incrementasse a formação musical. O Dr. Virgílio de Carvalho presidiu à Comissão Promotora do Centro Cultural. Os estatutos do Centro Cultural da Guarda foram apresentados, para a devida aprovação ministerial, em 17 de novembro de 1962.

     A história do Centro Cultural é o somatório da ação e empenho de muitas personalidades e outrossim dos contributos dos seus associados, em especial aqueles que intervieram, ativa e diretamente, nas atividades das várias secções. A identidade desta instituição guardense tem sido, ao longo destes 56 anos, preservada e suportada pelas pedras basilares do lema que o CCG adotou desde o seu nascimento.

    O seu percurso assenta, assim, numa convergência de esforços mas muito deve a personalidades que, com a sua cultura, saber, entusiamo e capacidade de realização souberam manter e revitalizar um projeto de grande alcance cultural e social; tiveram uma consciência clara das dificuldades mas não desistiram nem perderam a esperança.

    O Centro Cultural da Guarda bem merece a homenagem e o apreço de todos nós. Parabéns por mais um aniversário e pela defesa do lema “Pela Guarda, pela Arte, pela Cultura”. (Helder Sequeira)

 

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publicado às 07:48

Cruciformes no Museu da Guarda

por Correio da Guarda, em 13.11.18

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     "Cruciformes no espaço equívoco" é o tema da exposição de fotografia que está patente, no Museu da Guarda, até ao próximo dia 8 de Janeiro de 2019.

     Esta exposição integra um conjunto de trabalhos de elementos do Fotoclube da Guarda e resultou do desafio lançado na sequência de uma ação de formação, realizada no Museu da Guarda, sobre cruciformes.

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publicado às 00:16

Rogério Pires no espaço do Calafrio

por Correio da Guarda, em 12.11.18

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     No próximo dia 17 terá lugar mais uma sessão do ciclo Contradizer,  promovido pla associação cultural CalaFrio.
    Trata-se da vigésima sexta edição que é dedicada a duas obras de Rogério Pires, o disco de música original "Bagatelas" e o livro de narrativas curtas "Historietas de Marim Afonso".
   "As bagatelas são pequenas músicas que surgem na sequência de um acontecimento emocional: a morte de alguém,o nascimento de alguém, um qualquer encantamento ou revolta. Em termos estéticos não definem o autor, só parcelarmente. Os textos vêm pela boca de um personagem, Martim Afonso, que, sumariamente, diz o que lhe vem à cabeça de uma maneira meio tresloucada, esgrouviada ou mesmo absurda.Esta apresentação alterna entre a pretensa força afectiva e musical e a escrita desconexa, resultante, em parte, da ironia do viver chocante e, em parte, absurdo." Adianta o autor
    A sessão de música e leitura de textos realiza-se pelas 21h30 no espaço que o Calafrio dinamiza no Rio Diz, na Guarda,
Rogério Pires nasceu em Pinhel e cresceu na Guarda. Guitarrista e professor acompanhador de dança contemporânea no Conservatório Nacional de Lisboa. 
    Ao longo do seu percurso musical tem tocado com músicos como João Afonso, Michel – Cadernos de Viagens e Zeca Medeiros. 
 
    Fonte: CalaFrio

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publicado às 23:50

Calafrio apresenta CD de Carlos Canhoto

por Correio da Guarda, em 06.11.18

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     A Associação Cultural Calafrio vai promover no próximo sábado, dia 10 de novembro, a sessão de apresentação do novo disco de Carlos Canhoto.
    A iniciativa decorrerá, a partir das 21h30, no espaço que a Calafrio dinamiza no Rio Diz, na cidade da Guarda; a antiga escola primária tem recebido nos últimos meses várias propostas de índole cultural e artística.
    O CD "Soli" (feito com o apoio da Direcção-Geral das Artes) inclui nova música para saxofone solo; música dos compositores Eduardo Luís Patriarca, Amílcar Vasques Dias, José Carlos Sousa e Jaime Reis. 
    Nesta sessão Carlos Canhoto enquadrará o projecto e tocará quatro temas. A entrada é livre. 
 

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Contradizer com Muyassar Kurdi

por Correio da Guarda, em 04.10.18

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     A associação Calafrio vai promover, no próximo dia 8 de Outubro, pelas 21h30, mais uma sessão do ciclo contradizer, dedicada à obra de Muyassar Kurdi.

    Esta artista norte americana vai realizar na Guarda uma performance e mostrar um dos seus filmes no Espaço do Calafrio, situado na antiga Escola Primária do Rio Diz, na Rua do Futuro, na Guarda,

   A artista de Chicago, que reside atualmente em Nova Iorque, coloca em simultâneo na mesma performance o seu trabalho sonoro, coreográfico e fílmico, ficando patente a sua capacidade de mobilizar abordagens e técnicas muito distintas, fruto de um percurso que a tem levado aos estudos da voz com Meredith Monk, da dança Butô com Tadashi Endo e às colaborações com músicos como Laraaji e Ben Lamar Gay.

    O seu trabalho incorpora o som, técnicas vocais estendidas, arte performativas, o movimento, a fotografia e o cinema.

    Versátil improvisadora, Muyassar compôs e executou música para voz, harmónio, piano, lira, auto-harpa e theremin, para actuações a solo quer em colaboração.

   Atualmente a sua pesquisa foca-se na integração de instrumentos eletrónicos DIY e escultura nas suas performances de voz e dança, estimulando uma infinidade de emoções no público através de ruídos violentos, cantos ritualísticos e movimentos meditativos.

 

    (Fonte: Calafrio)

 

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Festival Internacional de Cinema

por Correio da Guarda, em 19.09.18

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publicado às 18:00

Fórum sobre toponímia

por Correio da Guarda, em 28.06.18

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    Evidenciar a toponímia como referência de valores históricos, culturais e memória coletiva de factos, personalidades, tradições ou legados identitários é o objetivo do “Fórum sobre Toponímia”, de âmbito nacional, que o Instituto Politécnico da Guarda vai promover a 26 de Outubro de 2018.

    “Se a toponímia tem uma importância inquestionável na delimitação de espaços, permite, por outro lado, apreender a matriz de um povo, a organização sócio geográfica, o desenho da malha urbana de épocas passadas, o conhecimento e investigação de sítios históricos ou arqueológicos, o papel do povo na salvaguarda da atribuição de nomes que a tradição consolido”, refere a Organização deste Fórum, que vai já na sétima edição.

    “O estudo e valorização da toponímia permitem, um melhor conhecimento de cada aldeia, cada vila e cada cidade. Assim, ao promover este Fórum, o Instituto Politécnico da Guarda pretende contribuir para um melhor conhecimento do País, dos valores históricos, culturais, sociais e políticos a ele associados” é ainda afirmado a propósito desta iniciativa.

   Os interessados em apresentar comunicações devem efetuar a submissão dos seus trabalhos até 25 de Julho de 2018, enquanto as pessoas interessadas em participar devem fazer a sua inscrição (gratuita mas obrigatória) até 25 de Setembro.

   Outras informações complementares estão disponíveis aqui.

 

 

 

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Pinharanda Gomes homenageado no Sabugal

por Correio da Guarda, em 09.06.18

Pinharanda Gomes - Homenagem - HS.JPG

 

     "Celebrar o Saber Amigo» foi o tema do colóquio que decorreu hoje no Sabugal (e ontem na Covilhã), iniciativa de homenagem a Jesué Pinharanda Gomes.

     O colóquio foi promovido pela Faculdade de Artes e Letras da Universidade da Beira Interior (por iniciativa das comissões científicas dos cursos de Licenciatura e de Mestrado em Ciências da Cultura), Câmara Municipal do Sabugal e Universidade Aberta (através do seu Centro Local de Aprendizagem do Sabugal), coincidindo com a passagem do sexto aniversário do Centro de Estudos Pinharanda Gomes, que se assinala precisamente neste sábado, 9 de Junho.

    No Auditório Mubicipal falou-se hoje Sabugal, amanhã vai falar-se de “Jesué Pinharanda Gomes, fronteiro entre o futurismo de Orpheu e o mais fundo pensamento filosófico português”, por António dos Santos Pereira; “Uma ideia de Pátria para o século XXI: Presença de Pinharanda Gomes em 21 números da Revista Nova Águia”, por Renato Epifânio; “Identidade e Utopia”, Anabela Rita; “Dois pensadores sem academio: Spinoza e Pinharanda Gomes”, Luis Machado de Abreu, e “Pinharanda Gomes, o Estudioso: uma visão panorâmica do seu ficheiro bibliográfico”, por Maria Leonor Xavier, este tema apresentado no Centro de Estudos Jesué Pinharanda Gomes, na visita que teve lugar pelas 15 horas.

    Recorde-se que no passado dia 20 de março de 2018, a Universidade da Beira Interior atribuiu a Pinharanda Gomes o Doutoramento Honoris Causa, como o “Correio da Guarda” noticiou.

Homenagem a Pinharanda Gomes 2 - HS.JPG

 

 

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publicado às 23:46

Celebrar o Saber Amigo

por Correio da Guarda, em 30.05.18

 

Cartaz Pinharanda.jpg

     «Celebrar o Saber Amigo» é o tema do colóquio que terá lugar, nos dias 8 e 9 de junho, na Covilhã e no Sabugal, iniciativa de homenagem a Jesué Pinharanda Gomes.

     O colóquio é promovido pela Faculdade de Artes e Letras da Universidade da Beira Interior (por iniciativa das comissões científicas dos cursos de Licenciatura e de Mestrado em Ciências da Cultura), Câmara Municipal do Sabugal e Universidade Aberta (através do seu Centro Local de Aprendizagem do Sabugal), coincidindo com a passagem do sexto aniversário do Centro de Estudos Pinharanda Gomes, que se assinala a 9 de Junho.

    Este evento que decorrerá no dia 8 na Covilhã (UBI, Anfiteatro da Parada, Polo I) e no dia 9 no Sabugal (Auditório Municipal), reunirá alguns especialistas que, sob diversas perspetivas e abordagens, se debruçarão sobre a obra do autor homenageado.

    Para o primeiro dia estão agendadas as comunicações “Pinharanda Gomes: historiador da Filosofia Portuguesa”, por António Braz Teixeira; “Pinharanda Gomes: entre a Filosofia e a Teologia”, por Maria de Lourdes Sirgado; “Pinharanda Gomes e a História da Filosofia”, por José Esteves Pereira; “Pinharanda Gomes e a Saudade”, por Manuel Cândido Pimentel e “A Saudade de Deus em Jesué Pinharanda Gomes”.

    No Sabugal, dia 9 de Junho, vai falar-se de “Jesué Pinharanda Gomes, fronteiro entre o futurismo de Orpheu e o mais fundo pensamento filosófico português”, por António dos Santos Pereira; “Uma ideia de Pátria para o século XXI: Presença de Pinharanda Gomes em 21 números da Revista Nova Águia”, por Renato Epifânio; “Identidade e Utopia”, Anabela Rita; “Dois pensadores sem academio: Spinoza e Pinharanda Gomes”, Luis Machado de Abreu; “Perspectivas da normatividade em Pinharanda Gomes”, Paulo Ferreira da Cunha; “Síntese de uma obra: a última grande entrevista de Pinharanda Gomes”, Miguel Real, e “Pinharanda Gomes, o Estudioso: uma visão panorâmica do seu ficheiro bibliográfico”, por Maria Leonor Xavier, este tema a apresentar no Centro de Estudos Jesué Pinharanda Gomes, na visita que terá lugar pelas 15 horas.

   Recorde-se que no passado dia 20 de março de 2018, a Universidade da Beira Interior atribuiu a Pinharanda Gomes o Doutoramento Honoris Causa, como o “Correio da Guarda” noticiou.

    Natural de Quadrazais, concelho do Sabugal, onde nasceu em 1939, Pinharanda Gomes, figura incontornável da cultura portuguesa, comentava-nos há alguns anos atrás que, literariamente falando, é natural da Guarda; embora realizado em Lisboa, como nos dizia, foi na cidade mais alta de Portugal que lançou as primeiras raízes.

   Numa das suas muitas obras, Pinharanda Gomes escreveu que, “na esquina do tempo, e tendo saído da Guarda há muitos anos (parece que temos o destino da emigração) foi-nos concedida a graça de permanecermos fiel à mátria”.

   Essa fidelidade tem sido constante, exemplar, de uma grandeza própria de personalidades de enorme saber e erudição mas simultaneamente simples, humanas e profundamente solidárias com a sua terra de origem.

    A sua presença, frequente, em iniciativas aqui realizadas ou as intervenções proferidas sobre temáticas e personalidades ligadas à nossa região comprovam isso mesmo. Pinharanda Gomes “constitui, hoje, um exemplo vivo de um estudioso desinteressado, sem prebendas nem honras institucionais, fazendo do estudo erudito uma vocação de vida”, como escreveu Miguel Real.

   No conjunto vasto de títulos publicados por Pinharanda Gomes avultam três áreas: os contributos na História da Filosofia; as monografias da história da Igreja e os estudos regionais; ele tem-se afirmado um defensor convicto, e incansável, do nosso património histórico-cultural e outrossim dos valores humanos, mormente desta zona raiana.

    Em entrevista que nos concedeu, há alguns anos atrás, e que foi publicada na Revista Praça Velha, Jesué Pinharanda Gomes questionado sobre qual das facetas (historiador, filósofo, crítico literário, ensaísta e conferencista) melhor se enquadrava no perfil de homem de cultura, realçava que tinha alguns livros de filosofia pura, nomeadamente o meu livro de estreia, que é o Exercício da Morte, O Pensamento e Movimento – que é uma introdução, uma ascese filosófica – e que naturalmente deveria ser por aí que eu deveria ter caminhado, e também o Dicionário de Filosofia Portuguesa, ou Entre Filosofia e Teologia. Ora o que acontece é que no mundo não estamos sós, estamos com os outros e, ou porque somos solicitados pelas pessoas, ou pelos temas, todos acabamos por nos dispersar por outras coisas; comigo aconteceu um pouco isso.

    Como desde muito cedo – ainda na Guarda – tive uma vocação para a pesquisa, quando fui para Lisboa, e passei a dispor de mais fontes documentais, iniciava muitas vezes a investigação de um tema; depois, à medida que investigava esse tema surgia documentação sobre outros e custava-me abandoná-la, pelo que tomava notas e assim foram surgindo estudos diversos, em várias disciplinas. Contudo, penso que pelo número de livros e estudos publicados, cabe-me muito melhor a classificação de historiador da cultura com a tónica na história da Filosofia portuguesa e também na história da Igreja contemporânea, da época moderna”. Pinharanda Gomes concluía, depois que é “um hermeneuta da cultura, quer dizer, procuro interpretar os seres, os factos e as coisas do âmbito cultural, sobretudo do pensamento, mas de modo a preenchê-las com o meu próprio significado. De um modo geral faz-se exegese cultural, extraindo significados dos dados. O exegeta é colocado perante um facto, ou perante um ser, uma obra, e procura tirar daí alguma coisa. Eu tenho procurado caminhar no sentido inverso; aliás, não é por acaso que em filosofia há um léxico que tem uma origem modestíssima.”

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     Este pensador evidenciava, ainda, a área da “historiografia filosófica” por ser neste âmbito onde tem “produzido maior quantidade de trabalhos de fundo. Na História da Igreja Moderna embora tenha muitos títulos publicados, a maior parte deles são opúsculos, separatas, estudos que saíram em revistas, ou conferências proferidas em congressos; claro que tenho algumas obras de fundo, como é o caso da História da Diocese da Guarda e os Congressos Católicos em Portugal, e outros; mas no conjunto, quando se olha para a minha bibliografia, o que permanece é de facto o primeiro capítulo que tenho considerado, Filosofia e História da Filosofia; é a área à qual tenho dedicado mais tempo e empenho.”

   Contudo, o seu labor, nesta matéria, não se tem circunscrito às edições já conhecidas: “há uma atividade que não vem muito a público e que diz respeito às centenas de verbetes que tenho escrito para Dicionários e Enciclopédias, quase sempre assinados, ou com as letras P.G.”

     HSequeira

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