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Isabel Soler é a vencedora da 20.ª edição do Prémio Eduardo Lourenço. O anúncio foi feito hoje pelo Centro de Estudos Ibéricos (CEl), na Guarda.

O Júri decidiu, por unanimidade, atribuir a esta investigadora e ensaísta da Universidade de Barcelona, reconhecendo a importância do trabalho crítico e ensaístico, especialmente em relação à pesquisa original da experiência e conhecimento do Renascimento ibérico na sua inscrição mais global na novidade de uma conceção de mundo.

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A sua obra estuda a ligação entre a arte, o humanismo renascentista, as viagens portuguesas e o navegante enquanto figura primordial do Renascimento europeu, merecendo especial referência títulos como 'El nudo y la esfera – el navegante como artífice del mundo moderno' (2003), 'Derrota de Vasco da Gama: el primer viaje marítimo a la India' (2011) e 'Magallanes & Co.' (2022).

O Júri reconheceu também a relevância do trabalho de tradução continuado de grandes autores de língua portuguesa, com destaque para Vergílio Ferreira, Jorge Amado e Manuel Rui.

Destinado a galardoar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cultura, cidadania e cooperação ibéricas, o Prémio Eduardo Lourenço 2024, no montante de 7.500,00€ (sete mil e quinhentos euros), foi atribuído por um júri constituído pelos membros da Direção do Centro de Estudos Ibéricos (Presidente da Câmara Municipal da Guarda, Reitor da Universidade de Coimbra e Reitor da Universidade de Salamanca), membros das Comissões Científica e Executiva do CEI (António Pedro Pita e Manuel Santos Rosa da UC e Pedro Serra e María Isabel Martín Jiménez da USAL) e pelas seguintes personalidades convidadas: Marta Anacleto e Luísa Braz de Oliveira-Lavoix , indicadas pela Universidade de Coimbra e María Ramona Domínguez Sanjurjo e F. Javier San José Lera, indicadas pela Universidade de Salamanca.

Nas anteriores esidições o galardão foi atribuído a Maria Helena da Rocha Pereira, Professora Catedrática de Cultura Greco-Latina (2004), Agustín Remesal, Jornalista (2006), Maria João Pires, Pianista (2007), Ángel Campos Pámpano, Poeta (2008), Jorge Figueiredo Dias, Professor Catedrático de Direito Penal (2009), César António Molina, Escritor (2010), Mia Couto, Escritor (2011), José María Martín Patino, Teólogo (2012), Jerónimo Pizarro, Professor e Investigador (2013), Antonio Sáez Delgado, Professor e Investigador (2014), Agustina Bessa-Luís, Escritora (2015), Luis Sepúlveda, Escritor (2016), Fernando Paulouro das Neves, Escritor e Jornalista (2017), Basilio Lousada Castro, Escritor (2018), Carlos Reis, Professor e Investigador (2019), Ángel Marcos de Dios, Professor (2020), Fundação José Saramago (2021), Valentín Cabero Diéguez, Geógrafo e Professor (2022) e Lídia Jorge, Escritora (2023).

 

Fonte: CMG

 

 

 

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publicado às 22:50

Prémio Eduardo Lourenço: vencedor conhecido amanhã

por Correio da Guarda, em 17.04.24

 

 

O vencedor do Prémio Eduardo Lourenço, edição de 2024, será anunciado amanhã, na Guarda. 

O Júri da vigésima edição do Prémio Eduardo Lourenço reunirá amanhã, 18 de abril, pelas 11h00, na sede do Centro de Estudos Ibéricos (CEI), na Guarda, para decidir a atribuição do galardão de 2024 à personalidade ou instituição com intervenção relevante no âmbito da cultura, cidadania e cooperação ibéricas.

Eduardo Lourenço e foto de Unamuno - foto Helder

    Eduardlo Lourenço a ver uma fotografia de Miguel Unamuno (foto Helder Sequeira)

 

Esste prémio, no montante de  sete mil e quinhentos euros, será atribuído por um júri constituído pelos membros da Direção do CEI (Presidente da Câmara Municipal da Guarda, Reitor da Universidade de Coimbra e Reitor da Universidade de Salamanca) membros das Comissões Científica e Executiva do CEI (António Pedro Pita e Manuel Santos Rosa da UC e Pedro Serra e María Isabel Martín Jiménez da USAL) e pelas seguintes personalidades convidadas: Marta Anacleto e Luísa Braz de Oliveira-Lavoix , indicadas pela Universidade de Coimbra e María Ramona Domínguez Sanjurjo e F. Javier San José Lera, indicadas pela Universidade de Salamanca.

Em edições anteriores, foram prémio Eduardo Lourenço:: Maria Helena da Rocha Pereira, Professora Catedrática de Cultura Greco-Latina (2004), Agustín Remesal, Jornalista (2006), Maria João Pires, Pianista (2007), Ángel Campos Pámpano, Poeta (2008), Jorge Figueiredo Dias, Professor Catedrático de Direito Penal (2009), César António Molina, Escritor (2010), Mia Couto, Escritor (2011), José María Martín Patino, Teólogo (2012), Jerónimo Pizarro, Professor e Investigador (2013), Antonio Sáez Delgado, Professor e Investigador (2014), Agustina Bessa-Luís, Escritora (2015), Luis Sepúlveda, Escritor (2016), Fernando Paulouro das Neves, Escritor e Jornalista (2017), Basilio Lousada Castro, Escritor (2018), Carlos Reis, Professor e Investigador (2019), Ángel Marcos de Dios, Professor (2020), Fundação José Saramago (2021), Valentín Cabero Diéguez, Geógrafo e Professor (2022) e Lídia Jorge, Escritora (2023).

 

 

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publicado às 09:00

 

O património da Igreja “é muito diferenciado porque a fé das gerações que nos antecederam, ao longo dos séculos, proporcionou que se manifestasse em materialidade das formas mais diversificadas”. Afirmou a Diretora do Secretariado Nacional dos Bens Culturais da Igreja, Fátima Eusébio, no decorrer do terceiro Fórum Património, Cultura e Turismo que decorreu na passada sexta-feira, 16 de fevereiro, em Seia, organizado pelo Departamento do Património, Cultura e Turismo (DPTC) da diocese da Guarda.

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Fátima Eusébio salientou que ao nível do património religioso material “temos edifícios de grande impacto, como as catedrais, mas temos depois outros edifícios como as pequenas ermidas em locais completamente inóspitos”. A Diretora do Secretariado Nacional dos Bens Culturais da Igreja disse que “não devemos intelectualizar muito o património e esquecer a parte afetiva”, sublinhando a necessidade de ser estabelecido um equilíbrio, e alertando ainda para “tudo o que está numa Igreja tem um simbolismo”.

Na sua intervenção neste Fórum, que decorreu no Espaço Museológico da Santa Casa da Misericórdia de Seia, Fátima Eusébio defendeu que tem de ser dada maior atenção ao património imaterial da Igreja.

O Fórum Património, Cultura e Turismo – que anteriormente tinha sido já realizado na Guarda e na Covilhã – teve por objetivo a sensibilização dos párocos da diocese egitaniense e da comunidade em geral para a salvaguarda e promoção do património religioso, a da apresentação dos objetivos e linhas de atuação do DPCT, “no sentido de uma maior e eficaz colaboração”.

Como foi salientado pela Coordenadora do DPCT, Dulce Borges, as principais competências daquela estrutura diocesana são a “promoção da dimensão evangelizadora do património cultural da Diocese, cuidando a pastoral do turismo e o diálogo com iniciativas culturais da sociedade civil”.

Este departamento está integrado no Secretariado Diocesano da Cultura e Comunicação que tem como objetivos cuidar a cultura e os bens culturais, a comunicação social e as relações-públicas da Diocese.

O programa do Fórum que decorreu em Seia, integrou uma intervenção do Bispo da Diocese, D. Manuel Felício, seguindo-se a apresentação do DPCT pela sua Coordenadora, Dulce Helena Borges, com uma comunicação intitulada “Departamento de Património Cultura e Turismo da Diocese da Guarda: objetivos e desafios”. Hélder Sequeira interveio com o tema “Comunicar (n)a Diocese”, enquanto Carlos Caetano apresentou uma comunicação intitulada “Entre o passado e o futuro: o lugar do Património na Igreja de hoje”.

Aires Almeida apresentou uma comunicação intitulada “Porquê um Regulamento para a gestão e proteção do património e bens culturais da Diocese da Guarda” e Gonçalo Fernandes falou sobre “Itinerários turísticos e património religioso. Desafios de valorização territorial”. Rita Saraiva apresentou a comunicação “Arquitetura de Culto e Memória: Igreja da Misericórdia de Seia” e o programa do Fórum foi concluído com a intervenção de Fátima Eusébio subordinada ao tema “Salvaguardar e valorizar os bens culturais da Igreja; estratégias e dinâmicas na Diocese de Viseu”.

Neste Fórum Património, Cultura e Turismo Bispo da Guarda, referindo-se ao património religioso da Diocese, disse ser uma realidade que “precisa de ser conhecidas, precisa de ser cuidada, precisa de ser acompanhada, precisa de ser apresentada e também fruída nos lugares próprios de também noutros ambientes que as circunstâncias proporcionem”. Manuel Felício acrescentou que estes bens têm de ter “quem os cuide, os apoie e apresente”, os quais se podem transmitir uma mensagem, “podem também atrair pessoas às nossas terras”.

O Bispo da Guarda destacou, noutra passagem da sua intervenção, o papel do DPCT “neste trabalho de formação e informação”.

 

 

 

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publicado às 23:18

Fórum sobre Património Religioso em Seia

por Correio da Guarda, em 08.02.24

 

O Departamento do Património, Cultura e Turismo (DPTC) da diocese da Guarda vai promover, dia 16 de fevereiro, no Espaço Museológico da Santa Casa da Misericórdia de Seia o I Fórum Património, Cultura e Turismo. Esta iniciativa tem por objetivo a sensibilização dos párocos da diocese egitaniense, e a população em geral, para a salvaguarda e promoção do património religioso e a apresentação dos objetivos e linhas de atuação do DPCT, “no sentido de uma maior e eficaz colaboração”.

De referir que as principais competências do DPCT são a “promoção da dimensão evangelizadora do património cultural da Diocese, cuidando a pastoral do turismo e o diálogo com iniciativas culturais da sociedade civil”. Este departamento está integrado no Secretariado Diocesano da Cultura e Comunicação que tem como objetivos cuidar a cultura e os bens culturais, a comunicação social e as relações-públicas da Diocese.

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O referido Fórum decorrerá a partir das 15 horas e o programa tem agendada uma intervenção do Bispo da Diocese, D. Manuel Felício, seguindo-se a apresentação do DPCT pela sua Coordenadora, Dulce Helena Borges, de uma comunicação intitulada “Departamento de Património Cultura e Turismo da Diocese da Guarda: objetivos e desafios”. “Comunicar (n)a Diocese”, por Hélder Sequeira; “Entre o passado e o futuro: o lugar do Património na Igreja de hoje”, comunicação de Carlos Caetano; “Porquê um Regulamento para a gestão e proteção do património e bens culturais da Diocese da Guarda”, por Aires de Almeida, e “Itinerários turísticos e património religioso. Desafios de valorização territorial”, a apresentar por Gonçalo Fernandes, são outras das comunicações a apresentar. Nesta iniciativa vão ainda intervir Rita Saraiva com a comunicação “Arquitetura de Culto e Memória: Igreja da Misericórdia de Seia” e Fátima Eusébio (diretora do Secretariado Nacional dos Bens Culturais da Igreja) diretora do Secretariado Nacional dos Bens Cultura apresentará uma comunicação intitulada “Salvaguardar e valorizar os bens culturais da Igreja; estratégias e dinâmicas na Diocese de Viseu”.

O Fórum é aberto a todos os interessados na problemática do património religioso. Recorde-se que no passado mês de novembro o DPTC promoveu uma idêntica iniciativa na Guarda, tendo sido anunciada na altura esta nova atividade, face à área da Diocese e a importância em envolver o maior número de párocos e cidadãos interessados na salvaguarda, estudo e divulgação do património religioso e na implementação de roteiros turísticos.

 

 

 

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publicado às 18:30

Centro Cultural da Guarda: 61º aniversário

por Correio da Guarda, em 18.11.23

 

 O Centro Cultural da Guarda comemora hoje  -  com uma sessão a decorrer a partir das 16 horas  -  o seu 61º aniversário. É uma instituição que continua a desenvolver o seu projeto, intervindo no quotidiano citadino através das suas várias valências.

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     Compreenderemos melhor a sua eminente função cultural e social se recuarmos à primeira metade do século XX e remetermos os leitores do CG  para panorama cultural da Guarda, nesse época; período onde foram registadas distintas fases, entre as quais se evidenciaram o teatro e a música; nesta última área destacaram-se os Orfeões Egitaniense e o Egitânia, bem como a Banda do Regimento de Infantaria 12 que animava as tardes de domingo na Praça Velha e, depois, no jardim José de Lemos, conhecido por Campo.

     No ano de 1956 nasceu uma delegação do Movimento Pró-Arte (organização lisboeta dedicada, essencialmente, à música) que despertou muito interesse nos meios intelectuais, propondo-se oferecer música de qualidade. O Montepio Egitaniense acolheu esta delegação, tendo sido criado um curso de música, destinado a todos os interessados.

     Começou, por essa altura, a germinar a ideia de uma nova estrutura vocacionada para a cultura. Como foi realçado, “a criação do Centro Cultural da Guarda foi um sonho lindo, tornado realidade por um grupo de guardenses apaixonados pela música, presididos e orientados pelo Dr. Mendes Fernandes e galvanizados pelo entusiasmo e persistência do Dr. Virgílio de Carvalho”.

    Foi este grupo que, sensibilizando a direção do Montepio Egitaniense, passou a dispor de um salão onde promoveu audições musicais, abertas ao público, empenhando-se, igualmente, no desenvolvimento de uma ação formativa. A atividade da delegação da Pró-Arte não teve a continuidade desejada e surgiram alguns interregnos.

     Após um período de alguma estagnação, em termos de atividade, os dinamizadores do referido núcleo cultural concluíram, definitivamente, pela necessidade de uma instituição que funcionasse como plataforma impulsionadora de projetos e incrementasse a formação musical. O Dr. Virgílio de Carvalho presidiu à Comissão Promotora do Centro Cultural. Os estatutos do Centro Cultural da Guarda foram apresentados, para a devida aprovação ministerial, em 17 de novembro de 1962.

     A história do Centro Cultural é o somatório da ação e empenho de muitas personalidades e outrossim dos contributos dos seus associados, em especial aqueles que intervieram, ativa e diretamente, nas atividades das várias secções. A identidade desta instituição guardense tem sido, ao longo destes 56 anos, preservada e suportada pelas pedras basilares do lema que o CCG adotou desde o seu nascimento.

    O seu percurso assenta, assim, numa convergência de esforços mas muito deve a personalidades que, com a sua cultura, saber, entusiamo e capacidade de realização souberam manter e revitalizar um projeto de grande alcance cultural e social; tiveram uma consciência clara das dificuldades mas não desistiram nem perderam a esperança.

  Parabéns por mais um aniversário e pela defesa do lema “Pela Guarda, pela Arte, pela Cultura”.

 

Helder Sequeira

 

 

 

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publicado às 14:06

Fórum sobre Património, Cultura e Turismo

por Correio da Guarda, em 08.11.23

 

O Departamento do Património, Cultura e Turismo (DPTC) da diocese da Guarda vai promover na ExpoEcclesia, no próximo dia 17 de novembro, o I Fórum Património, Cultura e Turismo.

Esta iniciativa tem por objetivo a sensibilização dos párocos da diocese egitaniense para a salvaguarda e promoção do património religioso e a apresentação dos objetivos e linhas de atuação do DPCT, “no sentido de uma maior e eficaz colaboração”.

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De referir que as principais competências do DPCT são a “promoção da dimensão evangelizadora do património cultural da Diocese, cuidando a pastoral do turismo e o diálogo com iniciativas culturais da sociedade civil”. Este departamento está integrado no Secretariado Diocesano da Cultura e Comunicação que tem como objetivos cuidar a cultura e os bens culturais, a comunicação social e as relações-públicas da Diocese.

O referido Fórum decorrerá a partir das 15 horas e o programa tem agendada uma intervenção do Bispo da Diocese, de D. Manuel Felício, seguindo-se a apresentação do DPCT pela sua Coordenadora, Dulce Helena Borges, com uma comunicação intitulada “Departamento de Património Cultura e Turismo da Diocese da Guarda: objetivos e desafios”.

“Comunicar (n)a Diocese”, por Helder Sequeira; “Entre o passado e o futuro: o lugar do Património na Igreja de hoje”, comunicação de Carlos Caetano; “Porquê um Regulamento para a gestão e proteção do património e bens culturais da Diocese da Guarda”, por Aires de Almeida, e “Itinerários turísticos e património religioso. Desafios de valorização territorial”, a apresentar por Gonçalo Fernandes, são outros temas deste Fórum, onde Fátima Eusébio irá intervir com uma comunicação intitulada “Salvaguardar e valorizar os Bens Culturais da Igreja: estratégias e dinâmicas na Diocese de Viseu”.

Esta iniciativa terminará com um debate e uma intervenção, final, do Pd. Henrique Santos, sendo aberta a todos os interessados na problemática do património religioso.

 

 

 

 

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publicado às 00:03

Salão do Livro na Guarda

por Correio da Guarda, em 30.06.23

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Na Guarda inicia-se hoje a primeira edição do Salão do Livro, com uma programação diversificada e multidisciplinar, que vai decorrer, até 9 de julho, na Alameda de Santo André. O programa deste Salão, designado Guarda-livros, inclui debates, apresentações de obras, entrevistas de vida, visitas encenadas, sessões infantis, conversas-concerto e espetáculos.

Cabo Verde é o país convidado neste ano de estreia, num programa que conta com mais de 20 figuras do panorama cultural nacional e internacional, entre eles Mia Couto, Dulce Maria Cardoso e João Tordo.

Promovida pela Câmara Municipal da Guarda, e com curadoria de Jorge Maximino, a primeira edição do Guarda-livros “convida-nos a embarcar numa viagem pela literatura de língua portuguesa, com espaço para outras artes do espetáculo como a música e o teatro, e piscando também o olho à ciência e à atualidade social”, foi referido a propósito desta iniciativa.

A abertura está agenda para hoje, pelas 17h30 do dia 30 de junho. Mia Couto, João Tordo, Rita Ferro, Joana Barrios ou Maria João Lopo de Carvalho alguns dos autores e escritores que vão apresentar os seus últimos títulos literários, disponibilizando-se, no final para conversar com o público e autografar livros.

Destaque também para a homenagem a Eduardo Lourenço, que celebrado através da leitura de textos da sua autoria pelos estudantes do concelho, ao qual se segue a mesa de debate 'A cultura portuguesa e a Europa no pensamento de Eduardo Lourenço'. Todas as sessões têm entrada livre e decorrem em simultâneo com o espaço de exposição e venda de livros.

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Fonte: CMG

 

 

 

 

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publicado às 12:50

Entender e reinventar a Rádio

por Correio da Guarda, em 21.06.23

 

O panorama atual das rádios portuguesas é substancialmente diferente daquele que era vivido há duas ou três décadas. Houve uma seleção natural das estações nascidas sob o alvor da regulamentação do espectro radioelétrico, face a condicionalismos de vária ordem; mormente da necessidade de serem afirmados projetos pautados pelo profissionalismo, com um esclarecido entendimento da função social da rádio.

O suporte económico-financeiro não deixou de ser um fator importante, sobretudo em zonas de baixa densidade populacional, como a nossa, onde as fontes de receita proporcionadas pela publicidade diminuíram de forma drástica. A pandemia fez-se também notar de forma impiedosa, ainda que chamando a atenção para novas fórmulas de desenvolvimento do trabalho na rádio.

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A diminuta fatia (quando existente) da publicidade institucional acentuou ainda mais a preocupante realidade de muitas estações. Os projetos radiofónicos não evoluem se não for garantida a sua sustentabilidade financeira, a sua autonomia e, simultaneamente, criadas dinâmicas capazes de reforçarem a qualidade dos conteúdos programáticos, ampliarem audiências, aproximarem-se dos seus destinatários e interlocutores.

Será oportuno recordar que nos fins genéricos da atividade de radiodifusão se inscreve a obrigação de contribuir para a informação do público, garantindo aos cidadãos o direito de informar, de se informar e de ser informado, sem impedimentos nem discriminações. Por outro lado, a lei estabelece que às rádios compete contribuir para a valorização cultural da população, assegurando a possibilidade de expressão e o confronto das diversas correntes de opinião, através do estímulo à criação e à livre expressão do pensamento e dos valores culturais que traduzem a identidade nacional.

O debate em torno do perfil da rádio, na atualidade e no futuro, tem suscitado posturas diferenciadas, mas convergentes quanto à sua continuidade. Para alguns, a rádio tem de resistir à tentação de perder a sua credibilidade na concorrência diária que enfrenta com as redes sociais e media socias. Essa credibilidade passa pelo rigor e salvaguarda permanente da sua função informativa, pela ação ao nível do entretenimento, nas várias vertentes.

Tendo em consideração a constante evolução tecnológica e as tendências dos consumidores, é também defendido que caminhamos para a existência de menos rádios físicas e mais virtuais; para uma rádio interativa no plano musical, com a escolha por parte do ouvinte. Este cenário faz emergir novas exigências para os seus profissionais que têm de estar dotados de competências ao nível da utilização das redes sociais, da edição de áudio e vídeo relativa aos seus trabalhos; sejam peças informativas, sejam as intervenções específicas na programação regular.

Não esqueçamos que a humanização da rádio é fundamental; as pessoas não podem ser afastadas do processo evolutivo e do plano radiofónico. Um radialista espanhol escrevia, a este propósito, que quanto mais complexa é a tecnologia mais se valorizam os conteúdos humanos que existem no seu interior. Assim, importa evidenciar e valorizar a importância da voz na rádio, a presença do animador de emissão, que nos envolva no fascínio da rádio; o qual não é incompatível com a adequação das suas emissões a novas plataformas e meios de receção.

Longe vai o tempo da mobilidade que o transístor nos permitia; hoje o telemóvel está presente no nosso quotidiano, ultrapassando largamente a função de fazer ou receber chamadas. É arquivo, é meio de consulta e informação, meio de registo áudio ou vídeo, elo permanente de ligação com o mundo. A audição da rádio passa, igualmente, pelos dispositivos móveis. A rádio não pode olvidar estes novos recetores e a adequação das suas emissões para estes equipamentos; adequação que pode ser complementada com aplicações que agilizem e agendem alertas para programas, notícias, trabalhos específicos que interessem ao cidadão.

Neste contexto é fundamental centrar a atenção nos conteúdos programáticos. Percebe-se, cada vez mais, que o ouvinte escolha perfis identitários numa emissora onde a diferença da oferta informativa e musical constitua uma possibilidade de opção face à uniformidade das propostas radiofónicas; geralmente com a exaustiva repetição de músicas, com a sucessiva reedição de temas de política nacional ou local, com demasiado peso da opinião de comentadores, com a redundância de temáticas que podem ser gratas aos intervenientes de um espaço de debate radiofónico, mas não têm o mesmo interesse para a generalidade de quem escuta.

Escrevíamos, nas linhas anteriores, que os conteúdos humanos são fundamentais, mesmo com o atual quadro tecnológico. De facto, é por uma rádio com gente dentro, por uma rádio atenta à realidade local dando expressão a quem tenha algo de novo e diferente para dizer, que passa também o futuro da rádio, muito para além dos limites definidos pelas ondas hertzianas.

Aliás, “O Rádio sem Onda – convergência digital e novos desafios na radiodifusão” é o sugestivo título de um livro de Marcelo Kischinhevsky; uma publicação onde foi feita uma síntese da trajetória do rádio nas últimas décadas e de alguns caminhos para o futuro (alguns já do presente), onde ficam balizados o podcasting ou o rádio digital por assinatura.

Estes novos cenários da rádio devem merecer a indispensável atenção de forma que se potenciem recursos humanos, agilizem estratégias, se alcancem objetivos de audiência e se garanta uma posição de vanguarda. Claro que não podemos ser redutores quanto à questão de a rádio tradicional ter limites temporais na sua existência, nem ficarmos presos ao debate se a o rádio na internet é rádio.

Esta atividade não se pode alhear da evolução tecnológica, por um lado, nem alimentar, por outro, a ideia sublinhada por muitos de que o rádio tradicional ficará obsoleto como os discos de vinil. Não é verdade, muito menos para este exemplo, pois sabemos que o vinil emergiu com uma nova força e qualidade sonora.

Uma boa e completa informação (distribuída equilibradamente ao longo da emissão), numa estação de rádio, reforça a sua presença na zona onde se insere, atribui-lhe identidade, e visibilidade no contexto global. Como têm defendido vários investigadores da área dos media, “a força do jornalismo numa emissora de rádio local é o instrumento que lhe dá a sensação de plenitude local e regional”. A informação a privilegiar pela rádio local é a que está relacionada aos acontecimentos da proximidade; na opinião de Cebrián Herreros "o mais importante é cobrir as notícias que os demais não dão", mesmo que menos sensacionais.

O êxito de uma estação de rádio, em especial neste espaço geográfico do interior do país, passa por um entendimento objetivo dessa realidade e pela permanente aproximação e interação com a mesma. Desde logo com os setores populacionais circunscritos ao meio rural e que, não seguindo conteúdos informativos do meio televisão – por variadas razões – encontram na rádio a companhia diária, um interlocutor de proximidade, uma maior identificação.

Este trabalho das rádios implica um grande labor diário, uma permanente formação, atualização, a par de uma imprescindível interpretação dos contextos sociais, culturais, políticos e económicos. Um trabalho sério e isento, equidistante, sem declinar, naturalmente, uma salutar relação profissional sempre com a devida consciência das normas deontológicas e éticas.

O futuro da rádio – alicerçado em pilares de competência, profissionalismo e experiência – passa pela sua reinvenção e perceção da sua inconfundível magia.

 

Helder Sequeira

 

in jornal O Interior, 21_junho_2023

 

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publicado às 23:42

Conferência sobre Francisco de Pina

por Correio da Guarda, em 02.05.23

 

 

No Museu da Guarda vai decorrer na sexta-feira, 5 de maio, a Conferência “Francisco de Pina (1585-1625): O Contacto da Língua Portuguesa com Línguas e Culturas do Extremo Oriente”.

Na data em que se assinala o Dia Internacional da Língua Portuguesa, António Morgado propõe trazer elementos para a construção da biografia daquele padre português, nascido na Guarda.

Carlos Assunção e Gonçalo Fernandes ensaiarão uma reflexão sobre o alcance das transferências linguísticas e culturais da língua portuguesa para a língua vietnamita.

Esta conferência tem início às 14h30. Os interessados podem fazer a inscrição em www.museudaguarda.pt.

 

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Intervenções:

 

𝐀𝐧𝐭𝐨́𝐧𝐢𝐨 𝐒𝐚𝐥𝐯𝐚𝐝𝐨 𝐌𝐨𝐫𝐠𝐚𝐝𝐨,  “𝐏𝐞. 𝐅𝐫𝐚𝐧𝐜𝐢𝐬𝐜𝐨 𝐝𝐞 𝐏𝐢𝐧𝐚, 𝐒.𝐉. (𝟏𝟓𝟖𝟔–𝟏𝟔𝟐𝟓) 𝐌𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐞 𝐋𝐢𝐧𝐠𝐮𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐧𝐚 𝐂𝐨𝐜𝐡𝐢𝐧𝐜𝐡𝐢𝐧𝐚 𝐝𝐞 𝐎𝐮𝐭𝐫𝐨𝐫𝐚”

O Pe. Francisco de Pina S. J. será a personalidade egitaniense que terá levado mais longe o nome da sua cidade natal, a Guarda. Esquecido ao longo de vários séculos, este sacerdote jesuíta ressurgiu recentemente na vida do Vietname como figura incontornável da história da língua e do cristianismo daquele país do Extremo-Oriente. Embora a sua ação viesse sendo referida desde as origens por mentores da história dos jesuítas, foram necessários os trabalhos de investigação do francês Roland Jacques para que a atividade de índole linguística deste jesuíta, na então Cochinchina, fosse trazida ao mundo da intelectualidade académica, quer no Vietname quer em Portugal. Guarda, Coimbra, Macau, Malaca e Hoi An (Vietname), constituem os pontos geográficos principais por onde se gastou a vida de Francisco de Pina. A estes acrescentamos o mar e a cidade de Roma, dois dos berços da amnésia portuguesa a que foi sendo condenado ao longo do tempo este genial guardense que está hoje presente na escrita vietnamita, romanizada com a luz e as virtualidades da Língua Portuguesa. A cidade da Guarda está lá e os vietnamitas bem o reconhecem e, por isso, o homenageiam.

 

𝐂𝐚𝐫𝐥𝐨𝐬 𝐀𝐬𝐬𝐮𝐧𝐜̧𝐚̃𝐨 / 𝐆𝐨𝐧𝐜̧𝐚𝐥𝐨 𝐅𝐞𝐫𝐧𝐚𝐧𝐝𝐞𝐬 (𝐔𝐓𝐀𝐃 / 𝐂𝐄𝐋). "𝐎𝐬 𝐩𝐫𝐢𝐦𝐞𝐢𝐫𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐚𝐜𝐭𝐨𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞𝐬𝐞𝐬 𝐧𝐨 𝐕𝐢𝐞𝐭𝐧𝐚𝐦𝐞 𝐧𝐨 𝐪𝐮𝐚𝐝𝐫𝐨 𝐝𝐚 𝐥𝐢́𝐧𝐠𝐮𝐚 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞𝐬𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐦𝐞𝐭𝐚𝐥𝐢́𝐧𝐠𝐮𝐚 𝐧𝐨 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞"

A língua portuguesa exerceu uma ação verdadeiramente civilizadora nas descrições de um conjunto alargado de línguas faladas no Oriente nos séculos pretéritos, que não encontra paralelo em nenhuma das outras línguas ocidentais. Com efeito, os descobrimentos portugueses no Oriente colocaram aos gramáticos e lexicógrafos missionários do Padroado Real Português o problema da descrição de numerosíssimas línguas de sistemas completamente diferentes do português ou do latim, a língua franca de então, como, por exemplo, o japonês, o chinês e o vietnamita.

O trabalho que se apresenta visa enunciar o papel que os missionários portugueses tiveram na descrição desses novos idiomas, num primeiro momento. Também destacaremos a geração dos missionários a quem Roland Jacques (n. 1943) chamou de jesuítas pioneiros, no território que corresponde hoje ao Vietname, e que os Portugueses denominaram Cochinchina. Os portugueses chegaram à região de Chăm Pa (região central e sul do Vietname) em meados de setembro de 1516. Os contactos iniciais não foram planeados e resultaram de uma tempestade que obrigou os barcos a mudar de rumo, mas a “descoberta” oficial da “Cochinchina” pelos portugueses ocorreu sete anos depois, em 1523 (comemora-se neste ano os 500 anos). Apesar de os portugueses nunca terem conquistado o Vietname, a sua presença lá durou mais de três séculos, com muitos relacionamentos casuais, principalmente através da evangelização dos missionários do Padroado Português. No entanto, as primeiras descrições linguísticas pertencem aos jesuítas pioneiros, onde o egitaniense Francisco de Pina, S.J. (1585 / 1586-1625), teve um papel verdadeiramente precursor e decisivo.

 

𝐆𝐨𝐧𝐜̧𝐚𝐥𝐨 𝐅𝐞𝐫𝐧𝐚𝐧𝐝𝐞𝐬 / 𝐂𝐚𝐫𝐥𝐨𝐬 𝐀𝐬𝐬𝐮𝐧𝐜̧𝐚̃𝐨 (𝐔𝐓𝐀𝐃 / 𝐂𝐄𝐋),  "𝐅𝐫𝐚𝐧𝐜𝐢𝐬𝐜𝐨 𝐝𝐞 𝐏𝐢𝐧𝐚, 𝐒.𝐉. (𝟏𝟓𝟖𝟓/𝟏𝟓𝟖𝟔–𝟏𝟔𝟐𝟓) 𝐞 𝐚 𝐋𝐮𝐬𝐢𝐭𝐚𝐧𝐢𝐳𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐨 𝐕𝐢𝐞𝐭𝐧𝐚𝐦𝐢𝐭𝐚"

As primeiras descrições linguísticas do idioma Anamita ou Tonquinense (hoje chamado Quốc ngữ [língua nacional]) pertencem ao grupo a que Roland Jacques (n. 1943) chamou de jesuítas pioneiros, especialmente os padres portugueses Francisco de Pina (1585 / 1586-1625), Gaspar do Amaral (1594-1646) e António Barbosa (1594-1647) e o francês Alexandre de Rhodes (1593-1660). Parece ser hoje consensual entre os especialistas mundiais que foi o egitaniense Francisco de Pina o criador do sistema de romanização (ortografia baseada nos carateres latinos) do Vietnamita, através da influência do também jesuíta João Rodrigues "Tçuzu" (1562–1633), à semelhança do que este havia feito para o Japonês. Gaspar do Amaral, António Barbosa e Alexandre de Rhodes desenvolveram e melhoraram o método, mas o professor de todos eles foi Francisco de Pina. Já Lúcio Craveiro da Silva, S.J. (1914-2007), resumia o trabalho linguístico deste guardense como: “(…) verdadeiramente notável e excepcional foi o trabalho linguístico dos missionários nos reinos de Siam, Conchinchina e Anam, onde se notabilizou principalmente o Padre Francisco Pina, natural da Guarda, que criou uma escola da língua conchinchina, mais ou menos correspondente ao actual Vietnam (…)” (Silva 2000: 83).

Parece também ser hoje indesmentível a influência da ortografia da língua portuguesa na língua vietnamita, com a utilização do dígrafo português <nh> para representar o fonema /ɲ/, em detrimento do arquigrafema francês e italiano <gn>. No entanto, a influência de Pina em Rodes não foi apenas na utilização do sistema romanizado, mas também na descrição dos tons do vietnamita. Francisco de Pina, na Manuductio ad linguam Tunchinensem, refere que se deveria começar por explicar o alfabeto latino, seguindo a tradição, mas, para ele, a aprendizagem dos tons (ou “acentos”, na sua terminologia) seria muito mais importante. A sua descrição dos tons, com a colocação das notas numa pauta musical com clave de sol, é impressionante e deveras original.

 

Fonte: Museu da Guarda / CMG

 

 

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publicado às 18:00

Imagem e Território: Fotografia sem Fronteiras

por Correio da Guarda, em 14.04.23

 

O Centro de Estudos Ibéricos (CEI) vai promover a partir de hoje, e até 22 de abril, a sexta edição dos Encontros Imagem & Território.

Este evento decorre do projeto “Transversalidades – Fotografia sem Fronteiras” e do compromisso do CEI para com “os territórios de baixa densidade, onde relevam os transfronteiriços”, refere uma nota divulgada pelo Centro de Estudos Ibéricos.

Tendo como mote “Memória, Coesão e Literacia Visual” o 6º Encontro I&T integra exposições, debates, mostras e oficinas de fotografia, lançamento de publicações, maratona e roteiro fotográfico.

“Através do poder comunicativo que a fotografia encerra, as atividades deste 6º Encontro visam estimular um debate crítico sobre os espaços onde nos inserimos, procurando gerar uma dinâmica de desenvolvimento que reverta o ciclo vicioso em que mergulharam os territórios de baixa densidade.” Adianta o Centro de Estudos Ibéricos.

territorio_instagram.jpg

“Procura-se, a partir de novos olhares, uma (re)interpretação do Interior com uma consequente renovação imagética, enaltecendo sinais emergentes suscetíveis de fazer renascer um horizonte de esperança”.

À semelhança dos anos anteriores, os Encontros contam com o envolvimento da comunidade da Guarda, através de atividades em escolas, instituições sociais, de saúde e freguesias, visando levar esta arte a novos públicos, numa perspetiva de democratização cultural.

O programa integra a exposição “Rumores do Mundo”, Coletiva dos Concorrentes do Concurso Transversalidades, a inaugurar hoje pelas 18 horas na Galeria Evelina Coelho (Paço da Cultura).

No Bar do Pequeno Auditório, Teatro Municipal da Guarda, será realizado hoje pelas 21h30 um debate sobre “Imagem e coesão territorial: a Terra, as Gentes, o Interior emergente”, com a participação de  Henrique Cayatte, Alberto Prieto, Rui Formoso, Fátima Gonçalves, Duarte Belo, Moderação. O debate será moderado por Valentín Cabero.

Amanhã, dia 15 de abril, será inaugurada no Mercado Municipal da Guarda, pelas 10 horas, a exposição “Terra e as Gentes, Coletiva do Fotoclube da Guarda”. No Museu da Guarda, a partir das 14h30, vai abrir a exposição “Memoria en la Raya”, de Victorino García Calderón. Pelas 15 horas será inaugurada, também no Museu da Guarda, a exposição “Reflexões em Preto e Branco: A Jornada de um Cine Teatro no Tempo”,  de Pedro Carvalho.

Inauguração de Exposição.

Na Sala Tempo e Poesia, Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço terá lugar pelas 16h30 a inauguração da exposição “A face dos livros”, da Associação Cultural Ephemera, seguindo-se um debate sobre a “Imagem e Memória: A face dos livros” com José Pacheco Pereira e Carla Pacheco.

Para o Café-Concerto do Teatro Municipal da Guarda está agendada, pelas 21 horas, a inauguração da exposição fotográfica de Pedro Baltazar subordinada ao tema “100gentes”.

No mesmo espaço do TMG decorrerá a partir das 21h30 o debate “Imagem e coesão territorial: ecos e memórias da fronteira”, com intervenções de Álvaro Domingues, María Isabel Jiménez, Helder Sequeira, e Valentin Cabero. O debate será moderado por Lúcio Cunha).

No domingo, dia 16 de abril, decorrerá a partir das 9 horas a maratona fotográfica “Imagem & Território: Aldeias do Vale do Mondego”.

 

 

 

 

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