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Mendes Rosa deixa Museu da Guarda

por Correio da Guarda, em 19.05.20

João Mendes Rosa.jpg

O diretor do Museu da Guarda, João Mendes Rosa, deixará de exercer funções no final do corrente mês.

João Mendes Rosa, que dirigia o Museu da Guarda há cinco anos, vai desempenhar a partir de 1 de junho as funções de chefe de Divisão da Cultura da Câmara Municipal de Oeiras.

À comunicação social o Presidente da Câmara da Guarda, de quem depende o Museu (desde 2016), referiu que na base da decisão de Mendes Rosa estiveram “exclusivamente questões profissionais, familiares e pessoais, além da própria natureza do convite que remete para o incremento das suas áreas de formação”

“O município da Guarda reconhece e agradece os préstimos de serviço público pelo excelente trabalho desenvolvido pelo doutor João Mendes Rosa na direção do museu, após a transição da sua gestão para a alçada municipal, tendo-se alcançado um novo rumo vocacional e programático daquele importante equipamento cultural da cidade”.

João Mendes Rosa vai ser substituído no cargo por Thierry Santos, que “já está integrado no quadro técnico do museu”, como explicou o Presidente da Câmara Municipal da Guarda.

Numa publicação feita no seu perfil do Facebook, o ainda diretor do Museu da Guarda diz sair “mais enriquecido”, acrescentando que “é movido pelo mesmo entusiasmo de sempre, o mesmo apego e amor à vida, à cultura e aos valores humanistas, que irei sobraçar outro projeto, noutro lugar. A Causa é a mesma! Todavia o meu coração pulsará sempre no peito níveo dessa Guarda que amo profundamente; não descurarei nem adiarei compromissos que assumi com a cidade, com os amigos e instituições”.

João Mendes Rosa refere ainda, nessa publicação, que um dos males de que enferma a administração pública (cultural) portuguesa reside precisamente no facto de as pessoas se eternizarem nos cargos e assenhorearem-se (por vezes inconscientemente) deles. Aliás, se passado tempo não formos convidados para outros desafios, é muito mau sinal…”

 

 

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publicado às 13:05

 

Inês Gonçalves e Pedro Sá Rodrigues.jpg

Pedro Sá Rodrigues (da Guarda) e Inês Gonçalves (de Aguiar da Beira) vão ser os mandatários da Juventude da Candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura em 2027.

Estes dois jovens foram selecionados, de uma lista de 12 finalistas. Pedro Sá Rodrigues (17 anos) apresentou a ideia “Panteão Cultural” enquanto Inês Gonçalves (15 anos)  assinou o tema “Locais desabitados transformados em espaços naturais com alojamento

A seleção destes jovens foi feita na sequência do concurso de ideias BI 2047, promovido pela candidatura da Guarda ao longo dos últimos meses. Como será a região da Beira Interior em 2047, vinte anos depois da capital europeia da cultura? Que herança vai deixar na região a realização desta iniciativa?

Estas questões  deram o mote para o concurso de ideias destinado a jovens nascidos a partir de 1997, desafiando-os a “pensar em boas ideias” para a sua região. “E para começar essa reflexão nada melhor que perguntar aos jovens quais as suas aspirações, os seus desejos, os seus sonhos para a região onde vivem. Eles são os protagonistas do futuro, e as suas ideias e imaginação devem ser o nosso ponto de partida”, referiu Pedro Gadanho, diretor executivo da Guarda2027, aquando do lançamento do concurso.

Ao Correio da Guarda, Pedro Sá Rodrigues disse que apresentou a sua candidatura a este concurso na sequência da sugestão da sua diretora de turma e do incentivo do pai, que o entusiasmou a concorrer.

Pedro Sá Rodrigues -foto H.jpg

Questionado sobre a linhas principais da sua ideia, Pedro Sá Rodrigues esclareceu que pretende envolver duas áreas de que gosta, “tecnologia e cultura”, remetendo o seu projeto para um espaço “com personalidades que se distinguiram nos campos da literatura, ciência, cultura, com ligações aos municípios envolvidos na candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura em 2027”.

Este jovem guardense adiantou que este “património” da região pode ser “salvaguardado, promovido e divulgado através da tecnologia”, aludindo às potencialidades proporcionadas pela inteligência artificial, pela rede 5G e igualmente pela realidade virtual.

“Recebi com surpresa a notícia, de que tinha sido escolhido, pois vi a participação mais como uma experiência e desafio”, acrescentou-nos Pedro Sá Rodrigues que, embora não declinando ideias para o futuro, assegura preferir “pensar em cada coisa de sua vez”, concentrando-se agora neste projeto. 

 

 

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publicado às 19:28

Prémio Árvore da Vida para Eduardo Lourenço

por Correio da Guarda, em 06.04.20

 

O ensaísta Eduardo Lourenço venceu o Prémio Árvore da Vida – Padre Manuel Antunes.

Este prémio é atribuído pela Igreja Católica através do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, e pretende "destacar o percurso e obra de personalidades que, além de atingirem elevado nível de conhecimento ou criatividade estética, refletem o humanismo e a experiência cristã".

«Numa atenção compreensiva e crítica aos problemas culturais e sociais emergentes no mundo contemporâneo e numa renovadora mitografia do ser lusíada, desde há meio século Eduardo Lourenço constituíu-se no mais reputado pensador português da atualidade», é referido no texto da justificação do júri (composto pelos bispos D. João Lavrador e D. Américo Aguiar, P. António Trigueiros, S.J., Maria Teresa Dias Furtado, Guilherme d’Oliveira Martins e José Carlos Seabra Pereira)que atribuiu este Prémio por unanimidade.

Eduardo Lourenço - Foto HS.jpg

O júri sublinhou que Eduardo Lourenço «nunca renegou os princípios e os ditames do humanismo cristão», mantendo-se «fiel aos seus fundamentos antropológicos, axiológicos e éticos, bem como à consequente “obrigação de suportar a liberdade humana” em todos os domínios».

Nascido a 29 de maio de 1923, em S. Pedro de Rio Seco, Almeida, Eduardo Lourenço é o diretor honorífico do Centro de Estudos Ibéricos, sediado na Guarda.

 

 

 

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publicado às 11:59

Espaço de memória e diálogo...

por Correio da Guarda, em 21.02.20

 

A denominada imprensa regional tem, no nosso país, uma expressão muito particular. No passado século, ao longo do território nacional, floresceram os mais variados títulos que deram voz a múltiplas posturas e cuja influência deixou traços indeléveis na historiografia regional.

Muitos desses jornais evoluíram, como sabemos, em função das conjunturas políticas, sociais e económicas; os seus exemplares constituem, inquestionavelmente, importantes documentos para o estudo do perfil de cada região, das mentalidades, das instituições e das vivências.

Os jornais, se por um lado representam um rico espólio cultural são, por outro, um auxiliar precioso na investigação que se pretenda efetuar, em vários domínios, acerca da região em que foram editados ou à qual circunscreveram a sua cobertura, independentemente da periodicidade.

Imprensa Regional.jpg

A imprensa regional tem, por mérito próprio, um lugar de destaque na cultura portuguesa, constituindo um baluarte da forma de estar e de ser, das nossas gentes, das nossas terras; foi – e os jornais do interior assim o comprovam — um eminente elo de ligação com aqueles que residiam noutras regiões e com os nossos compatriotas radicados na Europa ou noutros continentes, mantendo ainda essa presença alargada hoje, sobretudo, através das plataformas digitais.

Trabalhar com profissionalismo e serenidade na imprensa regional não se pode dizer que, mesmo nos dias de hoje, seja tarefa fácil; só quem conhece e sente os seus problemas, o entusiasmo do ciclo do nascer e morrer de cada edição pode apreender verdadeiramente a vivência e peculiar dos jornais, barómetros permanentes dos factos e conjunturas das zonas em que são editados, outrossim um motor de energias e esperanças.

A imprensa regional tem sabido afrontar o seu destino, as suas vicissitudes, alimentando o direito à informação, desempenhando a sua função social. O número de publicações periódicas tem oscilado, mas a região da Guarda não perdeu, felizmente, a sua rica tradição jornalística e registou uma notória evolução gráfica e qualitativa da imprensa.

O distrito da Guarda, como bem evidenciou J. Pinharanda Gomes, foi “pioneiro da imprensa política regional e da imprensa católica nacional” continuando, no presente, a honrar a tradição no campo da comunicação social, tendo trilhado, em muitos casos, novas perspetivas e horizontes, como é o caso deste semanário que completa 20 anos de edições ininterruptas.

A história da imprensa e da cultura cruza-se com dos equipamentos tipográficos pois em tantas situações foi acertado “o passo espiritual pela celeridade mecânica” que se refletiu também noutros sectores da vida económica e social.

Como tem acontecido com outras parcelas do nosso património, o esquecimento atingiu as velhas peças das antigas tipografias, elementos primordiais para o conhecimento da evolução operada no sector gráfico.

Nesta região existem (por enquanto e se não houver atitudes/medidas de preservação e salvaguarda) testemunhos desse percurso, de uma época em que as máquinas de impressão não tinham o auxílio da energia elétrica, a composição era manual e as zincogravuras eram indispensáveis para ilustração dos textos. Estamos perante realidades tão próximas e simultaneamente tão distantes; espaços onde se cruzaram saberes, arte, experiências múltiplas, vidas, entusiasmos, dificuldades, episódios ímpares de que brotaram as mais diversas publicações ou trabalhos gráficos.

Continuamos alheios a um património que corre o risco de se perder irremediavelmente, face à marcha célere do progresso, da evolução técnica, do redimensionamento dos mercados ou das novas exigências empresariais e comerciais.

Num período em que as muitas atenções estão centradas no processo de candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura não seria totalmente despropositado equacionar a criação, nesta cidade, de um espaço de memória e diálogo, interpretativo, dedicado às Artes Gráficas (capaz de contribuir para salvaguarda, estudo e divulgação do espólio das tipografias de uma região foi rica em títulos de imprensa local) e à Comunicação Social (pois se houve pioneirismo na Imprensa não devemos, de forma alguma esquecer a radiodifusão sonora, mormente a Rádio Altitude cujas primeiras ondas hertzianas remontam ao longínquo ano de 1946).

É imperioso alertar/sensibilizar a comunidade, as instituições e entidades para que sejam desencadeadas as necessárias estratégias de forma a não se perderem os insubstituíveis valores existentes, assegurando o seu e conhecimento pelas gerações do presente e do futuro, facilitando e incentivando o seu estudo, honrando a imprensa e a rádio, intervindo culturalmente. (Hélder Sequeira)

 

In "O Interior", 20|02|2020

 

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publicado às 07:42

Candidaturas ao Prémio Eduardo Lourenço

por Correio da Guarda, em 10.02.20

Prémio EDUARDO LOURENÇO 2020.jpg

No Centro de Estudos Ibéricos (CEI) estão abertas, até ao próximo dia 31 de março, as candidaturas à décima sexta edição do Prémio Eduardo Lourenço.

Este galardão, instituído pelo CEI, destina-se  a premiar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cultura, cidadania e cooperação ibéricas.

O regulamento das candidaturas pode ser consultado aqui.

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publicado às 21:35

TMG lança concurso de ideias

por Correio da Guarda, em 31.01.20

 

O Teatro Municipal da Guarda (TMG) está a promover um concurso de ideias para jovens até aos 18 anos, a propósito da comemoração do seu décimo quinto aniversário.

TMG.jpg

Este concurso lança um desafio à comunidade jovem para identificar 15 projetos especiais de natureza cultural, artística e educativa.

Pretende-se incentivar os jovens, até aos 18 anos e a residirem no concelho, a participarem ativamente na vida cultural da cidade e do TMG, propondo ideias novas que melhorem a participação da juventude com o mundo da arte, da cultura e da educação.

De acordo com a informação divulgada pelo TMG, serão aceites até 15 propostas que sejam as mais criativas, inovadoras e exequíveis.

As propostas devem ser submetidas até ao dia 15 de julho de 2020.

 

 

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publicado às 08:25

 

A equipa de projeto da candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura em 2027 vai ser apresentada amanhã, pelas 18 horas, no pequeno auditório do Teatro Municipal desta cidade.

Esta sessão integrará uma intervenção do diretor executivo da candidatura, Pedro Gadanho, bem como de Teresa Patrício Gouveia, presidente da Comissão de Honra da Guarda 2027.

Pedro Gadanho tem estado esta semana na Guarda quer para estabelecer contactos e ter encontros com intuições de ensino, associações de desenvolvimento local, associações culturais, quer também para reunir com os programadores afetos à candidatura e com o presidente do Conselho Estratégico.

Pedro Gadanho é arquiteto e designer, tendo sido diretor do Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), em Lisboa, e curador do departamento de arquitetura e design do Museum of Modern Art (MOMA), em Nova Iorque.

 

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publicado às 22:18

Beethoven evocado em Pinhel

por Correio da Guarda, em 11.01.20

coro de Berlim.jpg

Na cidade de Pinhel vai ter lugar no dia 17 de janeiro um concerto sinfónico com a Orquestra Filarmónica Portuguesa e o Coro de Câmara Filarmónico de Berlim.

A nona sinfonia de Beethoven será executada neste concerto, agendado para o Centro Logístico de Pinhel, com entrada gratuita.

Este concerto abre as comemorações dos 250 anos da elevação de Pinhel à categoria de Cidade e assinala igualmente a passagem dos duzentos e cinquenta anos após o nascimento de Ludwig van Beethoven, “um dos maiores compositores da História da Música.”

Beethoven.jpg

De acordo com a autarquia pinhelense, a iniciativa surge também como manifestação de apoio do Município de Pinhel à candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura 2027.

 

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publicado às 12:06

Uma relevante atividade

por Correio da Guarda, em 22.12.19

 

O último número da Revista Iberografias, recentemente apresentado na Guarda, integra uma série de trabalhos que nos facultam importante informação para um melhor conhecimento desta zona do interior, em várias vertentes e temáticas.

A título de exemplo poderemos mencionar artigos como “Geografia, literatura, viagem: ler o território, interpretar a Serra da Estrela” (Rui Jacinto), “A expedição Científica à Serra da Estrela em 1881”. Da aventura ao domínio do território” (Helena Gonçalves Pinto), “Serra da Estrela: literatura geográfica” (Cristina Robalo Cordeiro, Rui Jacinto, Duarte Belo) ou “A nova Igreja de São Vicente: construção e estética” (António Prata Coelho, Daniel Martins, Antonieta Pinto).

Por outro lado, no mais recente volume da revista “Praça Velha” escreve-se sobre “Do Património da Guarda. Casas Armoriadas” (Manuel Luiz dos Santos), “Eduardo Tracana, do R12 às campanhas em África. Roteiro de uma Expedição” (Anabela Matias), “Uma realidade esquecida – os Médicos de partido” (Aires Diniz), “Génese do concelho da Guarda: termo e população” (Francisco Manso), “A ocupação romana e alto medieval do sítio S. Gens (Celorico da Beira)” (António Carlos Marques, Gabriel de Souza, Catarina Tente), “O Primeiro de Maio na Guarda, entre a Primeira República e o Estado Novo: uma celebração de Luta, Festa e Propaganda” (José Lima Garcia) e “D. Brites do Mercado e Manuel Henriques do Mercado (fragmentos da vida de um casal cristão-novo)” (Antonieta Garcia), entre outros excelentes textos.

Nunca será demais realçar estes importantes e oportunos contributos – assim como empenho e profissionalismo colocado nestas edições – que enriquecem o fundo bibliográfico e documental colocado à disposição de quem queira aprofundar o estudo sobre a cidade da Guarda e região envolvente, sob várias abordagens.

Contudo julgamos que poderia ser ampliada a informação sobre os conteúdos destas (como de outras) publicações, através dos canais que as novas tecnologias colocam ao nosso dispor, captando a atenção de novos leitores, sobretudo aqueles com ligações (familiares ou afetivas) à Guarda, mas residindo noutras regiões, ou mesmo no estrangeiro.

É notória, mormente nalgumas redes sociais, a apetência por documentação e publicações sobre a cidade e distrito, remetendo para memórias ou para o desejo de fazer o confronto entre passado e presente.

Sendo certo que é possível a aquisição direta ou através de via postal, a agilização da disponibilidade dos conteúdos em formato digital, mediante o adequado pagamento, contribuiria, seguramente, para uma maior divulgação.

A relevante atividade que tem sido desenvolvida por estas publicações merece ser apoiada e valorizada, em prol da cultura, do conhecimento, da investigação, do património. (Hélder Sequeira

 

In "O Interior", 20/12/2019

 

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publicado às 22:00

Fotoclube da Guarda no Transversalidades

por Correio da Guarda, em 06.12.19

 

Foto.jpg

“Lugares: distâncias e proximidades” é o tema da exposição que, no âmbito do III Transversalidades, vai estar patente a partir de hoje, 6 de dezembro, no antigo edifício da Câmara Municipal da Guarda, Praça Luís de Camões.

Esta exposição, composta por trabalhos da responsabilidade do Fotoclube da Guarda, resultou de um desafio envolto na paixão pela fotografia e “orientado para a (re)descoberta de realidades tão próximas e tão longínquas; territórios de solidão, de ausência que foram berço de múltiplos percursos individuais, de sonhos e de aventura…”.

Como é referido a propósito deste certame, “a grandeza pluridimensional das paisagens naturais e humanas foram registadas com diferentes sensibilidades, emoções e olhares que convergem numa leitura coletiva apostada em resgatar tais territórios ao esquecimento e afirmá-los na sua essência profunda visando rasgar novas vias de futuro.

Rostos, arquitetura, artefactos, caminhos, solidão, religiosidade, tradições, paisagens, flora, patrimónios, afetos, ausências, sulcos do tempo, ou caprichos da natureza são alguns dos motivos fixados pelas objetivas dos participantes num roteiro que a cada olhar se renova.”

O Fotoclube da Guarda é um grupo discreto, sem formalismos, que em muito tem contribuído para a promoção desta cidade, incrementando, igualmente, o gosto pela fotografia.

Tem olhado a cidade, a região, o país através de diversas objetivas e sensibilidades, proporcionando exemplos qualitativos, trabalhos de cativante beleza e técnica cuidada.

A exposição pode ser visitada até ao próximo mês de janeiro.

Cruzeiro - Fot Helder Sequeira.jpg

 

 

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publicado às 00:05


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