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A Comissão Executiva da Candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura e a Câmara Municipal da Guarda promovem, no próximo sábado, 9 de março, mais uma Conversa de Café.
O tema central desta conversa é “A Cultura não tem idade: inclusão e vida ativa pelas artes”, que contará com a presença de Ruy de Carvalho, Rita Wengorovius e Maria José Dinis da Fonseca.
Esta conversa decorrerá, partir das 18h00, no Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda (TMG).
“Sobre outra coisa ainda – 13 short stories” é o título do livro de Fernando Carmino Marques (docente do Politécnico da Guarda) que vai ser apresentado na Guarda, no próximo dia 26 de fevereiro.
A apresentação desta publicação será feita por Rosa Branca Figueiredo no café do Pequeno Auditório do Teatro Municipal da Guarda, pelas 18 horas. O livro, com a chancela da Edições Esgotadas, é composto por “treze shorts stories que se podem definir como de Realismo Mágico. O mistério envolvendo o quotidiano de personagens e preocupações contemporâneas.”
Fernando Carmino Marques é Doutor em Letras pela Universidade de Paris IV – Sorbonne (1997), onde lecionou, de 1993 a 2002, língua, cultura e literaturas de expressão portuguesa. Colaborou no Instituto Camões em Paris e foi docente responsável pelo ensino do português nas universidades de Versailles – St. Quentin e Marne-la-Vallée. Publicou vários estudos sobre temas e autores portugueses e brasileiros, dos séculos XVI, XIX e XX. Mais recentemente traduziu e editou o estudo inédito de Pierre Hourcade sobre a poesia de Fernando Pessoa: A Mais Incerta das Certezas, Itinerário Poético de Fernando Pessoa (Coleção “Ensaios” sobre Fernando Pessoa, Tinta-da-china, Lisboa, 2016). É professor de língua e cultura portuguesa no Instituto Politécnico da Guarda.

Américo Rodrigues é o novo diretor-geral das Artes, em substituição de Sílvia Belo Câmara, anunciou hoje o Ministério da Cultura. «Américo Rodrigues assume, a partir da próxima quarta-feira, dia 13 de fevereiro, o cargo de Diretor Geral das Artes. Será nomeado em regime de substituição».
Natural da Guarda onde nasceu em 1961, Américo Rodrigues foi diretor do TMG (2005-2013) e coordenador da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (2005-2018)
Actor, poeta sonoro e performer, é Licenciado em Língua e Cultura Portuguesa (ramo científico) pela Universidade da Beira Interior e Mestre em Ciências da Fala pela Universidade de Aveiro. Américo Rodrigues é autor de várias obras de poesia, crónica, teatro e literatura para crianças;
“Na nuca”(1982), ”Lá fora: o segredo” (1986) “A estreia de outro gesto” (1989), “Património de afectos” (1995), “Vir ao nascedoiro e outras histórias (1996), “Instante exacto” (1997), “Despertar do funâmbulo” (2000), “O mundo dos outros”(2000), ”Até o anjo é da Guarda” (2000),“Panfleto contra a Guarda” (2002), “Uma pedra na mão” (2002), “Obra completa – revista e aumentada” (2002), “O mal – a incrível estória do homem-macaco-português” (2003), “A tremenda importância do kazoo na evolução da consciência humana” (2003), ”Escatologia” (2003), “Os nomes da terra” (2003), “A fábrica de sais de rádio do Barracão (2005), “Aorta Tocante” (2005), “O céu da boca” (2008), “Escrevo-Risco” (2009) e “Cicatriz:ando” (2009) são alguns dos seus trabalhos.
Coordenou os cadernos de poesia “Aquilo”, do boletim/revista “Oppidana”, foi co-diretor da revista “Boca de Incêndio”, coordenador da revista cultural “Praça Velha” e da coleção de cadernos “O fio da memória”. Fundou o Teatro Aquilo e também o Projéc~.
Colunista de vários jornais, recebeu o Prémio Gazeta de Jornalismo Regional e também o Prémio Nacional de Jornalismo Regional.
Em 2010 recebeu a medalha de mérito cultural atribuída pelo Ministério da Cultura.
Foi animador cultural na Casa de Cultura da Juventude da Guarda/FAOJ (desde 1979 até 1989) e na Câmara Municipal da Guarda (desde 1989), onde coordenou o Núcleo de Animação Cultural.


É comissário do Festival Fonlad (desde 2005) e participou como júri nos festivais Ventipertrenta (2010), Magmart (2012, 2014), Celeste Prize (2011, 2012) e Proyector (2014, 2015). Foi diretor artístico do Espaço Artes, Multimédia e Performance da Alliance Française de Coimbra (2013) e do Espaço Partícula, também em Coimbra (2015). Realizou variadas exposições e participou em variadas mostras e festivais de videoarte em Portugal, França, Espanha, Estados Unidos, Itália, Roménia, China, Macau, Argentina, México, Cuba, Grécia, entre outros.
Fonte: Calafrio
No Museu da Guarda terá lugar amanhã, pelas 18 horas, a sessão de apresentação do número dois do Boletim < 1056,3> - In Folio.
A edição do caderno conhecerá duas edições anuais: uma correspondente à Primavera/ Verão e outra Outono/Inverno.
Pretende-se com esta publicação dar a conhecer ao público as atividades desenvolvidas pelo Museu da Guarda durante o ano de 2017/2018, onde estão reunidos, entre outros, conteúdos científicos, notícias e artigos de opinião de algumas personalidades.

O Centro Cultural da Guarda assinala amanhã, sábado, o 56º aniversário. É uma instituição que continua a desenvolver o seu projeto, intervindo no quotidiano citadino através das suas várias valências.
Compreenderemos melhor a sua eminente função cultural e social se recuarmos à primeira metade do século XX e remetermos os leitores para panorama cultural da Guarda, nesse época; período onde foram registadas distintas fases, entre as quais se evidenciaram o teatro e a música; nesta última área destacaram-se os Orfeões Egitaniense e o Egitânia, bem como a Banda do Regimento de Infantaria 12 que animava as tardes de domingo na Praça Velha e, depois, no jardim José de Lemos, conhecido por Campo.
No ano de 1956 nasceu uma delegação do Movimento Pró-Arte (organização lisboeta dedicada, essencialmente, à música) que despertou muito interesse nos meios intelectuais, propondo-se oferecer música de qualidade. O Montepio Egitaniense acolheu esta delegação, tendo sido criado um curso de música, destinado a todos os interessados.
Começou, por essa altura, a germinar a ideia de uma nova estrutura vocacionada para a cultura. Como foi realçado, “a criação do Centro Cultural da Guarda foi um sonho lindo, tornado realidade por um grupo de guardenses apaixonados pela música, presididos e orientados pelo Dr. Mendes Fernandes e galvanizados pelo entusiasmo e persistência do Dr. Virgílio de Carvalho”.
Foi este grupo que, sensibilizando a direção do Montepio Egitaniense, passou a dispor de um salão onde promoveu audições musicais, abertas ao público, empenhando-se, igualmente, no desenvolvimento de uma ação formativa. A atividade da delegação da Pró-Arte não teve a continuidade desejada e surgiram alguns interregnos.
Após um período de alguma estagnação, em termos de atividade, os dinamizadores do referido núcleo cultural concluíram, definitivamente, pela necessidade de uma instituição que funcionasse como plataforma impulsionadora de projetos e incrementasse a formação musical. O Dr. Virgílio de Carvalho presidiu à Comissão Promotora do Centro Cultural. Os estatutos do Centro Cultural da Guarda foram apresentados, para a devida aprovação ministerial, em 17 de novembro de 1962.
A história do Centro Cultural é o somatório da ação e empenho de muitas personalidades e outrossim dos contributos dos seus associados, em especial aqueles que intervieram, ativa e diretamente, nas atividades das várias secções. A identidade desta instituição guardense tem sido, ao longo destes 56 anos, preservada e suportada pelas pedras basilares do lema que o CCG adotou desde o seu nascimento.
O seu percurso assenta, assim, numa convergência de esforços mas muito deve a personalidades que, com a sua cultura, saber, entusiamo e capacidade de realização souberam manter e revitalizar um projeto de grande alcance cultural e social; tiveram uma consciência clara das dificuldades mas não desistiram nem perderam a esperança.
O Centro Cultural da Guarda bem merece a homenagem e o apreço de todos nós. Parabéns por mais um aniversário e pela defesa do lema “Pela Guarda, pela Arte, pela Cultura”. (Helder Sequeira)

"Cruciformes no espaço equívoco" é o tema da exposição de fotografia que está patente, no Museu da Guarda, até ao próximo dia 8 de Janeiro de 2019.
Esta exposição integra um conjunto de trabalhos de elementos do Fotoclube da Guarda e resultou do desafio lançado na sequência de uma ação de formação, realizada no Museu da Guarda, sobre cruciformes.



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