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Festa do Solstício em Alvoco da Serra

por Correio da Guarda, em 15.06.24

 

Entre 21 e 23 de junho vai decorrer em Alvoco da Serra a Festa do Solstício, considerada a celebração do verão mais autêntica e genuína do país. Caminhada do Lampião, oficinas criativas e sustentáveis, prova de iguarias tradicionais, música e animação prometem animar as ruas engalanadas da aldeia serrana.

A comunidade local e as coletividades preparam-se para dar a conhecer aos turistas e visitantes as melhores iguarias da freguesia "como o arroz doce, porco no espeto, enchidos tradicionais e as sopas".

A Festa do Solstício em Alvoco da Serra tem um vasto programa cultural associado no qual se destaca a Caminhada do Lampião, que acontece na noite de 22 para 23 de junho, o pontoalto da Festa do Solstício. Tal como outrora, os participantes irão percorrer os campos junto à ribeira de Alvoco, pela noite fora, em homenagem aos agricultores, hoje em menor número, que no passado regavam os campos com recurso aos “giros de água” e eram iluminados pela luz de um lampião. Para os habitantes - e em particular para as crianças da aldeia - o verão começava com esta atividade que enche a montanha de pequenos pontos de luz a cirandar

Festa do Solstício_.jpg    Foto: Aldeias de Montanha

Para participar na caminhada, o lampião (sem fogo) continua a ser obrigatório, mas já não é necessário ter campo de cultivo em Alvoco. Ao longo dos três dias de festa, à caminhada juntam-se outras tantas atividades, como oficinas criativas e sustentáveis, animação infantil, baile fado mandado, música, palestras e arte de rua.

Decoradas e engalanadas, as ruas da aldeia vão ser pontos de convívio entre todos, habitantes locais e turistas, e onde é possível provar os sabores mais genuínos da região. Nas ruas, a decoração será responsável e sustentável, aproveitando recursos e materiais em fim de ciclo, reutilizando, reciclando e respeitando a Natureza.

A Festa do Solstício e a Caminhada do Lampião é promovida pela Junta de Freguesia de Alvoco da Serra em parceria com todas as coletividades da freguesia. Esta Festa integra o Plano de Animação da Rede de Aldeias de Montanha.

 

 

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publicado às 23:35

II Jornadas de Educação da Guarda

por Correio da Guarda, em 13.06.24

 

“Educar: o futuro nas nossas mãos - Que mudanças?” é o tema das II Jornadas de Educação da Guarda que vão decorrer, nesta cidade, nos dias 8 e 9 de novembro de 2024, organizadas pelo Agrupamento de Escolas Afonso de Albuquerque.

“O sucesso da primeira edição é um precioso incentivo para darmos continuidade a este momento privilegiado de partilha e intercâmbio de boas práticas”, refere uma nota informativa da direção do Agrupamento de Escolas Afonso de Albuquerque a propósito deste evento.

As jornadas destinam-se a professores, educadores, professores estagiários, pais e encarregados de educação, estudantes do ensino superior, pessoal não docente, psicólogos escolares, técnicos superiores de educação, decisores políticos na área da educação, responsáveis de CFAEs e público em geral.

“Apaixonados pela Educação, pretendemos contribuir para um serviço público de educação, inclusivo, diferenciador e de qualidade. Atentos às mudanças no sector da Educação, temos como missão formar cidadãos conhecedores e competentes, detentores de habilidades e atitudes que lhes permitam enfrentar os desafios da vida de forma consciente, crítica, reflexiva e criativa na construção de uma sociedade justa, equilibrada e sustentável”, sustenta a organização das II Jornadas de Educação da Guarda.

“Queremos, desta forma, contribuir para uma abordagem colaborativa da educação, com a finalidade de promover valores, estimular a inovação, melhorar a autoconsciência e a aprendizagem ao longo da vida.” É acrescentado na informação divulgada a propósito desta iniciativa.

II Jornadas de Educação.jpg 

 

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publicado às 12:05

Livro sobre o concelho de Almeida

por Correio da Guarda, em 10.06.24

 

"Concelho de Almeida - Património com Alma: História, Cultura e Arte" é o título do livro que será apresentado no próximo dia 2 de julho, pelas 11 horas, na Biblioteca Municipal de Almeida, sessão integrada nas comemorações do aniversário daquele concelho.

Este livro sobre as freguesias do concelho de Almeida, da autoria de Augusto Moutinho Borges e António Reinas, será também apresentado em Vilar Formoso, no dia 6 de Julho, na Casa do Adro.

«Muito poderíamos desenvolver nesta obra, mas o nosso objetivo não é o de escrever uma monografia do concelho, nunca escrita e que esperamos que seja em breve, mas o de lançar “olhares e novas visões sobre o concelho de Almeida”, realçando aspetos mais direta e indiretamente ligados ao nosso tema, “Património com Alma”» salientam os autores.

O livro vai ter um total de 208 páginas com fotografias a cores e desenhos, de diversos autores. 

Livro ALMEIDA _n.jpg 

 

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publicado às 15:26

Festival de Jazz na Guarda

por Correio da Guarda, em 09.06.24

 

JAZZ_n.jpg

Entre 8 e 14 de julho vai decorrer o "Guarda in Jazz" com espetáculos agendados na esplanada do Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda (TMG) e na Alameda de Santo André, estes integrados na terceira edição do Guarda WineFest.
Nesta edição de 2024 há sete concertos com abordagens artísticas distintas e para todos os públicos, com três nomes internacionais que atuam em exclusivo em Portugal, nomeadamente  a  cantora inglesa Georgia Cécile (no dia 9), os ingleses de Bristol Get The Blessing (com o baixista, Jim Barr, dos Portishead) no dia 10 e a cantora francesa Caloé (no dia 13). 
O programa deste festival integra ainda Marcelo dos Reis (no dia 8), JazZeca 5teto (no dia 11), Malú Garcia (no dia 12) e ainda Samuel Lercher (a 14 de junho).
 
 
 

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publicado às 10:36

Leituras Censuradas

por Correio da Guarda, em 08.06.24

 

Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (BMEL), Guarda, pode ver até ao próximo dia 29 de junho a Exposição "Leituras Censuradas (Os Livros Que Não Podiam Ser Lidos)".

A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço possui um vasto fundo bibliográfico onde estão integradas dezenas de obras cuja leitura outrora fora proibida (autores nacionais e internacionais) Completada com uma breve história da censura em Portugal, esta mostra  - organizada pela BMEL e grupo de teatro Calafrio  -  pretende divulgar junto da comunidade, as obras proibidas.

Livros Censurados_n.jpg Foto: BMEL

 
 

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publicado às 21:46

Conversa Aberta sobre o médico Francisco Sobral

por Correio da Guarda, em 06.06.24

 

A Secção Sub-Regional da Guarda da Ordem dos Médicos, em parceria com o Museu da Guarda, vai promover no próximo dia 11 de julho, pelas 18 horas, a segunda “Conversa Aberta” sobre Médicos Ilustres na Guarda, dedicada a Francisco Sobral.

Francisco Sobral nasceu no Porto, em 1843. Formado na Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa,  entrou mais tarde na vida militar. Em 1869, e como cirurgião-ajudante, foi colocado no Regimento de Infantaria 12, aquartelado na Guarda, passando a cirurgião-mor deste Regimento em 1883.

Francisco Sobral_.jpg

Neste mesmo ano, debelou, com enorme coragem e dedicação, uma terrível epidemia de tifo que assolava a vila de Manteigas. Foi agraciado, ainda em 1883, com o grau de Cavaleiro da Ordem Militar da Torre e Espada. Na Guarda, ficou conhecido como médico dos pobres, cidade onde faleceu em 1888, com 45 anos de idade. Os restos mortais deste ilustre clínico repousam no Cemitério de Nossa Senhora do Templo, em mausoléu levantado por subscrição pública.

Esta Conversa Aberta, que decorrerá no auditório do Museu da Guarda, terá Manuel Luiz  dos Santos como moderador e palestrante.

 

 

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publicado às 08:30

Rádios locais: realidade a valorizar e reinventar...

por Correio da Guarda, em 05.06.24

 

Os desafios que se colocam atualmente à comunicação social, mormente às estações de rádio, são imensos. Desde logo os resultantes da drástica redução das receitas e da insuficiência financeira.

Quando centramos a nossa atenção no interior do país a realidade é ainda mais preocupante e os cenários que se desenham para o futuro não são animadores.

Uma certa euforia em torno das plataformas digitais, as crises económicas, o desinvestimento publicitário por parte das empresas bem como do pequeno e médio comércio, a necessidade de reapetrechamento técnico, a redução do número de profissionais e a aplicação de estratégias editoriais erradas conduziram a uma situação dramática.

Microfone - foto Helder Sequeira.jpg

Como tem sido sublinhado, a escassez de recursos financeiros vai agravando, progressivamente, a vida dos órgãos de informação. Aliás é significativo o número de estações emissoras que desapareceram ou foram absorvidas por grandes grupos, convertendo-as em simples retransmissores. Veja-se os mais recentes casos da Rádio Clube de Monsanto ou da Emissora das Beiras (que a 13 de maio tinha assinalado o seu 85º aniversário e foi vendida à sociedade detentora da Rádio Observador).

O desaparecimento destas "marcas" não deixa de ser trágico, contrariando o espírito que esteve subjacente à legalização das rádios locais e à preocupação em servirem as suas comunidades; incrementando a informação, o debate, a valorização do seu património e costumes, a salvaguarda do pluralismo, a defesa da democracia, o exercício responsável do jornalismo.

Como disse António Borga, Presidente da Casa da Imprensa, no V Congresso dos Jornalistas, “o jornalismo não é um negócio. O jornalismo é uma atividade de utilidade social e interesse público”.

Na mesma linha, e na mensagem dirigida na altura aos jornalistas portugueses, esteve a Vice-Presidente da Comissão Europeia ao considerar que a “informação é um bem público, cabendo às democracias proteger os jornalistas”. Por outro lado, defendeu que é necessário “encontrar soluções a nível europeu e internacional” para a crise do jornalismo, acrescentando a necessidade de serem e incentivar investimentos públicos, que “respeitem a independência e o pluralismo” da atividade.

A própria classe jornalística não rejeita a autocrítica e a análise serena da questão dos financiamentos. O que pode passar, como tem sido defendido, por um papel mais interventivo do estado no sentido da salvaguarda do jornalismo, de um jornalismo pautado pela seriedade, ética, deontologia e qualidade. E a qualidade dos conteúdos informativos aliada à independência e isenção é fundamental para a reaproximação dos públicos que, é importante anotar, não podem ter uma atitude de indiferença perante os media.

O apoio passa, desde logo, por se assumirem com leitores e ouvintes regulares, ativos e críticos, sem se acomodarem na passividade do dia a dia ou se uniformizarem no domínio do anonimato.

Será com o empenho e contributo de todos – jornalistas, instituições, estado, cidadãos, empresas – que o cenário hoje existente poderá ser alterado. Acentuando também a informação de proximidade, uma mais ampla cobertura do que mais diz e interessa às comunidades locais e regionais.  E isto não pode nem deve ser esquecido! 

 

Hélder Sequeira

 

 

 

 

 

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publicado às 09:00

Pavilhão Novo do Sanatório da Guarda: memórias…

por Correio da Guarda, em 31.05.24

 

Hoje, 31 de maio, completam-se 71 anos após a inauguração do denominado Pavilhão Novo do Sanatório que constitui, hoje, o mais antigo bloco do Hospital da Guarda.

Este ato, previsto inicialmente para 28 de maio de 1953, ocorreu três dias depois, com a presença dos Ministros do Interior e das Obras Públicas.

A imprensa da cidade deu especial relevo ao ato, apresentando o novo pavilhão como “um edifício gigantesco com 250 metros de comprido e com 350 leitos destinados exclusivamente a doentes pobres”.

Com a construção deste novo pavilhão, o Sanatório Sousa Martins procurou aumentar a capacidade de resposta às crescentes solicitações das pessoas afetadas pela tuberculose, ampliando assim o seu papel na luta contra essa doença.

O elevado número de doentes com fracos recursos há muito fazia sentir a necessidade de dotar esta conhecida unidade de saúde com novas instalações; pretensão que os responsáveis pelo Sanatório Sousa Martins tinham já manifestado ao Ministro das Obras Públicas, aquando da sua visita, à Guarda, em 1947. As obras do novo pavilhão foram iniciadas quatro anos depois.

Pavilhão do Sanatório da Guarda_ .jpeg

A entrada em funcionamento deste pavilhão era aguardada com compreensível expectativa, mormente por quem trabalhava no Sanatório Sousa Martins.

O seu diretor, Dr. Ladislau Patrício – que nesse mesmo ano deixaria essas funções, bem como a atividade clínica – definiu o edifício como “um novo e valioso instrumento na luta em defesa da saúde pública do país”.

Na Guarda viveu-se mais um dia festivo. “Cerca do meio-dia, a estrada que conduz ao Sanatório tornara-se um rio de gente”, noticiou o jornal A Guarda. O Pavilhão Novo constitui, de facto, um marco importante na história do Sanatório Sousa Martins, instituição que não pode, de forma alguma, ser dissociada da Guarda do século XX.

Recordar esta efeméride é sublinhar quanto é fundamental a salvaguarda desta memória viva onde, no presente, prossegue a atividade hospitalar. Conciliar os rumos exigidos pelo progresso com a especificidade deste edifício será contribuir para o reencontro com décadas em que a Guarda conquistou, justamente, a designação de Cidade da Saúde.

 

Hélder Sequeira

 

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publicado às 08:45

Castro do Jarmelo: arqueologia em família

por Correio da Guarda, em 29.05.24

 

No próximo sábado, 1 de junho, vai decorrer no Castro do Jarmelo a “Oficina de Arqueologia em Família”, uma iniciativa do Museu da Guarda e ACDJarmelo.

A oficina, que decorrerá entre as 10 e as 12 horas, assinala a comemoração da atribuição de foral à antiga vila do Jarmelo, desafiando as famílias à descoberta do passado arqueológico daquele sírio através da “recriação” de uma exposição arqueológica.

Nesta atividade, orientada pelo arqueólogo Tiago Ramos, os participantes terão de encontrar materiais arqueológicos, efetuar a sua recolha, limpeza, inventário, colagem e desenho, para posterior incorporação no acervo do Museu da Guarda.

A participação nesta atividade é gratuita, mediante inscrição prévia.

Trabalhos de Arqueologia .jpg 

 

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publicado às 12:40

Mêda: III Feira das Atividades do Mundo Rural

por Correio da Guarda, em 29.05.24

 

Na Mêda vai decorrer, nos dias 1 e 2 de junho, a III Feira das Atividades do Mundo Rural, organizada pelo município local em colaboração com diversas associações concelhias. 

Integrado no programa deste certame terá lugar um colóquio sobre  "Apicultura - Sustentabilidade Económica e Ambiental", no decorrer do qual serão abordados temas como a "A Importância das Abelhas no Ecossistema", "Práticas Sustentáveis na Apicultura" e "Desafios e Soluções para a Apicultura".

Feira _n.jpg 

 

 

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publicado às 08:20


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