Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Uma rainha na Guarda...

por Correio da Guarda, em 25.10.20

 

Um pouco na linha daquilo que escrevemos em anteriores apontamentos, hoje não poderíamos deixar passar em claro uma personalidade com emblemática ligação à Guarda. Referimo-nos a D. Amélia de Orléans, última rainha de Portugal, falecida a 25 de outubro de 1951.

Esta cidade deve-lhe um dos seus principais ex-libris, de que hoje, infelizmente, restam simbólicas e degradadas estruturas arquitetónicas, denunciadoras do desleixo e indiferença das entidades competentes

O Sanatório Sousa Martins ficará perenemente ligado a D. Amélia pelo relevante papel que teve na sua criação; empenhada nas causas sociais, esta rainha dispensou particular atenção aos mais desfavorecidos, sendo, aliás, particularmente significativo o facto de o pavilhão destinado aos doentes mais pobres ostentar o seu nome.

Maria Amélia Bourbon e Orléans nasceu em Twickenham, arredores de Londres em 28 de setembro de 1865 (curiosamente o futuro marido, D. Carlos, nasceu também no mesmo dia, dois anos antes).

A filha mais velha de Filipe de Orleans (conde de Paris e chefe da Casa Real de França) e de Isabel de Montpensier, que se encontravam (à altura) exilados em Inglaterra, apenas foi viver para França no ano de 1871.

Nos anos seguintes, Amélia de Orléans viajou com frequência e frequentou os principais palácios das monarquias europeias; personagem culta, apreciava o teatro, a ópera, a pintura e a leitura, convivendo, em Paris, com os escritores mais eminentes da época. Em 1886 conheceu D. Carlos, herdeiro da coroa portuguesa, de quem veio a ficar noiva, nesse mesmo ano; o casamento ocorreu em 22 de maio, em Lisboa, onde cedo manifestou as suas preocupações face ao flagelo da denominada “peste branca”.

Rainha D. Amélia.jpg

Eça de Queirós definiu-a como “senhora de grande e dedicada esmola. E a sua esmola não baixa majestosamente do trono, numa salva, entre alabardeiros. Ela própria a leva, sob um véu espesso, a todos os recantos (...); ama a caridade racional, que se organiza, se arma em instituição, derrama o bem por estatuto”. A sua atenção às questões culturais manifestou-se por diversas formas sendo a criação do Museu dos Coches Reais, em 1905, uma das mais expressivas traduções dessa postura.

Amélia de Orléans viveu em Portugal entre 1886 e 1910, num período social e politicamente muito complexo, em que soube superar muitas contrariedades e definir uma estratégia de auxílio às camadas sociais com menores recursos. A Assistência Nacional aos Tuberculosos, de que o Sanatório da Guarda foi a primeira unidade hospitalar, constituiu, nesta matéria, uma das obras mais marcantes da intervenção social da Rainha D. Amélia.

Para a tuberculose como para outros tantos males, há meios na ciência para, se não os conjurar, ao menos diminuir os seus estragos e remediar os seus efeitos”, como afirmou, em 1900, numa das suas intervenções públicas. Na cruzada contra a tuberculose, a Rainha procurou, por vários meios, canalizar recursos financeiros para combater a doença; a receita da venda do livro “O Paço de Sintra”, escrito a seu pedido pelo Conde de Sabugosa, e que foi ilustrado com desenhos feitos por D. Amélia, foi um dos muitos contributos para essa causa, em relação à qual o Sanatório da Guarda se afirmou verdadeiro baluarte.

A Rainha D. Amélia, acompanhada pelo Rei D. Carlos, veio à Guarda em 18 de maio de 1907, aquando da inauguração do Sanatório a que atribuiu, como homenagem, o nome do médico Sousa Martins (que falecera em 1897, e de quem já falamos neste jornal em anteriores edições).

A vida da Rainha ficou tristemente marcada pelo regicídio ocorrido, em Lisboa, em 1 de fevereiro de 1908, de que resultou a morte do Rei D. Carlos e do herdeiro D. Luís Filipe, Príncipe da Beira; com a aclamação de D. Manuel II, como Rei de Portugal, a 6 de maio de 1908, D. Amélia passou a colaborar nos atos da governação.

Em julho de 1910, a Rainha, na qualidade de Presidente da ANT, veio de novo à Guarda, numa visita, muito discreta, ao Sanatório e à filha do Conde de Tarouca, que ali estava internada.

Implantada a República, em 5 de outubro de 1910, a Rainha D. Amélia foi forçada ao exílio; começa por se instalar em Woodnorton (Inglaterra), residência do irmão, e em janeiro de 1911 passou a viver em Richmond Hill. No verão de 1921 mudou-se para França; a nova residência situava-se em Chesnay (nas proximidades do Palácio de Versalhes), numa mansão designada por Château de Bellevue.

Em 1939 foi convidada por Salazar para vir para Portugal, mas a Rainha não aceitou e passou os anos da segunda guerra mundial em França, onde não esqueceria as suas ligações ao nosso país, tendo hasteado mesmo a bandeira portuguesa na sua residência. Seis anos depois, em maio de 1945, veio a Portugal e foi recebida de forma apoteótica; entrou na fronteira de Vilar Formoso a 17 de maio de 1945, na véspera de se comemorarem trinta e oito anos após a inauguração do Sanatório Sousa Martins.

A Rainha D. Amélia faleceu, em Chesnay (Versalhes) na manhã de 25 de outubro de 1951; o seu corpo seria transladado para Portugal, em março de 1952, tendo ficado no Panteão Nacional.

A Câmara Municipal da Guarda decidiu, a 5 de Dezembro de 1951, atribuir o nome da última rainha de Portugal ao troço da estrada nacional nº 18 que ladeava o Sanatório e o extremo da Rua Batalha Reis; dois anos depois, a autarquia guardense deliberou proceder à eletrificação da referida avenida, junto à qual, no interior de cerca daquele sanatório, foi inaugurado - a 31 de Maio de 1953 - o Pavilhão Novo (bloco da Unidade Local de Saúde que ladeia a Avenida Rainha D. Amélia).

Ao evocarmos a efeméride a que aludimos anteriormente, estamos a relembrar um importante período da história da Guarda e a projeção alcançada por esta cidade no plano nacional e internacional. 

                                                                                                                Hélder Sequeira

 

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:01

Arte de rua

por Correio da Guarda, em 24.10.20

Pinhel - Arte de Rua - HS.jpg

Pinhel. Arte de rua.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:24

Jornadas sobre Turismo Sustentável

por Correio da Guarda, em 23.10.20

 

Nos próximos dias 4 e 5 de novembro vão decorrer as VI Jornadas da Rede das Cartas Europeias de Turismo Sustentável (CETS) de Espanha e Portugal, inicialmente agendadas para  março de 2020 e adiadas para novembro devido às medidas de confinamento decorrentes do Covid-19.

As VI Jornadas da Rede das CETS de Espanha e Portugal são promovidas pelo Município do Sabugal, em parceria com a EUROPARC Espanha e Federação EUROPARC, contando ainda com a colaboração do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas/Reserva Natural da Serra da Malcata, Municípios de Almeida e Penamacor e ‘Soy Ecoturista’ – Associação de Ecoturismo em Espanha.

JORNADAS sobre Turismo Sustentável.jpg

Inicialmente pensadas como umas jornadas presenciais, a organização optou agora por uma realização online, nos dias 4 e 5 de novembro, dada a evolução crescente da pandemia em ambos os países.  As Jornadas da Rede das Cartas Europeias de Turismo Sustentável  são um evento online gratuito, mas o registo é obrigatório aqui.

De acordo com a organização, esta é uma iniciativa das áreas protegidas e/ou classificadas espanholas e portuguesas que têm obtido esse reconhecimento e pretendem favorecer a comunicação entre os atores implicados no projeto e potenciar as ações e o trabalho em Rede ao nível da Península Ibérica. A sua organização é alternada entre Portugal e Espanha e conta com o apoio da Secção Espanhola do EUROPARC- Federação Europeia de Parques. Constituem a Rede um total de 37 áreas protegidas e/ou classificadas, 29 em Espanha e 8 em Portugal.

A CETS é um galardão atribuído pelo EUROPARC aos destinos turísticos baseados numa Área Protegida e/ou Classificada e ao seu entorno, que desenvolveram um trabalho de planeamento turístico do seu território, com base em princípios de sustentabilidade e seguindo uma metodologia participativa de envolvimento ativo dos parceiros locais.

Os insteressados podem fazer a sua inscrição e obter mais informações aqui.

 

 
 
 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 12:45

Prémio Literário Vergílio Ferreira

por Correio da Guarda, em 22.10.20

Vergílio Ferreira - escritor - Foto Helder Sequei

Até ao próximo dia 10 de dezembro de 2020 estão abertas as candidaturas ao “Prémio Literário Vergílio Ferreira 2021”, atribuído desde 1997 pela Universidade de Évora como forma de homenagear o escritor que lhe dá o nome e que se destina a galardoar o conjunto da obra literária de um autor de língua portuguesa relevante no âmbito da narrativa e/ou ensaio.

As propostas de candidatura devem ser oriundas de universidades em que se desenvolvam estudos de literaturas e/ou de culturas lusófonas ou de instituições culturais relevantes nesses âmbitos. 

O júri presidido pelo professor António Sáez Delgado integra também os docentes universitários Ana Paula Arnaut (Faculdade de letras da Universidade de Coimbra), Pedro Serra (Faculdade de Filosofia da Universidad de Salamanca), Cláudia Teixeira (Universidade de Évora), assim como a crítica literária Anabela Mata Ribeiro. 

Vergílio Ferreira nasceu em Melo (Gouveia) em 28 de janeiro de 1916, tendo falecido em Lisboa a 1 de março de 1996; foi sepultado no cemitério da sua terra natal. 

"Manhã Submersa", "Estrela Polar, "Alegria Breve", "O Caminho Fica Longe" , "A Face Sangrenta", Mudança" e "Cântico Final" são algumas das suas publicações.

 

 

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:02

"Inovação e Futuro Energético" no Sabugal

por Correio da Guarda, em 21.10.20

 

No Sabugal vai realizar-se na próxima sexta-feira, 23 de outubro, a conferência "2020 - Inovação e Futuro Energético", no âmbito da ENERTECH, Feira das Tecnologias para a Energia.

A conferência é organizada pela Câmara Municipal do Sabugal,  no âmbito da unidade de missão ‘Sabugal + Valor | Desenvolvimento Rural’, em parceria com a Associação Empresarial do Sabugal, Agência Regional de Energia e Ambiente do Interior, Institutos Politécnicos de Castelo Branco e da Guarda e Universidade da Beira Interior.

Dada a atual situação de emergência sanitária, a conferência será transmitida por livestreaming nas páginas de facebook do Município do Sabugal e da Enertechsabugal.

"Numa ótica de promoção e debate do setor das energias renováveis e eficiência energética, a conferência ‘Inovação e futuro energético’ conta, para o desenvolvimento temático, com intervenções de vários especialistas com investigação na área, e que vão versar sobre os dois temas centrais: ‘Valorização da Biomassa’ e ‘Futuro Energético", é referido pela organização.


ENERTECH - Sabugal.jpg

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:01

Dia de chuva...

por Correio da Guarda, em 20.10.20

Dia de Chuva - Foto HS.JPG

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 08:36

Cinema ambiental da Serra da Estrela

por Correio da Guarda, em 19.10.20

Cine ECO.jpg

Em Seia decorreu de 10 a 17 de outubro a  26.ª edição do CineEco - Festival Internacional de Cinema ambiental da Serra da Estrela.
“O Que Arde“, do realizador francês Oliver Laxe, foi o vencedor do Grande Prémio Ambiente – Município de Seia, na Competição Internacional de Longas-Metragens. A narrativa assenta na Natureza e é uma parábola rural vivida numa aldeia aninhada nas montanhas da Galiza, que se depara com um fogo florestal, após o regresso à comunidade de um condenado.
Na Competição Internacional de Curtas-Metragens, a animação portuguesa “O Peculiar Crime do Sr. Jacinto”, de Bruno Caetano, arrecadou o “Prémio Educação Ambiental – Associação Mares Navegados”.
A próxima edição do CineEco vai decorrer de 9 a 16 de outubro de 2021, na cidade de Seia.
 
Fonte e Foto: CMSeia
 
 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 07:25

Outono...

por Correio da Guarda, em 18.10.20

Cores do OUTONO - HS.jpg

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:33

Guarda

por Correio da Guarda, em 17.10.20

Guarda - muralha - HS.jpg

Guarda. Vista parcial da antiga muralha.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 11:40

 

A Estratégia Comum de Desenvolvimento Transfronteiriço (ECDT) foi ontem apresentada, na Guarda, pela Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, e pela Secretária de Estado da Valorização do Interior, Isabel Ferreira, no decorrer da Cimeira Luso-Espanhola realizada nesta cidade. A Cimeira contou com a presença do Primeiro Ministro português, António Costa, e do seu homólogo espanhol, Pedro Sanchez que se fizeram acompanhar por vários membros dos seus governos.

Cimeira 2.jpg

De acordo com a informação divulgada, "esta, que é a primeira estratégia comum de desenvolvimento entre Portugal e Espanha, contribui com medidas concretas para colocar o Interior de Portugal no centro do mercado ibérico, criar nova centralidade económica e diminuir o abandono destes territórios. Com a ECDT, o Governo procura tirar partido da cooperação transfronteiriça para criar benefícios para as pessoas que vivem na fronteira e fazer uma gestão comum mais eficiente dos serviços públicos transfronteiriços."

Cimeira Ibérica na Guarda.jpg

O propósito é o de melhorar os serviços às populações, criando condições para o desenvolvimento de Projetos Comuns Inovadores que valorizem os recursos dos territórios da Raia e os tornem mais atrativos para viver, trabalhar e investir. A ECDT vai incluir um conjunto de medidas e ações concretas direcionadas para o desenvolvimento transfronteiriço. Algumas medidas vão ser financiadas através dos Planos de Recuperação e Resiliência dos dois países, do próximo quadro comunitário e de verbas geridas diretamente por iniciativas comunitárias, enquanto outras dependem mais da coordenação administrativa e articulação entre serviços públicos portugueses e espanhóis.

A Estratégia assume uma importância fundamental para o desenvolvimento da cooperação entre Portugal e Espanha e marca o início de um processo de longo prazo para a aplicação, acompanhamento e avaliação das suas medidas. Em Portugal, a ECDT incide diretamente sobre cerca de 1.6 milhões de habitantes e mais de 1.551 freguesias. Cobre, ao todo, 62% da superfície de Portugal. No total, contando com Espanha, a área de intervenção da Estratégia afeta mais de 5 milhões de habitantes. O documento completo da ECDT pode ser consultado aqui.

A Estratégia apresenta cinco Eixos de Intervenção, sendo estes alguns dos exemplos de medidas e ações concretas em cada Eixo:

Mobilidade transfronteiriça e eliminação dos custos de contexto.

- Criação de um documento único de circulação para padronizar a passagem de menores em ambos os lados da fronteira.

- Fomentar o transporte de proximidade transfronteiriça.

- Reforçar e fomentar a figura do trabalhador transfronteiriço através da criação de um documento específico que o regule, estabelecendo pontos de apoio em municípios transfronteiriços.

Infraestruturas, físicas e digitais, e conectividade territorial: vias de comunicação, internet e rede móvel.

- Completar e ampliar a conectividade digital de banda larga e de telecomunicações, bem como implementar projetos piloto 5G.

- Completar os planos para várias ligações rodoviárias, como aquelas entre Bragança e Puebla de Sanabria e entre Vilar Formoso e Fuentes de Oñoro.

- Modernizar várias infraestruturas ferroviárias, como a ligação do eixo Atlântico Luso-Espanhol, que inclui Lisboa, Porto, Vigo, Santiago de Compostela e Corunha.

- Construir novas infraestruturas ferroviárias, nomeadamente agilizar a implantação da linha de altas prestações Lisboa-Sines-Poceirão-Évora-Badajoz-Cáceres-Madrid.

Gestão conjunta de serviços básicos nas áreas de educação, saúde, serviços sociais, proteção civil

- Garantir acessibilidade aos serviços de saúde, serviços sociais e de emprego para um melhor serviço à população, nomeadamente com o 112 transfronteiriço, que tem como objetivo assegurar que o utente possa ser socorrido pelo serviço de saúde mais próximo e com a resposta mais adequada à situação.

- Promover redes de colaboração que combatam o isolamento e favoreçam a inclusão social, potenciando os recursos endógenos e facilitando a cooperação entre os agentes locais.

- Reforçar a coordenação dos recursos fronteiriços ligados à proteção civil; adaptar os protocolos de ação entre as equipas de bombeiros e emergências; facilitar a coordenação na gestão de incêndios, com a criação do Centro Ibérico de Investigação e Combate aos Incêndios Florestais (CILIFO).

Desenvolvimento económico e inovação territorial: atração de pessoas, empresas e novas atividades.

- Analisar possibilidades de harmonização fiscal luso-espanhola para promover a atividade económica e a criação de emprego nos territórios desfavorecidos do Interior e da fronteira.

- Impulsionar a inovação e o empreendedorismo da economia na prestação de cuidados de saúde, no envelhecimento ativo e na adoção de novas tecnologias aplicadas à saúde, como a telemedicina, a telemonitorização e a teleassistência.

- Implementar um programa de regeneração sustentável e inclusiva de aldeias despovoadas, com o objetivo de reabilitar o seu tecido social e urbano.

Ambiente, centros urbanos e cultura.

- Aprovar um Acordo global em matéria de conservação, biodiversidade e geodiversidade ibérica.

- Reforçar a cooperação regional nas energias renováveis, incluindo no hidrogénio verde e nas interligações energéticas. 4

- Implementar projetos culturais transfronteiriços ligados ao património cultural tangível e intangível.

Cimeira na Guarda - cartaz.jpg

É a segunda vez que a Guarda é palco de  um encontro luso-espanhol a realizar num contexto de crise; com perfil diferente é certo, mas que reporta de novo a uma associação da cidade mais alta de Portugal à definição de novos entendimentos e rumos por parte dos dois países ibéricos. De recordar – tal como o Correio da Guarda sublinhou num anterior texto – que a Guarda recebeu em 1976 uma importante cimeira em que estiveram os ministros dos Negócios Estrangeiros de Portugal e Espanha, respetivamente Melo Antunes e José Maria Areílza. A cidade esteve no centro das atenções informativas, nacionais e internacionais, pois eram delicadas, à época, as relações luso-espanholas após a destruição da Embaixada em Lisboa, ocorrida em 1975.

 

Fotos: CMG

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 07:30


Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.




Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2013
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2012
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2011
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2010
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2009
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2008
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D

Contacto:

correiodaguarda@sapo.pt correio.da.guarda@gmail.com