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Contradizer na Guarda

por Correio da Guarda, em 22.12.17

contradizer21.jpg

    A Calafrio vai realizar, amanhã, a vigésima primeira sessão do ciclo Contradizer.

    Esta nova iniciativa terá lugar na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda, a partir das 15 horas. A sessão intitula-se “na véspera da véspera” e nela participam poetas, músicos, artistas plásticos e investigadores, todos ligados à associação CalaFrio e à cidade da Guarda.

    A forte adesão à iniciativa revela a força criativa e organizativa da associação que ainda há dias estreou um novo espectáculo de teatro. O actor Luciano Amarelo contará algumas “Lendas de Oriente”; o músico José Tavares interpretará a composição da sua autoria “Boomerang”; o ator e encenador Américo Rodrigues lerá algumas “Fábulas Fantásticas”, do escritor norte-americano Ambrose Bierce.

    O professor e escultor José Teixeira falará do seu trabalho “Gravidade”, neste momento em exposição no Museu Militar, em Lisboa; a professora Fátima Freitas dirá poemas de diversos autores. O poeta Daniel Rocha lerá o seu inédito “génesis ou quase isso”. A escritora Odete Ferreira divulgará as suas narrativas “Os Inocentes” enquanto que a musicóloga e crítica musical Cristina Fernandes fará uma pequena conferência acerca de “O distrito da Guarda nas notícias da Gazeta de Lisboa: música, dança e applausos festivos na segunda metade do séc. XVIII”.

    O jornalista e poeta Pedro Dias de Almeida revelará o seu texto inédito “Parecia que estávamos num parque temático” e o poeta Manuel A. Domingos dirá alguns poemas da sua autoria, ainda não publicados em livro.

    A organização é do CalaFrio – Associação Cultural, tendo o apoio do Município da Guarda e da Biblioteca M. Eduardo Lourenço. A entrada é livre.

 

       (Fonte: Calafrio)

 

 

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publicado às 21:19

Calafrio promove Contradizer

por Correio da Guarda, em 08.02.17

 

     O CalaFrio vai promover no próximo dia 11 de Fevereiro, a décima oitava sessão do ciclo Contradizer, uma das actividades da associação realizadas regularmente desde 2014.

     Em cada uma das sessões têm sido promovidas diferentes manifestações de arte – literatura, música, fotografia, cinema –, em diferentes locais da Guarda, mas também noutras localidades do distrito, na maioria das vezes locais inesperados, como a garagem da BMEL ou a Adega2.5 em Caria.

     A sessão do próximo dia 11 de Fevereiro decorrerá na sede da associação – a Antiga Escola Primária do Rio Diz – situada na Rua do Futuro, na cidade da Guarda. O Contradizer 18 é dedicado à poesia erótica de Carlos Drummond de Andrade, um dos principais poetas da segunda geração do Modernismo brasileiro, considerado por muitos como o mais influente poeta brasileiro do século XX. Os poemas eróticos de Drummond estão reunidos na coletânea O Amor Natural, uma obra inquietante, que revela uma face nova, mais despojada, mas extremamente fascinante do poeta.

Contradizer.jpg

      Foto: Calafrio

 

     A sessão inicia-se pelas 21h30 com a leitura de poemas por Américo Rodrigues, Daniel Rocha, João Figueiredo, Luciano Amarelo, Suzete Marques, entre outros, acompanhados pelo guitarrista André Vaz. De seguida será exibido o documentário “O Amor Natural” de Heddy Honnigmann.

     Sobre o Calafrio de recordar que no início do ano de 2014 nasceu, na cidade da Guarda, um grupo informal de teatro, o Teatro do CalaFrio, por iniciativa de agentes culturais com um passado muito intenso na dinamização cultural da cidade. Muitos deles criaram e dinamizaram grupos como o "Aquilo" e "Luzlinar", ao mesmo tempo que ajudaram o movimento associativo do distrito a crescer e a afirmar-se.

    Em Abril de 2014, o Teatro do CalaFrio estreou no Teatro Municipal da Guarda a sua primeira produção profissional intitulada "Mas era proibido roer os ossos", a partir de textos de Franz Kafka. A peça foi depois apresentada em Castelo Branco, Lisboa e Porto. Estava dado um sinal da orientação do grupo na área do teatro: textos de grande valor literário; encenações e cenografias simples, mas ricas de significações; e interpretações de grande qualidade. Além do teatro, o grupo iniciou uma série de atividades, começando com uma sessão dedicada à poesia: "A poesia é o mistério de todas as coisas", na Casa de São Vicente na Guarda; sucedendo-se um ciclo de sessões, dedicadas essencialmente à leitura e à música, realizadas em espaços não convencionais, o Ciclo Contradizer.

     Em Março de 2015, o grupo informal transformou-se em CalaFrio - Associação Cultural, com o objetivo de alargar o leque de iniciativas e de chegar a outros públicos, mobilizando mais de uma vintena de sócios fundadores, todos com participação ativa na vida cultural e artística.   

     Seguiram-se, desde então, várias estreias e apresentações de novas produções de teatro: "Empresta-me um revólver até amanhã", com dois textos de Anton Tchekhov (estreada em Abril de 2015); “Bartleby”, baseada em Bartleby, o escrivão: uma história de Wall Street, de Herman Melville (Dezembro de 2015); "Diário de um louco", de Nikolai Gogol (Abril de 2016); e “O ingénuo” de Voltaire (Dezembro de 2016). Em Março de 2016, a associação editou a sua primeira obra, Poemas e outros Poemas de Pedro Dias de Almeida. E em Dezembro deu início à coleção “Cadernos do Calafrio”, com a edição dos dois primeiros números: A porta de emergência de Américo Rodrigues e Historietas de Martim Afonso de Rogério C. Pires.

     Ainda no ano de 2016, estreou o espetáculo "Contos e trovões, rezas e canções", baseado em elementos da cultura popular portuguesa. No dia 27 de Agosto de 2016, foi inaugurada a sede da Associação Calafrio, na Rua do Futuro (Antiga Escola Primária do Rio Diz), na Guarda.

 

     Fonte: Calafrio

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publicado às 22:30

Contradizer no Jardim das Pedras

por Correio da Guarda, em 21.05.16


     Calafrio-Associação Cultural vai promover, no próximo dia 29 de Maio, na Serra do Feital (proximidades de Vila Franca das Naves), a sessão 15 do ciclo Contradizer. 

    O programa engloba uma visita ao Jardim das Pedras (percurso pedestre guiado por Maria Lino), a leitura de poemas Haiku de Matsuo Bashô e Yosa Buson e  "Há arte no combate?" (demonstração de Kata por Micael Sanches e Tiago Alves).

Contradizer 15.jpg

 

 

 



 

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publicado às 00:11

Contradizer em Famalicão da Serra

por Correio da Guarda, em 20.07.15

 

     A  associação cultural Calafrio vai organizar, no próximo dia 31 de Julho, a décima sessão do Ciclo Contradizer.

     Desta vez decorrerá em Famalicão da Serra, no Convento do Bom Jesus. A concentração, no centro da aldeia, tem lugar às 21 horas, seguindo os participantes em marcha até ao Convento.

Atriz.jpg

     Aí, a actriz Gracinda Nave ( em cima na foto) lerá o conto "O convento" de Daniel Rocha. A seguir, César Prata e Suzete Marques apresentarão um conjunto de canções intitulado "Ai, meu rico Santo Antoninho!".

    A entrada é livre. A organização é de Calafrio- Associação Cultural e tem o apoio da Junta de Freguesia de Famalicão.

    O Convento é um conto escrito com a lenda primordial da construção do Convento do Bom Jesus de Famalicão (para muitos será de Valhelhas). A história é simples e baseia-se nessa lenda do aparecimento de uma misteriosa imagem que dá início a um culto que perdura nos dias de hoje (a Lenda do Bom Jesus). O que o autor fez foi criar uma história/acção que irá culminar com o levantamento das paredes deste impressionante edifício que, infelizmente, padece de abandono crítico. No entanto, o conto O Convento não segue a lenda! Ou melhor, o conto vive para além da lenda, podendo, de certa forma, criar alguma discussão sobre as diferenças que o leitor poderá por ali encontrar. Mas uma história é isso mesmo: olhar para lá das paredes da lenda e recriá-la! É, acima de tudo, uma história que possui uma linguagem simples e clara para todos, ao mesmo tempo que explora e expõe algumas das querelas típicas de um povo.

o convento.png

 

    Em Setembro de 2015 será lançada uma segunda edição deste conto. Edição esta apoiada pela Junta de Freguesia de Famalicão da Serra.

 

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publicado às 23:17

Contradizer na Guarda

por Correio da Guarda, em 30.05.15

 

     A Calafrio- Associação Cultural vai organizar hoje, 30 de Maio, a oitava sessão do Ciclo Contradizer.

     Esta sessão, que decorrerá a partir das 21h30 no Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda, é constituída pela leitura encenada de "Os malefícios do tabaco" de Tchekhov (de quem o Calafrio recentemente apresentou duas peças integradas em "Empresta-me um revólver até amanhã"), por Vasco Queiroz; e pela apresentação e exibição do projecto fotográfico "18 palavras para ti, ou a vida vivida"- uma visão da sociedade actual, por Norberto Rodrigues.

     Esta inciativa, de entrada gratuita, tem apoio (cedência de instalações) do Município da Guarda/Teatro Municipal da Guarda

    A peça "Os malefícios do tabaco" foi escrita por Anton Tchekhov em 1887; segunda versão em 1904. Constitui uma pequena obra-prima dramatúrgica e possui as marcas típicas da poética tchekhoviana: a brevidade, a economia de procedimentos, a linguagem despojada, a ironia, o humor e o aprofundamento psicológico das personagens.

     "Os malefícios do tabaco” retrata a vida de um homem amargo e de aparência gasta que é obrigado pela sua esposa, com quem partilha um casamento há mais de 30 anos, a fazer uma conferência para fins beneficentes acerca dos malefícios do uso e abuso do tabaco. A sua vida privada acaba por ser o tema principal da conferência que está a apresentar. Foca os maus-tratos infligidos pela sua mulher, o desprezo vindo das suas filhas e o trabalho de escravo a que é obrigado.

     O intérprete, Vasco Queiroz nasceu em 22/3/56 em Coimbra. Médico, especialista de Medicina Geral e Familiar na Guarda. Integrou o Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra, 1977-1983 (Curso de teatro ministrado por Geraldo Tuché; Participação como actor nas peças “O Império do Oriente” de Jorge de Sena com encenação de Geraldo Tuché, “Epimeteu ou o Homem que Pensava Depois” de Jorge de Sena com encenação de Geraldo Tuché, “D Duardos” de Gil Vicente com encenação de Mário Barradas e ainda na peça inacabada e nunca estreada “A Páginas Tantas” de Ricardo Pais com encenação do mesmo; Presidente da Direcção durante dois anos. Participação como “recitador/declamador” , a solo ou em parceria (quase sempre com José Bandeirinha e Helena Gonçalves), em vários recitais de poesia no CITAC, no Circulo de Artes Plásticas da AAC, na Fundação Gulbenkian de Aveiro e em vários espaços académicos ou não, em Coimbra e noutras localidades. É o presidente da Assembleia Geral da Calafrio-Associação Cultural.

     O autor, Anton Tchékov, nasceu em Taganrog, no sul da Rússia, no dia 29 de janeiro de 1860, filho de um comerciante. A sua família mudou-se para Moscovo em 1876 devido à falência do pai, mas Anton permanece na sua cidade natal para terminar o liceu. Assim, só três anos mais tarde se juntou à família em Moscovo, onde se matricula na faculdade de Medicina. Para ajudar financeiramente a família, Tchékhov faz pequenos trabalhos jornalísticos e as primeiras tentativas literárias. Termina os estudos de Medicina em 1884 e começa a exercer nos arredores de Moscovo.

Tchekov.jpg

     A sua primeira narrativa é publicada num jornal humorístico em 1880, desencadeando uma intensa colaboração de Anton com diversas publicações. Os seus primeiros textos dramáticos datam do final da década de 1880 ("Ivánov"). No ano de 1892 compra uma casa no campo, em Mélikhovo, para onde se muda com a família. Três anos mais tarde visita Tolstoi, cujas ideias irão exercer uma forte influência e um grande fascínio sobre Tchékhov. Por motivos de doença, muda-se para Ialta, em Crimée. É no final da sua vida que escreve as três peças que o consagram como grande dramaturgo: "A Gaivota" em 1896, "As Três Irmãs" em 1900 e "O Cerejal" em 1903. Em 1904 parte para a Alemanha com a atriz Olga Knipper, com quem casara em 1901, morrendo no mês de julho em Badenweiler, na Floresta Negra. Hoje é reconhecido como um dos maiores escritores russos.

     Projecto fotográfico: Apresentação do projecto fotográfico "18 palavras para ti, ou a vida vivida". Uma visão da sociedade actual, por Norberto Rodrigues. Projecção audiovisual. Música de Lynx Tungur. Debate. O autor: Norberto Rodrigues é natural do Barracão-Guarda, sociólogo e fotógrafo amador. Depois de cerca de 30 anos de trabalho nas áreas da sociologia e da gestão de recursos humanos, como dirigente da Administração Pública e como docente universitário, tem desenvolvido actividade nas áreas da fotografia e da escrita, tendo publicado recentemente um livro de fotografias -"Trajectos" - e um livro de contos - "E dos fracos rezam as histórias".

(Fonte: Calafrio)

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publicado às 11:36

CalaFrio evoca Lucebert

por Correio da Guarda, em 20.04.15

 

     Calafrio-Associação Cultural vai promover no próximo dia 2 de Maio mais uma sessão integrada no Ciclo Contradizer.

     A iniciativa vai realizar-se na Quinta das Cegonhas (concelho de Gouveia) e será integralmente dedicada ao poeta e artista plástico holandês Lucebert.

     O programa integra uma conferência – "O duplo talento de Lucebert" – a proferir pelo tradutor e professor Arie Pos, bem como o lançamento de uma colectânea bilingue, entre outras acções “dedicadas a divulgar um poeta quase desconhecido em Portugal mas de grande reconhecimento internacional”.

LUCEBERT.jpg

      Haverá música de Charlie Parker, Dizzie Gillespie e Thelonious Monk (músicos que influenciaram Lucebert); a exibição do filme "Tempo e Adeus", do cineasta Johan van der Keuken; apresentação duma pequena colectânea bilingue de poemas de Lucebert, traduzidos para o Português por Jos van den Hoogen, e leitura de alguns daqueles poemas por Américo Rodrigues.

     A associação cultural Calafrio, da Guarda, sublinha, em nota informativa sobre esta iniciativa que Lucebert é “considerado como o poeta mais revolucionário, mais autêntico e mais expressivo da geração experimental do pós-guerra. Pertenceu ao grupo CoBrA, foi amigo de Karel Appel e recebeu vários prémios literários”.

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publicado às 11:28

Contradizer na Guarda

por Correio da Guarda, em 28.02.15

 

     O Teatro da CalaFrio vai promover hoje, dia 28 de Fevereiro, pelas 21h30, mais uma sessão do ciclo "Contradizer", actividade nómada dedicada à difusão da cultura.  Desta vez, o espaço escolhido é o salão do Centro Cultural da Guarda,  instalado no antigo Paço Episcopal (também já ali funcionou o Tribunal), no centro da cidade.

     A sessão é, como tem sido hábito, diversificada, dando grande importância à força da palavra.

Américo Rodrigues (Pasolini) e Vasco Queiroz (o jornalista Furio Colombo) reconstituirão a última entrevista dado pelo cineasta italiano, horas antes de ser brutalmente assinado (em Novembro de 75). A entrevista acabou por se intitular "Estamos todos em perigo", por sugestão do próprio Pasolini.

     O percussionista  Tiago Pereira contará algumas das suas "histórias sem corantes", "a partir de sons e sons que se transformam em palavras". Tiago Pereira integra os "Roncos do Diabo" e o projecto "Ai" e costuma acompanhar, entre outros, Sebastião Antunes.  Recentemente, foi co-responsável pela criação e programação do "Atrás da serra café" em Valhelhas.

     José Ferraz Alçada, escritor e médico, que vive na Vela, sobe à cidade da Guarda para revelar alguns dos contos do seu próximo livro "Gato ou lince".

    A iniciativa "Contradizer" tem criado um público regular interessado na literatura e nas relaçoes que ela pode  estabelecer com as outras áreas da Cultura. A  entrada é  gratuita.

     Entretanto, o Teatro do CalaFrio prepara a sua próxima produção teatral: "Empresta-me um revólver até  amanhã", a partir de duas peças de Anton Tchekhov, com José Neves, Valdemar Santos e Américo Rodrigues. Estreia em Abril próximo.

 

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publicado às 00:01

Teatro do CalaFrio promove nova sessão

por Correio da Guarda, em 21.02.15

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      O Teatro da CalaFrio vai promover, no próximo dia 28 de Fevereiro, pelas 21h30, mais uma sessão do ciclo "Contradizer", actividade nómada dedicada à difusão da cultura.  Desta vez, o espaço escolhido é o salão do Centro Cultural da Guarda,  instalado no antigo Paço Episcopal (também já ali funcionou o Tribunal), no centro da cidade.

     A sessão é, como tem sido hábito, diversificada, dando grande importância à força da palavra.

Américo Rodrigues (Pasolini) e Vasco Queiroz (o jornalista Furio Colombo) reconstituirão a última entrevista dado pelo cineasta italiano, horas antes de ser brutalmente assinado (em Novembro de 75). A entrevista acabou por se intitular "Estamos todos em perigo", por sugestão do próprio Pasolini.

     O percussionista  Tiago Pereira contará algumas das suas "histórias sem corantes", "a partir de sons e sons que se transformam em palavras". Tiago Pereira integra os "Roncos do Diabo" e o projecto "Ai" e costuma acompanhar, entre outros, Sebastião Antunes.  Recentemente, foi co-responsável pela criação e programação do "Atrás da serra café" em Valhelhas.

     José Ferraz Alçada, escritor e médico, que vive na Vela, sobe à cidade da Guarda para revelar alguns dos contos do seu próximo livro "Gato ou lince".

    A iniciativa "Contradizer" tem criado um público regular interessado na literatura e nas relaçoes que ela pode  estabelecer com as outras áreas da Cultura. A  entrada é  gratuita.

     Entretanto, o Teatro do CalaFrio prepara a sua próxima produção teatral: "Empresta-me um revólver até  amanhã", a partir de duas peças de Anton Tchekhov, com José Neves, Valdemar Santos e Américo Rodrigues. Estreia em Abril próximo.

 

     Fonte: Teatro do CalaFrio

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publicado às 19:10

Nova sessão de Contradizer

por Correio da Guarda, em 25.01.15

 

     O Teatro do CalaFrio vai promover no próximo dia 30 de Janeiro, na antiga escola primária da Sequeira (Guarda), mais uma sessão do ciclo Contradizer.

     Nesta iniciativa será evocado Jonathan Swift (lido por Vasco Queiroz) e André Benjamin lerá textos seus, inéditos. O programa, que se inicia pelas 21h30, inclui um recital de guitarra por Inês Aguiar.

CALAFRIO.jpg

 

 

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publicado às 23:58


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