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A trigésima edição do CineEco – Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela traz, este ano – além da competição oficial com mais de 80 filmes de 31 países – uma programação extracompetição.
Esta programação, de acorda com a organização do CineEco, reforça o papel do cinema também como espaço de reflexão e debate intergeracional. “Revisitar momentos da nossa memória coletiva, redimensionar a ideia de paisagem, desconstruir a visão antropocêntrica da vida na Terra, refletir sobre a relação com os recursos hídricos, as nossas economias ‘de afeto’, a identidade cultural e a herança de uma região são algumas das temáticas afloradas nas sessões especiais e de cinema clássico, que decorrem nos dias 13, 15, 16 e 17 de outubro, na Casa Municipal de Cultura em Seia.” É referido a propósito desta nova edição.
Assim, quatro documentários integram o ciclo Cinema em Debate, sessões especiais que irão contar com a participação de jovens alunos de várias escolas de Seia e que terão a oportunidade de refletir e abordar diferentes visões que existem sobre a paisagem - seja esta selvagem, a hídrica, energética ou até cultural.
Côa Mais Selvagem (Wilder Côa), de João Cosme - Um retrato exuberante da vida animal e vegetal no Grande Vale do Côa, que desafia a visão antropocêntrica da vida na Terra. Um filme que leva a conhecer as paisagens naturais, a biodiversidade local, as espécies silvestres e os esforços existentes na restauração ecológica como a reintrodução de espécies autóctones, a adaptação dessas espécies, coexistência entre as comunidades locais; para ver no dia 13 de outubro, às 11H00, no auditório da Casa Municipal de Cultura de Seia, debate com convidados especiais

Até à Última Gota (Up To The Last Drop), de Ricardo Guerreiro - Com o contribuo do Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente, este documentário, conduzido pela atriz Carla Chambel acompanhada pela jornalista Flávia Brito, questiona o modelo de consumo e gestão da água em Portugal. Uma reflexão premente e atual sobre o regadio intensivo e alternativas sustentáveis. O filme estreou em fevereiro de 2025 na Fundação Calouste Gulbenkian; para ver a 15 de outubro, às 11H00, no auditório da Casa Municipal de Cultura de Seia, debate com realizador e a atriz Carla Chambel.
Filhos do Vosso Amor (Children Of Your Love), de Rui Pedro Lamy - Um olhar sobre as tradições no território de Melgaço, em específico em Gave, e a ligação profunda das comunidades à terra e às suas tradições e práticas ancestrais. Uma narrativa sobre o esforço de perpetuar histórias, rituais e partilhas como a transumância, o brandeiro e o inverneiro. O filme conquistou, em agosto último, os prémios de Melhor Curta ou Média Metragem e Melhor Documentário Português no MDOC – Festival Internacional de Documentário de Melgaço; é exibido a 16 de outubro, 11H00, no auditório da Casa Municipal de Cultura de Seia, com a presença do realizador.
Vidas Irrenovables. Naturaleza o Miseria (Unrenewable Lives. Nature or Misery) de Francisco J. Vaquero Robustillo – Um documentário alerta vindo de Espanha sobre o impacto negativo da proliferação descontrolada dos equipamentos de energia renovável em ecossistemas comunidades locais. Este filme convida à reflexão sobre a transição ecológica/energética e não descura o olhar crítico sobre um conceito que tem sido aflorado – “colonialismo energético” – sobre a forma como as energias renováveis estão a ser implementadas nos territórios, causando danos aos ecossistemas, ao setor primário e às comunidades locais. Vaquero Robustillo, realizador de “Ganado o Desierto”, foi premiado no CineEco 2022; a 17 de outubro, 11H00, no auditório da Casa Municipal de Cultura de Seia, com a presença do realizador
Cinema clássico
O CineEco irá evocar ainda os 50 anos da Reforma Agrária em Portugal com uma dupla sessão de cinema clássico que revisita momentos marcantes da memória coletiva nacional.
A 17 de outubro, à tarde, o auditório da Casa Municipal da Cultura de Seia recebe dose dupla com dois documentários rodados no Alentejo e no Ribatejo e que refletem as dinâmicas populares e o processo criativo do cinema no período pós-revolucionário.
Terra de Pão, Terra de Luta (1977), de José Nascimento (exibição às 14H30) - Um documento histórico sobre as convulsões sociais do Alentejo no pós-25 de Abril, agora exibido em cópia digital restaurada pela Cinemateca Portuguesa. Esta longa-metragem foca de forma incisiva o movimento político da Reforma Agrária, partindo da ideia da palavra de ordem com o qual este movimento se identificou, e que passou a referenciá-la historicamente: “a terra a quem trabalha”.
Linha Vermelha (2011), de José Filipe Costa (exibição às 16H30) - Um olhar contemporâneo sobre Torre Bela (1975), de Thomas Harlan, que registou a ocupação de uma herdade no Ribatejo e as várias etapas de formação de uma nova comunidade agrícola em Portugal. “De que maneira Harlan interveio nos acontecimentos que parecem desenrolar-se naturalmente frente à câmara? Qual foi o impacto do filme na vida dos ocupantes e na memória sobre esse período?”,
De recordar que a edição de 2025 do CineEco decorrerá de 10 a 18 de outubro em Seia. Este ano, o festival apresenta uma seleção oficial de 81 longas, médias e curtas-metragens internacionais e em língua portuguesa de 31 países, propondo um mosaico cinematográfico rico e diversificado sobre os desafios ambientais contemporâneos. Na Seleção Internacional de Longas-metragens é de realçar um conjunto de dez obras em estreia absoluta em Portugal onde o fator humano é sempre determinante na investigação, observação ou vivência de uma dimensão da crise climática.
O CineEco é organizado pelo Município de Seia e conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República e do Departamento de Ambiente das Nações Unidas. Conta ainda com o apoio financeiro da DGArtes.
O filme “Mãos da Terra”, com realização do guardense Luís Sequeira, conquistou o terceiro lugar do Prémio Sophia Estudante (2025), da Academia Portuguesa de Cinema, na categoria de melhor curta-metragem de documentário.
Este filme, rodada em Paradela do Rio (Montalegre), “é uma ode à criatividade, resiliência e à beleza que podemos encontrar nas formas mais simples da vida”, celebrando a obra História de Vida, da autoria de José Teixeira, e dando a conhecer “o legado eterno do artista e as raízes que deixou plantadas neste mundo”; uma vida contada através de peças de cerâmica.
O filme foi produzido no âmbito do curso de Cinema da Universidade da Beira Interior.

O filme “Mãos da Terra”, com realização do guardense Luís Sequeira, é um dos nomeados para o Prémio Sophia (2025), da Academia Portuguesa de Cinema, na categoria de melhor curta-metragem de documentário.
Este filme, rodada em Paradela do Rio (Montalegre), “é uma ode à criatividade, resiliência e à beleza que podemos encontrar nas formas mais simples da vida”, celebrando a obra História de Vida, da autoria de José Teixeira, e dando a conhecer “o legado eterno do artista e as raízes que deixou plantadas neste mundo”; uma vida contada através de peças de cerâmica.
O filme foi produzido no âmbito do curso de Cinema da UBI. De referir que os vencedores vão ser anunciados no próximo mês, no decorrer da décima primeira edição dos Prémios Sophia Estudante, a realizar 20 a 23 de fevereiro, no auditório municipal de Albufeira.

A Longa-Metragem Internacional Fauna realizada por Pau Faus (Espanha) é a grande vencedora do “Grande Prémio Ambiente” do CineEco 2024.
Esta obra cinematográfica, seleção oficial do festival Visions du Réel 2023 e premiada nos festivais de Toulouse e Guadalajara 2023, mostra um combate entre dois mundos, um verdejante e rural e outro que se quer estéril e tecnológico, que dependem intrinsecamente um do outro, num balanço aparentemente impossível de alcançar. Uma janela que, embora se queira selada, parece cada vez mais empurrar o mundo exterior que a encerra.

O “Prémio Curta e Média Metragem Internacional” foi entregue a Magnífica: Kutsumaton Vieras de Ville Koskinen (Finlândia), filme-documentário acerca da coexistência entre veraneantes finlandeses e um visitante inesperado de nome Pectinatella Magnifica – é alguma coisa e há grandes quantidades dela. A chegada de manchas viscosas e verdes a um meio seguro e familiar traz sensações desconfortáveis à comunidade comodista de classe média.
A Longa-Metragem em Língua Portuguesa Sem Coração de Nara Normande e Tião conquistou o “Prémio Camacho Costa”. O filme retrata o verão de 1996 na costa nordeste do Brasil, onde Tamara prepara-se para deixar a vila piscatória para estudar em Brasília. O filme integrou a seleção oficial da secção Orizzonti no Festival de Veneza 2023 e obteve o prémio de melhor filme brasileiro na Mostra de Cinema de São Paulo 2023.
O “Prémio Curta-Metragem em Língua Portuguesa” foi atribuído a Percebes, de Alexandra Ramires e Laura Gonçalves, vencedora também do Crystal Award de melhor curta no Festival de Animação de Annecy 2024. Com o mar e um Algarve urbano como pano de fundo, seguimos um ciclo completo da vida de um molusco especial chamado PERCEBES. No percurso da sua formação até ao prato, cruzamos diferentes contextos que nos permitem compreender melhor esta região e aqueles que nela habitam.
The Bio Estrela Project de Oliver Couch recebeu o “Prémio Panorama Regional”, que aborda o peso da ameaça dos incêndios florestais na destruição de uma das últimas regiões naturais de Portugal, a serra da Estrela. Se os incêndios continuarem, Portugal perderá mais do que as árvores queimadas. Perderá as gerações da história e da tradição mantidas vivas nas comunidades agrícolas e nas vilas que subsistem e vivem das florestas.
O vencedor do “Prémio Juventude Longa-Metragem Internacional”, foi o documentário Common Ground, de Joshua Tickell e Rebecca Harrell Tickell (EUA). Também premiado no Festival de Tribeca 2023, conta a história dos pioneiros da agricultura regenerativa, com participações de Jason Momoa, Laura Dern, Rosario Dawson, Donald Glover, Woody Harrelson e Ian Somerhalder.
A 30.ª edição do CineEco exibiu 64 obras cinematográficas de 27 países, selecionadas entre cerca de 1800 filmes submetidos à competição. Entre os dias 10 e 18 de outubro, passaram pelas salas do Festival mais de 3500 espetadores
Este ano, mais uma vez, houve uma série de atividades paralelas no CineEco como os Encontros no Mercado, Conversas no Jardim, a inauguração do novo espaço de exibição de filmes Videoarte, as Exposições O Estado da Água, Plastic Bitch e Line.
Segundo nota divulgada pela organização, “o festival mantém-se vivo ao longo de todo o ano e vai continuar com uma diversa rede de extensões por todo o país, em cineclubes, associações, teatros, universidades e auditórios, proporcionando ao público filmes desta temática, constituindo-se como um dos muitos fatores diferenciadores do festival.”
Recorde-se que o CineEco – Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela é um dos festivais de cinema de ambiente mais antigos do mundo, que se realiza em Seia, anualmente em outubro e de forma ininterrupta, desde 1995, por iniciativa do Município de Seia.
“O CineEco oferece ao público em geral um cinema de qualidade e cinematografias pouco conhecidas e alternativas em relação ao mercado tradicional. Em todas as edições e em todas as secções ou atividades a entrada é gratuita, prestando um serviço público.”
Como foi sublinhado pela organização, “através das experiências multiculturais, o CineEco ajuda a descrever e compor um panorama do pensamento mundial atual sobre estas questões e proporciona aos espetadores momentos de conhecimento e reflexão, com a ambição de gerar comportamentos transformadores e de participação, contribuindo para uma cidadania ativa no domínio do desenvolvimento sustentável e valorização do território e enriquecimento do conhecimento ambiental e cinematográfico.”
O festival é organizado pelo Município de Seia e conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República e do Departamento de Ambiente das Nações Unidas.

Em Seia vai decorrer, de 10 a 18 de outubro, CineEco – Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela. Este festival, que é um dos mais importantes de cinema ambiental da Europa, celebra a sua 30.ª edição em 2024.
A edição deste ano será uma homenagem às pessoas de Seia e à sua ligação especial à natureza onde são apresentados 30 rostos locais para representar essa comunhão.
O festival apresentará, este ano, 64 obras cinematográficas de 27 países, selecionadas entre cerca de 1800 filmes submetidos à competição, oferecendo novas perspetivas e narrativas sobre os desafios enfrentados pelo planeta, habitats e espécies.
Além da secção competitiva e vários ciclos de cinema, o festival de acesso gratuito (serviço público) inclui também diversas atividades paralelas, como conferências, concertos, workshops, exposições, contribuindo para uma cidadania ativa no domínio do desenvolvimento sustentável, valorização do território e enriquecimento do conhecimento ambiental e cinematográfico.
Na programação do Cine Eco serão exibidos filmes que se estreiam em Portugal, outros que foram premiados ou nomeados em diversos festivais de cinema como Festival de Tribeca, Semana da Crítica do Festival de Cannes, Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, Festival de Veneza, Festival de Locarno, Festival do Rio de Janeiro, Festival de Toronto, Festival de Tóquio, Asian Film Awards, Visions du Réel, Festival de Toulouse, Festival de Guadalajara, Festival de Sarajevo, International Documentary Film Festival Amsterdam, Mostra de Cinema de São Paulo, Festival de Animação de Annecy, Curtas Vila do Conde, entre outros.
Nesta edição, como foi referido numa nota informativa divulgada pela organização, “mantém-se uma relação de memória com o cinema português” através da programação de clássicos com a exibição, em dupla sessão, de dois filmes recentemente digitalizados pela Cinemateca Portuguesa – Trás-os-Montes e Cerromaior.
Nas atividades paralelas, o CineEco 2024 apresenta como principal novidade os Encontros no Mercado, um espaço de encontro e networking entre estudantes e players do mercado cinematográfico português.
Pelo segundo ano, e depois do sucesso da edição passada, as Conversas no Jardim da Biblioteca Municipal de Seia sobre cinema ambiental é outro dos destaques do programa.
No que diz respeito a exposições, este ano é apresentado um novo espaço de exibição de filmes com formato mais artístico, mas não menos importante, o Videoarte.
Haverá ainda mais três exposições na Casa Municipal da Cultura: O Estado da Água apresenta seis propostas artísticas de Eunice Artur, Iana Ferreira, Inês Teles, Joana Patrão, Jorge Leal e Thierry Ferreira; Plastic Bitch, de Cláudia Clemente; e Line, de Clo Bourgard.
O Museu da Guarda, em parceceria com o Cineclube desta cidade, assinala amanhã o Dia de Santiago com a exibição do fime de animação "O Apóstolo". Trata-se de uma longa-metragem (para maiores de 12 anos) dirigida pelo espanhol Fernando Cortizo, em 2012.
"O Apóstolo", conta uma história de mistério, humor e fantasia, passada no Caminho de Santiago. Ramón, um preso fugido da cadeia, acabará envolvido em estranhos e inquietantes sucessos ao tentar recuperar umas joias, fruto de um roubo, que tinham sido escondidas há muitos anos numa aldeia galega. Fantasiado como peregrino, chega a um lugar onde velhinhos, aparições e até padres farão com que o protagonista tenha de enfrentar uma condenação maior da que tinha fugido. Primeiro filme espanhol de animação filmado com a técnica do stop motion.
O filme será exibido, no Pátio do Museu da Guarda, a partir das 21 horas.
O CineEco acaba de divulgar as novidades deste festival de cinema e vídeo ambiental que levará a Seia um número recorde de documentários sobre ambiente e temáticas relacionadas com as dinâmicas do ser humano no planeta.
Na sessão de apresentação que decorreu na passada quinta-feira, na Casa Municipal da Cultura de Seia, a direção do Festival anunciou a realização de cinco Ecotalks, atividades paralelas e já estão atribuídos os padrinhos das 10 longas-metragens internacionais.

Estão ainda asseguradas as ante-estreias nacionais de 3 filmes, um destes está já confirmado, será “La Croisade” (integrante na categoria “Cinema for the Climate” Cannes 2021). Os restantes serão anunciados brevemente.
Antes do arranque da 27ª edição do CineEco, que acontece de 9 a 16 de outubro, o Município de Seia, entidade organizadora, juntamente com a direção do certame deram o mote inicial com a apresentação oficial das novidades deste ano.
No Cineteatro da Casa Municipal da Cultura de Seia, e logo após o sorteio das personalidades que vão apadrinhar as 10 longas-metragens internacionais que fazem parte da secção competitiva do CineEco, foram anunciadas as grandes novidades do Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela.
Nos dias 10, 11, 12, 14 e 15 de outubro decorrerão cinco Ecotalks sobre temáticas atuais associadas ao cinema e ao ambiente, contando com a participação de nomes como Christiane Torloni, atriz brasileira e realizadora do filme “Amazónia, o Despertar da Florestania”, premiado na edição passada; Chico Guariba, diretor da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental de São Paulo; Jorge Pelicano, cineasta e repórter de imagem; Diogo Reffóios, nómada digital; Joana Sá, pianista, improvisadora e compositora; Cristina Branquinho professora de Ecologia e investigadora, entre outros.
A 27ª edição do CineEco contará ainda com múltiplas atividades paralelas. Logo no primeiro dia do certame, a 9 de outubro, será exibido o documentário “O Lago Sagrado, “Uma viagem por uma estrada profunda e gelada”, com a presença da realizadora Carla Varanda e do fotógrafo Mário Lisboa. A projeção do filme será antecedida pela inauguração da mostra fotográfica sobre o lago gelado de Baikal, na Rússia, patente de 9 de outubro até 30 de novembro. O concerto de abertura do CineEco ficará a cargo dos Anaquim, banda de Coimbra com influências de cantautores portugueses, como Fausto, Sérgio Godinho e Zeca Afonso, e da canção francesa, da música country e do blue grass.
O Festival Internacional da Serra da Estrela deste ano será ainda ‘palco’ para três ante-estreias nacionais, uma destas já foi anunciada, será o documentário “La Croisade”, filme gaulês do realizador e ator Louis Garrel, que integrou o novo departamento de Cannes "Cinema for the Climate”. As restantes duas ante-estreias serão brevemente reveladas.
No dia 13 de outubro, Dörte Schneider, especialista certificada em matéria de educação e sensibilização para uma produção mais verde, fará uma palestra sobre “Green Shotting” com o objetivo de sensibilizar e informar o setor audiovisual para a adoção de práticas ambientais sustentáveis e promoção dos mesmos como agentes de mudança para integração de modelos de produção mais verdes.
De 9 de outubro a 30 de novembro estará também patente no Foyer Auditório a mostra “Artes Plásticas – Projeto ReciclARTE”, da companhia ASTA Teatro. Esta exposição integra artes plásticas, teatro, música e… lixo para a criação de diversos objetos artísticos e com o intuito de combater o insucesso escolar e educar para a reciclagem, reutilização e reaproveitamento de resíduos.
A 16 de outubro, no último dia do CineEco, e em parceria com o Festival DME, poderá ser vista a instalação interativa “Lugares Invisíveis”, uma mostra com paisagens sonoras e visuais que impelem à reflexão sobre o meio ambiente, diferentes níveis de poluição e a nossa relação com o planeta.
“A resiliência do CineEco é reveladora da pertinência da temática ambiental nos dias de hoje. Curiosamente, os 27 anos deste Festival cruzam-se com episódios marcantes que aconteceram no mundo e, em particular, na nossa sociedade como é o caso dos incêndios de 2017, a desflorestação da Amazónia e de outras manchas verdes, os mais recentes incêndios nos EUA, Austrália, as cheias devastadoras que aconteceram este ano na Europa, o recrudescimento de fenómenos cada vez mais extremos. Este ano, o CineEco regressa com sentido renovado de missão pelo cinema, pela divulgação de jovens realizadores nacionais, pela educação ambiental da comunidade, mas também pelo apoio à cultura e ao cinema”, reitera a Direção do Festival.
Portugal, França e Espanha são os países com maior representação cinematográfica na Competição Oficial da 27ª edição do CineEco. Este ano, o mais antigo festival de cinema ambiental do mundo recebe um número recorde de mais de 90 filmes de mais de 20 países que podem ser vistos entre 9 e 16 de outubro, na Casa Municipal da Cultura de Seia.
O CineEco é membro fundador e faz parte da direção da Green Film Network, uma plataforma de 40 festivais de cinema ambiental. É organizado há 26 anos pelo Município de Seia e conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República e do Departamento de Ambiente das Nações Unidas.
Fonte: CineEco
O filme “Os Verdes Anos, de Paulo Rocha (1963)” encerra hoje as sessões de cinema às terças no Museu da Guarda, apresentadas pelo Cineclube desta cidade.
Esta iniciativa é realizada no âmbito de “Isto (não) é um Festival".
A sessão, a decorrer a partir das 21h30, no pátio interior do Museu da Guarda, lotação limitada e entrada livre mediante levantamento prévio de bilhetes (disponíveis no local uma hora antes do início da sessão).

O Cineclube da Guarda vai apresentar cinema no Pátio Interior do Museu desta cidade, às terças-feiras, de 11 de agosto a 8 de setembro.
Trata-se de uma iniciativa no âmbito de “Isto (não) é um Festival”, programa de animação de verão da Câmara Municipal,
Com lotação limitada e de acordo com as recomendações de segurança exigidas pela DGS devido à atual crise pandémica por COVID 19, o Cinema no Museu tem início a 11 de agosto com o filme Umberto D. de Vittorio De Sica, seguindo-se-lhe os filmes O Rio Sagrado de Jean Renoir; Lua de Papel de Peter Bogdanovich; O Comboio Apitou Três Vezes de Fred Zinnemann e Os Verdes Anos de Paulo Rocha, sempre à terça-feira e até 8 de setembro.
A entrada é livre mediante levantamento prévio de bilhetes (disponíveis no local uma hora antes do início da sessão).
Fonte: CMG

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