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Exposição sobre Ladislau Patrício

por Correio da Guarda, em 28.01.20

Exposição.jpg

Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda, está patente a partir de hoje, e até 27 de março, a exposição "Ladislau Patrício entre a Saúde e a Escrita".

Esta exposição está integrada no Projeto “A Terra da Escrita”, apresentando a vida e obra de Ladislau Patrício, médico e escritor.

 

Ladislau Patrício, nascido na Guarda a 7 de dezembro de 1883, foi um médico distinto, apreciado escritor, um acérrimo defensor da sua terra, das qualidades das suas gentes, das riquezas históricas e culturais desta cidade.

Após ter concluído os seus estudos na sua terra natal rumou a Coimbra, onde conviveu “fraternalmente com alunos das diversas Faculdades, alguns dos quais se distinguiram mais tarde, pela vida fora, no campo das ciências, das artes, das letras e da política”, nomeadamente António Sardinha, Alfredo Pimenta, Hipólito Raposo, Alfredo Monsaraz, Cândido Guerreiro, Ramada Curto, João de Barros, entre outros.

Antes de terminar os estudos conducentes à obtenção da licenciatura em Medicina (o que ocorreu em 30 de setembro de 1908) Ladislau Patrício já prestava cuidados médicos, como ele próprio revelou, tendo “praticado no Sanatório” em 1907, aquando da entrada em funcionamento desta conhecida unidade de tratamento da tuberculose.

Em 1909 foi opositor a um concurso para exercer as funções de médico municipal em Loulé, cargo para o qual foi nomeado em 2 de setembro desse ano.

Com a implantação da República, este clínico teve uma fugaz passagem pela vida política; em 1910 aparece como Vice-Presidente da Comissão Executiva do Centro Republicano da Guarda, presidida por seu cunhado, o poeta Augusto Gil. Em 1911 esteve à frente dos destinos do município guardense; foi breve a sua permanência como autarca.

Augusto Gil, juntamente com o matemático Mira Fernandes (também cunhado de Ladislau Patrício), tentou convencer o médico guardense a fixar-se em Lisboa, para aí desenvolver a sua atividade profissional; contudo nunca o conseguiu demover da ideia de permanecer na localidade que o viu nascer. “Eu tenho três terras no meu coração: a Guarda, minha amada terra natal, Coimbra onde me formei e a distante Parada, berço da minha mulher”, escreveu, mais tarde, num dos seus trabalhos.

O registo biográfico de Ladislau Patrício passa ainda pelo Liceu Nacional da Guarda, onde lecionou a partir de 1911, à semelhança de outras destacadas figuras dessa época.

Entre 1917 e 1919 dirigiu o Sanatório Militar de S. Fiel, em Louriçal do Campo (Castelo Branco), atividade da qual deixou interessantes indicações num relatório que publicou, em 1920, sob o título “A Assistência em Portugal aos feridos da guerra por tuberculose”.

Em 1922, a convite do médico Amândio Paul, passou a trabalhar (como subdiretor) no Sanatório Sousa Martins, dirigido nessa época por aquele clínico, a quem viria a suceder, em 1932; nessas funções permaneceu até 7 de Dezembro de 1953; recordemos que os sanatórios constituíram, aliás como aconteceu com os Dispensários, um dos elementos essenciais da luta contra a tuberculose

Na vida de Ladislau Patrício sobressai, de facto, um “autêntico sacerdócio pela Guarda e pelos doentes do Sanatório”, onde, como é sabido, se encontravam doentes de todas as condições sociais e económicas.

O seu labor clínico estendeu-se ao Hospital Francisco dos Prazeres, tendo presidindo à Liga de Amigos daquela unidade de saúde; trabalhou ainda na Delegação de Saúde da Guarda e no Lactário desta cidade, após a morte do Dr. António Proença

No ano de 1939, Ladislau Patrício foi eleito vogal da Ordem dos Médicos, estrutura profissional que teve como primeiro bastonário o Prof. Elísio de Moura, docente na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. Na sequência de uma proposta do médico guardense foi criada, no âmbito da Ordem, a especialidade de Tisiologia, “com o acordo unânime dos membros do Conselho Geral”.

No Sanatório Sousa Martins sabemo-lo empenhado em apoiar, em finais da década de quarenta, a radiodifusão sonora no seio daquela unidade de tratamento da tuberculose.

O primeiro regulamento da Rádio Altitude (outubro de 1947) tem a chancela de Ladislau Patrício, que por diversas vezes utilizou os microfones desta rádio para contactar os seus concidadãos; na passagem do 750º aniversário da cidade, assinalou a efeméride naquela emissora, através de uma intervenção onde exaltava a Guarda, como terra da saúde e de progresso…

Um dos sonhos de Ladislau Patrício concretizou-se em 31 de Maio de 1953, através da inauguração do Pavilhão Novo do Sanatório Sousa Martins, um “edifício gigantesco com 250 metros de comprido e com 350 leitos destinados exclusivamente a doentes pobres”; meses depois completou 70 anos, “atingindo assim o limite de idade oficial como delegado de Saúde e diretor do Sanatório, onde prestou serviço durante 31 anos, 12 como médico assistente e 19 como diretor.

Em finais de fevereiro de 1955 Ladislau Patrício foi viver para Lisboa, onde foi escolhido para Presidente do Conselho Regional da Casa das Beiras, função que viria mais tarde abandonar, a seu pedido; faleceu na noite de Natal de 1967.

Ladislau Patrício é um dos nomes consagrados na galeria de médicos-escritores, tendo manifestado bem cedo a sua faceta de homem de cultura. No Sanatório Sousa Martins apoiou projetos com indiscutível alcance cultural e social; veja-se o caso do jornal “Bola de Neve” e da Rádio Altitude, que estiveram dependentes, inicialmente, da Caixa Recreativa daquela unidade hospitalar.

O “Bacilo de Kock e o Homem” é uma das suas obras, de cariz científico mais divulgadas, a qual se integra na Biblioteca Cosmos, dirigida por Bento de Jesus Caraça; não deixa de ser elucidativa a presença de Ladislau Patrício nesta colecção.

“Altitude: o espírito na Medicina” é um dos mais significativos trabalhos de Ladislau Patrício, reunindo impressões, “vivas reacções dum temperamento perante determinada série de factos”, onde o autor deixa vincado que o médico, para além das suas funções técnicas, “tem uma missão espiritual a cumprir. A sua atitude na vida, e sobretudo no tratamento dos doentes, deverá ser a do sábio que procura a verdade e a do artista que cultiva a ilusão”.

“A Doente do Quarto 23” foi outra das obras que alcançou grande notoriedade; esta peça chegou a ser representada em Goa. Ladislau Patrício escreveu ainda “Teatro Sem Actores” “Casa Maldita” e “O Mundo das Pequenas Coisas”.

O médico Ladislau Patrício dá o seu nome, desde 1893, a uma das artérias da zona urbana da Quinta do Pinheiro, na Guarda. A Câmara Municipal da Guarda deliberou a designação de uma das ruas desta zona da cidade em reunião do executivo realizada a 22 de fevereiro de 1983; o ato de atribuição do nome ocorreu a 15 de maio de 1983.

O nome deste clínico guardense está igualmente presente na toponímia lisboeta, atribuição feita em 27 de maio de 1987, por decisão do executivo da Câmara Municipal de Lisboa.

Honrar a memória de Ladislau Patrício é um inquestionável acto de justiça, pelo seu exemplo, pela sua dedicação aos doentes, pela postura intransigente na defesa da Guarda. (Hélder Sequeira)

 

Ladislau Patrício - livro - HELDER SEQUEIRA.jpg

 

 

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publicado às 22:31

Programação da BMEL dedicada a Eduardo Lourenço

por Correio da Guarda, em 05.05.17

Eduardo Lourenço - Foto Helder Sequeira.JPG

    A Biblioteca Municipal da Guarda dedica a programação do corrente mês de Maio a Eduardo Lourenço, seu patrono, a propósito da celebração do seu 94º aniversário.

    Eduardo Lourenço nasceu em São Pedro de Rio Seco (Almeida) a 23 de Maio de 1923. Frequentou o Liceu da Guarda e cursou Ciências Histórico-Filosóficas na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Após o curso, lecionou nessa faculdade como professor assistente, até 1953, iniciando a sua colaboração em revistas como a Vértice, onde se estreou com um poema e onde foi publicando ensaios.

    A partir de 1953 exilou-se voluntariamente, por estar desapontado com a vida académica portuguesa, não chegando a apresentar a tese de doutoramento, então em projeto, sobre o tema “Tempo e Verdade”. Lecionou, então, em universidades estrangeiras nas cidades de Hamburgo, Heidelberg, Montpellier, São Salvador da Baía, Grenoble e Nice.
    A abordagem crítica da realidade, inicialmente inspirada pelo neorrealismo, aproximou-se depois do existencialismo e tornou a sua produção ensaística num fenómeno singular na cultura portuguesa.
   A sua obra tem sido também permeada pela literatura, levando-o a escrever sobre escritores portugueses, como Miguel Torga, Vergílio Ferreira, Agustina Bessa-Luís, Jorge de Sena e José Saramago, entre outros, voltando a temas políticos quando a realidade o motiva a tal.
    Eduardo Lourenço é tido como um dos mais prestigiados intelectuais europeus.

 

    Fonte: BMEL

 

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publicado às 21:50

A Censura na roda do medo

por Correio da Guarda, em 14.04.16

 

     "A censura na roda do medo" é o tema da conferência que Fernando Paulouro Neves vai proferir, no dia 22 de Abril, pelas 18horas, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda. Esta conferência é promovida no âmbito da comemoração do 25 de Abril de 74.

Fernando Paulouro . jf.jpg

      Fernando Paulouro Neves foi chefe de redação do Jornal do Fundão e Diretor. Tem colaboração diversa em jornais e revistas, prefaciou livros de ensaio, poesia e de ficção e participou em obras coletivas sobre questões da realidade transfronteiriça. Escreveu, com Daniel Reis, “A Guerra da Mina e os Mineiros da Panasqueira”, é autor do texto dramático “O Foral: tantos Relatos/Tantas Perguntas”, e de “Era uma vez Cerinéu…”.
     Publicou o livro de ficção “Os fantasmas não fazem a barba” e “A materna casa da Poesia – sobre Eugénio de Andrade” (ensaio) e recentemente o conto “Os Olhos do Medo”.
    Dirigiu e colaborou em variadíssimos suplementos literários, presidiu ao Teatro das Beiras e 2012 faz parte dos corpos sociais da fundação Manuel Cargaleiro.

 

    Fonte: BMEL

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publicado às 23:58

Agostinho da Silva evocado na Guarda

por Correio da Guarda, em 03.04.16

 

 

     A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda, vai assinalar, a 7 de Abril, os 22 anos da morte de Agostinho da Silva, filósofo, poeta e ensaísta português.

    "Agostinho da Silva: pelo saber atento à vida" é o tema da conferência que será proferida, a partir das 18 horas, por Maurícia Teles da Silva,  investigadora da Cultura e do Pensamento português, em Etnomusicologia e O Culto do Espírito Santo.
     Tem publicações diversificadas nas vertentes de poesia e ensaio, tem colaborado em revistas de cultura, jornais e rádio. Coordena o Boletim Folhas à Solta da AAS. Tem participado em inúmeras palestras e Colóquios nacionais e internacionais. Conviveu e desenvolveu projetos com o Professor Agostinho da Silva. É Presidente da Associação com o nome daquele filósofo.

 

 

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publicado às 15:27

Conferência sobre Vergílio Ferreira

por Correio da Guarda, em 11.01.16

     "Vergílio Ferreira no século XXI" é o tema da conferência que Gabriel Magalhães vai proferir, amanhã, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (BMEL), Guarda.
      A iniciativa, a ter lugar pelas 18 horas, insere-se no conjunto de ações que a BMEL está a levar a cabo em janeiro, para assinalar o centenário de nascimento do autor Vergílio Ferreira.

     Gabriel Magalhães é natural de Angola, a sua vida tem decorrido entre Portugal e Espanha. Atualmente reside na Covilhã, em cuja universidade é docente de Literatura.
     Foi coordenador do projeto de investigação «Relações Linguísticas e Literárias entre Portugal e Espanha, desde o Início do Século XIX até à Atualidade» (RIPES), que reuniu diversas universidades ibéricas. Organizou ainda a edição de El dret al futur / O Direito ao Futuro (2013), uma experiência de diálogo ensaístico entre a Catalunha e Portugal. Colabora regularmente no jornal La Vanguardia (Barcelona) e no Jornal do Fundão.

 

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publicado às 12:45

Bordalo Pinheiro na BMEL

por Correio da Guarda, em 16.01.14

 

     Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda, estão patentes, até 28 de Fevereiro, as exposições “Vida e Obra de Rafael Bordalo Pinheiro” e “A Paródia”.

     A estrutura da exposição itinerante “Vida e Obra de Rafael Bordalo Pinheiro” privilegia a imagem, acompanhando textos de leitura rápida e acessível com títulos apelativos para contextualizar a obra de Rafael Bordalo Pinheiro nos seus mais variados aspetos.

     A mostra é constituída por oito painéis temáticos.

    Considerado um dos maiores caricaturistas e humoristas no Portugal dos finais do século XIX, Bordalo Pinheiro foi também o precursor da banda desenhada e da publicidade artística, assim como do cartaz artístico em Portugal.

     Por sua vez, “A Paródia” é uma mostra constituída por alguns números do jornal humorístico ilustrado publicado em Lisboa por Rafael Bordalo Pinheiro entre 1900 e 1907.

     Além de fundar o jornal, Bordalo Pinheiro foi também seu diretor até janeiro de 1905. Com a morte do caricaturista, o jornal passou a ser dirigido pelo filho, Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro (1867-1920), ainda que tal informação só apareça no cabeçalho a partir do n.º 188, de 20 de abril de 1907.

    De entrada livre, as mostras podem ser visitadas durante o horário da BMEL.

Fonte: BMEL/CMG 

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publicado às 23:09

Poetas da Guarda

por Correio da Guarda, em 08.03.12

 

 

    Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (BMEL), na Guarda, está patente uma mostra bibliográfica alusiva a poetas que evocaram esta cidade nas suas criações literárias.

    D. Sancho I, Estêvão da Guarda, Tomás Ribeiro, José Augusto de Castro, Augusto Gil, Nuno de Montemor, Ladislau Patrício, António Monteiro da Fonseca, Osório de Andrade, Américo Rodrigues e Manuel António Pina são alguns dos poetas representados.

 

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publicado às 23:57

Nuno de Montemor na BMEL

por Correio da Guarda, em 12.01.12

 

     Até 31 de Janeiro decorre na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (BMEL) uma mostra bibliográfica sobre Nuno de Montemor.

     Este escritor, natural de Quadrazais (concelho de Sabugal) faleceu em 1964, sendo o autor de vários livros de poesia e romances, tendo em “Maria Mim” uma das suas principais, e mais divulgadas, produções literárias.

     Nuno de Montemor foi o pseudónimo utilizado pelo padre Joaquim Álvares de Almeida, que, entre outras funções, desempenhou o cargo de capelão do Regimento de Infantaria 12, aquartelado, durante algumas décadas, na cidade da Guarda.

 

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publicado às 23:19

Novo livro de Américo Rodrigues

por Correio da Guarda, em 14.12.11

 

 

     Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (Guarda) vai ser apresentado no próximo sábado, 17 de Dezembro, um novo livro de Américo Rodrigues, intitulado “Acidente Poético Fatal”. A sessão terá lugar pelas 18 horas.

     Américo Rodrigues, Director do Teatro Municipal da Guarda, nasceu em 1961, nesta cidade.

Licenciado em Língua e Cultura Portuguesa (ramo cientifico) pela Universidade da Beira Interior e Mestre em Ciências da Fala pela Universidade de Aveiro, é autor de diversas publicações.

     “Na nuca”(1982), ”Lá fora: o segredo” (1986) “A estreia de outro gesto” (1989), “Património de afectos” (1995), “Vir ao nascedoiro e outras histórias (1996), “Instante exacto” (1997), “Despertar do funâmbulo” (2000), “O mundo dos outros”(2000), ”Até o anjo é da Guarda” (2000),“Panfleto contra a Guarda” (2002), “Uma pedra na mão” (2002), “Obra  completa – revista e aumentada” (2002), “O mal – a incrível estória do homem-macaco-português” (2003), “A tremenda importância do kazoo na evolução da consciência humana” (2003), ”Escatologia” (2003), “Os nomes da terra” (2003), “A fábrica de sais de rádio do Barracão (2005),  “Aorta Tocante” (2005), “O céu da boca” (2008),  “Escrevo-Risco” (2009) e “Cicatriz:ando” (2009) são alguns dos seus trabalhos.

    Coordenou os cadernos de poesia “Aquilo”, do boletim/revista “Oppidana”, foi co-director da revista “Boca de Incêndio”, coordenador da revista cultural “Praça Velha” e da colecção de cadernos “O fio da memória”.

    Colunista de vários jornais, recebeu o Prémio Gazeta de Jornalismo Regional e também o Prémio Nacional de Jornalismo Regional. Em 2010 recebeu a medalha de mérito cultural atribuída pelo Ministério da Cultura.

     Foi animador cultural na Casa de Cultura da Juventude da Guarda/FAOJ (desde 1979 até 1989) e na Câmara Municipal da Guarda (desde 1989), onde coordenou o Núcleo de Animação Cultural.

 

 

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publicado às 12:56

Revista PRAÇA VELHA

por Correio da Guarda, em 12.12.11

    

     Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço vai ser apresentado, no próximo dia 15 de Dezembro, o volume nº 30 da Revista Praça Velha.

     Na mesma sessão, com início pelas 18 horas, terá lugar o lançamento de novos números da Colecção “O Fio da Memória”.

     Estas obras são editadas pela Câmara Municipal da Guarda.

 

 

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publicado às 12:42


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