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Almaraz

por Correio da Guarda, em 25.03.18

 

     Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda, vai ser apresentada na próxima terça-feira, 27 de Março, a obra "Almaraz e outras coisas más", coordenada por António Eloy.

    Um livro que conta com 30 colaborações dos mais variados setores da sociedade, entre as quais a de António Eloy, um dos coordenadores do Movimento Ibérico Antinuclear (MIA); trata-se de umma obra sobre a questão nuclear que tem ensombrado a Península Ibérica nas últimos décadas e que aborda casos concretos, como a central nuclear espanhola de Almaraz, situada perto de Portugal.
     O livro aborda basicamente o passado histórico e a atualidade do nuclear na Península Ibérica. A apresentação terá lugar pelas 18 horas.

 

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publicado às 23:55

Histórias e historietas da Guarda

por Correio da Guarda, em 22.03.18

 

     “Guarda: a memória – Histórias e historietas da nossa Guarda dos anos 70 por quem as viveu ou as conhece” é o tema da tertúlia que será realizada, dia 29 de março, pelas 18 horas, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço.

    João Trindade Nave conduzirá esta conversa informal que permitirá uma revisitação dos espaços, das expressões, dos movimentos, dos objetos, dos edifícios e das vivências das gentes da cidade.

 

 

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publicado às 08:32

Jornalismo e Diplomacia

por Correio da Guarda, em 01.03.18

 

     O livro "Arte de falar e arte de estar calado: Augusto de Castro - jornalismo e diplomacia", de Clara Isabel Serran, vai ser apresentado na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda, no próximo dia 10 de Março, pelas 16 horas.

    A obra será apresentada pelo ex-jornalista, Mário Matos e Lemos, natural de Gonçalo (Guarda), que trabalhou com Augusto de Castro no Diário de Notícias e que desempenhou, entre 1972 e 1998, funções de conselheiro cultural e de imprensa em diversas embaixadas portuguesas.

    A sessão de apresentação contará também com a presença da coordenadora da coleção "História Contemporânea", em que a obra se insere, editada pela Imprensa da Universidade de Coimbra, Maria Manuela Tavares Ribeiro.

 

    Fonte: BMEL

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publicado às 23:18

Rui de Pina na BMEL

por Correio da Guarda, em 14.02.18

 

     "Rui de Pina: cronista-mor do reino" é o tema  da exposição que está patente, desde o passado dia 6 de Fevereiro até ao próximo dia 28, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda.

    De entre os antigos cronistas portugueses, Rui de Pina foi o que mais crónicas escreveu: de D. Sancho I, D. Afonso II, D. Sancho II, D. Afonso III, D. Dinis, D. Afonso IV, D. Duarte, D. Afonso V, D. João II e D. Manuel I (início).

    Foi uma testemunha de factos importantes do seu tempo e teve um papel ativo, como burocrata, diplomata e cronista, na construção do reino de Portugal. (Fonte: BMEL)

Exposição.jpg

     Foto: BMEL

 

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publicado às 23:37

Afonso Lopes Vieira na BMEL

por Correio da Guarda, em 23.12.17

 

Afonso Lopes Vieira.jpg

    A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (BMEL), Guarda, vai dedicar o mês de Janeiro de 2018 a Afonso Lopes Vieira.

    Nascido em Leiria  a 26 de janeiro de 1878, Afonso Lopes Vieira faleceu em Lisboa a 25 de janeiro de 1946.

   Ainda jovem, o autor descobriu os clássicos da literatura através da biblioteca do seu tio-avô, o poeta Rodrigues Cordeiro, e iniciou a sua colaboração em jornais manuscritos, de que são exemplos A Vespa e O Estudante.

   A sua vida foi vivida entre Lisboa, a casa de Verão de São Pedro de Moel e completada com viagens por Espanha, França, Itália, Bélgica, norte de África e Brasil. Formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra em 1900 e depois de tentar o exercício da advocacia junto do seu pai, radicou-se em Lisboa, optando pelo ofício de redator na Câmara dos Deputados, que exerceu até 1916. Quanto à sua dedicação à literatura portuguesa é em 1897 com o livro Para Quê? que marca a sua estreia. No entanto, só em 1916 se dedica em exclusivo a esta atividade que se prolonga até 1947, data em que publica o seu último livro: Branca Flor e Frei Malandro.

    Foi um acérrimo defensor do património cultural Português e um eclético homem de cultura. É considerado um ilustre poeta, um dos primeiros representantes do Neogarrettismo, ligado à corrente conhecida como Renascença Portuguesa.

 

    (Fonte: BMEL)

 

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publicado às 00:01

Cinema na BMEL

por Correio da Guarda, em 15.12.17

 

     A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda, exibe dia 27, o filme "O gebo e a sombra" de Manoel de Oliveira.

    Baseado na peça homónima de Raul Brandão (1867-1930), escrita em 1923, esta obra do mestre Manoel de Oliveira é um retrato da pobreza, da honestidade e do sacrifício.

filme.jpg

 

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publicado às 23:39

BMEL lembra Raul Brandão

por Correio da Guarda, em 02.12.17

 

     Raul Brandão (1867-1930), considerado um "rasto visível" na literatura portuguesa do século XX, será lembrado durante o mês de dezembro na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda.

    Militar, jornalista e escritor, Raul Brandão criou em 1889, com António Nobre e Justino de Montalvão, o grupo iconoclasta "Os insubmissos" que coordenou a publicação de uma revista com o mesmo título. Nos finais do século XIX dirigiu com Júlio Brandão e D. João de Castro a Revista de Hoje (1895) e colaborou no jornal "Correio da Manhã".

    Raul Brandão deixou uma extensa obra literária e jornalística, ficando conhecido por obras como "Húmus", "Os pobres", "A farça", "A morte do palhaço", entre outras.

   As iniciativas dedicadas à evocação a Raul Brandão terão início dia 7 às 18h, com a conferência "Raul Brandão entre o grotesco e a ternura – uma poética do espanto e do tremor", pelo professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e da Universidade Católica Portuguesa, José Carlos Seabra Pereira.

   O ciclo prossegue no dia 19 de dezembro com a peça de teatro "O Rei imaginário", de Raul Brandão, pela Companhia Cepa Torta, sob a direção de Leonor Buescu e interpretação de Miguel Maia.

   As sessões, às 15h00 (para Utentes de Lares e Centros de Dia do Concelho da Guarda) e às 21h30 (destinada à comunidade em geral) incluem a leitura de excertos da obra "Húmus" de Raul Brandão. Trata-se de uma iniciativa gratuita, através do levantamento prévio do bilhete na receção da BMEL. 

   Tal como toda a obra literária de Raul Brandão, o texto "O Rei Imaginário" está carregado de um sentimento decadentista-simbolista expressivo, em particular no desencanto com a realidade, pela rotina dos dias, que instava a criação de uma nova ordem moderna.

   Por último, o filme "O gebo e a sombra" de Manoel de Oliveira encerra no dia 27 às 18h00, o ciclo dedicado a Raul Brandão. Baseado na peça homónima, escrita em 1923, esta obra do mestre Manoel de Oliveira é um retrato da pobreza, da honestidade e do sacrifício.

   Quanto à restante programação, a apresentação de livros, teatro, uma tertúlia e algumas iniciativas dedicadas aos mais novos, completam a programação de 2017 da BMEL.

    Assim, no dia 4 (10h00 e 14h30) será apresentado o livro "Eram sete os medos do Pedro" de Odete Ferreira. Segundo a autora, "Eram sete os medos do Pedro" é uma conversa pegada entre ela e o seu neto Pedro.

    "No caminho da mudança- intervenções em contexto prisional" é o nome da tertúlia a realizar dia 5 às 18h00, com Luís Couto, Isabel Carvalho, Américo Rodrigues, Judite Pereira e Luísa Fernandes, e moderação de Hélder Sequeira. Uma iniciativa que tem por finalidade refletir sobre as estratégias de intervenção (culturais, educacionais, etc.), em contexto prisional, que têm em vista a reinserção social.

    Já no dia 9 às 16h00 é apresentada por Rita Alçada Castelo Branco a obra "No trilho dos seis zimbros" de António José Alçada. Constituem o livro "Seis histórias que atravessam diferentes tempos e vivências.

   Uma amizade que sucumbe à sedução, mas que resiste à vertigem da relação amorosa. Laços familiares que perduram e que sinalizam caminhos de inocência e lealdade."(...).

    Destacamos ainda a peça "Sancho Pança" de António José da Silva, pela Oficina de Teatro do Estabelecimento Prisional da Guarda, a ter lugar dia 11 às 15h30 (Alunos do Secundário) e 18h00 (público em geral).

    Ao longo de vários meses os participantes da Oficina de Teatro do Estabelecimento Prisional da Guarda, sob orientação de Américo Rodrigues, prepararam o entremez de António José da Silva, agora apresentado por um novo elenco. A iniciativa insere-se no âmbito de um protocolo de colaboração entre a Câmara da Guarda, através da BMEL, e o Estabelecimento Prisional da Guarda.

    Ainda no que toca à apresentação de livros, no dia 16 às 16h00 será apresentado por Luísa Fernandes, "O menino que tinha um buraco no coração" de Susana Campos. "Este livro é um facilitador de gestão emocional infantil que, com o seu texto e ferramentas pedagógicas, pretende sensibilizar e valorizar a expressão e aceitação dos sentimentos, para o desenvolvimento harmonioso da personalidade da criança."

    Por fim, "O fim do mundo: das profecias de desgraça ao júbilo da parusia", de Manuel A. Pereira de Matos, é o último livro a ser apresentado neste ano na biblioteca, dia 21 às 18h00. "Contra o medo do "fim do mundo" e as repetidas profecias a tal respeito a mensagem cristã anuncia o júbilo da Parusia, isto é, da manifestação gloriosa de Cristo, no fim dos tempos. Quando será isso? Que diz a Bíblia e que diz a Ciência? Como será o Juízo final?"

    No que toca a exposições, a BMEL tem patente ao público durante este mês "O imaginário de Camilo Pessanha: foto ficções" de Victor Belém.

 

 

 

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publicado às 09:21

Encontro na BMEL com Pinharanda Gomes

por Correio da Guarda, em 12.11.17

 

     Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda, vai realizar-se no próximo dia 23 de Novembro, pelas 18 horas, um encontro com Jesué Pinharanda Gomes.

   Natural de Quadrazais, concelho do Sabugal, Pinharanda Gomes é uma figura incontornável da cultura portugues. Há alguns anos atrás comentava-nos que, literariamente falando, é natural da Guarda; embora realizado em Lisboa, como nos dizia, foi na cidade mais alta de Portugal que lançou as primeiras raízes.

    Numa das suas muitas obras, Pinharanda Gomes escreveu que, “na esquina do tempo, e tendo saído da Guarda há muitos anos (parece que temos o destino da emigração) foi-nos concedida a graça de permanecermos fiel à mátria”.

    Essa fidelidade tem sido constante, exemplar, de uma grandeza própria de personalidades de enorme saber e erudição mas simultaneamente simples, humanas e profundamente solidárias com a sua terra de origem.

    A sua presença, frequente, em iniciativas aqui realizadas ou as intervenções proferidas sobre temáticas e personalidades ligadas à nossa região comprovam isso mesmo. Pinharanda Gomes “constitui, hoje, um exemplo vivo de um estudioso desinteressado, sem prebendas nem honras institucionais, fazendo do estudo erudito uma vocação de vida”, como escreve Miguel Real num dos textos publicados na obra atrás referenciada. “Na Guarda – sublinha José Domingues, outro dos articulistas – se desenvolveu uma fase crucial da ascese do adolescente, despertado para a vida espiritual por um conjunto de mestres, que por mais de uma vez recordarão ao longo da vida (…)”.

Pinharanda Gomes - fot Helder Sequeira.jpg

      No conjunto vasto de títulos publicados por Pinharanda Gomes avultam três áreas: os contributos na História da Filosofia; as monografias da história da Igreja e os estudos regionais; ele tem-se afirmado um defensor convicto, e incansável, do nosso património histórico-cultural e outrossim dos valores humanos, mormente desta zona raiana. “Sentimos quanto é longo o dever de um homem dar contas públicas do muito ou do pouco que lhe foi possível realizar pela valorização do seu património, isto é, das coisas da sua terra natal”.

   Recorde-se que no Sabugal funciona, há alguns anos, o Centro de Estudos Pinharanda Gomes. Neste Centro está reunido todo a acervo documental particular, que o autor doou à Câmara Municipal do Sabugal, bem como cerca de 3 500 opúsculos e volumes sobre temáticas diversas.

  

 

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publicado às 12:45

Terra da Escrita

por Correio da Guarda, em 01.11.17

 

    Rui de Pina, Jesué Pinharanda Gomes e Pedro Dias de Almeida são os escritores em destaque na próxima edição do projeto de divulgação das obras e dos autores locais, “A Terra da Escrita”.

   O programa, destinado a cerca 4300 participantes, é constituído por várias sessões das oficinas de escrita, de jornalismo, de ilustração, de papel reciclado, de preservação dos livros, de encadernação, de tipografia tradicional, entre outras.

   Fazem ainda parte do programa visitas à Tipografia do Outeiro de S. Miguel, uma exposição dedicada a Rui de Pina e encontros com os escritores Jesué Pinharanda Gomes e Pedro Dias de Almeida.

   A promoção de hábitos de escrita e de leitura e a divulgação de obras de escritores com ligações à Guarda por nascimento ou por afetos, junto dos alunos do pré-escolar ao secundário, são os principais objetivos d’ “A Terra da Escrita”.

  A Terra da Escrita é um projeto de continuidade promovido pela Câmara Municipal da Guarda, através da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, em parceria com os Agrupamentos de Escolas da Sé e Afonso de Albuquerque.

 

  Fonte: BMEL

 

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publicado às 20:22

"Por amor" na BMEL

por Correio da Guarda, em 16.09.17

 

     No próximo dia 23 de setembro,pelas q6 horads, será apresentada na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (Guarda) a obra "Por Amor".

    Trata-se de uma trabalho de coautoria de Susana Barbosa, Cláudia Pedreira, Dina Coelho, Filipa Carvalho e Alexandra Santiago; elas ouvem, mas partilham a sua história de como é viver com aqueles que não ouvem.

    "Por Amor" é o relato de cinco experiências na primeira pessoa de um amor mágico, de uma partilha de como se pode ser feliz no mundo do silêncio.

 

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publicado às 00:14


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