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Travessias de linhas de água no Sabugal

por Correio da Guarda, em 10.01.20

 

No âmbito do ciclo “À Descoberta do Património” vai ter lugar na Biblioteca Municipal do Sabugal, no próximo dia 16 de janeiro, uma sessão designada “Diferentes meios de atravessar as linhas de água no concelho do Sabugal”.

O antropólogo Jorge Torres, do Gabinete de Arqueologia e Museologia do Sabugal, é o orador convidado desta sessão.

“Desde a travessia a vau até às modernas pontes, muitas têm sido as opções disponíveis. Algumas representam a solução que as populações locais encontraram para resolver o seu problema, outras são já iniciativas de entidades públicas, integradas em sistemas rodoviários mais complexos.” É referido a propósito desta iniciativa.

Vão ser abordados diversos tipos de construção, inovações surgidas ao longo dos tempos, realçando a importância de preservar algum do património popular existente.

Ponte de Sequeiros - Sabugal - HS.jpg

 

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publicado às 22:47

Oficina sobre banda desenhada

por Correio da Guarda, em 09.01.20

 

Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço vai realizar-se, no dia 18 de janeiro, uma oficina de banda desenhada, orientada por Patrícia Guimarães. 

Oficina na Biblioteca.jpg

“A banda desenhada é a arte de contar histórias através da imagem e da palavra. Mas às vezes a inspiração não chega, e foi precisamente por isso, que um grupo de artistas, na década de 90, definiu alguns exercícios que potenciam a criação da banda desenhada. O jogo, o acaso e a restrição podem ser impulsionadores para iniciar uma narrativa e ilustrá-la."

Esta oficina (que decorrerá entre as 10 e as 12 horas) é destinada a adolescentes e adultos; as inscrições devem ser feitas até dia 16 de janeiro.

 
 

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publicado às 20:22

Linha da Beira Alta: o regresso ao passado

por Correio da Guarda, em 17.07.19

 

     No próximo dia 25 de julho vai ser apresentada na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço a   obra “Linha da Beira Alta - Viagem Inaugural".
    A construção da linha da beira alta foi um marco histórico para os portugueses, mas principalmente para os beirões.

    Bronislaw Wolowski acompanhou o percurso inaugural desta linha de caminho de ferro e deixou o interessante relato que agora é apresentado, através da tradução feita por Vitor Nabais.

    A apresentação desta obra terá lugar pelas 17 horas.

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publicado às 08:05

Almaraz

por Correio da Guarda, em 25.03.18

 

     Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda, vai ser apresentada na próxima terça-feira, 27 de Março, a obra "Almaraz e outras coisas más", coordenada por António Eloy.

    Um livro que conta com 30 colaborações dos mais variados setores da sociedade, entre as quais a de António Eloy, um dos coordenadores do Movimento Ibérico Antinuclear (MIA); trata-se de umma obra sobre a questão nuclear que tem ensombrado a Península Ibérica nas últimos décadas e que aborda casos concretos, como a central nuclear espanhola de Almaraz, situada perto de Portugal.
     O livro aborda basicamente o passado histórico e a atualidade do nuclear na Península Ibérica. A apresentação terá lugar pelas 18 horas.

 

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publicado às 23:55

Histórias e historietas da Guarda

por Correio da Guarda, em 22.03.18

 

     “Guarda: a memória – Histórias e historietas da nossa Guarda dos anos 70 por quem as viveu ou as conhece” é o tema da tertúlia que será realizada, dia 29 de março, pelas 18 horas, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço.

    João Trindade Nave conduzirá esta conversa informal que permitirá uma revisitação dos espaços, das expressões, dos movimentos, dos objetos, dos edifícios e das vivências das gentes da cidade.

 

 

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publicado às 08:32

Jornalismo e Diplomacia

por Correio da Guarda, em 01.03.18

 

     O livro "Arte de falar e arte de estar calado: Augusto de Castro - jornalismo e diplomacia", de Clara Isabel Serran, vai ser apresentado na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda, no próximo dia 10 de Março, pelas 16 horas.

    A obra será apresentada pelo ex-jornalista, Mário Matos e Lemos, natural de Gonçalo (Guarda), que trabalhou com Augusto de Castro no Diário de Notícias e que desempenhou, entre 1972 e 1998, funções de conselheiro cultural e de imprensa em diversas embaixadas portuguesas.

    A sessão de apresentação contará também com a presença da coordenadora da coleção "História Contemporânea", em que a obra se insere, editada pela Imprensa da Universidade de Coimbra, Maria Manuela Tavares Ribeiro.

 

    Fonte: BMEL

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publicado às 23:18

Rui de Pina na BMEL

por Correio da Guarda, em 14.02.18

 

     "Rui de Pina: cronista-mor do reino" é o tema  da exposição que está patente, desde o passado dia 6 de Fevereiro até ao próximo dia 28, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda.

    De entre os antigos cronistas portugueses, Rui de Pina foi o que mais crónicas escreveu: de D. Sancho I, D. Afonso II, D. Sancho II, D. Afonso III, D. Dinis, D. Afonso IV, D. Duarte, D. Afonso V, D. João II e D. Manuel I (início).

    Foi uma testemunha de factos importantes do seu tempo e teve um papel ativo, como burocrata, diplomata e cronista, na construção do reino de Portugal. (Fonte: BMEL)

Exposição.jpg

     Foto: BMEL

 

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publicado às 23:37

Afonso Lopes Vieira na BMEL

por Correio da Guarda, em 23.12.17

 

Afonso Lopes Vieira.jpg

    A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (BMEL), Guarda, vai dedicar o mês de Janeiro de 2018 a Afonso Lopes Vieira.

    Nascido em Leiria  a 26 de janeiro de 1878, Afonso Lopes Vieira faleceu em Lisboa a 25 de janeiro de 1946.

   Ainda jovem, o autor descobriu os clássicos da literatura através da biblioteca do seu tio-avô, o poeta Rodrigues Cordeiro, e iniciou a sua colaboração em jornais manuscritos, de que são exemplos A Vespa e O Estudante.

   A sua vida foi vivida entre Lisboa, a casa de Verão de São Pedro de Moel e completada com viagens por Espanha, França, Itália, Bélgica, norte de África e Brasil. Formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra em 1900 e depois de tentar o exercício da advocacia junto do seu pai, radicou-se em Lisboa, optando pelo ofício de redator na Câmara dos Deputados, que exerceu até 1916. Quanto à sua dedicação à literatura portuguesa é em 1897 com o livro Para Quê? que marca a sua estreia. No entanto, só em 1916 se dedica em exclusivo a esta atividade que se prolonga até 1947, data em que publica o seu último livro: Branca Flor e Frei Malandro.

    Foi um acérrimo defensor do património cultural Português e um eclético homem de cultura. É considerado um ilustre poeta, um dos primeiros representantes do Neogarrettismo, ligado à corrente conhecida como Renascença Portuguesa.

 

    (Fonte: BMEL)

 

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publicado às 00:01

Cinema na BMEL

por Correio da Guarda, em 15.12.17

 

     A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda, exibe dia 27, o filme "O gebo e a sombra" de Manoel de Oliveira.

    Baseado na peça homónima de Raul Brandão (1867-1930), escrita em 1923, esta obra do mestre Manoel de Oliveira é um retrato da pobreza, da honestidade e do sacrifício.

filme.jpg

 

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publicado às 23:39

BMEL lembra Raul Brandão

por Correio da Guarda, em 02.12.17

 

     Raul Brandão (1867-1930), considerado um "rasto visível" na literatura portuguesa do século XX, será lembrado durante o mês de dezembro na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda.

    Militar, jornalista e escritor, Raul Brandão criou em 1889, com António Nobre e Justino de Montalvão, o grupo iconoclasta "Os insubmissos" que coordenou a publicação de uma revista com o mesmo título. Nos finais do século XIX dirigiu com Júlio Brandão e D. João de Castro a Revista de Hoje (1895) e colaborou no jornal "Correio da Manhã".

    Raul Brandão deixou uma extensa obra literária e jornalística, ficando conhecido por obras como "Húmus", "Os pobres", "A farça", "A morte do palhaço", entre outras.

   As iniciativas dedicadas à evocação a Raul Brandão terão início dia 7 às 18h, com a conferência "Raul Brandão entre o grotesco e a ternura – uma poética do espanto e do tremor", pelo professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e da Universidade Católica Portuguesa, José Carlos Seabra Pereira.

   O ciclo prossegue no dia 19 de dezembro com a peça de teatro "O Rei imaginário", de Raul Brandão, pela Companhia Cepa Torta, sob a direção de Leonor Buescu e interpretação de Miguel Maia.

   As sessões, às 15h00 (para Utentes de Lares e Centros de Dia do Concelho da Guarda) e às 21h30 (destinada à comunidade em geral) incluem a leitura de excertos da obra "Húmus" de Raul Brandão. Trata-se de uma iniciativa gratuita, através do levantamento prévio do bilhete na receção da BMEL. 

   Tal como toda a obra literária de Raul Brandão, o texto "O Rei Imaginário" está carregado de um sentimento decadentista-simbolista expressivo, em particular no desencanto com a realidade, pela rotina dos dias, que instava a criação de uma nova ordem moderna.

   Por último, o filme "O gebo e a sombra" de Manoel de Oliveira encerra no dia 27 às 18h00, o ciclo dedicado a Raul Brandão. Baseado na peça homónima, escrita em 1923, esta obra do mestre Manoel de Oliveira é um retrato da pobreza, da honestidade e do sacrifício.

   Quanto à restante programação, a apresentação de livros, teatro, uma tertúlia e algumas iniciativas dedicadas aos mais novos, completam a programação de 2017 da BMEL.

    Assim, no dia 4 (10h00 e 14h30) será apresentado o livro "Eram sete os medos do Pedro" de Odete Ferreira. Segundo a autora, "Eram sete os medos do Pedro" é uma conversa pegada entre ela e o seu neto Pedro.

    "No caminho da mudança- intervenções em contexto prisional" é o nome da tertúlia a realizar dia 5 às 18h00, com Luís Couto, Isabel Carvalho, Américo Rodrigues, Judite Pereira e Luísa Fernandes, e moderação de Hélder Sequeira. Uma iniciativa que tem por finalidade refletir sobre as estratégias de intervenção (culturais, educacionais, etc.), em contexto prisional, que têm em vista a reinserção social.

    Já no dia 9 às 16h00 é apresentada por Rita Alçada Castelo Branco a obra "No trilho dos seis zimbros" de António José Alçada. Constituem o livro "Seis histórias que atravessam diferentes tempos e vivências.

   Uma amizade que sucumbe à sedução, mas que resiste à vertigem da relação amorosa. Laços familiares que perduram e que sinalizam caminhos de inocência e lealdade."(...).

    Destacamos ainda a peça "Sancho Pança" de António José da Silva, pela Oficina de Teatro do Estabelecimento Prisional da Guarda, a ter lugar dia 11 às 15h30 (Alunos do Secundário) e 18h00 (público em geral).

    Ao longo de vários meses os participantes da Oficina de Teatro do Estabelecimento Prisional da Guarda, sob orientação de Américo Rodrigues, prepararam o entremez de António José da Silva, agora apresentado por um novo elenco. A iniciativa insere-se no âmbito de um protocolo de colaboração entre a Câmara da Guarda, através da BMEL, e o Estabelecimento Prisional da Guarda.

    Ainda no que toca à apresentação de livros, no dia 16 às 16h00 será apresentado por Luísa Fernandes, "O menino que tinha um buraco no coração" de Susana Campos. "Este livro é um facilitador de gestão emocional infantil que, com o seu texto e ferramentas pedagógicas, pretende sensibilizar e valorizar a expressão e aceitação dos sentimentos, para o desenvolvimento harmonioso da personalidade da criança."

    Por fim, "O fim do mundo: das profecias de desgraça ao júbilo da parusia", de Manuel A. Pereira de Matos, é o último livro a ser apresentado neste ano na biblioteca, dia 21 às 18h00. "Contra o medo do "fim do mundo" e as repetidas profecias a tal respeito a mensagem cristã anuncia o júbilo da Parusia, isto é, da manifestação gloriosa de Cristo, no fim dos tempos. Quando será isso? Que diz a Bíblia e que diz a Ciência? Como será o Juízo final?"

    No que toca a exposições, a BMEL tem patente ao público durante este mês "O imaginário de Camilo Pessanha: foto ficções" de Victor Belém.

 

 

 

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publicado às 09:21


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