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"Interior Sonoro" na Guarda

por Correio da Guarda, em 02.02.26

 

“Interior Sonoro” é a designação de um projeto que está a ser promovido pelo Município da Guarda e TMG.

Este projeto, que cruza a arte e a inclusão, reúne participantes da CERCIG e da Associação de Estudantes dos Países Africanos de Língua Oficia Portuguesa em sessões semanais de música, teatro, escrita terapêutica, fotografia, expressão corporal e mindfulness.

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Guiado pelo eixo “Sombra, Sonho e Trauma”, o projeto, com direção artística do guardense B.Riddim (Luís Sequeira) conta ainda com a colaboração, como formadores, de Maze, Joana Cavaleiro, Miguel Silva, Hugo Quelhas e Vanessa Rei.

O resultado do processo culmina no espetáculo de apresentação, no Teatro Municipal da Guarda (TMG) no próximo dia 4 de julho de 2026, englobando ainda a criação de um livro com conteúdo do processo e um álbum de temas originais.

 

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publicado às 22:56

O desprezo pelo património…

por Correio da Guarda, em 28.12.25

 

Carlos Caetano, historiador e investigador na área de História da Arte, comentou-nos que “o património tem sido vítima da indiferença de quase todos (autoridades civis e eclesiásticas incluídas) mas também do snobismo cultural de muitos eruditos, que só têm tido olhos para as chamadas obras-primas”.

Acrescentava, depois que “o património é um lastro urbanístico e construtivo (e imaterial também) que tem que ser visto na sua globalidade, o que nunca foi feito – nem na Guarda nem, entre nós, praticamente em lado nenhum, infelizmente”.

Natural de Trancoso, Carlos Caetano conhece muito bem a realidade distrital, onde tem desenvolvido uma variada e meticulosa investigação que lhe confirma a evidência. “O distrito e a diocese da Guarda detêm um património de uma valia inestimável, que se manifesta em obras de todo o tipo e em muito grande parte desconhecidas e ignoradas ou então desvalorizadas pelos historiadores”. Aludindo ao “extraordinário património religioso, militar e civil que o passado nos legou”, confessa que é difícil fazer escolhas ou distinções, mas lembra todo um “património urbanístico sensacional de cidades, vilas e aldeias do distrito, constituído por inúmeros conjuntos urbanos fabulosos e sempre esquecidos – conjuntos urbanos cuja valia urge reconhecer e conservar na sua dignidade e na sua harmonia tão ferida ou ameaçada, às vezes por intervenções feitas com as melhores intenções…”.

A ação urgente e pragmática das entidades que tutelam o património é um dos sublinhados que faz nessa entrevista, onde defende que “a curto, médio e longo prazo, há que intervir também a nível educativo, de uma forma informal ou sistemática, visando uma efetiva educação artística com uma forte componente patrimonial – um desígnio pedagógico dos mais prementes e dos mais difíceis de alcançar.”

No decorrer das investigações efetuadas, na nossa zona, tem tido várias surpresas, face a importantes peças do nosso património, de “uma valia inestimável, que se manifesta em obras de todo o tipo e em muito grande parte desconhecidas e ignoradas ou então desvalorizadas pelos historiadores e até por alguns eruditos locais. Destaquem-se os fragmentos de marcos miliários reciclados para novas funções: para poiais dos cântaros no chafariz de Cavadoude ou para servir de pia de água benta na igreja do Codesseiro. Surpresa absoluta, as magníficas traves mudéjares de início do século XVI que sobreviveram do forro quinhentista (hoje perdido) desta mesma igreja. Outra surpresa absoluta foi o conjunto extraordinário de igrejas leonesas que sobrevivem na Raia (Castelo Rodrigo, Escarigo, Mata de Lobos…), com características morfológicas únicas.”

Outra surpresa, destacou ainda, prende-se com “a abundância e a valia extraordinária de escultura pré-barroca, manifestada em relevos e em imagens de vulto, alguma dela atribuída a mestres alemães e sobretudo flamengos quinhentistas, alguns já identificados”; outrossim os dois “chafarizes extraordinários da Vela, presentemente remontados no terreiro fronteiro ao Lar da Misericórdia local, que faziam parte do conjunto que integrava o chafariz de Santo André, colocado na Alameda homónima da Guarda ainda na primeira metade do século passado. Ora, todo este conjunto de chafarizes, verdadeiramente monumental, fazia parte de um jardim barroco que há-de ter sido sumptuoso e que integrava mesmo uma extraordinária e raríssima “casa de fresco” que chegou até nós e que é a única que conhecemos na Beira Alta. Quanto às esculturas dos chafarizes da Vela, pela erudição, pelas pretensões, pela singularidade da sua iconografia e pelo refinamento da factura, parece poderem ser atribuídas aos grandes mestres que criaram e modelaram o Escadório do Bom Jesus de Braga, como espero mostrar em lugar próprio.”

O nosso património não pode ser arrumado para um canto, esperando melhores momentos ou aguardando predisposições pessoais e políticas, sob a oportunidade de agendas eleitorais, sempre com argumentos financeiros subjacentes no contraponto com outras necessidades prioritárias.

Claro que resolver problemas equacionados como prioridade para a comunidade regional não significa haver impedimento de, paralelamente, as entidades ou instituições responsáveis se empenharem na procura das melhores soluções e da sua concretização. Veja-se, a título de exemplo, o que tem sucedido com o património construído do Sanatório Sousa Martins; um progressivo, constrangedor e reprovável adiamento da salvaguarda dos antigos e emblemáticos pavilhões que integravam aquela reputada unidade de tratamento da tuberculose. E sim, o Sanatório Sousa Martins foi um ex-libris da Guarda, e não os seus pavilhões individualmente considerados, como ouvíamos recentemente pela voz de quem tem obrigação de conhecer, minimamente, a história do Sanatório da Guarda…

Pavilhão António Lencastre_Sanatório_foto HS_

Ao longo das últimas cinco décadas houve muitas propostas e soluções apresentadas; assim não é por falta de diagnóstico, mas de tratamento, que a “saúde” dos pavilhões Rainha D. Amélia e D. António de Lencastre (já temos ouvido falar em D. Leonor de Lencastre…) não mereceu a mais que justa, premente e justificada atenção.

É contra esta indiferença que temos de agir, sem tibiezas, em prol da salvaguarda e promoção do nosso património, globalmente entendido; numa atuação inequívoca, assente num espírito de diálogo crítico e construtivo, recusando o anonimato, mas privilegiando a frontalidade e seriedade. É fundamental que deixemos de ser “socialmente, uma coletividade pacífica de revoltados” nas expressivas palavras de Miguel Torga.

Saibamos valorizar o nosso património, conhecer o passado para melhor compreendermos e vivermos o presente, garantindo o seu legado para o futuro!...

 

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publicado às 00:01

Colecionismo Piné no Museu da Guarda

por Correio da Guarda, em 30.11.25

No Museu da Guarda está patente, desde ontem e até 29 de março de 2026, a exposição “Colecionismo Piné: memórias e surpresas”.

Esta exposição é promovida pela Colecionismo Piné, “entidade criada para concretizar um projeto inspirado no legado do colecionador, que inclui a reabilitação de um espaço no centro histórico”.

Como é referido numa nota informativa do Museu da Guarda, o título desta exposição “convoca, em simultâneo, a dimensão íntima e a abertura ao inesperado que marcam o percurso” de António Piné (1931-2022).

Colecionismo Piné_ HS_ -2

Natural do concelho de Pinhel, António Piné exerceu a profissão de farmacêutico na Guarda. “A sua paixão pela arte levou-o a construir uma das mais notáveis coleções privadas da região.”

Grande parte da sua coleção foi doada à Associação Nacional das Farmácias, integrando atualmente o acervo do Museu da Farmácia.

A exposição agora patente no Museu da Guarda, espaço #5, reúne cerca de trinta obras que “permaneceram no seio da família e na cidade, incluindo aquisições recentes realizadas em consonância com o espírito do colecionador”.

Noronha da Costa, Vhils, Cargaleiro, Cesariny, Cutileiro, Paula Rego, Graça Morais, Pedro Croft, Eduardo Batarda, José Guimarães, Bordalo II e Francisco Simões são alguns nomes representados neste certame que propõe um “reencontro com o espírito generoso e curioso de António Piné, para quem a arte foi sempre uma forma de conhecimento, de partilha e de futuro”.

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publicado às 23:15

Arte e Música em Aldeia do Bispo

por Correio da Guarda, em 26.03.25

 

“Arte e Música n’Aldeia” é a designação do evento que irá decorrer, nos dias 5 e 6 de abril, na freguesia de Aldeia do Bispo, concelho da Guarda.

De acordo com a informação divulgada, “este fim de semana cultural celebra a interseção entre arte, música e património, destacando a riqueza cultural da região”.O programa  integra, dia 5, a receção – pelas 9h30 – aos artistas/pintores no Museu da Castanha, seguindo-se uma visita guiada pela aldeia e início das Pinturas ao vivo pelas ruas da freguesia, trabalho que prosseguirá pelas 14 horas, após o almoço.

AB2 

Foto: JF Aldeia do Bispo

 

Para as 15h30 está agendada a evocação de “Rituais da Quaresma” e duas horas depois a apresentação de curtas-metragens na Casa do Povo.

No dia 6 de abril, pelas 9h30, terá lugar a apresentação dos trabalhos "Pintar a Aldeia" na Escola Primária de Aldeia do Bispo e meia hora depois a inauguração do mural de homenagem às ceifeiras de Aldeia do Bispo.

Para as 11 horas está marcado o Concerto do “Síntese”, Grupo de Música Contemporânea, com a estreia da obra "Toada do Granito" de Rúben Borges, na Igreja Matriz.

No período da tarde ocorrerá, a partir das 14 horas, a inauguração da exposição "Bordado com Casca de Castanha" de Adelaide Martins, no Museu da Castanha

"Arte e música na aldeia: O património de Aldeia do Bispo, Guarda" é o tema da palestra que será proferida, a partir das 15 horas, por Sónia Duarte, na Igreja Matriz. O programa prossegue, pelas 16h30, com a atuação grupo Etos Vocal Ensemble, na Igreja Matriz de Aldeia do Bispo.

Naquela freguesia vai decorrer já no próximo sábado, dia 29 de abril, uma “Oficina de escrita criativa e música alternativa”, orientada por Luís Sequeira (B.Riddim).

B.Riddim_sábados criativos_n

“Guardense e cidadão do mundo, Luís Sequeira tem vindo a desenvolver projetos incríveis que unem música e inclusão social. O seu trabalho mais recente, "Beat na Montanha", envolve crianças e jovens da Guarda, incentivando a expressão artística através de sons eletrónicos e ritmos contemporâneos.” É referido numa nota informativa da Junta de Freguesia de Aldeia do Bispo.

Esta atividade – a iniciar às 15h30 na Escola Primária – é aberta a todos os interessados.

 

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publicado às 23:09

Evelina Coelho: imaginários de uma vida

por Correio da Guarda, em 29.01.24

 

No Museu da Guarda vai ser apresentado na quinta-feira, 1 de fevereiro, o catálogo da exposição “Imaginários de uma vida: Evelina Coelho (1945-2013)”.

Como é referido, a propósito do lançamento deste catálogo, “no decurso da sua produção artística, as telas de Evelina Coelho passaram de uma imagem sensível e vaporosa para uma figuração mais expressionista”.

O lançamento terá lugar na Galeria de Arte “Evelina Coelho” e a entrada é livre.

Pintura de Evelina Coelho_n.jpg

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publicado às 22:45

Douro Património Contemporâneo

por Correio da Guarda, em 12.01.24

 

Na Galeria de Artes do Centro Cultural de Vila Nova de Foz Côa está patente, até ao próximo dia 3 de março, a exposição dos trabalhos vencedores do Concurso Internacional de Fotografia 2018 “Douro Património Contemporâneo – Arquitetura, Arte, Imagem”.

Recorde-se que o tema deste concurso foi a arquitetura das barragens, procurando uma relação com o seu contexto, materializado naquilo que é a sua implantação.

exposição_n.jpg

 

 

 

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publicado às 08:45

Simpósio Internacional de Arte Contemporânea

por Correio da Guarda, em 03.11.23

 

A Câmara Municipal da Guarda vai  organizar de 9 a 19 de novembro, a sétima edição do Simpósio Internacional de Arte Contemporânea - Cidade da Guarda (SIAC).
Este evento reunirá vários artistas nacionais e internacionais, tendo por base exposições, produção de arte ao vivo e formação artística, bem como espetáculos e concertos.

SIAC _n.jpg

O tópico 'O Laboratório da Saudade' servirá de mote e de fio condutor ao projetado evento cultural que abrange várias linguagens artísticas: pintura, desenho, gravura, escultura, instalação e performance.
De acordo com informação divulgada pela autarquia guardense, pretende-se aproximar o SIAC às Comemorações do centenário do nascimento de Eduardo Lourenço (1923-2020), autor do ensaio O Labirinto da Saudade, "marco incontornável na sua vasta obra e cujo título inspirou o tema proposto, celebrar uma figura ímpar da cultura europeia do século XX, evocar a vida e obra da pintora guardense Evelina Coelho (1945-2013) e desafiar artistas plásticos nacionais e internacionais, alguns deles com raízes na nossa região".
 
 
 

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publicado às 08:22

Gambozinos e Peobardos no TMG

por Correio da Guarda, em 01.02.23

 

Os Gambozinos e Peobardos - Grupo de Teatro da Vela vão estrear na próxima sexta-feira, 3 de fevereiro, o espetáculo “O Dia Depois de Amanhã”.

Esta décima sétima criação dos Gambozinos e Peobardos resulta de “conversas com antigos combatentes da Guerra Colonial, narradas na primeira pessoa, com o olhar no capim, com o cheiro nas sanzalas, a voz ainda embargada e a memória a pregar partidas”, como é referido a propósito desta nova produção.

Trata-se de um espetáculo “criado com as estórias de quem viveu a Guerra Colonial nas três frentes, Angola, Guiné-Bissau e Moçambique. 60 anos passados”.

Gambozinos_n.jpg Foto: Gambozinos e Peobardos

 

O “Dia Depois de Amanhã” é uma “narrativa onde a realidade e a ficção se confundem, onde o passado é o presente e o presente é o passado e as lágrimas sabem a mar, sabem a despedida, sabem a partidas e a chegadas”.

Com dramaturgia de António Manuel Gomes e Pedro Sousa, que é também o encenador, este novo trabalho dos Gambozinos e Peobardos ( em coprodução com o Teatro Municipal da Guarda (TMG), com o apoio da Santa Casa da Misericórdia da Guarda – extensão do Lar da Vela e do Trigo Limpo Teatro ACERT de Tondela) é apresentado no Pequeno Auditório do TMG, pelas 21h30, sendo de novo levado à cena no sábado, 4 de fevereiro, pela mesma hora.

 

 

 

 

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publicado às 22:54

Feira de Antiguidades e Colecionismo na Guarda

por Correio da Guarda, em 03.06.22

 

Na Guarda vai decorrer no próximo domingo, 5 de junho, a Feira de Antiguidades e Colecionismo.

Com esta iniciativa a autarquia guardense pretende atrair ao centro histórico da cidade visitantes, turistas, colecionadores e incrementar a divulgação e comercialização do objeto antigo, artístico e cultural

Nesta feira – realizada este ano na Praça Luís de Camões – está prevista a participação de cerca de 50 vendedores.

As próximas edições da feira terão lugar nos dias 3 de julho, 7 de agosto, 4 de setembro e 2 de outubro.

A Feira de Antiguidades é organizada pela da Câmara Municipal da Guarda.

Antiguidades - Fot Helder Sequeira - hs.jpg

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publicado às 12:15

Arte religiosa no Museu da Guarda

por Correio da Guarda, em 04.04.22

São MATEUS.jpg

No Museu da Guarda, está patente, ao público, um novo núcleo de obras de arte religiosa, sob o tema "No Caminho do Bem".
Figuras, como São Francisco e São Mateus Evangelista, que estiveram recolhidas durante anos, podem ser apreciadas de novo.
A escultura de vulto é a de S. Mateus Evangelista, executada em granito (séc. XIX/XX)  pelo canteiro Mestre Valentim, com o objetivo de ornar a frontaria da capela do Paço Episcopal e antigo Seminário.
A peça escultórica incorporou o acervo do Museu da Guarda no ano de 1940.
 
 
Fonte e foto: Museu da Guarda 

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publicado às 23:00


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