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Trabalhos arqueológicos no Sabugal

por Correio da Guarda, em 24.01.19

 

     No âmbito do Plano de Ação de Regeneração Urbana (PARU) têm vindo a ser realizados no Sabugal, nos últimos meses, trabalhos arqueológicos.

   O PARU propõe a requalificação de algumas áreas localizadas no centro histórico da cidade e, como medidas de minimização, definiu-se previamente uma fase de sondagens arqueológicas nas áreas em risco de afetação histórica e patrimonial.

Escavações arqueológicas - Sabugal.jpg

    As escavações, agora concluídas  -  e conduzidas peloas arqueólogos Marcos Osório, Paulo Pernadas  e Inês Soares  -  revelaram dois níveis de ocupação. De uma fase mais recente, materiais do séc. XII/XIII, quando o Sabugal ainda pertencia a Leão e Castela; e de uma fase mais antiga, uma grande estrutura habitacional, com quase 3000 anos, da qual se conservaram os barros de cabana, o pavimento, buracos de poste, um sulco de fundação, a lareira, os troncos carbonizados, assim como materiais do uso quotidiano e ainda cereais carbonizados que compunham a alimentação, mas também os hábitos de cultivo destas populações.

 

     Fonte e Foto: CMSabugal

 

 

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publicado às 22:26

Fórum sobre toponímia

por Correio da Guarda, em 28.06.18

Placa Toponímia.jpg

 

    Evidenciar a toponímia como referência de valores históricos, culturais e memória coletiva de factos, personalidades, tradições ou legados identitários é o objetivo do “Fórum sobre Toponímia”, de âmbito nacional, que o Instituto Politécnico da Guarda vai promover a 26 de Outubro de 2018.

    “Se a toponímia tem uma importância inquestionável na delimitação de espaços, permite, por outro lado, apreender a matriz de um povo, a organização sócio geográfica, o desenho da malha urbana de épocas passadas, o conhecimento e investigação de sítios históricos ou arqueológicos, o papel do povo na salvaguarda da atribuição de nomes que a tradição consolido”, refere a Organização deste Fórum, que vai já na sétima edição.

    “O estudo e valorização da toponímia permitem, um melhor conhecimento de cada aldeia, cada vila e cada cidade. Assim, ao promover este Fórum, o Instituto Politécnico da Guarda pretende contribuir para um melhor conhecimento do País, dos valores históricos, culturais, sociais e políticos a ele associados” é ainda afirmado a propósito desta iniciativa.

   Os interessados em apresentar comunicações devem efetuar a submissão dos seus trabalhos até 25 de Julho de 2018, enquanto as pessoas interessadas em participar devem fazer a sua inscrição (gratuita mas obrigatória) até 25 de Setembro.

   Outras informações complementares estão disponíveis aqui.

 

 

 

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publicado às 00:01

Fórum sobre toponímia vai decorrer na Guarda

por Correio da Guarda, em 27.03.18

 

     Evidenciar a toponímia como referência de valores históricos, culturais e memória coletiva de factos, personalidades, tradições ou legados identitários é o objetivo do “Fórum sobre Toponímia” que o Instituto Politécnico da Guarda vai promover a 26 de Outubro de 2018.

    “Se a toponímia tem uma importância inquestionável na delimitação de espaços, permite, por outro lado, apreender a matriz de um povo, a organização sócio geográfica, o desenho da malha urbana de épocas passadas, o conhecimento e investigação de sítios históricos ou arqueológicos, o papel do povo na salvaguarda da atribuição de nomes que a tradição consolido”, refere a Organização deste Fórum, que vai já na sétima edição.

    “O estudo e valorização da toponímia permitem, um melhor conhecimento de cada aldeia, cada vila e cada cidade. Assim, ao promover este Fórum, o Instituto Politécnico da Guarda pretende contribuir para um melhor conhecimento do País, dos valores históricos, culturais, sociais e políticos a ele associados” é ainda afirmado a propósito desta iniciativa que pretende ter um âmbito nacional.

    Os interessados em apresentar comunicações devem efetuar a submissão dos seus trabalhos até 25 de Julho de 2018  enquanto que as pessoas interessadas em participar devem fazer a sua inscrição (gratuita mas obrigatória) até 25 de Setembro.

    Outras informações complementares estão disponíveis em www.ipg.pt/toponimia

toponimia2018.jpg

 

 

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publicado às 07:34

Novas descobertas arqueológicas no Mileu

por Correio da Guarda, em 10.05.16

 

     Os trabalhos arqueológicos que têm estado a decorrer junto à chamada Casa do Sineiro, nas imediações da Capela dedicada a Nossa Senhora do Mileu, na Guarda, “estão a resultar na descoberta de importantes artefactos romanos”, segundo informação divulgada pelo Museu da Guarda.

    Esta fase das escavações, promovidas pela Câmara Municipal da Guarda através do Museu, integram-se no projeto de investigação do sítio romano do Mileu, um dos sítios arqueológicos mais emblemáticos do concelho e do distrito da Guarda.

    No sítio do Mileu foram já identificadas importantes estruturas arqueológicas de distintas cronologias, não só do século I e II d.C., mas também do Baixo Império (séculos III e IV d.C.) e da Idade Média.

   Com as escavações em curso pretende-se confirmar a ocupação histórica desta parte do adro da Igreja, nomeadamente na Época Romana.

Escavações - Mileu.jpg

     Foto: Museu da Guarda 

 

 

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publicado às 22:40

Escavações arqqueológicas em Vila do Touro

por Correio da Guarda, em 01.08.15


      "Entre camponeses do I milénio a.C. e construtores de castelos medievais" é o tema sob o qual decorrem as escavações arqueológicas em Vila do Touro (Sabugal).

     Quinze estudantes de Arqueologia da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC) e outros jovens oriundos de diversos países europeus participam neste campo de trabalho, coordenados Raquel Vilaça e Marcos Osório.

     Esta campanha de prospeção arqueológica é financiada pelo Município do Sabugal e pelo IPDJ, ao abrigo de um campo de trabalho internacional

Escavações FOto FLUC.jpg

      Foto: FLUC

 

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publicado às 22:26

Estação arqueológica do Mileu. Guarda

por Correio da Guarda, em 26.10.13

 

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publicado às 16:48

Memória dos Lusitanos

por Correio da Guarda, em 01.08.13

 

     A inscrição lusitana em caracteres latinos constitui um dos principais atractivos do Cabeço das Fráguas.

    Localizado a este da freguesia da Benespera, a escassos quilómetros da cidade da Guarda, o Cabeço das Fráguas é um importante sítio arqueológico (datado do séc. V a.C.) e antigo local de culto a divindades lusitanas. No topo da montanha, a 1015 metros de altitude, existe um planalto onde estavam implantadas edificações religiosas, sendo ainda evidentes vestígios de muralhas em todas as portelas do cabeço.

    O percurso ao Cabeço das Fráguas, apenas acessível a pé, foi encenado no passado ano, num interessante, importante e pedagógico projecto da Culturguarda.

     A primeira referência à inscrição rupestre existente numa rocha do Cabeço das Fráguas remonta, segundo alguns investigadores, ao século XVIII, mas anotações feitas pelo pároco de Pousafoles do Bispo sobre uma laje com caracteres indecifráveis.

 

     O texto, estudado na segunda metade do século passado, descreve um sacrifício de tipo suovetaurilia dedicado a várias divindades indígenas. Ao apresentar uma invocação religiosa de língua indígena em alfabeto latino, esta inscrição é considerada um importante testemunho da romanização dos cultos locais.

 

     “OILAM . TREBOPALA ./ INDI . PORCOM . LAE(uel B)BO ./ COMAIAM . ICCONA . LOIM/INNA . OILAM . VSSEAM ./ TREBARVNE . INDI . TAVROM./ IFADEM [...?]/ REVE . TRE [...]”

    "A Trebopala uma ovelha e a Laebo um porco, a Iccona Loiminna uma vaca (vitela?), a Trebaruna uma ovelha de um ano(?) e a Reva Tre-(?) um touro de cobrição”.

 

    Na sequência dos trabalhos arqueológicos que ali decorreram a partir de 2006 (conduzidos pelo Instituto Arqueológico Alemão de Madrid) foi dado novo contributo para um maior conhecimento da inscrição rupestre divulgada em 1943, pela primeira vez, pelo General João de Almeida e publicada, em 1956, pelo arqueólogo guardense Adriano Vasco Rodrigues, a quem se deve, aliás, o despertar da curiosidade por parte da comunidade científica.

    As últimas prospecções foram suscitadas, precisamente, pela existência de referida invocação às divindades e interesse em esclarecer o contexto arqueológico no qual terão decorrido os aludidos actos religiosos, assim como pela necessidade de conhecer melhor aquele recinto fortificado, ao qual se terão deslocado - para celebrarem os seus ritos – as populações das terras em redor, entre o século VIII a.C. e final do século I d.C. Nas imediações do cabeço foram encontradas 20 aras religiosas contemporâneas dos lusitanos, o que se reveste da maior importância já que, por comparação, em toda a província vizinha de Salamanca (Espanha) são conhecidas apenas 18.

    Em 2009, O Instituto Arqueológico Alemão de Madrid desenvolveu, com a colaboração do Museu da Guarda e da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, o projecto de moldagem da inscrição. O molde, processado por especialistas da Universidade Técnica de Berlim, integra, actualmente, a exposição permanente do Museu da Guarda, tendo sido já apresentado na mostra temporária "Religiões da Lusitânia. Loquuntur saxa" do Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa.

    Recorde-se que a primeira apresentação pública deste molde (cópia, à escala natural, do texto epigrafado na rocha) teve lugar há três anos, na exposição "Porcom, Oilam, Taurom |Cabeço das Fráguas, o santuário no seu contexto", realizada no Museu da Guarda. 

 

   Helder Sequeira

 

 

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publicado às 12:00

Estação Arqueológica do Mileu

por Correio da Guarda, em 12.12.12

 

 

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publicado às 23:29

A Arte do Côa

por Correio da Guarda, em 11.12.12

 

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publicado às 19:24

Romagem ao Cabeço das Fráguas

por Correio da Guarda, em 17.08.12

 

 

Revista C

ed 17 Agosto 2012

 

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publicado às 15:47


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