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Castro do Jarmelo: arqueologia em família

por Correio da Guarda, em 29.05.24

 

No próximo sábado, 1 de junho, vai decorrer no Castro do Jarmelo a “Oficina de Arqueologia em Família”, uma iniciativa do Museu da Guarda e ACDJarmelo.

A oficina, que decorrerá entre as 10 e as 12 horas, assinala a comemoração da atribuição de foral à antiga vila do Jarmelo, desafiando as famílias à descoberta do passado arqueológico daquele sírio através da “recriação” de uma exposição arqueológica.

Nesta atividade, orientada pelo arqueólogo Tiago Ramos, os participantes terão de encontrar materiais arqueológicos, efetuar a sua recolha, limpeza, inventário, colagem e desenho, para posterior incorporação no acervo do Museu da Guarda.

A participação nesta atividade é gratuita, mediante inscrição prévia.

Trabalhos de Arqueologia .jpg 

 

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publicado às 12:40

Escavações arqueológicas no monte de São Cornélio

por Correio da Guarda, em 14.08.23

 

No passado mês de julho foram retomadas as escavações arqueológicas no monte de São Cornélio, num trabalho que tem vindo a ser implementado pela Câmara Municipal do Sabugal e Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC).

As escavações, segundo informação divulgada pelo município do Sabugal, revelaram novos núcleos habitacionais nos diferentes socalcos deste monte. Estas estruturas confirmam uma ocupação humana durante a proto-história, confirmada pela presença de cerâmicas manuais e a torno, mós de vaivém, líticos e escória de ferro.

Segundo a CMS, esta parceria tem sido fundamental para o conhecimento e preservação do rico e vasto património arqueológico do concelho do Sabugal.

Neste âmbito, no site do Município, está disponível para consulta a Carta Arqueológica com informações relativas aos sítios de cada freguesia, que se encontravam na Base de Dados Municipal.

Escavações em S. Cornélio, Sabugal_n.jpg Fonte e foto: Câmara Municipal do Sabugal 

 

 

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publicado às 18:21

 

LIVRO -.jpgNo Museu Arqueológico do Carmo, em Lisboa, vai ser apresentado hoje o livro "Côa Symposium - Novos Olhares sobre a Arte Paleolítica".

Este livro tem a coordenação de Thierry Aubry, André Santos e Andrea Martins.

A apresentação decorrerá a partir das 17h30.

 

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publicado às 08:29

 
 
A Associação para o Desenvolvimento da Cooperação em Arqueologia Peninsular (ADECAP) vai promover no próximo dia 29 de julho, pelas 21 horas, a conferência "Perspetivas da investigação arqueológica no (/a partir do) Vale do Côa".
Com intervenções de Thierry Aubry, André Santos, Miguel Almeida, Luís Luís, Fernando Barbosa e Marcelo Silvestre, esta conferência será online, aberta, através da plataforma Zoom, podendo os interessados aceder aqui.

Gravuras rupestres - Vale do Côa.jpg

Foto: Museu do Côa

 
Enquadrando esta iniciativa, é referido que "em 1970, o comandante de artilharia Francisco Gozalo Quintanilla publicou o decalque de um cavalo do Cierro de San Isidro que “pudiera ser magdaleniense”.
Foi preciso, no entanto, passar mais de uma década para que Mazouco encetasse a série de novidades que transformaria o panorama da arte paleolítica da bacia do Médio Douro ibérico, culminando, em 1991, na publicação de Siega Verde e com a descoberta dos primeiros motivos gravados no Vale do Côa, cuja cronologia pleistocénica seria ferozmente questionada aquando da sua posterior revelação pública em 1994.
A ausência de evidências arqueológicas do Pleistocénico superior na região (interpretada como evidência de ausência!) enquadrava objeções à atribuição das gravuras ao Paleolítico reveladoras de uma estranha inércia científica e incompreensível confusão acerca das metodologias de datação.
As descobertas do Vale do Côa, porém, viriam revolucionar a compreensão da produção artística das comunidades finipleistocénicas europeias, revelando a existência de sítios arqueológicos coevos e demonstrando estratigraficamente a antiguidade das gravuras.
Por força do próprio objetivo assumido da prospeção (a contextualização da arte rupestre) os primeiros sítios arqueológicos identificados no Côa localizavam-se em terraços aluviais do Côa, indiciando uma preferência pela ocupação dos fundos de vale que a descoberta da Olga Grande 4 e 14 cedo matizaria.
Com efeito, a acumulação de indícios de deslocações importantes, resultando da presença de matérias-primas alóctones, similitudes conceptuais e estilísticas com grupos artísticos distantes e progressiva compreensão da evolução paleoambiental da região viriam a justificar um reforço da prospeção em ambientes topográficos e unidades geomorfológicas distintas, abrindo o caminho para uma perceção global do vasto território do Médio Douro, delimitado por Mazouco, Siega Verde, Côa e Sabor.
Nesta estratégia de investigação, a reconstituição paleogeográfica e ambiental precede metodologicamente a análise paletnológica dos grupos de caçadores-recolectores que ocuparam a região.
Este programa de investigação visa perceber o ciclo anual de exploração deste território amplo, mas também a sua integração em redes socioculturais mais vastas que se estendem pelo menos desde a Estremadura ao centro da Meseta, como denunciado pela origem das matérias-primas líticas identificadas no Vale do Côa e comparações estilísticas inter-regionais das manifestações gráficas.
É no quadro desta abordagem holística que deverá entender-se o carácter estruturante das produções visuais registadas nas rochas como elementos estruturantes destas sociedades pleistocénicas"
 
 
 
 
 
 
 

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publicado às 08:38

Suspensão das obras na Rua Tenente Valadim

por Correio da Guarda, em 24.04.21
 
 
As obras de reabilitação que têm vindo a decorrer na Rua Tenente Valadim, na Guarda, estão suspensas temporáriamente. 
De acordo com informação divulgada pela Câmara Municipal da Guarda, no decorrer dos trabalhos da empreitada “Reabilitação do Largo Frei Pedro e Envolvente, Rua do Encontro, Rua Alves Roçadas e Rua Camilo Castelo Branco” foram detetados vestígios arqueológicos na Rua Tenente Valadim.
Estes achados implicaram a "suspensão temporária da obra e respetivo conhecimento à Direção Geral do Património Cultural (DGPC)".

Guarda - Rua Tenente Valadim.jpg

Foto: CMG 

 

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publicado às 09:30

Sepulturas antropomórficas em Moreira de Rei

por Correio da Guarda, em 13.08.20

 

Escavações em Moreira de Rei - foto Helder Seque

Em Moreira de Rei (Trancoso) estão a decorrer trabalhos arqueológicos no âmbito do projeto de requalificação do largo e da igreja de Santa Marinha.

Recorde-se que naquele local foram registadas 550 sepulturas antropomórficas, numa área que foi já considerada uma das maiores necrópoles da Península Ibérica.

Em redor daquele templo religioso foi identificado um cemitério medieval, temporalmente enquadrado entre os séculos VIII-IX e XII-XIII; a igreja de Santa Marinha, datada do século XII, está classificada como Monumento Nacional desde 1932.

Como foi recentemente divulgado, o número elevado de sepulturas surpreendeu os arqueólogos, que encontraram também muitos vestígios de ossadas humanas.

Sepulturas - Moreira de Rei - HS.jpg

As escavações, promovidas pela Câmara Municipal de Trancoso, foram iniciadas em agosto de 2018.

O projeto de requalificação do largo e da igreja de Santa Marinha permitirá "criar alguns eixos de circulação e zonas de reserva", que vão também proporcionar a visibilidade das sepulturas. "as sepulturas ficarão à vista".

Está prevista a criação de um Centro de Interpretação da Necrópole.

 

 

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publicado às 21:27

Carta Arqueológica do Sabugal

por Correio da Guarda, em 27.05.20

 

A Carta Arqueológica do Sabugal já pode ser consultada online o que vai permitir o acesso à informação sobre os sítios arqueológicos de cada freguesia, que se encontravam na Base de Dados Municipal.

Paralelamente, no âmbito do planeamento e gestão de obras públicas, os organismos e instituições públicas ou privadas podem consultar as ocorrências arqueológicas existentes na área de incidência de qualquer empreendimento, sabendo antecipadamente da sua existência, prevendo medidas de mitigação e evitando impactos patrimoniais.

Carta Arqueológica do Sabugal.jpg

Para a autarquia sabugalense, a Carta Arqueológica “constitui um órgão consultivo para planeamento do território. Nesta versão online resume-se apenas a uma superfície cartográfica com os dados principais, não visando contar a história da ocupação do território, nem ser um roteiro turístico patrimonial.”

De referir, como esclareceu a Câmara  Municipal do Sabugal, que o detalhe de localização dos sítios arqueológicos não é rigoroso, tendo em conta os procedimentos habituais aconselhados pela comunidade arqueológica internacional, seguidos no Inventário do Património Arqueológico Nacional que visam a proteção dos dados e o impedimento na deteção e saque de vestígios arqueológicos por grupos organizados do tráfico internacional. 

Está prevista a publicação de um número monográfico da revista do Museu do Sabugal com este catálogo do património arqueológico municipal, devidamente contextualizado e ilustrado, e mais orientado para a componente histórico-cultural.

 

fonte: CMS

 

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publicado às 00:01

Trabalhos arqueológicos no Sabugal

por Correio da Guarda, em 24.01.19

 

     No âmbito do Plano de Ação de Regeneração Urbana (PARU) têm vindo a ser realizados no Sabugal, nos últimos meses, trabalhos arqueológicos.

   O PARU propõe a requalificação de algumas áreas localizadas no centro histórico da cidade e, como medidas de minimização, definiu-se previamente uma fase de sondagens arqueológicas nas áreas em risco de afetação histórica e patrimonial.

Escavações arqueológicas - Sabugal.jpg

    As escavações, agora concluídas  -  e conduzidas peloas arqueólogos Marcos Osório, Paulo Pernadas  e Inês Soares  -  revelaram dois níveis de ocupação. De uma fase mais recente, materiais do séc. XII/XIII, quando o Sabugal ainda pertencia a Leão e Castela; e de uma fase mais antiga, uma grande estrutura habitacional, com quase 3000 anos, da qual se conservaram os barros de cabana, o pavimento, buracos de poste, um sulco de fundação, a lareira, os troncos carbonizados, assim como materiais do uso quotidiano e ainda cereais carbonizados que compunham a alimentação, mas também os hábitos de cultivo destas populações.

 

     Fonte e Foto: CMSabugal

 

 

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publicado às 22:26

Fórum sobre toponímia

por Correio da Guarda, em 28.06.18

Placa Toponímia.jpg

 

    Evidenciar a toponímia como referência de valores históricos, culturais e memória coletiva de factos, personalidades, tradições ou legados identitários é o objetivo do “Fórum sobre Toponímia”, de âmbito nacional, que o Instituto Politécnico da Guarda vai promover a 26 de Outubro de 2018.

    “Se a toponímia tem uma importância inquestionável na delimitação de espaços, permite, por outro lado, apreender a matriz de um povo, a organização sócio geográfica, o desenho da malha urbana de épocas passadas, o conhecimento e investigação de sítios históricos ou arqueológicos, o papel do povo na salvaguarda da atribuição de nomes que a tradição consolido”, refere a Organização deste Fórum, que vai já na sétima edição.

    “O estudo e valorização da toponímia permitem, um melhor conhecimento de cada aldeia, cada vila e cada cidade. Assim, ao promover este Fórum, o Instituto Politécnico da Guarda pretende contribuir para um melhor conhecimento do País, dos valores históricos, culturais, sociais e políticos a ele associados” é ainda afirmado a propósito desta iniciativa.

   Os interessados em apresentar comunicações devem efetuar a submissão dos seus trabalhos até 25 de Julho de 2018, enquanto as pessoas interessadas em participar devem fazer a sua inscrição (gratuita mas obrigatória) até 25 de Setembro.

   Outras informações complementares estão disponíveis aqui.

 

 

 

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Fórum sobre toponímia vai decorrer na Guarda

por Correio da Guarda, em 27.03.18

 

     Evidenciar a toponímia como referência de valores históricos, culturais e memória coletiva de factos, personalidades, tradições ou legados identitários é o objetivo do “Fórum sobre Toponímia” que o Instituto Politécnico da Guarda vai promover a 26 de Outubro de 2018.

    “Se a toponímia tem uma importância inquestionável na delimitação de espaços, permite, por outro lado, apreender a matriz de um povo, a organização sócio geográfica, o desenho da malha urbana de épocas passadas, o conhecimento e investigação de sítios históricos ou arqueológicos, o papel do povo na salvaguarda da atribuição de nomes que a tradição consolido”, refere a Organização deste Fórum, que vai já na sétima edição.

    “O estudo e valorização da toponímia permitem, um melhor conhecimento de cada aldeia, cada vila e cada cidade. Assim, ao promover este Fórum, o Instituto Politécnico da Guarda pretende contribuir para um melhor conhecimento do País, dos valores históricos, culturais, sociais e políticos a ele associados” é ainda afirmado a propósito desta iniciativa que pretende ter um âmbito nacional.

    Os interessados em apresentar comunicações devem efetuar a submissão dos seus trabalhos até 25 de Julho de 2018  enquanto que as pessoas interessadas em participar devem fazer a sua inscrição (gratuita mas obrigatória) até 25 de Setembro.

    Outras informações complementares estão disponíveis em www.ipg.pt/toponimia

toponimia2018.jpg

 

 

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publicado às 07:34


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