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Américo Rodrigues tem novo livro de poesia

por Correio da Guarda, em 19.04.21

 

Américo Rodrigues tem editado um novo livro de poesia, intitulado “desmoronamento”, com a chancela das Edições Sr. Teste.

Esta obra, que reúne poemas recentes do autor, inclui desenhos de Maria Lino. De referir que foi feita também uma edição especial do livro que inclui, em cada exemplar, um desenho original da pintora e escultora.

Novo Livro de Américo Rodrigues.jpg

A coletânea de poemas de Américo Rodrigues integra-se na coleção “Fulgor Quotidiano”, em que estão representados autores como Kafka, Artaud, Hannah Arendt, Octavio Paz, Walter Benjamin, Bataille, Michaux, entre outros. Américo Rodrigues é o primeiro poeta vivo editado por aquela editora, que acaba também de lançar um livro de E.M. de Melo Castro, de quem o autor guardense era admirador.

Livros -.jpg

Face aos condicionalismos resultantes da atual pandemia a apresentação será feita no decorrer de uma conversa através da plataforma digital Zoom, hoje a partir das 19h30, com a participação dos editores, Américo Rodrigues, Eugénia Melo e Castro e Rui Torres.

Américo Rodrigues, atual diretor-geral das Artes, nasceu em 1961, tendo sido diretor do Teatro Municipal da Guarda (2005-2013) e coordenador da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (2005-2018)

Américo Rodrigues - Foto Correio da Guarda .jpg

Actor, poeta sonoro e performer, Américo Rodrigues é autor de várias obras de poesia, crónica, teatro e literatura para crianças. “Na nuca”(1982), ”Lá fora: o segredo” (1986) “A estreia de outro gesto” (1989), “Património de afectos” (1995), “Vir ao nascedoiro e outras histórias (1996), “Instante exacto” (1997), “Despertar do funâmbulo” (2000), “O mundo dos outros”(2000), ”Até o anjo é da Guarda” (2000),“Panfleto contra a Guarda” (2002), “Uma pedra na mão” (2002), “Obra  completa – revista e aumentada” (2002), “O mal – a incrível estória do homem-macaco-português” (2003), “A tremenda importância do kazoo na evolução da consciência humana” (2003), ”Escatologia” (2003), “Os nomes da terra” (2003), “A fábrica de sais de rádio do Barracão (2005),  “Aorta Tocante” (2005), “O céu da boca” (2008),  “Escrevo-Risco” (2009) e “Cicatriz:ando” (2009) são alguns dos seus trabalhos. O seu último livro de poesia publicado foi "Arquivo Morto" (2017).

Coordenou os cadernos de poesia “Aquilo”, do boletim/revista “Oppidana”, foi co-diretor da revista “Boca de Incêndio”, coordenador da revista cultural “Praça Velha” e da coleção de cadernos “O fio da memória”. Fundou o Teatro Aquilo e também o Projéc~.

Colunista de vários jornais, recebeu o Prémio Gazeta de Jornalismo Regional e também o Prémio Nacional de Jornalismo Regional.

Em 2010 recebeu a medalha de mérito cultural atribuída pelo Ministério da Cultura.

Foi animador cultural na Casa de Cultura da Juventude da Guarda/FAOJ (desde 1979 até 1989) e na Câmara Municipal da Guarda (desde 1989), onde coordenou o Núcleo de Animação Cultural.

 

 

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Américo Rodrigues nomeado Diretor Geral das Artes

por Correio da Guarda, em 08.02.19

Américo Rodrigues - CG.jpg

     Américo Rodrigues é o novo diretor-geral das Artes, em substituição de Sílvia Belo Câmara, anunciou hoje o Ministério da Cultura. «Américo Rodrigues assume, a partir da próxima quarta-feira, dia 13 de fevereiro, o cargo de Diretor Geral das Artes. Será nomeado em regime de substituição».

     Natural da Guarda onde nasceu em 1961, Américo Rodrigues foi diretor do TMG (2005-2013) e coordenador da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (2005-2018)

    Actor, poeta sonoro e performer, é Licenciado em Língua e Cultura Portuguesa (ramo científico) pela Universidade da Beira Interior e Mestre em Ciências da Fala pela Universidade de Aveiro. Américo Rodrigues é autor de várias obras de poesia, crónica, teatro e literatura para crianças;

    “Na nuca”(1982), ”Lá fora: o segredo” (1986) “A estreia de outro gesto” (1989), “Património de afectos” (1995), “Vir ao nascedoiro e outras histórias (1996), “Instante exacto” (1997), “Despertar do funâmbulo” (2000), “O mundo dos outros”(2000), ”Até o anjo é da Guarda” (2000),“Panfleto contra a Guarda” (2002), “Uma pedra na mão” (2002), “Obra  completa – revista e aumentada” (2002), “O mal – a incrível estória do homem-macaco-português” (2003), “A tremenda importância do kazoo na evolução da consciência humana” (2003), ”Escatologia” (2003), “Os nomes da terra” (2003), “A fábrica de sais de rádio do Barracão (2005),  “Aorta Tocante” (2005), “O céu da boca” (2008),  “Escrevo-Risco” (2009) e “Cicatriz:ando” (2009) são alguns dos seus trabalhos.

    Coordenou os cadernos de poesia “Aquilo”, do boletim/revista “Oppidana”, foi co-diretor da revista “Boca de Incêndio”, coordenador da revista cultural “Praça Velha” e da coleção de cadernos “O fio da memória”. Fundou o Teatro Aquilo e também o Projéc~.

    Colunista de vários jornais, recebeu o Prémio Gazeta de Jornalismo Regional e também o Prémio Nacional de Jornalismo Regional.

   Em 2010 recebeu a medalha de mérito cultural atribuída pelo Ministério da Cultura.

  Foi animador cultural na Casa de Cultura da Juventude da Guarda/FAOJ (desde 1979 até 1989) e na Câmara Municipal da Guarda (desde 1989), onde coordenou o Núcleo de Animação Cultural.

 

 

 

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publicado às 23:10

"Parlatório" novo trabalho de poesia sonora

por Correio da Guarda, em 13.01.18

Parlatório.jpg

     Em Coimbra vai ser apresentado hoje, pelas 15 horas (no Salão Brazil), o novo disco de poesia sonora de Américo Rodrigues.

   Intitulado “Parlatório” o disco será objeto de uma intervenção de Nuno Miguel Neves, antropólogo e doutorando em Materialidades da Literatura.

    Este trabalho baseia-se em conversas com sete reclusos mas não é um disco documental, referiu Américo Rodrigues para quem a ideia inicial “era escrever um livro com narrações daquelas mulheres e homens que estavam a cumprir pena numa prisão do interior de Portugal. Registei em vários cadernos o que de mais importante me disseram (depoimentos de grande autenticidade), sublinhando frases e ligando palavras com setas e outras anotações”.

    O que escreveu foi aquilo que considerou “ser o essencial” do que ouviu. “Histórias de roubos, tráficos, burlas, assaltos, dependências, traições, violências, mortes. Vidas. A partir desse material de base concebi uma peça de poesia sonora que cruza a minha vocalidade (gritos, sussurros, choros, línguas inexistentes, ruídos bucais, cantos de inspiração étnica, estalidos com a língua, terrorismo fonético, etc.) com a leitura dos apontamentos da conversa com aqueles reclusos (leitura branca, interpretação teatral, enganos, hesitações, alteração de velocidade, silêncios, amálgamas, etc.)”.

    Como referiu Américo Rodrigues, a propósito deste seu novo trabalho, surgiu assim a opção por “ler em voz alta os apontamentos, fragmentar as narrativas, estilhaçar a coerência dos relatos. Como num parlatório: todos a falar ao mesmo tempo. Como num parlatório onde todos ouvíssemos parte das histórias dos outros. Depois, juntar-lhe o que é do domínio do indizível: vozes viscerais, vozes que não pronunciam uma só palavra entendível, choros por ninguém, ecos dos ecos, um derradeiro esgar, ruídos bucais, cânticos de lamento, línguas imaginárias, rezas sem fé, revoltas íntimas, o som do sangue.”

    O disco foi feito em parceria com José Neves (dramaturgia do som e montagem), tendo a colaboração de Nuno Veiga (sound designer), César Prata (gravação) e Tiago Rodrigues (desenho gráfico). A edição é de Bosq-íman:os records.

    A seguir à apresentação do disco realiza-se uma mesa redonda subordinada ao tema “O que pode a Arte? Ações artísticas em contexto prisional” em que vão participar Américo Rodrigues, António Dores, Daniel Maciel, Vera Silva e Paulo Lameiro.

    A sessão de apresentação em Coimbra, a que se seguirá outra em Lisboa na Galeria ZDB, é do Serviço Educativo do Jazz ao Centro Clube.

 

 

 

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publicado às 00:14

Poesia: voz e silêncio

por Correio da Guarda, em 20.06.17

Sarau Cultural.jpg

 

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publicado às 22:59

Novo livro de Américo Rodrigues

por Correio da Guarda, em 27.04.17

 

     "Arquivo Morto" é o novo livro de poesia de Américo Rodrigues, obra que será apresentada amanhã, 28 de Abril, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda.

   "Arquivo Morto" é uma designação inapropriada, quase absurda, para o espaço onde se guardam os documentos fora de uso, a papelada a que julgamos não regressar por aparentemente não necessitarmos dela. Uma obra sobre a perda da memória.

   O autor nasceu na Guarda e escreveu já vários livros de poesia, nomeadamente  "A estreia de outro gesto", "Instante exacto", "Acidente poético fatal", "A casa incendiada" e "Ponto cego". É também autor de obras de teatro, crónicas e poesia sonora.

   A obra, edição da Bosq-íman:os,  será apresentada por Norberto Rodrigues. O livro segue um projecto gráfico de Jorge dos Reis, professor e designer.

capa arquivo morto 3.jpg

 

 

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publicado às 21:46

O Monstro e o Ermitão em Castelo Mendo

por Correio da Guarda, em 03.04.17

Castelo Mendo.jpg

    "O Monstro e o Ermitão" é o tema da visita encenada, pelo Calafrio, que decorrerá, no próximo dia 8 de Abril em Castelo Mendo, a partir das 22 horas

    Este trabalho, produzido a convite da Câmara Municipal de Almeida, tem encenação de coordenação de Américo Rodrigues, a partir de um texto de Daniel Rocha.

   Como intérpretes vão estar, entre outros, Luciano Amarelo, Américo Rodrigues, Ana Couto, Daniel Rocha e Suzete Marques, também responsável pela produção executiva.

   O alcaide de Castelo Mendo, D. Mendo, faz as honras da visita, convidando todos os visitantes a segui-lo pelas ruas da aldeia histórica, enquanto vai chamando a atenção para pormenores do seu património edificado. Pelo caminho, encontram uma donzela a cantar um rimance à janela e, a meio da visita, são introduzidos também mitos e lendas que fizeram, desde sempre, parte do imaginário dos habitantes, com maior destaque para a lenda do monstro e o ermitão.

    O espectáculo termina com a recriação da procissão dos rapazes até à ermida da Sacaparte e com a queima do monstro.

 

    Fonte e foto: Teatro do Calafrio

 

 

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publicado às 23:46

Cântico Negro na BMEL

por Correio da Guarda, em 14.12.15

 

     O exercício final de uma oficina que decorreu, nas últimas semanas no Estabelecimento Prisional da Guarda, vai ser apresentado, no próximo dia 16 de Dezembro, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço.

    A partir do poema de José Régio “Cântico Negro” sete reclusos do Estabelecimento Prisional da Guarda vão apresentar (a partir das 16h) “em voz alta” o poema, numa abordagem que valoriza os aspetos sonoros do texto.

    A oficina tem tido orientação Américo Rodrigues e introdução por Fernando Carmino Marques.

 

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publicado às 21:05

"O homem emparedado" é apresentado no TMG

por Correio da Guarda, em 15.06.15

 

      A "Bosq-íman:os livros" vai apresentar hoje, dia 15 de Junho, no Pequeno Auditório do Teatro Municipal da Guarda três novas obras teatrais de Américo Rodrigues: "O homem emparedado", "A ameaça" e  "Uma presença real".

      A sessão, a iniciar pelas 21h30, terá entrada livre. A artista Joana Oliveira Paiva (Pumukill) é a autora das três capas. Na sessão de lançamento o actor José Neves dará voz àquelas peças.

LIVROS.jpg

      Américo Rodrigues, licenciado em Língua e Cultura Portuguesa e Mestre em Ciências da Fala, é programador de actividades culturais e artísticas desde 1979; dirigiu vários festivais de performance, teatro e música; Foi director do Teatro Municipal da Guarda até fins de 2013. Fundou o Teatro Aquilo e também o Projéc~. É autor de várias obras de poesia, crónica, teatro e literatura para crianças; Actor, poeta sonoro e performer.

     As obras a apresentar assentam em textos marcados por Beckett e Kafka. Pela espera, pelo absurdo, pelo desalento, pelo sarcasmo e pelo cinismo. Uma presença real"- Um homem perseguido pela presença de um cão fechado num andar vizinho. Um homem acossado por um cão que é "uma presença real", mesmo que possa existir, apenas, na imaginação daquele inspector de finanças que, mesmo longe de casa, pressente o cão que destrói a sua vida burguesa. "A ameaça" - Um homem que, num museu de Berlim, guarda há dezenas de anos a imagem de Nefertiti. Para resistir ao esforço e aos dias todos iguais inventa biografias dos turistas, treina sistemas de vigilância e espera que uma ameça de bomba traga inquietação à monotonia dos dias. "O homem emparedado" - Um homem, funcionário, que sem que perceba a razão é enviado de castigo para um espaço onde nem sem sequer tem uma cadeira para se sentar. Durante meses (anos?) não lhe mandam fazer seja o que for. O funcionário escreve um diário sobre os nadas que todos os dias o ocupam. Diário doloroso e catártico. Quase demencial.

 

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Novos obras teatrais de Américo Rodrigues

por Correio da Guarda, em 07.06.15

 

      A "Bosq-íman:os livros" vai apresentar no próximo dia 15 de Junho, no Pequeno Auditório do Teatro Municipal da Guarda três novas obras teatrais de Américo Rodrigues: "O homem emparedado", "A ameaça" e  "Uma presença real".

     A sessão, a iniciar pelas 21h30, terá entrada livre. A artista Joana Oliveira Paiva (Pumukill) é a autora das três capas. Na sessão de lançamento o actor José Neves dará voz àquelas peças.

     Américo Rodrigues, licenciado em Língua e Cultura Portuguesa e Mestre em Ciências da Fala, é programador de actividades culturais e artísticas desde 1979; dirigiu vários festivais de performance, teatro e música; Foi director do Teatro Municipal da Guarda até fins de 2013. Fundou o Teatro Aquilo e também o Projéc~. É autor de várias obras de poesia, crónica, teatro e literatura para crianças; Actor, poeta sonoro e performer.

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      As obras a apresentar assentam em textos marcados por Beckett e Kafka. Pela espera, pelo absurdo, pelo desalento, pelo sarcasmo e pelo cinismo. Uma presença real"- Um homem perseguido pela presença de um cão fechado num andar vizinho. Um homem acossado por um cão que é "uma presença real", mesmo que possa existir, apenas, na imaginação daquele inspector de finanças que, mesmo longe de casa, pressente o cão que destrói a sua vida burguesa. "A ameaça" - Um homem que, num museu de Berlim, guarda há dezenas de anos a imagem de Nefertiti. Para resistir ao esforço e aos dias todos iguais inventa biografias dos turistas, treina sistemas de vigilância e espera que uma ameça de bomba traga inquietação à monotonia dos dias. "O homem emparedado" - Um homem, funcionário, que sem que perceba a razão é enviado de castigo para um espaço onde nem sem sequer tem uma cadeira para se sentar. Durante meses (anos?) não lhe mandam fazer seja o que for. O funcionário escreve um diário sobre os nadas que todos os dias o ocupam. Diário doloroso e catártico. Quase demencial.

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CalaFrio evoca Lucebert

por Correio da Guarda, em 20.04.15

 

     Calafrio-Associação Cultural vai promover no próximo dia 2 de Maio mais uma sessão integrada no Ciclo Contradizer.

     A iniciativa vai realizar-se na Quinta das Cegonhas (concelho de Gouveia) e será integralmente dedicada ao poeta e artista plástico holandês Lucebert.

     O programa integra uma conferência – "O duplo talento de Lucebert" – a proferir pelo tradutor e professor Arie Pos, bem como o lançamento de uma colectânea bilingue, entre outras acções “dedicadas a divulgar um poeta quase desconhecido em Portugal mas de grande reconhecimento internacional”.

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      Haverá música de Charlie Parker, Dizzie Gillespie e Thelonious Monk (músicos que influenciaram Lucebert); a exibição do filme "Tempo e Adeus", do cineasta Johan van der Keuken; apresentação duma pequena colectânea bilingue de poemas de Lucebert, traduzidos para o Português por Jos van den Hoogen, e leitura de alguns daqueles poemas por Américo Rodrigues.

     A associação cultural Calafrio, da Guarda, sublinha, em nota informativa sobre esta iniciativa que Lucebert é “considerado como o poeta mais revolucionário, mais autêntico e mais expressivo da geração experimental do pós-guerra. Pertenceu ao grupo CoBrA, foi amigo de Karel Appel e recebeu vários prémios literários”.

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publicado às 11:28


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