Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Judiciária deteve indivíduo por crime de pornografia

por Correio da Guarda, em 06.02.26

 

A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal (DIC) da Guarda, deteve, no dia de ontem, um homem de 18 anos, presumível autor de crimes de abuso sexual de crianças e de um crime de pornografia de menores, dos quais foi vítima uma menor de 13 anos, que conheceu nas redes sociais.

Homem a trabalhar em computador

Após contacto em ambiente digital, onde trocaram imagens íntimas, conheceram-se pessoalmente vindo a combinar encontros durante os quais vieram a ocorrer os atos sexuais de relevo.

Os abusos foram praticados entre janeiro e o mês em curso, no interior de casas abandonadas, tanto na cidade de Alenquer como da Guarda, onde o suspeito foi encontrado na companhia da vítima.

O inquérito teve origem numa pronta e eficaz comunicação do Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento da GNR da Guarda, quando procediam a diligências no âmbito de uma comunicação de desaparecimento da menor em causa.

Salienta-se a colaboração do referido Núcleo que permitiu uma célere e bem-sucedida intervenção da PJ, levando à detenção do suspeito.

O detido foi presente no dia de hoje a primeiro interrogatório judicial tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão domiciliária. O inquérito é titulado pelo Ministério Público da Guarda.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:24

Abuso Sexual de Crianças

por Correio da Guarda, em 26.04.17

PINHEL.jpg

     Em Pinhel, na Casa da Cultura, vai ter lugar amanhã, pelas 21h30, uma conferência subordinada ao tema "Maus Tratos na Infância. Abuso sexual de crianças". Nesta iniciativa vão intervir Alexandre Branco e Rita Capelo, da Polícia Judiciária.

    No mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância e Juventude, o Museu à Noite associa-se à causa e traz o assunto a debate, olhando em particular para o problema dos abusos sexuais.

 
 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:05

A audição da criança vítima de abuso sexual

por Correio da Guarda, em 30.07.14

 

     “A audição da criança vítima de abuso sexual no sistema judicial português – as práticas atuais e as modificações necessárias, na perspetiva de magistrados e psicólogos forenses” foi o tema da dissertação de Mestrado apresentada, recentemente, na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, por Ana Cristina Sequeira.

    Com formação académica na área da Psicologia do Comportamento Desviante e da Justiça, esta jovem guardense analisou “as práticas judiciais vigentes na inquirição da criança vítima de abuso sexual, em Portugal, as suas potencialidades e limitações, na perspetiva de magistrados e psicólogos forenses” e deu conta do “esforço realizado no sentido de uma atuação mais adaptada e de uma articulação interprofissional mais eficaz”.

    Ana Cristina refere, nesta tese de Mestrado, que “o abuso sexual de menores é um dos crimes que mais frequentemente conduz as crianças ao contacto com o Sistema de Justiça, contexto no qual a criança poderá sofrer processos de vitimação secundária, se as práticas judiciárias não tiverem em conta as suas características e necessidades específicas”. Acrescenta que um dos procedimentos “em que esta vitimação secundária mais tende a acontecer é a inquirição/audição de crianças, em particular, em sede de julgamento”.

   Neste trabalho académico, Ana Cristina Sequeira refere que “apesar das limitações ainda observadas nas condutas adotadas na inquirição da criança vítima de abuso sexual, os profissionais estão conscientes da necessidade de reformular os procedimentos” de forma a adequá-los melhor “à natureza do abuso sexual, e, acima de tudo, à singularidade e às necessidades das crianças, com vista à sua proteção”.

    O estudo, e como esclareceu, permitiu recolher “elementos caracterizadores das práticas judiciais vigentes na inquirição da criança vítima de abuso sexual, segundo a perspetiva dos dois grupos profissionais entrevistados (magistrados e psicólogos forenses)”.

    A autora deste trabalho elucida que “tendo em conta as especificidades do abuso sexual de crianças, todos os profissionais reconhecem a importância e centralidade do testemunho das crianças vítima”, face à “ausência de provas físicas e/ou biológicas neste tipo de crime”, valorizando ainda “a participação e testemunho da criança durante o processo judicial. Perante esta carência de provas diretas, os magistrados consideram também importante a existência de outros meios de prova (como as perícias psicológicas) para uma melhor avaliação e compreensão das situações e consequente tomada de decisão”.

    Ainda sobre esta investigação, realizada na sequência de outras, disse que “num estudo futuro, e para ultrapassar algumas das limitações deste trabalho, gostaria de alargar quantitativamente e geograficamente a amostra, para caracterizar outras realidades judiciais e, acima de tudo, de poder aceder também à perspetiva dos juízes, aqueles que, na prática, orientam os procedimentos e tomam as decisões judiciais finais. Entendemos que seria relevante também aceder às perspetivas dos advogados e, se possível, às perspetivas das próprias crianças vítimas, envolvidas nestes processos”.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:59


Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.




Arquivo

  1. 2026
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2025
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2024
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2023
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2022
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2021
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2020
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2019
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2018
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2017
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2016
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2015
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2014
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2013
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D
  183. 2012
  184. J
  185. F
  186. M
  187. A
  188. M
  189. J
  190. J
  191. A
  192. S
  193. O
  194. N
  195. D
  196. 2011
  197. J
  198. F
  199. M
  200. A
  201. M
  202. J
  203. J
  204. A
  205. S
  206. O
  207. N
  208. D
  209. 2010
  210. J
  211. F
  212. M
  213. A
  214. M
  215. J
  216. J
  217. A
  218. S
  219. O
  220. N
  221. D
  222. 2009
  223. J
  224. F
  225. M
  226. A
  227. M
  228. J
  229. J
  230. A
  231. S
  232. O
  233. N
  234. D
  235. 2008
  236. J
  237. F
  238. M
  239. A
  240. M
  241. J
  242. J
  243. A
  244. S
  245. O
  246. N
  247. D

Contacto:

correio.da.guarda@gmail.com