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Abril na Imprensa da Guarda

por Correio da Guarda, em 08.05.18

Exposição sobre Imprensa.jpg

 

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publicado às 08:30

"Evidências coloniais ou sinais de Abril ?" na BMEL

por Correio da Guarda, em 26.04.18

 

     "Evidências coloniais ou sinais de Abril ?" é o tema da tertúlia que terá hoje lugar, pelas 18 horas, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda.

    Esta tertúlia contará com a presença do sacerdote Joaquim Teles Sampaio, pároco (em 1973) em Macuti, Moçambique, que irá falr da sua vivência em terras africanas no período colonial pré 25 de Abril de 1974.

   Recorde-se que Teles Sampaio e Ferrnando Mendes foram alvos da PIDE e presos na sequência da denúncia dos massacres contra populações nativas, mormente em Mucumbura. 

   A tertúlia é aberta a todas as pessoas interessadas.

 

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publicado às 09:44

25 de Abril é nome de avenida na Guarda

por Correio da Guarda, em 25.04.14

    A partir de hoje a Guarda tem uma artéria urbana designada "Avenida 25 de Abril".

    A efeméride fica assinalada na via até agora conhecida como “Variante de acesso ao IP5″, entre a rotunda do Alvendre e a ligação à VICEG e ao Rio Diz,

    A deliberação do executivo municipal da Guarda tinha surgido na sequência da moção aprovada na última sessão da Assembleia Municipal, por iniciativa da CDU, para que fosse dado este nome “a uma avenida, alameda, rua, praça ou largo da cidade”.

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publicado às 20:32

O Fascismo dos Bons Homens

por Correio da Guarda, em 23.04.14

 

     “O Fascismo dos Bons Homens” é a produção do Trigo Limpo Teatro ACERT (baseada no romance “a máquina de fazer espanhóis” de Valter Hugo Mãe) que o Teatro Municipal da Guarda apresenta no Pequeno Auditório no dia 30 de Abril, pelas 21h30.

     Este espectáculo tem encenação de Pompeu José e interpretação de António Rebelo, Hugo Gonzalez, João Silva, Pedro Sousa, Pompeu José, Raquel Costa, Sandra Santos.

     Nas palavras do encenador, explicando esta produção do Trigo Limpo – Teatro ACERT, «as personagens saíram das páginas do livro e procuraram o palco, como nova morada. “O Fascismo dos Bons Homens” é um espetáculo conduzido por um romance que cruelmente comove, satiriza e, sobretudo, revela o envelhecimento de todos aqueles que, proveitosa e dignamente, não abdicam de nos fazer refletir sobre as suas lembranças que, no final de contas, se mantêm arreigadas no lar “Para Todas as Idades” que habita indiscriminadamente em cada um de nós».

    Esta é uma atividade que integra as Comemorações dos 40 anos do 25 de Abril promovidas pelo TMG promove durante o corrente mês.

    (fonte: TMG)

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publicado às 23:57

Gaiteiros de Lisboa no TMG

por Correio da Guarda, em 20.04.14

 

     Os Gaiteiros de Lisboa foram os escolhidos para o concerto Comemorativo dos 40 anos do 25 de abril e para o 9º aniversário do TMG no próximo dia 25 de abril (sexta), no Grande Auditório, às 21h30.

     Poucos serão os nomes na música portuguesa que reúnem tão generalizado consenso como o dos Gaiteiros de Lisboa.

     Chamar-lhes «instituição» poderia acarretar o perigo de lhes imputar alguma rigidez, mas os Gaiteiros de Lisboa exibem com orgulho o estatuto de «Grupo de Manifesto Interesse Cultural» atribuído pela Secretaria de Estado da Cultura e têm sido tudo menos rígidos na sua história, feita de abertura, de imaginação e de um sucesso só explicável com a qualidade.

     Ao TMG o grupo traz o seu último disco de originais, "Avis Rara", álbum que recebeu os mais rasgados elogios da crítica nacional. O disco contou com preciosos colaboradores como Adiafa, Zeca Medeiros, Sérgio Godinho, Armando Carvalheda e Ana Bacalhau.

    “Avis Rara” é uma «viagem que reinventa melodias, poesias, polifonias e instrumentos, mas também com o destino ambulante de um grupo que para existir tem que se mexer e se deslocar». O trabalho apresenta originais mas também recolha de música tradicional que vai do Alentejo à Ilha do Pico, do Minho às Beiras e a Trás os Montes, passando também pela poesia de Alexandre O'Neil, por cantos religiosos e de trabalho e sem esquecer a crítica social.

     Sobre o título do disco, refere um dos Gaiteiros de Lisboa, Carlos Guerreiro: «Avis Rara é um título que de certa forma traduz o conteúdo deste trabalho, não só pela estranheza de sons e arranjos que ele contém, como pela originalidade e irreverência na abordagem do já tão explorado filão da Música Tradicional Portuguesa.

    É o seguimento natural de todos os que lhe antecederam, reafirmando a atitude pioneira do Grupo quanto ao experimentalismo sonoro e à consequente criação de instrumentos não convencionais». (Fonte: TMG)

     Foto: João Nuno Silva

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publicado às 21:52

Guarda lança "Olhares sobre Abril"

por Correio da Guarda, em 06.04.14

     No Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda vai estar patente, de 8 a 30 de Abril, a exposição fotográfica intitulada “Olhares sobre Abril”.

     Esta exposição integra trabalhos da autoria de membros do Fotoclube da Guarda e do fotojornalista Alfredo Cunha, natural de Celorico da Beira.

     De referir que os elementos do Fotoclube, representados neste certame, expõem fotografias originais contemporâneas sobre a memória histórica do 25 de Abril.

     Alfredo Cunha, um dos principais fotojornalistas portugueses, apresenta fotografias inéditas sobre os acontecimentos de há 40 anos.

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publicado às 00:01

Abril, para além do calendário

por Correio da Guarda, em 25.04.13

     O dia 25 de Abril está indelevelmente ligado à Liberdade e à Democracia. Entre estes marcos estão enquadradas importantes conquistas, valores e direitos que, durante décadas, estiveram submersos na prepotência de um regime totalitário.

    Eleições livres, liberdade de expressão, poder local, liberdade de imprensa: toda uma terminologia que floresceu numa manhã de Abril, em 1974.

    Esta data representa um importante facto na História portuguesa contemporânea; a sua dimensão, contudo, não foi apreendida, por muitos, em toda a sua globalidade; noutros casos as políticas e estratégias seguidas, os oportunismos registados contribuíram para um progressivo esmorecimento dos ideais proclamados, para um distanciamento de camadas sociais, traídas nas suas convicções e esquecidas nas suas realidades e anseios.

    Consequentemente, o significado desta data foi-se afastando do pensamento e da prática quotidiana, pautada por outros padrões, comportamentos e atitudes; um quadro que não é original na história da nação...

    Um facto histórico, complexo por natureza, desdobra-se em várias facetas, onde se entrelaçam aspetos políticos, económicos e sociais, refletindo a sua análise um cunho tanto mais acentuado quanto o seu enquadramento seja feito em termos de conjuntura ou estrutura.

    Trinta e nove anos após Abril de 1974, importa reter os ideais que animaram um movimento depressa convertido à escala nacional e abraçado por um sentir bem português, numa doação a que só a gente lusa se sabe entregar; sem se cristalizarem ideologias, dogmas ou extremismos. É fundamental que se apreenda o verdadeiro significado desta data, de forma a refleti-lo, a projetá-lo no presente, com o pensamento no futuro.

    É que Abril foi o abrir de uma porta para o presente e para um Portugal europeu; interrogar o passado permitirá uma melhor compreensão do presente e permitirá aferir o rumo certo, as estratégias necessárias, as melhores soluções.

    Daí que, neste contexto, seja crucial o papel do ensino e dos media pois, como há alguns anos escrevia Mário Mesquita, não há cerimónia pública que substitua o seu papel no conhecimento da História imediata, na transmissão e na reflexão crítica acerca do passado recente.

    Neste contexto há um importante trabalho que pode e dever ser feito, pois será de grande relevo para a preparação do futuro; informando, motivando, refletindo, aproximando...

    Evocarmos a data de 25 de Abril de 1974 é assumirmos, individual e coletivamente, os deveres que nos inspiram a democracia e a liberdade, sem nos circunscrevermos apenas a dias assinalados no calendário...

 

   In, "O Interior", 18-Abr -2013

 

 

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publicado às 00:56

A Cantiga é uma arma

por Correio da Guarda, em 15.04.13

 

     No Café Concerto do TMG vai realizar-se no próximo dia 24 de Abril, pelas 22 horas, uma tertúlia dinamizada pelo jornalista Ruben de Carvalho.

     O pretexto para a conversa é «a ligação da música popular à vida e à manifestação dos povos».

     Nesta tertúlia, sob o tema “A Cantiga é uma arma”, Ruben de Carvalho falará sobre as músicas que marcaram o período da ditadura, o 25 de Abril em Portugal e ainda outras “revoluções” e manifestações por esse mundo fora.

    Ruben de Carvalho, jornalista, é comentador da SIC Notícias e autor do programa semanal “Crónicas da Idade Mídia” da Antena 1, programa que passa em revista os acontecimentos da História do século XX que estão directamente associados à música.

     Foi chefe de redacção da «Vida Mundial», redactor coordenador de «O Século» e chefe de redacção do semanário «Avante!», a partir do nº 1 da série legal.

    Foi também director da rádio local «Telefonia de Lisboa» e responsável pelo «Avante!», órgão central do PCP, de Abril de1974 aJunho de 1995; foi membro do Conselho de Opinião da RTP em 2002; foi colunista do Expresso.

    Esta tertúlia, agendada para o TMG, tem entrada livre.

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publicado às 23:42

Apresentação de Livro de Alfredo Cunha

por Correio da Guarda, em 15.02.13

 

     Na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (Guarda) vai ser apresentado amanhã, 16 de Fevereiro, o livro “A Cortina dos Dias”, de Alfredo Cunha. A sessão de apresentação decorrerá a partir das 15h30, com entrada livre a todos os interessados.

     Trata-se de um livro de fotografias onde estão retratados acontecimentos que mudaram o mundo e Portugal.

Nesta obra, o fotojornalista Alfredo Cunha reúne imagens captadas ao longo de 40 anos de carreira. "A Cortina dos Dias" e tem mais de duzentas fotografias, a preto e branco. O livro tem quatro partes, que correspondem a diferentes décadas, que vão dos anos 70 até aos dias de hoje.

    Nestas páginas, estão retratados acontecimentos que mudaram o mundo e Portugal. É o caso do 25 de Abril, da descolonização portuguesa, da guerra no Iraque ou do fim da guerra civil em Moçambique. As fotografias de Alfredo Cunha revelam vidas, quotidianos duros, sentimentos associados a cerimónias, esperanças e expectativas.

     Recorde-se que Alfredo Cunha é natural de Celorico da Beira, onde nasceu em 1953.

     É membro do Fotoclube da Guarda.

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publicado às 18:44

Monteiro Valente faleceu em Coimbra

por Correio da Guarda, em 04.09.12

 

      O major-General Augusto Monteiro Valente, ex-oficial do Regimento de Infantaria da Guarda (com o posto de capitão aquando da revolução do 25 de Abril) e ex-segundo comandante-geral da Guarda Nacional Republicana faleceu, ontem, em Coimbra, onde residia.

     Monteiro Valente era, nos últimos anos, o Presidende da Direcção da Casa de Cultura Prof. Doutor Pinto Peixoto, com sede em Miuzela (Almeida).

    Mais informação aqui.

 

 

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publicado às 10:06


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