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Nuno de Montemor na BMEL

por Correio da Guarda, em 19.05.14

 

 

     “Nuno de Montemor: Alma brava e meiga” é o tema da exposição que vai estar patente, de 26 de Maio a 12 de Julho, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (Guarda), no âmbito do Ciclo dedicado a este escritor, que vai decorrer até Dezembro.

    No mesmo local terá lugar, a 26 de Maio, o colóquio “Vida e obra do escritor Nuno de Montemor”, no decorrer do qual será feita (a partir das 10.45h) “Uma revisitação à obra de Nuno de Montemor”, por Jesué Pinharanda Gomes. Manuel Geada Pinto, pelas 11h30, fará uma comunicação intitulada "Nuno de Montemor, na memória de um adolescente”,

    Pelas 15 horas, Eduardo Sucena falará de “Nuno de Montemor reencontrado” e “O crime de um Homem Bom" - ideologia(s) e literariedade” será o tema da intervenção de José Manuel Monteiro, pelas 15h45.

   Nesse mesmo dia, igualmente na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, e pelas 18 horas, será apresentado mais um número da Revista Praça Velha, cujo núcleo temático é dedicado a Nuno de Montemor.

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publicado às 13:22

O Bem e o Mal

por Correio da Guarda, em 25.07.13

 

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publicado às 13:10

Percursos da identidade e literatura pós-colonial

por Correio da Guarda, em 05.03.13

 

     “Percursos da identidade: representações da nação na literatura pós-colonial de língua portuguesa” é o título do livro, da autoria de Ana Margarida Fonseca, que vai ser apresentado na Guarda, no próximo dia 15 de Março.

     A sessão terá lugar na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, a partir das 18 horas.

     Neste livro (editado pela Fundação Calouste Gulbenkian) é feita uma análise da representação de imagens de identidade nacional e cultural em quatro romances pós-coloniais de língua portuguesa: “Pedro e Paula” de Helder Macedo, “O Esplendor de Portugal” de António Lobo Antunes, “Terra Sonâmbula” de Mia Couto e “A Geração da Utopia” de Pepetela.

    Ana Margarida Fonseca é docente no Politécnico da Guarda.

 

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publicado às 13:22

Prémio Literário Manuel António Pina

por Correio da Guarda, em 11.10.11

    

     A atribuição do Prémio Literário Manuel António Pina 2011 será feita em sessão solene, na Guarda, a 21 de Março (Dia Mundial da Poesia) do próximo ano.

     Nesta edição houve 224 candidaturas ao Prémio Literário Manuel António Pina, cuja entrega decorreu de 5 Julho a 30 de Setembro.

    O júri desta segunda edição é constituído por Manuel António Pina, Manuel Rosa (representante da Editora "Assírio e Alvim"), José Manuel Vasconcelos (representante da Associação Portuguesa de Escritores), Virgílio Bento, Vice-Presidente da Câmara Municipal da Guarda e José Manuel Monteiro (personalidade convidada pela Câmara Municipal da Guarda).

    Instituído pela Câmara Municipal da Guarda, em 2010, o Prémio Literário Manuel António Pina tem como objectivo divulgar obras inéditas de poesia e de literatura infanto-juvenil, prestando, desta forma, homenagem ao escritor e poeta natural do distrito da Guarda.

    A autarquia guardense celebrou um Protocolo com a Editora Assírio e Alvim que viabiliza a edição da obra premiada.

    A primeira edição, recorde-se, premiou, por unanimidade, a obra “A Divina Pestilência” assinada por João Cenáculo (João Manuel Vilela Rasteiro).

 

 

 

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publicado às 14:01

Mia Couto vai receber Prémio Eduardo Lourenço

por Correio da Guarda, em 08.10.11

 

     O Prémio Eduardo Lourenço 2011 foi atribuído ao escritor Mia Couto

    Como o CG tinha noticiado, o Júri da sétima edição deste prémio reuniu hoje na sede do Centro de Estudos Ibéricos, na Guarda.

    O Prémio Eduardo Lourenço destina-se a galardoar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cooperação e da cultura ibérica., tendo sido já atribuído a personalidades de relevo de Portugal e Espanha, como sejam os casos de  Maria Helena da Rocha Pereira, Professora Catedrática de Cultura Greco-Latina (2004), Agustín Remesal, Jornalista (2006),  Maria João Pires, Pianista (2007),  Ángel Campos Pámpano, Poeta (2008), Jorge Figueiredo Dias, Professor Catedrático de Direito Penal (2009) e César António Molina, Escritor (2010).

    Mia Couto nasceu em Moçambique, em 5 de Julho de 1955, sendo o escritor mais traduzido daquele país. “Raiz de Orvalho”, “Contos do Nascer da Terra”, “O Fio das Missangas”, “O último voo do Flamingo”, “Um Rio Chamado Tempo, uma Casa chamada Tera” e “O Outro Pé da Sereia” são alguns dos seus livros.

 

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publicado às 20:03

80º aniversário da morte de Augusto Gil

por Correio da Guarda, em 26.02.09

 

Ocorre hoje, dia 26 de Fevereiro, a passagem do 80º aniversário da morte de Augusto Gil, o autor da conhecida “Balada da Neve”, que ainda na passada segunda-feira foi declamada, por Odete Santos, da varanda do antigo edifício dos Paços do Concelho da Guarda.
Augusto César Ferreira Gil nasceu na freguesia de Lordelo, Porto, a 31 de Julho de 1870; berço fortuito devido à circunstância de sua mãe se encontrar ali, acidentalmente.
Augusto Gil passou a maior parte da sua vida na mais alta cidade de Portugal e aqui fez os primeiros estudos; frequentou, depois, o Colégio de S. Fiel, após o que regressou à Guarda, onde se encontrava em 1887.
Tempo depois, ingressou como voluntário na vida militar que deixou com o início dos estudos na Escola Politécnica; estes seriam interrompidos, contudo, por motivo de doença.
Em finais de 1889 foi autorizado a frequentar a Escola do Exército onde o aproveitamento lectivo não foi exemplar; passados dois anos, em Maio de 1891, ingressou no Regimento de Infantaria 4 e aí prestou serviço até ao mês de Novembro.
De novo na Guarda, Augusto Gil fez nesta cidade, em 1892 e 1893, os exames do Liceu, rumando posteriormente para Coimbra, em cuja Universidade cursou Direito; na cidade do Mondego teve como companheiros Alexandre Braga, Teixeira de Pascoais, Egas Moniz e Fausto Guedes Teixeira, entre outros.
Concluída a formatura, em 1898, Augusto Gil regressou à Guarda; neste período a vida não lhe correu de feição e foi confrontado com diversos problemas, de ordem profissional e de ordem económica; pretendeu exercer advocacia mas não conseguiu “clientela que lhe desse ao menos para sustentar o vício do tabaco”; curiosamente, o poeta já tinha vaticinado estas dificuldades “na aldeia sertaneja, onde hei-de ser/o melhor poeta e o pior legista”.
Desejou ser professor provisório do Liceu mas o conselho escolar dessa época não o considerou competente para reger a cadeira de português. Ao longo dos anos sucederam-se diversas contrariedades e episódios que deixaram traços indeléveis no percurso literário de Augusto Gil.
Decidiu ir para Lisboa e foi trabalhar com Alexandre Braga; em 1909 regressou à Guarda, enredado em dificuldades financeiras.
Com a implantação da República, impulsionou o aparecimento do Centro Republicano da Guarda e fundou o semanário “A Actualidade”, que dirigiu entre 1910 e 1912.
Embora este jornal tenha surgido com meio de promoção do ideário republicano, assumiu um pendor acentuadamente literário, contando com a colaboração do Pd. Álvares de Almeida, Ladislau Patrício, Amândio Paul e Afonso Gouveia, para além de outras personalidades.
No mês de Novembro de 1911 - quando João Chagas fez parte, pela primeira vez, de um governo da República – Augusto Gil foi nomeado Comissário da Polícia de Emigração Clandestina, pelo que foi viver para Lisboa.
Após ter exercido, durante escassos meses, o cargo de Governador Civil de Aveiro, voltou para a capital onde teve, em 1918, uma passagem pelo Ministério da Instrução Pública; no ano seguinte foi nomeado Director Geral das Belas Artes.
Em Lisboa foi uma figura altamente conceituada nos meios intelectuais e sociais; assim não é de estranhara a homenagem de que foi alvo no Teatro Nacional, em 19 de Junho de 1927.
A comissão promotora dessa iniciativa integrou nomes como Júlio Dantas, José Viana da Mota, Henrique Lopes de Mendonça, Columbano Bordalo Pinheiro, Eduardo Schwalbach e Gustavo Matos Sequeira.
O trabalho de Augusto Gil cruzou-se, frequentemente, com períodos de grande sofrimento, resultado da doença que o atormentava. “A doença que desde o primeiro quartel da existência o consumiu e as dificuldades materiais com que sempre mais ou menos lutou, encontram-se no fundo de toda a sua obra, e que sabe se até não a condicionaram”, observou Ladislau Patrício num apontamento biográfico sobre o poeta.
Nomeado Secretário-Geral do Ministério da Instrução Pública não chegou a tomar posse desse cargo pois morreu a 26 de Fevereiro de 1929, em Lisboa.
O funeral de Augusto Gil (a 1 de Março, na Guarda) constituiu, de acordo com os relatos jornalísticos da época, uma grande manifestação de pesar. “Tudo o que a Guarda tem de mais distinto acorreu a tomar parte na sentida homenagem” e participar no cortejo fúnebre que se “revestiu de desusada imponência”.
Os restos mortais de Augusto Gil repousam num jazigo localizado logo à entrada do cemitério municipal da Guarda, ostentando dois versos de “Alba Plena”: “E a pendida fronte, ainda mais pendeu.../E a sonhar com Deus, com Deus adormeceu...”
“Musa Cérula”, “Versos”, “Luar de Janeiro”, “O Canto da Cigarra”, “Gente de Palmo e Meio”, “Sombra de Fumo”, “Alba Plena”, “Craveiro da Janela”e “Avena Rústica” foram as principais produções literárias deste poeta, cujo trabalho evoluiu quase à margem de escolas ou correntes literárias. “Não é um romântico, nem parnasiano, nem simbolista: é ele – o Augusto Gil – nome que é um gracioso ritmo”, observou Bulhão Pato.
Muitos dos versos de Augusto Gil passaram para o cancioneiro popular, como sublinharam alguns estudiosos da sua obra, suportada num verso melodioso e num ritmo suave.
Foi e é um dos poetas entre nós a quem o povo mais abriu o coração, e quando o povo abre o coração a um poeta, o seu amor repercutir-se-á pelo tempo além”, como anotou João Patrício.
De facto, se Augusto Gil cultivou a poesia, as letras, cultivou também o seu amor pela Guarda onde escreveu uma grande parte dos seus melhores poemas; a cidade bem se pode orgulhar do seu “mais alto poeta” e recordá-lo é um dever de memória.
                                                                                    Helder Sequeira
 

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publicado às 02:00

Meda recebe Concurso Nacional de Leitura

por Correio da Guarda, em 04.02.09

 

A Biblioteca Municipal de Meda vai acolher no próximo dia 27 de Março, pela primeira vez, a segunda fase do Concurso Nacional de Leitura, iniciativa do Plano Nacional de Leitura e Direcção-Geral do Livro e das Biblioteca.
As obras seleccionadas para esta segunda fase são “O Alcaide de Santarém, A Dama do Pé de Cabra”, de Alexandre Herculano, “Era Uma Vez Um Rei que Teve um Sonho” de Leonoreta Leitão), “O Corcunda de Notre Damme”, Víctor Hugo (no que diz respeito ao terceiro ciclo do ensino básico); “Felizmente há Luar”, de Luis Sttau Monteiro, “Pérola”, de John Steinbeck e “A Vida Num Sopro”, de José Rodrigues dos Santos (relativamente ao secundário).
As provas realizam-se na Biblioteca Municipal de Meda.
 

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publicado às 08:48


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